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12.05.22

Mais um chinês no setor elétrico

Informação que circula no Ministério de Minas e Energia: a China Power prepara seu desembarque no Brasil. Os chineses estão em conversações para se associar a um dos grandes projetos em energia eólica do país.

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13.04.22

Aneel corre contra o vento

Segundo uma fonte do RR, a Aneel identificou projetos de energia eólica offshore no país sem as condições financeiras  necessárias para aprovação. Não é a primeira nem a segunda vez que isso ocorre. Isso para não falar de empreendimentos supostamente à margem da legislação do setor. Promessa de novos contenciosos. Recentemente, a Aneel cancelou a autorização para a instalação dos complexos Asa Branca e Caucaia, sob a alegação de que as empresas responsáveis, respectivamente a Eólica Brasil e a BI Energia, não cumpriram os requisitos técnicos e legais. Ambas já recorreram à Justiça.

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29.03.22

Descarga elétrica

A chinesa CGN deverá aumentar a voltagem do seu plano de investimentos no Brasil. Os aportes previstos até 2024 poderão chegar aos R$ 15 bilhões, contra os R$ 11 bilhões previstos inicialmente. Os recursos serão destinados a projetos de energia solar e eólica.

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11.02.22

Fundo dinamarquês espalha suas eólicas no Brasil

O Copenhagen Infrastructure Partners Fund está conversando com um grande grupo europeu de energia, com negócios no Brasil, para a instalação de usinas eólicas offshore no Nordeste, mais precisamente no litoral do Ceará. Os investimentos devem passar de R$ 1,5 bilhão. As tratativas avançaram especialmente nas últimas semanas, depois de o governo publicar o decreto com as regras para este segmento de negócio. O fundo dinamarquês, que soma mais de 15 bilhões de euros em investimentos, já atua no país. Recentemente, anunciou sua entrada no projeto Alísios Potiguares, que prevê a geração de 1,8 GW de energia eólica offshore e a produção de hidrogênio verde no Rio Grande do Norte.

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09.02.22

Eólicas a pleno vapor

Um bom termômetro do interesse dos grupos da área de energia em investir em geração eólica offshore no Brasil. Segundo o RR apurou, os pedidos de licenciamento ambiental para projetos dessa natureza em tramitação no Ibama já somam o equivalente a 40 mil MW. Esse número mais do que dobrou nos últimos três meses.

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31.01.22

Vidas cruzadas

A CHN Energy, uma das grandes empresas de energia da China, planeja entrar no Brasil. O foco é geração eólica, notadamente a instalação de usinas offshore. Representantes da companhia já teriam mantido contatos com os governos do Ceará e de Pernambuco. A CHN faz parte de um conglomerado estatal com negócios também nas áreas de transportes, produtos químicos, extração de carvão e no setor financeiro.

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17.01.22

Cesta de energia

A Santo Antônio Energia, dona da hidrelétrica de mesmo nome, planeja entrar em geração eólica. Já mantém conversações com grupos do setor para possíveis parcerias. A investida faz parte da estratégia de diversificar suas operações, hoje restritas à geração hidrelétrica.

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14.06.19

Ventos indianos

Um dos maiores conglomerados empresariais da Índia, o grupo Tata tem planos de investir em energia eólica no Brasil.

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04.04.17

Governadores do Nordeste pedem um sopro da Aneel

Com o pires na mão, os governadores do Nordeste, capitaneados por Paulo Câmara (Pernambuco) e Camilo Santana (Ceará), negociam com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para que a Aneel realize ainda neste ano um leilão de usinas eólicas. Por ora, não há qualquer licitação prevista para 2017. Segundo documento encaminhado ao ministro, os projetos represados na Aneel poderão gerar investimentos em torno de R$ 5 bilhões no Nordeste apenas nos próximos dois anos. Os governadores citam como argumento nomes de grupos estrangeiros que estariam dispostos a investir em novas usinas, casos da espanhola Gestamp e da francesa Voltalia.

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09.02.17

Um facho de luz

O governo deverá marcar ainda para este semestre um leilão de energia solar e eólica. É um alento aos investidores do setor que têm gastado milhões de dólares em novos projetos e passaram 2016 em branco. Ao longo do ano, a Aneel não fez sequer uma contratação de energia eólica.

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