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11.10.18

Bolsonaro alista seus cabos eleitorais pelo mundo

A campanha de Jair Bolsonaro vai torpedear as redes sociais e os grupos de WhatsApp com mensagens preparadas especificamente para brasileiros que moram no exterior. Um dos motes deverá ser “Com Bolsonaro, eu volto”. Mais do que resgatar os “expatriados”, o objetivo principal é sensibilizar o eleitorado daqui de fora para dentro. O staff do Capitão nas mídia digitais detectou um expressivo grau de influência dos “estrangeiros” sobre familiares que vivem no país. Por razões óbvias, aqueles que deixaram o Brasil em meio à crise econômica dos últimos quatro anos são fortes irradiadores de ódio ao PT. Basta ver o resultado das urnas pelo mundo. No primeiro turno, Bolsonaro ganhou de goleada no exterior, com 58% dos votos, contra 14% de Ciro Gomes. Fernando Haddad não chegou sequer a 11%.

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06.09.18

Uma “chapa” puro-sangue do empresariado nacional

Há uma boa nova no mercado eleitoral. Um grupo seleto de empresários, reunidos em torno do movimento “Você muda o Brasil”, ingressou na arena política disposto a apoiar um candidato à Presidência da República e participar do seu governo, caso o ungido assim o queira. É difícil não querer. Os poderosos são a fina flor do setor privado, predominantemente da indústria e com militância no Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). Pelo menos três deles fariam bonito no ministério de qualquer um dos presidenciáveis: Pedro Wongtschowski (Grupo Ultra), Pedro Passos (Natura) e Walter Schalka (Suzano). Os empresários acreditam em política industrial, mas acham que a intervenção do Estado é demasiada e defendem a qualidade dos quadros da gestão como uma das variáveis determinantes para a escolha do candidato a ser apoiado. A priori, o presidenciável não deve conduzir o país para uma polarização. Não chega a ser nenhum anagrama. Pelo contrário, é meio caminho andado para identificar os nomes prediletos dessa nata do empresariado.

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06.09.18

Pote de ouro

A um mês das eleições, 250 candidatos a deputado federal desistiram da disputa. O número é um grão se comparado ao recorde de 2014, quando 1.373 postulantes à Câmara ficaram pelo caminho antes do pleito. Foro privilegiado é um artigo dos mais concorridos.

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28.08.18

Gasto da pré-campanha bate recorde

Apenas a título de registro: antes mesmo do início oficial da campanha, todos os candidatos do país gastaram R$ 30,1 milhões, notadamente com publicidade impressa e “impulsionamento de conteúdo” nas redes sociais. É quase 20% a mais do desembolso feito na pré-campanha de 2014.

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01.08.18

Renúncia fiscal na mira dos presidenciáveis

O gabinete do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, é o point dos assessores econômicos dos mais diversos candidatos. Todos buscam informações fidedignas e aconselhamento em relação a medidas tributárias. A maior demanda diz respeito a dados sobre renúncias fiscais. A julgar pela sanha dos seus coordenadores, 10 em 10 presidenciáveis cortarão alguma parcela da “chupança” empresarial. A estimativa da renúncia fiscal do governo, neste ano, é da ordem de R$ 300 bilhões, ou seja, quase duas vezes a meta de déficit primário de 2018, de aproximadamente R$ 159 bilhões.

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29.05.18

Cenários de risco já admitem até estado de sítio e suspensão do processo eleitoral

O “sucesso” da greve dos caminhoneiros pode resultar em uma descarga  elétrica nos movimentos sociais com  impactos  imprevisíveis sobre a Segurança Nacional e o próprio processo eleitoral. O cenário desenhado por analistas políticos não é o mais provável nem o desejável, porém é possível. Essa probabilidade, ainda que diminuta, tem levado a área de Inteligência do governo a um estado de tensão inédito mesmo em uma gestão conturbada como a de Michel Temer.

O risco de um estágio avançado de desabastecimento, suspensão dos serviços públicos e comoção social resultaria na decretação de um  estado de sítio, permitindo, segundo o  Artigo 139 da Constituição, as seguintes  medidas: obrigação de permanência em  localidade determinada; detenção em  edifício não destinado a acusados ou  condenados por crimes comuns; restrições relativas à inviolabilidade da  correspondência, ao sigilo das comunicações, à prestação de informações e à liberdade de imprensa, radiodifusão e televisão, na forma da lei; suspensão da liberdade de reunião; busca e apreensão em domicílio; intervenção nas empresas de serviços públicos; e requisição de bens. Esse cenário tétrico não suportaria a realização das eleições. O Gabinete de Segurança Insttucional da Presidência da República, que vem sendo acusado de responsável pela não antecipação do movimento dos caminhoneiros, está inteiramente voltado a medir a pulsação dos grupos de risco na área psicossocial.

Nos últimos dias, houve um número de  alusões a greves superior ao verificado  em todo o mandato de Temer. As ondas começam a se multiplicar: o locaute dos  caminhoneiros sequer foi contornado e já há uma paralisação dos petroleiros  que pode ser iniciada ainda hoje. No Rio de Janeiro, contavam-se ontem 20 focos de greve.

