fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
10.05.22

Universidade Burger

Jorge Paulo Lemann voltou a ser o velho Jorge Paulo com a venda da Eleva, uma escola para príncipes, com mensalidades de até R$ 10 mil? Nada. Jorge Paulo é o mesmo Lemann de sempre, o que compra, junta, reestrutura e vende. No caso do setor de educação, há vantagens adicionais: entre a aquisição e a desmobilização, o bilionário ainda deu uma “marketada” em sua imagem, um lustro ESG colateral aos seus empreendimentos centrais. Seus ativos para valer são os que ora embriagam (Ambev), ora levam à obesidade (Heinz e Burger King). É provável que o empresário compre uma escola para criar um instituto das diversidades ou uma universidade ESG. São bons hedges para quem vem se equilibrando no fio do imposto do pecado, ou seja, o tributo sobre alimentos com açúcares e bebidas alcoólicas que Paulo Guedes ensaia criar desde o início do governo. De  qualquer forma, é melhor um “Jorge Paulo green”, a despeito de intenções marqueteiras.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.05.22

Universos paralelos

Todos os acionistas controladores e membros do Conselho do Itaú estão pisando nos dois lados da fronteira ao mesmo tempo: um é a agenda ESG para valer; o outra, o greenwashing a ver…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.03.22

O “Conselhão” de Josué

Josué Gomes da Silva quer fazer da agenda ESG uma das principais bandeiras da sua gestão na Fiesp. Entre outras ações, planeja criar um grande conselho, com nomes da sociedade civil representativos do “E” (Environment), do “S” (Social) e do “G” (Governança). Guardadas as devidas proporções, do ponto de vista da sua amplitude seria algo com um quê do antigo Conselhão dos governos do PT – leia-se o CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), do qual seu pai, o então vice-presidente José de Alencar, fez parte. Dentro da estrutura da Fiesp, caberia a este “CDES da Avenida Paulista” aglutinar as funções dos Comitês de Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável, já existentes na entidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.03.22

Agenda ESG

A Previ vai concentrar seus investimentos no exterior na compra de bônus de sustentabilidade. Ou seja: a agenda ESG vai ditar o aumento das aplicações internacionais do fundo, que deverão passar de 3% para 8% dos ativos totais neste ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.02.22

O ESG do Banco Itaú vira piada nas redes sociais

Cada vez mais as empresas que estão marqueteando suas iniciativas na área ESG precisam tomar cuidado. Em um tema tão sensível, no qual estão inclusos milhares de pessoas que participam direta ou indiretamente das ações corporativas, o efeito pode ser o inverso. Ou seja: o marketing ESG acabar sendo triturado e desmoralizado nas redes sociais como uma medida greenwashing.

A publicidade do Itaú é um bom exemplo. Ontem, às 14h17, o humorista Gregorio Duvivier postou no Twitter um “comercial” satirizando anúncios do banco. A instituição financeira dos Setúbal e dos Moreira Salles foi ridicularizada. O texto da paródia é todo em “primeira pessoa”, como se o Itaú estivesse tendo um rompante de sinceridade em relação à agenda ESG.

Entre outros trechos, cita que o banco gasta “dezenas de milhões de reais em anúncios para te convencer que a gente tem um compromisso com um mundo melhor”. Diz ainda que “na hora de usar nossa influência para proteger a natureza, aí deixa quieto”. Menciona que “nós seguimos lucrando e emprestando dinheiro para quem vai fazer do seu futuro um lugar pior, mas muito pior” (nessa parte, surge na tela o ganho da instituição em 2021 – R$ 27 bilhões). A sátira termina com um “slogan”: “Comercial do Itaú, feito para você achar que a gente se importa com você”. Até às 19 horas de ontem, a postagem tinha mais de 135 mil visualizações.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.11.21

A volta de Joaquim Levy?

O ex-titular do Ministério da Economia no governo Dilma, Joaquim Levy, passou a ser cotado a ocupar o mesmo cargo na gestão Lula. Levy tem as bênçãos do mercado. E ainda dispõe de outro atrativo: intensificou-se tremendamente com a agenda ESG. Em tempo: Levy saiu do governo Bolsonaro, mais precisamente da presidência do BNDES, chamuscado. O que conta ponto junto a Lula e seu grupo mais próximo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.11.21

On demand

O Movimento Brasil Competitivo, uma congregação de pouco mais de 60 empresas capitaneada por Jorge Gerdau, está elaborando uma agenda ESG para o Brasil. Ou melhor: para o candidato da terceira via.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.11.21

O sarrafo do custo ESG subiu

É caro ser ESG. As projeções são de que o mundo gaste até o final de 2022 mais de US$ 8 trilhões com a conversão de empresas e países às melhores práticas. No Brasil, vai bater na casa de um dígito em bilhões de reais. Mas o mercado de ativos ESG já chega a US$ 32 trilhões em circulação nos fundos de investimento. Os fundos de private equity que investem apenas em ativos de energia renovável levantaram cerca de US$ 52 trilhões somente no ano passado. E o mercado de carbono sequer foi regulado no mundo, e muito menos no Brasil. Por enquanto, é um bom negócio ser ESG. Parece até ser inevitável e irreversível. A ver no futuro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.21

Os “Brasis” chegam a Glasgow

A acusação da ONU de que o Brasil cometeu “pedalada ambiental” aumentou a pressão sobre praticamente todos os ministérios para trabalhar em uma agenda ESG. A contribuição será levada sob a forma de documentos para os ministros Joaquim Leite e Bento Albuquerque e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, participantes da COP26.

O ministro Paulo Guedes ainda não sabe se vai a Glasgow. O próprio Ministério da Economia disse ao RR não ter confirmação sobre a ida ou não de Guedes à COP26. O ministro ficou tão indexado ao chefe que só vai aonde Jair Bolsonaro está. A missão de representar o Brasil ficou para o já citado trio. Campos Neto comparecerá para dar pinceladas sobre o BC-ESG, que está sendo construído sem alarde. Bento Albuquerque terá a dura missão de falar sobre seca e desastre climático. Joaquim Leite, bem, esse ainda é uma incógnita. Mas, a princípio, caberá ao novato a missão mais espinhosa: defender as metas climáticas do país, uma das menos ambiciosas do mundo.

Os governadores da Região Amazônica atropelaram o poder central. Por meio do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, vêm mantendo interlocução direta com os governos dos Estados Unidos, Reino Unido e Noruega. São os integrantes da coalizão LEAF (Lowering Emissions by Accelerating Forest Finance), lançada neste ano. O grupo pretende disponibilizar US$ 1 bilhão, em recursos públicos e privados, para projetos voltados à redução do desmatamento. As tratativas vêm sendo capitaneadas por Flavio Dino. Há reuniões com líderes do LEAF entabuladas para Glasgow.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.10.21

Padrão ESG

Sergio Rial, que deixa a presidência do Santander Brasil para assumir o board em janeiro, está submerso em projetos na área socioambiental e em conversas com ONGs. Rial quer ser o chairman mais ESG da história do banco no país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.