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07.06.21

O “vai ou racha” para a térmica da Engie

Está chegando a hora da verdade para a termelétrica Jorge Lacerda, empreendimento da Engie em Capivari de Baixo (SC). O grupo franco-belga mantém conversações com a Fram Capital para a venda da usina. No entanto, segundo o RR apurou, há um dead line no horizonte da companhia: se a venda não for selada até julho, a térmica a carvão será fechada em definitivo. A geradora é tida como obsoleta e representa um passivo ambiental para a Engie. Procurada pelo RR, a empresa confirma as negociações com a Fram: “A evolução da negociação é esperada para ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano”. E se isso não acontecer? Mais uma vez, o RR acerta na mosca: “o planejamento de descomissionamento faseado do ativo deverá ser implementado, com o fechamento gradual até 2025”.

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10.07.20

Geradoras de energia cobram sua “Conta Covid”

A “Conta Covid” está longe de resolver o curto-circuito no setor elétrico, causado pela pandemia. Os grandes grupos de geração – a exemplo de State Grid, Engie, Three Gorges/EDP, entre outros – estão pleiteando ao governo um pacote de ajuda específico para o segmento, similar ao concedido às distribuidoras no valor de R$ 16 bilhões. No modelo elaborado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Aneel e anunciado na semana passada, em tese caberá às empresas de distribuição receber os empréstimos da União e fazer com que esses recursos irriguem toda a cadeia do setor elétrico. Em tese. Na prática, as geradoras alegam que não vão ver a cor desse dinheiro. O argumento é que a maior parte do empréstimo será tragada na “fonte”, cobrindo os prejuízos das próprias distribuidoras. Até agora, das 53 concessionárias do segmento, 50 já solicitaram sua adesão à “Conta-Covid”.

As empresas de geração pressionam o governo valendo-se do principal trunfo que têm à mão: acenam com o risco de um apagão de investimentos no setor caso não recebam recursos públicos para atravessar a pandemia. O estoque de projetos do segmento soma mais de R$ 310 bilhões, contabilizando-se os leilões promovidos pela Aneel até o fim de 2019. A questão é de onde o Ministério de Minas e Energia vai tirar o dinheiro para uma eventual ajuda às geradoras? A cúpula do setor elétrico levou quase
quatro meses da pandemia para fechar o modelo da “Conta Covid” com a equipe econômica.

Em 16 de abril, a Aneel soltou uma nota técnica recomendando uma renegociação entre agentes de geração e distribuição para a “modulação de pagamentos relativos à compra de energia”. Para hidrelétricas, térmicas e congêneres foi o popular “resolvam vocês aí”. Além do risco de suspensão de investimentos na área de geração, em um cenário mais radical o Ministério de Minas e Energia já vislumbra uma nova onda de ações na Justiça. Como se o passivo judicial do setor elétrico no Brasil, da ordem de R$ 40 bilhões, já não fosse o suficiente.

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26.12.19

Assim fica difícil investir…

A Delta Geração está cobrando do governo garantia firme de fornecimento do gás boliviano. A empresa depende do combustível para religar as turbinas da térmica William Arjona, no Mato Grosso do Sul. A Delta comprou a usina da Engie, mas, até agora, nem sinal de gás. Procurada, a Delta diz que “mantém bom relacionamento com as autoridades e órgãos reguladores” e espera retomar as atividades da térmica no segundo semestre de 2020.

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13.12.19

Segunda etapa

A franco-belga Engie e o canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec, que compraram 90% da TAG por US$ 8,5 bilhões, já abriram conversações com a Petrobras para ficar com os 10% restantes. A dupla tem direito de preferência sobre o último pedacinho da transportadora de gás.

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04.10.19

Blockbuster da Bolsa

A Engie e o fundo Caisse de Dépôt et Placement du Québec, que arremataram a TAG junto à Petrobras, já discutem a abertura de capital da transportadora de gás. Pode vir a ser a maior oferta da bolsa brasileira em 2020; Por baixo, por baixo, o valuation da companhia é estimado em quase R$ 40 bilhões.