O GSI tem intensificado o monitoramento das principais entidades sindicais do país, que dão crescentes sinais de aproximação entre si. O mais acentuado até o momento veio no dia 1º de maio: pela primeira vez desde a redemocratização, o quarteto organizou um ato único no Dia do Trabalho, em Curitiba, que se transformou em um  protesto contra a prisão do ex-presidente Lula. Outro movimento agudo nesta direção está previsto para o dia 8 de junho, quando representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores  (UGT) e Central dos Trabalhadores e  Trabalhadoras do Brasil (CTB) vão se  reunir.

Será o primeiro de uma série de encontros com objetivo de discutir e elaborar uma agenda única do movimento trabalhista para as eleições. As propostas serão levadas aos principais candidatos à Presidência da República. As articulações têm sido conduzidas,notadamente, pelos presidentes da CUT, Vagner Freitas, e da  CTB, Adilson de Araújo. A negociação,  por si só, já representa um fato novo no ambiente político, a começar pela quebra do estado de abulia em que as grandes centrais sindicais do país estão mergulhadas.

O movimento sugere uma possível unicidade entre atores que hoje estão não apenas distantes uns dos outros, mas identificados com partidos distintos e até mesmo de campos políticos conflitantes. A CUT é historicamente ligada ao PT, assim como a CTB, ao PCdoB. A Força, por sua vez, é o braço sindical do Solidariedade – ambos controlados pelo deputado Paulinho da Força.

Já a UGT é alinhada ao PSD, de Gilberto Kassab. No âmbito do GSI, existe uma preocupação com o efeito dominó que estes movimentos possam provocar.  Há um receio ainda maior em relação ao risco de que essas manifestações de classe venham a retroalimentar, até de forma irresponsável, algumas das campanhas eleitorais.A partir de agora, muitas ações podem ser deflagradas não necessariamente de forma espontânea e sem que se saiba muito bem suas origens – a própria paralisação dos caminhoneiros ainda é um processo cercado de interrogações. Todos estes fatores cruzados trazem a reboque a ameaça de um novo “junho de 2013”.

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05.12.17

O alto preço de um presidente da República

O financiamento eleitoral em 2018, notadamente na disputa à Presidência da República, é, desde já, motivo de preocupação multi-partidária. O custo para se chegar ao Palácio do Planalto promete ser o mais alto da história, com um agravante: será a primeira eleição para presidente sem doação de pessoas jurídicas – para não falar do esperado grau de vigilância da Justiça sobre o vai e vem do dinheiro. Segundo o RR apurou, PT e PSDB, os dois partidos hegemônicos nas últimas seis eleições presidenciais, já projetam gastos de mais de R$ 400 milhões cada um. Para efeito de comparação, trata-se de uma cifra 25% superior às despesas da campanha de Dilma Rousseff declaradas ao TSE em 2014 – R$ 318 milhões. O aumento se deve, em grande parte, ao crescente e estratégico uso das redes sociais. O ambiente digital promete ser uma explosiva trincheira de batalha, seja pelo seu alcance e poder de influência, seja por se tratar de um território propício para o trabalho de desconstrução de adversários. De acordo com informações filtradas do PT, os marqueteiros do partido estimam que o desembolso apenas para impulsionar a campanha presidencial no Facebook será da ordem de R$ 20 milhões. Este, ressalte-se, pode ser considerado o “custo Lula”. Alavancar um candidato com menos recall – caso de qualquer outro nome – custará ainda mais.

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14.09.17

Caldeirão

Agora é 100% certo. O apresentador Luciano Huck encomendou pesquisa para a avaliação das suas chances em uma eventual candidatura à Presidência da República.

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01.08.17

Fundo partidário e TV podem virar um “cheque ao portador” em 2018

Enquanto os holofotes se voltam ao pedido de abertura de inquérito contra Michel Temer, partidos da base aliada e da oposição aproveitam as penumbras do Congresso para colocar mais um jabuti na árvore da reforma política – diga-se de passagem, um quelônio capaz de fazer diferença nas eleições de 2018. Trata-se da chamada “emenda da portabilidade”, que permitiria ao parlamentar carregar consigo o tempo de TV e o fundo partidário em caso de troca de sigla. Nos últimos dias, as negociações para a inclusão da proposta no projeto de lei da reforma política, de relatoria do petista Vicente Candido, avançaram muitas jardas.

A mudança passaria a valer já na próxima “janela partidária”, a princípio prevista para março do ano que vem. Desde 2015, os congressistas que viram casaca não têm direito de levar para a nova sigla sua parcela no tempo de TV e no fundo partidário. Ou seja: saem de mãos abanando.

Caso se confirme, a reviravolta aumentará consideravelmente o “passe” dos parlamentares que atravessarem a “janela da infidelidade”. Até porque eles próprios carregarão no bolso uma espécie de cheque ao portador. Não custa lembrar que, em sua campanha à presidência da Câmara, o próprio Rodrigo Maia prometeu trabalhar pela portabilidade.

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Anthony Garotinho já está afiando as garras para as eleições ao governo do Rio em 2018. Voltou a ter um programa de rádio e está à procura de um horário na programação da TV aberta. Vai também intensificar a produção de vídeos para as redes sociais. Isso para não falar do seu blog, cuja maior especialidade é bater em Sergio Cabral e no PMDB.

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