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06.04.20

Ganhos colaterais da crise

Grandes grupos do varejo farmacêutico – a exemplo da cearense Pague Menos e da Extrafarma/Grupo Ultra – já trabalham com projeções de aumento da receita da ordem de 10% no primeiro semestre. Para efeito de comparação, entre janeiro e junho do ano passado, o faturamento da Pague Menos cresceu apenas 3%. A performance não se deve exclusivamente ao boom nas vendas de álcool gel, máscaras etc. Muitos consumidores decidiram antecipar compras e formar estoques de medicamentos de uso contínuo com receio de um desabastecimento do mercado.

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25.01.18

Extrafarma tem a cura

A Extrafarma, leia-se Grupo Ultra, tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das redes farmacêuticas penduradas na holding BR Pharma, que entrou com pedido de recuperação judicial. A empresa tem cerca de 170 lojas nos estados de Pernambuco e Pará.

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19.04.17

A crise tem remédio

Entre os múltiplos negócios do Grupo Ultra, proporcionalmente nenhum outro terá um salto tão expressivo no plano de investimentos deste ano quanto o varejo farmacêutico. O desembolso para a expansão da Extrafarma deverá bater nos R$ 180 milhões, quase 50% a mais do que o valor do ano passado. A cifra, ressalte-se, não inclui possíveis aquisições.

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14.10.16

BTG esvazia sua prateleira de remédios

 O BTG está prestes a fechar duas operações que praticamente significarão o desmonte da BR Pharma , seu braço no varejo farmacêutico criado em 2009. Trata-se da venda das bandeiras Big Ben e Farmais, respectivamente para a Extrafarma, leia-se Grupo Ultra, e a Raia Drogasil. Segundo informações filtradas junto ao BTG, a dupla negociação deverá render algo em torno de R$ 1,5 bilhão. As duas bandeiras são as joias da coroa da BR Pharma. Reúnem aproximadamente 600 lojas e, juntas, deverão faturar neste ano cerca de R$ 2,8 bilhões, ou mais de 70% de toda a receita da holding.  No fim de setembro, o BTG já havia fechado a venda de outra bandeira, a Drogaria Rosário, para a Profarma por R$ 173 milhões. Ao consumar a negociação da Big Ben e da Farmais, faltarão apenas dois ativos de menor porte para o encerramento definitivo da BR Pharma: a baiana Sant´Ana e a pernambucana Guararapes. O BTG ainda tentou negociar todas as suas drogarias de uma só vez, mas faltou candidato disposto a assumir o frankenstein farmacêutico criado pelo banco, que reuniu na mesma empresa ativos com taxas de retorno tão díspares. As partes parecem ser melhores do que o todo, que tem exigido sucessivos aportes financeiros do BTG – a mais recente capitalização, em janeiro, consumiu R$ 400 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  BTG, Ultra e Raia Drogasil.

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 O Ultra renovou o acordo de exclusividade para negociar a compra da rede de drogarias Big Ben, controlada pela BR Pharma, leia-se BTG. O novo dead line é o fim de outubro. Com aproximadamente 260 farmácias, a Big Ben faturou no ano passado cerca de R$ 1,6 bilhão. A cifra é superior à receita da própria Extrafarma, o braço do Grupo Ultra no varejo farmacêutico (R$ 1,4 bilhão).

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A Extrafarma (Grupo Ultra) fez uma oferta pela drogaria Mais Econômica. A proposta chegou a  Brasil Pharma, leia-se BTG, controladora da rede, no último dia 16 de junho. A Mais Econômica tem cerca de 200 farmácias na Região Sul.

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