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03.01.19

Uma rajada de recursos para a Engie

A franco-belga Engie prepara uma nova emissão de debêntures incentivadas de infraestrutura para sair do forno ainda no primeiro trimestre. O valor deverá passar da marca de R$2 bilhões, acima, portanto, do lançamento de aproximadamente R$ 1,8 bilhão realizado em junho do ano passado. Os recursos serão destinados para o segmento de energia renovável, notadamente geração eólica. Os franco-belgas estão debruçados sobre dois novos projetos para o Nordeste, possivelmente na própria Bahia, já “tomada” pelo grupo. Em dezembro, entrou em operação o Conjunto Eólico de Campo Largo, no qual a Engie investiu mais de R$ 2 bilhões. Em outro front, a companhia está ultimando os preparativos para ligar as turbinas do complexo gerador da cidade de Umburanas, também na Bahia. Em tempo: ao passo que avança na geração de energia limpa, a Engie pretende retomar o processo de venda das três termelétricas a carvão localizadas em Capivari de Baixo (SC). Em pouco mais de um ano e meio, a companhia fez duas tentativas de negociar o ativo, mas não alcançou o preço esperado.

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08.11.18

Transmissão sem dívida

A franco-belga Engie é nome certo no leilão de linhas de transmissão da Aneel marcado para 20 de dezembro. Desde já, no entanto, os estrategistas financeiros do grupo quebram a cabeça para garantir a participação do grupo na disputa sem carregar em demasia o nível de endividamento. A Engie Brasil vem de uma temporada de pesados investimentos que fizeram sua dívida líquida crescer mais de 300% em pouco mais de um ano.

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05.09.18

Lusco-fusco na hidrelétrica de Jirau

A decisão da franco-belga Engie de suspender a venda de sua participação na hidrelétrica de Jirau jogou uma ducha de água fria sobre a Eletrobras. A estatal planejava aproveitar o embalo para se desfazer de parte da sua fatia na usina (40%) em conjunto com os europeus, como forma de valorizar o dote. Recentemente, teriam ocorrido duas reuniões com executivos da Engie para tratar do assunto. Seria um dos movimentos mais agudos no plano de desmobilização de ativos da Eletrobras. Agora, o negócio fica para 2019. Como, aliás, quase tudo neste crepúsculo do governo Temer.

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08.05.18

O Plano B da Engie

A venda das usinas a carvão da Engie no Brasil voltou à estaca zero. Dos 15 interessados, apenas a inglesa Contour Global apresentou uma proposta pelo complexo termelétrico de Jorge Lacerda (SC) e pelo projeto da usina Pampa Sul (RS). Ainda assim, o valor ofertado teria sido quase um terço inferior à pedida da Engie e as negociações foram encerradas. Agora, o grupo avalia alternativas para o seu plano de descarbonização. Uma das hipóteses é buscar um sócio para Pampa Sul, o maior e mais custoso dos problemas. Em construção, a usina gaúcha ainda exigirá investimentos da ordem de R$ 800 milhões.

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26.03.18

“Risco Abengoa” afugenta candidatos a leilão de transmissão

Como se não bastasse a Eletrobras, o ministro e pré-candidato ao governo de Pernambuco Fernando Coelho Filho deixará outro conturbado processo de privatização para o seu sucessor na Pasta de Minas e Energia. Segundo o RR apurou, a franco-belga Engie e a chinesa State Grid, entre outros grandes grupos, ameaçam ficar de fora do leilão de 24 linhas de transmissão marcado para 28 de junho. Na semana passada, representantes das empresas tiveram uma tensa conversa com o ministro Coelho Filho.

O motivo é o alto risco jurisdicional que cerca a licitação, risco este que atende pelo nome de Abengoa. O grupo espanhol briga na Justiça para retomar as nove concessões de transmissão cassadas pela Aneel no ano passado, três das quais incluídas no leilão de junho. Os ibéricos se movimentam nos tribunais para suspender a concorrência e forçar a Aneel e excluir as três concessões do pacote. Mesmo que a licitação ocorra, os investidores que arrematarem as três antigas licenças da Abengoa correm sério risco de ganhar, mas não levar, sendo posteriormente arrastados para um contencioso que, a princípio, não lhes pertence.

O grupo espanhol entra nesta história como franco-atirador. A esta altura, não tem muito a perder. Em recuperação judicial e com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, qualquer futuro acordo com o governo seria uma expressiva vitória. Do lado da Aneel e do Ministério de Minas e Energia, a solução profilática mais conservadora seria a retirada do leilão das três concessões, estancando assim o risco de judicialização do certame. Por sinal, as próprias empresas, notadamente a State Grid, pressionam o governo neste sentido.

No entanto, seja por uma convicção de vitória na Justiça, seja por alguma dose de teimosia, tanto a agência reguladora quanto o Ministério insistem em manter as antigas licenças da Abengoa no bolo que será ofertado ao mercado em junho. A posição pode custar caro, no limite até mesmo o adiamento de todo o leilão, o que significaria postergar investimentos de R$ 9 bilhões e um pacote de obras com potencial para gerar cerca de 20 mil postos de trabalho.

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