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25.11.21

Fabio Faria joga a favor ou contra a venda dos Correios?

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, com a sua péssima comunicação, acabou tornando-se o maior ativista no governo contra a privatização dos Correios. Faria parece sofrer de dissonância cognitiva. As declarações dele sobre o assunto somente depreciam o valor da empresa.

Quando Faria pede rapidez na privatização, ele afirma ao mesmo tempo que se ela não for realizada em um ano o Correio estará inviabilizado. Ora, se um negócio perde o valor dessa forma e em prazo tão curto, é porque não é um bom negócio. Faria afirma que os Correios é a única empresa que está presente nos 5.568 municípios, inclusive nas regiões mais distantes do país, o que permite atender 27,5 mil lojas virtuais das 31 mil existentes no país. O ministro, contudo, diz que as greves levaram empresas como o Mercado Livre e Magalu a procurarem alternativas para entrega de encomendas.

Os Correios ficariam no final “somente com o osso”. Pois bem, se ele se queixa dessa forma das greves, sinaliza para um problema que pode perdurar com o controle pela iniciativa privada. Uma mensagem para afastar o investidor. Faria ressalta ainda que os Correios perderam entre 20% a 30% de market share. Ué, que recado é esse? A verdade é que no afã de vender a empresa, o ministro fala o que não deve ao invés de estimular potenciais compradores. Há um parafuso fora do lugar na cabeça de Fabio Faria.

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21.10.21

O nome do ministro

No que depender do ministro das Comunicações, Fabio Faria, Carlos Baigorri, atual conselheiro da Anatel, será o próximo presidente da agência. O atual mandatário, Leonardo Euler de Morais, deixa o cargo em 4 de novembro.

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30.08.21

O pacto dos potiguares

Corre no governo a informação de que os ministros Fabio Faria e Rogério Marinho teriam firmado uma espécie de pacto de não agressão eleitoral. Ou seja: não concorrer ao mesmo cargo, seja o governo do Rio do Grande do Norte, seja uma vaga no Senado. A ver se o acordo resiste até 2022.

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11.06.21

O meio de campo mais talentoso de Bolsonaro

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, está em todas. Faria foi uma figura importante tanto nas conversações com a Conmebol quanto na articulação com os governadores dos estados que receberão os jogos da Copa América. Em tempo: os direitos de transmissão do torneio pertencem ao SBT, de Silvio Santos, genro do ministro.

A ideia de criação de um canal de TV por assinatura focado em esportes começa a ser falada aqui e ali nos corredores do SBT. Imaginem o poder de fogo do negócio se André Esteves assumir o controle da emissora – ver RR edições de 6 e 31 de maio.

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12.05.21

Virando a página de Wajngarten

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, está promovendo uma dança das cadeiras na área de comunicação da Pasta. Transferiu para a AGU e para o Ministério da Saúde profissionais que até recentemente serviam a Fabio Wajngarten na Secom. Faria parece querer distância de tudo que lembre Wajngarten, seu desafeto no governo.

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16.04.21

Muro de contenção

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, dedica-se a uma tarefa complexa: impedir que Carlos e Eduardo Bolsonaro voltem a dar as cartas na Secom com a saída do almirante Flavio Rocha.

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13.04.21

Coletiva caseira

Às portas de uma CPI da Pandemia, Jair Bolsonaro tem sido aconselhado a ampliar sua exposição na mídia para além das lives semanais e das bissextas entrevistas exclusivas. Uma das propostas que chegou a Bolsonaro seria conceder uma entrevista coletiva a jornalistas escolhidos a dedo. A ideia é atribuída ao ministro das Comunicações, Fabio Faria.

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09.04.21

Termômetro do poder

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, está cada vez mais próximo dos colegas de ministério Rogério Marinho e Tereza Cristina. E pouco trata com Paulo Guedes.

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16.09.20

Faltou comunicação

A nomeação do “olavista” Felipe Cruz Pedri como secretário de comunicação institucional do governo não teria passado pelo crivo do ministro das Comunicações, Fabio Faria. O mais constrangedor é que Pedri ficará embaixo de Faria no Ministério. Ou, quem sabe, ao lado.

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12.08.20

“Campanha” da reeleição começa em dezembro

A concorrência de R$ 270 milhões para a contratação de agências de publicidade, anunciada pela Secom na semana passada, é apenas a ponta do iceberg. Segundo o RR apurou, o ministro da Comunicação, Fabio Faria, recebeu a missão de lançar até dezembro uma ampla campanha publicitária para propagandear as principais realizações do governo Bolsonaro em seus dois primeiros anos. O momento é considerado estratégico no Palácio do Planalto, por marcar a virada para a segunda metade do mandato e a contagem regressiva para a eleição – Jair Bolsonaro só pensa em 2022.

A ação vai envolver todos os Ministérios. Trata-se de uma guinada em relação à estratégia de comunicação do governo até então. Sob o comando de Fabio Wajngarten, a Secom optou por não renovar quase todos os contratos herdados da administração Temer. Hoje, apenas os Ministérios da Saúde, Cidadania e Desenvolvimento Social contam com agências contratadas. Observando-se o track records recente, é possível antever que parte expressiva das verbas de TV será destinada a SBT e Record. Mas, antes que alguém faça alguma ilação pelo fato de Faria ser genro de Silvio Santos, a predileção pelas duas emissoras já é um fato consumado no governo Bolsonaro muito antes da sua nomeação para o Ministério da Comunicação.

Tomando-se como base o que se viu até agora, a gestão do presidente Bolsonaro é responsável por uma das mais injustas distribuições de verbas públicas da história recente do país. Segundo relatório do TCU, a partir de dados da própria Secom, em 2019 SBT e Record ficaram, respectivamente, com 41% e de 42,6% dos recursos do governo federal para propaganda em TV. No ano anterior, as participações das duas emissoras haviam sido de 29,6% e de 31,1%.

Significa dizer que a fatia somada da dupla cresceu mais de 20 pontos percentuais em relação a 2018. Já a Globo recebeu apenas 16,3% das verbas publicitárias para TV em 2019, contra 39,1% em 2018, último ano do governo Temer. Ou seja: do ponto de vista do viés na distribuição de verbas publicitárias, Jair Bolsonaro ganha de lavada do ex-presidente Lula, que também era acusado de ter suas predileções. A julgar pela competência e perfil técnico que Faria tem demonstrado à frente do Ministério, ele deverá ser esforçar ao máximo para reduzir o mau cheiro que vem do Palácio do Planalto.

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