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09.01.19
ED. 6029

Eunício crava um duplo na loteria do BNB

De saída do Senado, Eunício de Oliveira quer deixar seu legado no governo Bolsonaro. O emedebista joga com dois “cavalos” na corrida pelo comando do Banco do Nordeste (BNB): o atual nº 1 do BNB, Romildo Rolim, e o ex-presidente do banco, Marcos Holanda. Com este último, aliás, Eunício mantém uma relação-sanfona. No governo Dilma, indicou Holanda para o cargo. Na era Temer, mais precisamente no fim de 2017, fez força para tirá-lo do BNB. À época, Holanda teria contrariado interesses do MDB junto ao Banco do Nordeste. Ao que parece, são águas passadas.

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28.12.18
ED. 6023

“Padim Ciço”

Prestes a deixar o Senado, Eunício de Oliveira pode ser acusado de tudo, menos de virar as costas para os seus. Desde novembro, empenhou-se na liberação de R$ 2 bilhões em emendas orçamentárias para o Ceará.

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23.11.18
ED. 6000

Dono do pedaço

Eunício de Oliveira se desdobra para reemplacar Marcos Holanda na presidência do Banco do Nordeste, cargo que ele ocupou de maio de 2015 a dezembro de 2017. Resta saber se vai dar tempo: o senador tem apenas mais dois meses de mandato.

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09.10.18
ED. 5970

Eunício de Oliveira espalha seus anéis sobre o balcão

Derrotado nas urnas, o senador Eunício de Oliveira parece empenhado em virar determinadas páginas do passado. O RR apurou que, além da transferência da Transfederal Transporte de Valores para a espanhola Prosegur, o emedebista também teria colocado à venda outra de suas empresas, a Corpvs – Corpo de Vigilantes Particulares. De acordo com uma fonte próxima ao senador, há conversas com
um grande grupo brasileiro da área de segurança patrimonial, com sede no Rio.

Assim como a Transfederal, a Corpvs pertence à Remmo Participações. Segundo sua declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral, Eunício é dono de 99,99% da holding. Consultado por meio de sua assessoria, o senador não se pronunciou sobre a venda da Corpvs. Informou apenas que “está afastado da administração das empresas desde que foi eleito deputado federal pela primeira vez, em 1998”. Tanto a Transfederal quanto a Corpvs estão indexadas ao setor público.

Consta que as duas empresas somam mais de R$ 700 milhões em contratos de prestação de serviços de vigilância, limpeza e transporte de valores a estatais no intervalo entre 2011 e 2019, coincidentemente o período do mandato de Eunício, prestes a se encerrar. Com o Banco do Brasil, os acordos somariam R$ 542 milhões. No caso da Caixa Econômica, as cifras passariam dos R$ 147 milhões. Consultado sobre estes contratos, o senador não se pronunciou. O desafio dos compradores das empresas é manter a boa entrada junto ao setor público. E o de Eunício é seguir em segurança a partir de 1o de janeiro, sem a marquise do foro privilegiado.

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13.03.18
ED. 5824

Sarney e Eunício jogam a rede sobre os Correios

Guilherme Campos, presidente dos Correios, já ouve as sete trombetas do seu apocalipse. José Sarney e Eunício de Oliveira trabalham para derrubá-lo do cargo e reconquistar a estatal para a cota do MDB. Hoje, os Correios “pertencem” ao PSD, do ministro Gilberto Kassab.

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02.01.18
ED. 5777

Eunício para todas as circunstâncias

Pragmático, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, atira para todos os lados. No Ceará, tem participado de um número  cada vez maior de eventos públicos ao lado do governador Camilo Santana (PT) e, não raramente, rasga elogios a Lula; quando volta para Brasília, faz juras de lealdade ao presidente Michel Temer.

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13.12.17
ED. 5765

À margem do problema

O presidente do Senado, Eunício de Oliveira, está à vontade em relação à reforma da Previdência. Nos bastidores do Congresso, quando perguntado sobre o assunto, diz que o projeto só chegará à sua “jurisdição” entre abril e maio do ano que vem. “Se chegar…”, costuma completar.

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O presidente do Senado, Eunício de Oliveira, é chamado nos corredores do Banco do Nordeste de “chairman”, tamanha a sua ascendência sobre o número 1 da instituição, Marcos Costa Holanda.

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