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04.02.22

Uma voz a mais contra a Compass

A Equatorial Energia estaria trabalhando nos bastidores do Cade contra a aprovação da venda da Gaspetro à Compass, leia-se Cosan. A companhia tem interesse em entrar no mercado de distribuição de gás. A suspensão do negócio colocaria novamente sobre o balcão  as participações da Petrobras em 17 concessionárias estaduais do setor.

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Ao longo de 2021, o RR foi a dose de reforço contra a desinformação. Ao todo foram 273 edições, com 3.986 notas e matérias. A newsletter levou seus assinantes para os bastidores do Poder, antecipando as notícias mais relevantes dos meios político e empresarial. A seguir, elencamos alguns dos principais acertos em 2021 – não caberiam todos aqui. No que talvez seja o grande fato macroeconômico do ano, o RR antecipou o desmoronamento do teto fiscal.

A publicação tratou do tema de forma mais aguda nas edições de 2 de setembro e de 20 de outubro. Nesta última, na matéria “Auxílio Brasil abre caminho para nova régua fiscal”, antecipamos uma guinada na política econômica, com a relativização do teto. Em 16 de novembro, o RR revelou também os estudos da equipe econômica para liberar um espaço de até R$ 150 bilhões nos gastos orçamentários – R$ 90 bilhões exatamente com a mudança na regra do teto, com a PEC dos Precatórios e a acomodação do Auxílio Brasil. Apenas três dias depois, o relatório final do Orçamento de 2022 era apresentado, com uma folga fiscal da ordem de R$ 113 bilhões.

O Auxílio Brasil, por sinal, é peça fundamental de toda essa reengenharia fiscal. Em 3 de março, o RR divulgou, com exclusividade, as discussões no Palácio do Planalto e no Ministério da Economia para que o benefício fosse estendido até o fim de 2021 ou transformado em benefício permanente, com valor entre R$ 250 e R$ 300. Dito e feito! O programa de transferência de renda perdurou até o final do ano e serviu de proxy para o Auxílio Brasil, com o pagamento fixo de R$ 400.

O assinante do RR soube também com exclusividade dos estudos de Paulo Guedes e cia. para a criação de uma espécie de fundo patrimonial, composto por imóveis da União, ações e dividendos de estatais, entre outros ativos. O RR tratou do assunto nas edições de 19 de agosto e 25 de outubro. No início de dezembro, Guedes falaria publicamente da medida, anunciando, inclusive, a intenção do governo de criar um Ministério do Patrimônio. Em 27 de julho, mais uma informação de primeira: a newsletter divulgou que o Ministério da Economia havia retomado os estudos para a fusão do IBGE e do IPEA. O “IBGEPea” tardou, mas não falhou: em dezembro, Paulo Guedes anunciava os planos de criação de uma Supersecretaria, juntando os dois institutos.

O fim do “golpe”

O RR acompanhou de perto – para não dizer de dentro – as tensões e distensões no relacionamento entre o presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas. Em 6 de abril, poucos dias após a inédita saída conjunta dos três Comandantes das Forças Armadas, maquiada sob a forma de demissão, a newsletter já relatava articulações nos bastidores para o desmantelamento do “blefe do golpe” – leia-se a fantasia de uma ruptura institucional, com o apoio do Exército, alimentada por Bolsonaro. Ao longo do tempo, o esfriamento das relações entre os militares e o presidente se confirmaria.

À mercê dos hackers

O RR foi pioneiro em descortinar a fragilidade da defesa cibernética do Estado brasileiro, agravada pela concentração de dados pessoais nas mãos do governo. Em 12 de fevereiro, a publicação revelou a preocupação do GSI e da Secretária de Assuntos Estratégicos com possíveis ataques a sistemas de órgãos públicos. Em 8 de outubro, o RR divulgou, com exclusividade, que o TCU faria uma auditoria na estrutura de TI do Ministério da Saúde após detectar 24 “riscos significativos” de invasão da plataforma da Pasta. Estava escrito: no dia 10 de dezembro, cibercriminosos invadiram os sistemas da Saúde, tirando o Conect SUS do ar.

Pária nos direitos humanos

Além da catástrofe da Covid-19, com seus mais de 600 mil mortos, o presidente Bolsonaro também colocou o país na contramão das grandes nações e entidades multilaterais na agenda dos direitos humanos. Em 21 de setembro, a newsletter revelou que o Conselho de Direitos Humanos da ONU estava preparando um relatório com duras críticas às políticas do governo brasileiro para as populações indígenas. Assim foi: o documento viria à tona uma semana depois. Outras flechadas se seguiram. Em 27 de outubro, a publicação informou que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira estava preparando um manifesto contra o presidente Bolsonaro a ser apresentado na COP 26. Somente dois dias depois, a notícia seria divulgada por outros veículos.

Roleta de cargos

A capacidade do RR de antever os movimentos do Poder permitiu também aos assinantes saber, com exclusividade, de mudanças em cargos importantes do governo. Em 27 de janeiro, a newsletter já tratava das articulações feitas pelo presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, para defenestrar o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim. Custou até que Costa Neto conseguisse seu intento, mas Rolim acabaria afastado do cargo em setembro. Em 5 de fevereiro, o RR noticiou que Jair Bolsonaro estava prestes a dar um “cartão vermelho” ao presidente do Banco Brasil, André Brandão. O executivo deixaria o posto em meados de março. Na edição de 15 de setembro, o assinante da newsletter soube, em primeira mão, que o destino de Leonardo Rolim, então presidente do INSS, estava selado: ele seria demitido pelo ministro Onyx Lorenzoni. Bingo! A exoneração foi oficializada em 5 de novembro. Em 19 de outubro, o RR informou que mais dois auxiliares de Paulo Guedes estavam prestes a deixar seus cargos, apesar do apelo do ministro para que permanecessem. O fato se consumaria de forma ainda pior: dois dias depois, não apenas dois, mas quatro assessores diretos de Guedes deixaram o governo.

