fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
30.07.21

Um revés para São Paulo

Há uma tensão entre os organizadores do GP São Paulo de F-1, marcado para novembro. A Liberty Media, dona da categoria, tem sinalizado que poderá realizar o evento de portões fechados – já foram vendidos cerca de 40 mil ingressos. Tudo dependerá do ritmo de vacinação e do número de casos de Covid-19 em São Paulo. Nos últimos 15 dias, ressalte-se, a média móvel caiu de 10 mil para oito mil casos diários. No entanto, os norte-americanos estão levando em consideração a presença da variante Delta em São Paulo.

Em tempo: os portões fechados seriam uma ducha de água fria para o governador João Doria, que tem planos de transformar o GP em uma grande vitrine internacional das suas ações de combate à pandemia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.09.20

Baú da Felicidade

O SBT está interessado na compra dos direitos de transmissão da F-1 no Brasil. O contrato entre a Rede Globo e a Liberty Media, dona da categoria, termina neste ano. A emissora de Silvio Santos, ressalte-se, acaba de fechar acordo para a exibição da Taça Libertadores por aproximadamente R$ 100 milhões. De uns tempos para cá, não tem faltado fôlego à empresa. Em 2019, por exemplo, o SBT ficou com 41% das verbas publicitárias do governo federal para TV. No ano anterior, essa fatia havia sido de 29,6%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.07.20

Fora da pista

O cancelamento da corrida de F-1 deste ano, conforme o RR antecipou em 29 de maio, é só a primeira batida. Os organizadores do evento consideram excluir o Brasil do calendário da categoria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.12.19

A corrida maluca de Witzel

Sabe-se lá o porquê da obsessão de Wilson Witzel com a instalação de um novo autódromo no Rio, mas o fato é que o governo do Rio negocia a vinda para a cidade da Fórmula-E. Significa dizer que um investimento de quase R$ 1 bilhão, gasto previsto para a construção da pista, estaria pendurado na realização de uma única prova anual da categoria. Não há registro de cidade que tenha construído um autódromo do zero para sediar a Fórmula-E, uma espécie de terceira divisão do automobilismo internacional.

Uma hipótese mais nobre seria a realização de uma etapa anual do campeonato de Moto GP. O RR teve a informação de que os primeiros contatos já foram entabulados. Mas, para isso, Witzel terá de encontrar um investidor disposto a pagar cerca de 50 milhões de euros na partida. É quanto a Dorna, organizadora do Mundial de Motovelocidade, cobra por contratos fixos, nunca inferiores a cinco anos. Procurado, o governo do Rio não se manifestou sobre as negociações. Disse apenas que “tem atuado no intuito de fomentar a realização de grandes eventos esportivos”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.