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10.07.19

Bola ou búrica

O chão treme na Embasa. O motivo é a possível nomeação do ex-OAS Claudio Villas Bôas para comandar a empresa de saneamento. Na estatal, corre a informação de que Villas Bôas chegaria como a missão de preparar o terreno para a privatização da Embasa. Bem, se não for ele, será outro.

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08.06.18

Todos os santos

A ordem no governo da Bahia é intensificar as negociações com investidores privados da área de saneamento com o objetivo de aumentar o colar de PPPs da Embasa. A medida daria um alívio aos cofres públicos. E, de quebra, irrigaria a exposição positiva do governador Rui Costa, candidato à reeleição.

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22.03.18

Pinga-pinga

A Agência Francesa de Financiamento, que apoia projetos em países em desenvolvimento, fechou um empréstimo de 60 milhões de euros à baiana Embasa e negocia acordos similares com a Copasa, de Minas Gerais, e a Saneago, de Goiás.

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18.12.17

Saneamento financeiro

O governo da Bahia estuda caminhos para irrigar o caixa da Embasa, empresa de saneamento do estado. Há duas opções sobre a mesa: a oferta, via leilão, de até 49% do capital ou IPO em bolsa.

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31.03.17

Água barrenta

O governo de Rui Costa, na Bahia, está em cima do muro. Abriu tratativas com o BNDES para uma linha de crédito no âmbito do programa de saneamento do banco, mas se recusa a privatizar a Embasa. Assim, o circuito não fecha e a grana não sai.

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12.08.16

Saneamento

Fundos de chineses estão desaguando na Bahia para investimentos em conjunto com a Embasa.

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06.07.16

Água misturada

 O governo do petista Rui Costa, Na Bahia, procura investidores privados para fechar PPPs com a Embasa. Por ora, a venda de capital da empresa de saneamento está fora de questão.

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06.04.16

Governo estimula privatizações no saneamento

 O governo federal passou a adotar um tom mais flexível na discussão sobre o refinanciamento de dívidas estaduais, com a aceitação de um diferimento maior no tempo das contrapartidas sociais. Por outro lado, permanece firme na intenção de manter a exigência de leilão das concessões de empresas estaduais de luz, gás e água. Ao contrário de luz e gás, o setor de saneamento, o mais carente de investimentos, permanece quase intocado pelos capitais privados. Com objetivo de dar velocidade à venda dessas empresas, foi criado um grupo executivo voltado para o projeto, composto pelo Ministério das Cidades, CEF e BNDES, liderado pelo secretário-executivo da Pasta da Fazenda, Dyogo de Oliveira. O governo pretende criar um pacote de facilidades para atrair investidores aos futuros leilões de concessões de saneamento.  O BNDES e a CEF vão financiar os consórcios vencedores até 80% do valor a ser aportado nas concessões, em linha com o que será feito com ferrovias e hidrovia. A oferta de crédito farto já antecipa eventuais reclamações dos interessados nas empresas estaduais. Há conversas mais adiantadas com os governadores petistas Fernando Pimentel, de Minas Gerais, e Rui Costa, da Bahia, para que respectivamente a Copasa e a Embasa sejam privatizadas. No caso dos estados de menor porte, CEFPar e BNDESPar poderão entrar como sócias dos consórcios.

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22.12.15

Venda da Embasa

 Consta nos búzios, garantem os Orixás que o governador da Bahia, Rui Costa, pretende vender até 49% da Embasa. Com os cortes no orçamento público, a entrada de um novo sócio é vista pelo governo baiano como a forma de garantir o programa de investimentos da estatal e a extensão da rede de saneamento no estado. Uma das hipóteses sobre a mesa é uma operação com o FI-FGTS, da Caixa Econômica, que compraria debêntures conversíveis em ações da Embasa. Procuradas pelo RR, o Governo da Bahia não comentou o assunto.

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08.10.15

Veolia gruda nas estatais de saneamento

A Veolia Environnement decidiu apostar suas fichas na parceria com estatais da área de saneamento. É isso ou permanecer de braços cruzados esperando por privatizações que nunca saem do papel. No momento, os franceses estariam em conversações com a Copasa e a Embasa. Em Minas Gerais, o alvo da PPP é a prestação de serviços de tratamento de resíduos no complexo industrial de Contagem. Na Bahia, Veolia e Embasa se associariam para ampliar a rede de água e esgoto do estado, com foco em cidades do interior. Oficialmente, a estatal baiana nega a negociação. No entanto, com o ressecamento dos tradicionais canais de financiamento do setor, a começar pela Caixa Econômica, a Embasa dificilmente conseguirá investir nessas localidades sem o apoio de um parceiro privado. A Veolia também tem dificuldades para irrigar seus negócios no Brasil. Sua receita – de 170 milhões de euros em 2014 – tem crescido, em média, 5% ao ano, índice insatisfatório para os franceses. A expectativa do grupo era de que a operação brasileira respondesse por quase 15% do faturamento global até 2018. Difícil. Para este ano, a participação do Brasil nessa conta deve ficar em torno de 6%.

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