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15.01.18
ED. 5786

Herança maldita

A venda da Continental para a Electrolux está longe de resolver o problema da multidão de credores da mexicana Mabe, antiga proprietária da marca de eletrodomésticos. O valor arrecadado, da ordem de R$ 70 milhões, será prioritariamente destinado ao pagamento dos débitos trabalhistas. Pouco sobrará para fornecedores e bancos – o passivo original do grupo supera os R$ 400 milhões. Uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos da América Latina, a Mabe praticamente virou as costas para o Brasil da noite para o dia, deixando para trás duas fábricas e mais de dois mil trabalhadores.

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06.01.17
ED. 5533

Baixa voltagem

No calendário da Electrolux, 2017 e 2018 já eram. A fabricante sueca projeta, em média, uma queda de 5% em suas vendas de eletrodomésticos no Brasil ao longo dos próximos dois anos – a recuperação só viria em 2019. Desde já, a ordem na companhia é cortar os custos no osso para salvar o que der das margens de lucro, que estão no menor patamar em cinco anos.

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17.11.16
ED. 5497

Padrasto Noel I

O Papai Noel desse ano vai ser magrinho. Que o diga a Electrolux. Em algumas linhas de produto, a fabricante de eletrodomésticos amarga uma queda de mais de 20% nos pedidos do varejo em comparação ao Natal de 2015.

• Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Electrolux.

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 A Electrolux tem feito seguidas demissões na fábrica de Curitiba. De janeiro para cá, o efetivo caiu de 4,4 mil para 3,7 mil funcionários. A empresa não quis se pronunciar.

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04.01.16
ED. 5279

Geladeira

 Ruy Hirschheimer é o típico CEO de um fabricante de bens de consumo no Brasil: para onde olha, o presidente da Electrolux só enxerga números desalentadores. A companhia amargou em 2015 uma queda de receita em torno de 20%. O lucro, por sua vez, caiu quase 50% na comparação com 2014. A  Electrolux não retornou o assunto.

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24.09.15
ED. 5213

Fora de hora

Com a escassez de crédito e o agravamento da crise econômica, a Electrolux projeta um Natal bem magrinho e uma queda de até 10% em suas vendas neste ano. O CEO da empresa, Ruy Hirschheimer, já anda até arrependido de ter autorizado um reajuste nos preços dos produtos no primeiro semestre. Não ajudou em nada.

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