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planos
14.06.19
ED. 6136

Ventos indianos

Um dos maiores conglomerados empresariais da Índia, o grupo Tata tem planos de investir em energia eólica no Brasil.

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04.04.17
ED. 5592

Governadores do Nordeste pedem um sopro da Aneel

Com o pires na mão, os governadores do Nordeste, capitaneados por Paulo Câmara (Pernambuco) e Camilo Santana (Ceará), negociam com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para que a Aneel realize ainda neste ano um leilão de usinas eólicas. Por ora, não há qualquer licitação prevista para 2017. Segundo documento encaminhado ao ministro, os projetos represados na Aneel poderão gerar investimentos em torno de R$ 5 bilhões no Nordeste apenas nos próximos dois anos. Os governadores citam como argumento nomes de grupos estrangeiros que estariam dispostos a investir em novas usinas, casos da espanhola Gestamp e da francesa Voltalia.

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09.02.17
ED. 5557

Um facho de luz

O governo deverá marcar ainda para este semestre um leilão de energia solar e eólica. É um alento aos investidores do setor que têm gastado milhões de dólares em novos projetos e passaram 2016 em branco. Ao longo do ano, a Aneel não fez sequer uma contratação de energia eólica.

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10.08.16
ED. 5430

Bons ventos

 A espanhola Gestamp , que já investiu mais de R$ 1 bilhão em dez usinas eólicas no Nordeste, estuda a construção de um novo parque gerador no Ceará.

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18.07.16
ED. 5413

Bons ventos

 A EDP está se unindo a fundos canadenses para investir em energia eólica no Brasil. A companhia já tem quatro complexos geradoras da modalidade no país.

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30.06.16
ED. 5401

Nem uma brisa

 Deve estar faltando vento no Brasil. A cada ano que passa caem mais as vendas da dinamarquesa Vestas, líder mundial na produção de equipamentos eólicos. Nos primeiros seis meses deste ano, a empresa não atingiu nem 20% do resultado de 2015; no ano passado fechou contratos firmes correspondentes a 50% dos firmados em 2014. Mesmo assim construiu uma fábrica no Ceará em 2016. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Vestas.

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03.03.16
ED. 5319

Ventos fortes

 No embalo do contrato recém-firmado com a EDF, a dinamarquesa Vestas vai expandir sua fábrica de equipamentos para usinas eólicas no Ceará.

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26.01.16
ED. 5295

Three Gorges compra ativos em fila no Brasil

 A julgar pela voracidade da China Three Gorges (CTG), não vai demorar muito para que a franco-belga Suez perca o posto de maior grupo privado de geração do Brasil. Dois meses após vencer o leilão das hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira, um investimento de R$ 13,8 bilhões, os chineses já estão submersos em uma nova negociação: teriam oferecido cerca de R$ 1,5 bilhão pelo controle da Casa dos Ventos, dona da maior carteira de projetos de energia eólica do país.  Controlada pelo empresário Mario Araripe, a companhia está construindo cinco complexos eólicos, nos estados do Ceará, Pernambuco e Piauí, ao custo total de R$ 6 bilhões. A aquisição daria aos chineses o controle de 41 usinas com capacidade projetada de 1,1 mil MW. O que é melhor: são projetos que já nascem com receita garantida. Todos os parques eólicos da Casa dos Ventos ainda em construção já têm 100% da sua energia contratada. Procuradas, Casa dos Ventos e CTG negam as negociações.  A Three Gorges tem feito um investimento atrás do outro no Brasil. No ano passado, pouco antes do leilão que lhe valeu as licenças das hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira, pagou R$ 370 milhões por um pacote de 11 empresas de geração. Esta foi uma negociação caseira. Os ativos pertenciam à EDP Brasil, subsidiária da portuguesa EDP, da qual a Three Gorges é uma das maiores acionistas.

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22.01.16
ED. 5293

Vento contrário

 O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, está comprando uma briga com as geradoras de energia eólica. Braga defende a redução dos subsídios para o setor. A justificativa é que a dosagem do benefício passou do ponto e começa a provocar distorções no pre- ço da energia, dando às usinas eólicas vantagens artificiais sobre as termelétricas.

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30.10.15
ED. 5238

Tufão chinês

  Ventos provenientes da China trazem a informação de que a CGN Meiya Power Holdings, uma das maiores produtoras de energia eólica da Ásia, reservou cerca de meio bilhão de dólares para a compra de ativos no Brasil.

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