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11.04.22

Passos largos

O empresário Chaim Zaher não apenas voltou à Yduqs como estaria aumentando sua posição acionária com seguidas ordens de compra em bolsa. A julgar pelo track records, Zaher não vai se contentar com um papel secundário na antiga Estácio.

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16.02.22

Tudo ao mesmo tempo

Chaim Zaher está a mil por ora. Além do retorno à Yduqs (antiga Estácio), planeja abrir ao longo deste ano 20 escolas da Maple Bear. Trata-se da rede de ensino bilingue, de origem canadense, controlada pelo Grupo SEB.

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29.10.21

A próxima tacada de Chaim Zaher

Ao mesmo tempo em que voltou a ser sócio da Yduqs (antiga Estácio), Chaim Zaher prepara a abertura de capital da Maple Bear. No ano passado, o Grupo SEB, de Zaher, comprou 70% da operação global da empresa canadense, uma franquia para escolas bilingues com negócios em 20 países. Executivos do grupo defendem a emissão de ações na Nasdaq; já o empresário prefere lançar os papéis da Maple Bear na B3. Ou seja: vai ser na B3.

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30.07.20

Avanço sobre a Laureate

A Yduqs, antiga Estácio, estaria em negociações para a compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil. O pacote inclui 11 universidades, entre as quais Anhembi Morumbi e a gaúcha Unitter. A receita somada da Laureate no país gira em torno dos R$ 2 bilhões.

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27.11.19

Ano letivo

A Yduqs, ex-Estácio, planeja usar a marca do recém comprado Ibmec para investir em uma nova plataforma de MBAs online.

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31.07.17

Kroton perde pontos em seu balanço

Depois da acachapante derrota na tentativa de fusão com a Estácio, a Kroton vai jogar uma nova ducha de água fria no mercado com a divulgação dos seus resultados trimestrais – prevista para o dia 11 de agosto. Segundo uma fonte que conhece de cor e salteado os números da empresa, a redução do total de matrículas no Fies impôs à rede de ensino uma queda em torno de três pontos percentuais na margem Ebitda.

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07.07.17

Efeito Kroton

O revés da operação Kroton/Estácio no Cade acendeu todos os sinais de alerta no Ultra. O RR apurou que o grupo deverá se antecipar e apresentar ao órgão antitruste uma proposta na tentativa de viabilizar a fusão entre a Liquigás e a Ultragaz, sua controlada. A contrapartida envolve a venda de ativos nos cinco estados em que a nova empresa tiver participação de mercado próxima de 60% (Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo) – ver RR edição de 19 de junho.

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03.07.17

“Fracass fee”

Após o velório, a dolorosa conta do sepultamento: os acionistas da Kroton terão de pagar cerca de R$ 50 milhões a advogados, consultores e lobistas que trabalharam na frustrada fusão com a Estácio.

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05.06.17

Galindo quer dar um clinch no Cade

O presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, tenta convencer o Cade a adiar por 30 dias o prazo final para o julgamento da fusão com a Estácio, previsto para 27 de junho. Para todos os efeitos, alega que os advogados da companhia precisam de mais tempo para ajustar a defesa com base nas novas regras para o ensino a distância, publicadas pelo Ministério da Educação no último dia 26 de maio. No entorno de Galindo, há quem associe a manobra a uma confissão de que a batalha está perdida, mesmo após o executivo ter contratado todos os ex-dirigentes do Cade para defender a causa da Kroton. As sinalizações são desfavoráveis para o polvo da educação.

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05.04.17

Os reforços da Kroton

O presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, montou uma tropa de ex-conselheiros do Cade para defender a fusão com a Estácio. Mas o maior reforço atende por José Eduardo Cardoso e tem a assinatura de Walfrido Mares Guia, um dos controladores da Kroton e desafeto de Galindo.

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