Por dentro das empresas

Como de hábito, o RR destacou-se também por antecipar algumas das principais informações do universo corporativo de 2021. Em 19 de janeiro, a newsletter cravou que o IPO da Caixa Seguridade seria realizado em abril, o que se confirmou três meses depois. Em 10 de fevereiro, a newsletter revelou o interesse da cearense Pague Menos em comprar a rede de drogarias Extrafarma, até então pertencente ao Grupo Ultra.

O negócio se consumaria em 18 de maio. Em 25 de março, o assinante do RR soube que a Equatorial Energia entraria na disputa pela Companhia Energética do Amapá. Não só entrou como arrematou a empresa. Em 14 de maio, a publicação revelou não apenas o interesse da CSN em comprar as operações da LafargeHolcim no Brasil, mas também as tratativas entre Votorantim e InterCement, leia-se o Grupo Mover (antiga Camargo Corrêa) para adquirir os ativos de forma fatiada. Em 30 de junho, outros veículos confirmariam as gestões entre Votorantim e Mover.

No fim das contas, a CSN sairia vencedora na disputa pelos negócios da LafargeHolcim. Em 13 de agosto, o RR publicou, de forma exclusiva, as negociações para a venda da fabricante de fertilizantes Heringer à russa Eurochem. Não deu outra: a operação seria fechada pouco antes do Natal. Em 8 de setembro, a newsletter antecipou que dificilmente o IPO da Unigel seria realizado em razão das condições financeiras da empresa.

Dois meses depois, a abertura de capital foi suspensa. Ao apagar das luzes de 2021, mais um furo. Em 22 de dezembro, o RR informou que a Petrobras estava prestes a fechar a venda de mais um ativo ainda neste ano. No dia seguinte, a estatal anunciou a alienação de um pacote de participações no Polo Carmópolis, em Sergipe, por US$ 1,1 bilhão. Por razões óbvias, 2022 promete ser um ano de fortes emoções. Mas, com o RR, não há polarizações. O único lado da newsletter é o compromisso de levar a seus assinantes informações e análises exclusivas. A todos, um Feliz Ano Novo!

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12.11.21

CPPIB descarrega seus dólares no Brasil

O Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) vai aumentar sua aposta no setor de energia no Brasil. O RR apurou que o fundo de pensão canadense teria planos de investir cerca de US$ 2 bilhões em projetos de geração renovável, notadamente eólica e solar, ao longo dos próximos três anos no país. A CPPIB joga com duas peças no tabuleiro: de um lado, está a recém-formada joint venture com a Votorantim Energia, que já carrega uma carteira de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões; do outro, a Equatorial Energia. Os canadenses planejam aumentar sua participação na empresa, hoje de 5%. O movimento, inclusive, se daria logo após a maior tacada da Equatorial: a compra da Echoenergia, por R$ 7 bilhões. Procurada pelo RR, a CPPIB não se pronunciou.

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26.10.21

Equatorial Energia abre guerra aos “gatos” no Amapá

A Equatorial Energia está dando um tratamento de choque na Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), arrematada em junho, para reduzir os pesados prejuízos com furtos de energia e ligações clandestinas. A CEA carrega um dos mais altos índices de perdas com fraudes do setor elétrico. Procurada pelo RR, a Equatorial confirmou que já procedeu “um mapeamento prévio das áreas de maior risco e realizará ações em toda área de concessão”. Seu objetivo é “reduzir em 25% ao ano a diferença entre o atual nível de perdas e a meta regulatória.”

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23.06.21

Garantia prévia

Nos últimos dias, a Equatorial Energia vem sondado grandes credores da Companhia Elétrica do Amapá (CEA) sobre a possibilidade de repactuação da dívida da empresa, de R$ 1 bilhão. A boa vontade dos bancos será decisiva para a Equatorial disputar ou não o leilão da CEA, previsto para sexta-feira.

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27.04.21

Ou vai ou racha

A Equatorial Energia, que arrematou o controle da CEEE-D, prepara um plano agressivo de renegociação das dívidas da distribuidora de energia. Segundo o RR apurou, em alguns casos, a proposta de deságio pode passar dos 60%. A CEEE-D carrega uma dívida a ordem de R$ 4 bilhões. Procurada, a Equatorial disse que “não irá se manifestar nesse momento sobre quaisquer assuntos envolvendo a CEEE-D”, uma vez que o processo de transferência do controle ainda está em andamento.

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05.04.21

Luz apagada

O RR apurou que a Equatorial Energia estuda o fechamento de capital da gaúcha CEEE-D, arrematada em leilão na semana passada. É ninharia: apenas 1,49% das ações da empresa está em mercado.

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31.08.20

Luzes de Brasília

A Equatorial Energia desponta como forte candidata à privatização da CEB. O governo do DF pretende leiloar a empresa até o primeiro trimestre de 2021. Consultada, a Equatorial informou que “vem estudando todas as oportunidades em distribuição”. Ou seja…

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09.07.20

Rumo ao saneamento

A Equatorial Energia – um condomínio de grandes fundos de investimento, entre os quais o americano BlackRock e o canadense CPPIB – vai entrar nas privatizações de saneamento. No BNDES, sua participação no leilão da Companhia de Saneamento de Alagoas, previsto para setembro, é dada como certa. É só um aquecimento. O grande alvo da Equatorial seria a Cedae.

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18.06.20

Aviso prévio

A Equatorial Energia já sinalizou que vai entrar no páreo pela Companhia Energética de Brasília (CEB). A privatização está prevista para 2021.

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