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Segundo informações filtradas do Ministério de Minas e Energia, a Eletrobras não deverá exercer a opção de compra dos 49% da Transmissora Sul Litorânea de Energia (TSLE), que serão colocados à venda pelo governo gaúcho. A estatal é dona de 51% da TSLE por meio da Eletrosul.

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14.04.21

Aparências

Segundo uma fonte, logo após assumir o cargo, o futuro presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, planeja fazer uma rodada de conversações com potenciais candidatos à compra da estatal. É preciso manter acesa a expectativa de que a privatização sairá, embora as circunstâncias apontem o contrário.

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24.03.21

Fio desencapado em Itaipu

O general João Francisco Ferreira, futuro presidente de Itaipu, assumirá o cargo com uma bola dividida pela frente. Segundo fonte próxima à empresa, o governo do Paraguai, sócio da usina, alega que a Eletrobras teria uma dívida de cerca de US$ 70 milhões com a hidrelétrica. Consultada, Itaipu não se manifestou, pedindo que a questão fosse confirmada com a Eletrobras. Esta, por sua vez, disse que “Qualquer posicionamento a respeito deste assunto será oportunamente comunicado ao mercado por meio dos instrumentos cabíveis”.

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23.03.21

Governo Bolsonaro lança dúvidas sobre o futuro da BR

A BR Distribuidora virou uma bola de pingue-pongue, rebatida de um lado para o outro da rede entre estratégias e interesses conflitantes entre si. Do Palácio do Planalto, surgem vazamentos sobre a ideia de reestatização da companhia. Nesse caso, a Petrobras, que mantém uma participação de 37,5% na distribuidora de combustíveis, seria usada pelo governo para a recompra de ações da BR em mercado. Essa hipótese quica sobre a mesa como um rebote da raquetada do presidente Jair Bolsonaro na governança da
petroleira.

Se é possível interferir na Petrobras, por que não na BR, ainda que a participação do governo na companhia se dê de forma indireta? Pelo silogismo bolsonarista, se a Petrobras é sócia da empresa, está resolvido: “La BR c ́est moi” No sentido contrário, está o projeto de privatização completa da BR, com a venda do restante das ações ainda em poder da Petrobras. Os fundos que coabitam o capital da empresa pressionam por esta solução. Esta, inclusive, seria a principal missão de Wilson Ferreira Junior, que as-
sumiu a presidência da distribuidora de combustíveis na semana passada. Ferreira tem o perfil de embalador de empresas para a privatização, ainda que não tenha alcançado sucesso na Eletrobras.

Na estatal, ele perdeu a viagem. Já na BR, o executivo vem calejado pela arritmia decisória do governo Bolsonaro. No meio dessa troca de bolas de um lado para o outro, o RR recebeu também a informação do interesse da Americanas em ter uma participação expressiva na BR. A rede varejista, ressalte-se, já enxerga o negócio por dentro: firmou recentemente um acordo operacional com a distribuidora no segmento de lojas de conveniência. A compra das ações da Petrobras faria da Americanas o principal acionista individual da BR. A operação significaria o ingresso do trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira em um setor extremamente disputado.

Além do varejo per si, com a gestão das lojas de conveniência, Lemann e cia. passariam a competir com Raízen, Ultra/Ipiranga, entre outros menos votados. No mercado especula-se também que a ida de Marcos Lutz para o conselho do Grupo Ultra teria como objetivo a aquisição da BR. Lutz, enquanto esteva na Cosan, era o executivo dedicado a uma operação de compra da estatal. Mas tudo ainda está no campo das conjecturas. Os 37,5% do capital nas mãos da Petrobras indexam o destino da BR aos humores de Jair Bolsonaro.

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15.03.21

A aposta possível

Nas reuniões com sua equipe, o secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Diogo Mac Cord, tem demonstrado entusiasmo com a possibilidade de privatização dos Correios neste ano. Entre seus próprios auxiliares, a leitura é que Mac Cord não aposta uma ficha na venda da Eletrobras.

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26.02.21

Museu de grandes novidades

O governo insiste em apresentar a golden share como uma nova medida no esforço de privatização da Eletrobras. Ocorre que essa ação especial está prevista desde quando a desestatização foi aventada, há alguns anos. É um velho truque caiapó: apresentar propostas carecas de tão velhas como reluzentes e luzidias, notadamente no caso das privatizações.

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25.02.21

Bolsonaro vai deixar?

O presidente da CPFL, Gustavo Estrella, é um dos nomes no radar para assumir o comando da Eletrobras. Isso, claro, se Jair Bolsonaro não atropelar o processo de headhunter conduzido pelo conselho da estatal e nomear um militar para o cargo.

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02.02.21

Um ministro de aparências

A permanência de Wilson Ferreira Junior no Conselho da Eletrobras teria se dado por um pedido direto de Paulo Guedes. O “Posto Ipiranga” tenta, ao menos, manter as aparências de que a companhia será privatizada

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28.01.21

Porteira aberta

Nos corredores da Eletrobras, o que se diz é que a diretora financeira, Elvira Baracuhy Presta, poderá seguir os passos de Wilson Ferreira Junior e deixar a estatal.

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Tarcísio-Freitas-2
24.11.20

Tarcísio é o Dr. Pangloss da Infraestrutura

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, está aproveitando o apagão ocorrido no Amapá para defender, dentro do Palácio do Planalto, a desestatização completa da Eletrobras. O desastre é a pedra de toque para desmontar o projeto de capitalização da estatal e colocar no lugar sua venda em bloco. Freitas tem como aliado o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O lema do ministro é “agora ou nunca”.

Segundo a fonte do RR, nesse assunto, caminharão juntos a ele, Rogério Marinho e Paulo Guedes. Uma trinca inédita em se tratando de consenso. Os generais palacianos, como se sabe, seguem com Freitas. O ministro da Infraestrutura está em modo de otimismo. Antes de dar posse, no último dia 18, ao novo diretor-geral da Antaq, Eduardo Nery, Freitas revelou que o projeto da BR do Mar (programa de incentivo à cabotagem) está na agulha para ser votado na Câmara, na semana que vem.

Aposta que a aprovação da medida sairá na íntegra. E lacra que no Senado a votação acontecerá em dezembro. Tudo nos. Porém, algumas lideranças no Congresso, com quem o RR conversou sobre a matéria, consideram que o ministro está animado demais em relação ao prazo. É preciso ainda debater com os agentes do setor sobre as mudanças propostas pelo governo. Coisa que não foi feita. Mas Freitas continua firme na sua encarnação do Dr. Pangloss, a personificação do otimismo na sátira de Voltaire, para quem “tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis”.

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