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17.11.21

Carlyle quer colocar Tok & Stok e Etna na mesma prateleira

O Carlyle estaria se movimentando entre as prateleiras do varejo para costurar a fusão da Tok & Stok, da qual é acionista, com a Etna. Do ovo desse M&A, eclodiria um grupo com faturamento da ordem de R$ 2 bilhões por ano e mais de 60 lojas. Dadas as circunstâncias, a operação seria uma solução dupla: juntaria uma empresa que o mercado não quis – a Tok & Stok suspendeu seu IPO por falta de demanda – com uma companhia que o seu atual controlador, Nelson Kaufman, parece não querer, ao menos não na estrutura atual – a Etna tem fechado uma sucessão de lojas e encerrou sua atuação no Nordeste. O silêncio entre os protagonistas do enredo é unânime. Procurados pelo RR, Tok&Stok, Etna e Carlyle não quiseram se pronunciar. Não é a primeira vez que Tok & Stok e Etna trocam olhares. Desta vez, no entanto, a disposição e o peso do Carlyle podem fazer diferença. Acionista majoritária da Tok & Stok, com 60%, a gestora norte-americana busca uma porta de saída do negócio – a que havia foi fechada justamente com o recuo no IPO. Não precisa ser agora obrigatoriamente. O Carlyle enxergar um negócio mais rentável lá na frente, leia-se a futura venda da participação em um grupo varejista encorpado.

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O RR apurou que o Credit Suisse Hedging Griffo (CSHG) estaria negociando a compra de lojas da rede varejista Etna. A operação se daria por meio do CSHG Renda Urbana, fundo imobiliário que já comprou 66 pontos de venda da Pernambucanas, por R$ 455 milhões.

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05.02.21

Tok&Stok e Etna rumo ao altar

O RR apurou que a Tok&Stok e a Etna estariam mantendo conversações para uma possível fusão. A primeira é controlada pelo norte-americano Carlyle; a segunda pertence ao empresário Nelson Kaufman, dono também da joalheira Vivara. As tratativas, ressalte-se, se dão paralelamente aos planos de IPO da Tok&Stok – o pedido já foi protocolado na CVM. O enlace criaria uma rede com 70 lojas de móveis e artigos de decoração e faturamento anual da ordem de R$ 1,7 bilhão. Esta não é primeira vez que as duas empresas ensaiam sua fusão. Em 2014, ambas chegaram a negociar uma associação, mas não houve acordo. Desta vez, no entanto, as circunstâncias obrigam a Tok&Stok e da Etna a aumentarem sua escala no setor. Ambas têm perdido espaço para concorrentes que nasceram, cresceram e se consolidaram no ambiente do e-commerce, sem lojas físicas. Alguns deles têm contado com generosos aportes de investidores. É o caso da MadeiraMadeira, que recebeu recentemente uma capitalização de US$ 190 milhões dos fundos SoftBank Latin America e Dynamo.

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14.06.19

Dupla retirada?

Os colaboradores mais próximos já se perguntam se Nelson Kaufman não estaria gradativamente saindo do game. Além do IPO da rede de joalheiras Vivara, Kaufman busca um sócio para a Etna, varejista de móveis e decoração.

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02.08.18

Encontro marcado

A Etna, rede de lojas de móveis e decoração controlada pelo empresário Nelson Kaufmann, está na mira de um grande grupo de varejo europeu, já presente no mercado brasileiro.

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19.10.17

Base aliada

O Carlyle dedica-se a costurar uma coalizão no varejo. Os partidos são a Tok&Stok, que tem os norte-americanos como acionistas, e a Etna, do empresário Nelson Kaufman. A aliança daria a origem à maior rede de móveis e decoração do país, com vendas acima de R$ 2 bilhões.

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13.04.17

Idas e vindas

O empresário Nelson Kaufmann estaria em busca de um sócio para a Etna, rede de móveis e artigos de decoração com 14 lojas. Há dois anos, Kaufmann conversou com fundos de investimento, mas as negociações ficaram pelo caminho.

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18.02.16

Corta, corta, corta

 A chegada de Ana Maria Horta Veloso à presidência da Light marca um novo ciclo de cortes. O pacote inclui redução de investimentos, dispensa de funcionários terceirizados e venda de ativos, a começar pelas seis usinas hidrelétricas da empresa. Procurada, a Light confirma que está revendo seus custos e, “havendo necessidade, poderá realizar cortes”.  A Foxconn já pensa em fazer uma nova temporada de cortes na fábrica de Indaiatuba (SP). Desta vez, seria algo em torno de cem demissões. Em janeiro, a companhia dispensou 480 trabalhadores.  O empresário Nelson Kaufman faz contorcionismos para melhorar os resultados da rede varejista Etna. Uma das medidas que deverão ser adotadas é a redução de algumas lojas, com estrutura de custos mais pesada: a unidade da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, poderá ser extirpada em quase 40% da sua área. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Etna e Foxconn.

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19.01.16

Annus horribilis

 A Etna, varejista de móveis e artigos de decoração controlada por Nelson Kaufman, deverá passar 2016 inteiro sem abrir uma só loja – fato inédito na história da empresa. Na verdade, já será uma proeza chegar ao fim do ano com os atuais 18 pontos de venda.

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13.08.15

O outro lado

Após desistir da venda da Etna na verdade, os pretendentes é que desistiram da rede varejista, Nelson Kaufman está à espreita de pontos de venda da concorrente Tok&Stok, notadamente no eixo Rio-São Paulo. A Tok&Stok nega o fechamento de lojas.

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