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O deputado Jonathan de Jesus (Republicanos-RR) desponta como o favorito do Palácio do Planalto para o posto de ministro do TCU por indicação da Câmara. Em tempo: se Jesus for erigido ao Tribunal, abrirá vaga no Congresso para seu suplente, o notório Airton Soligo, vulgo “Cascavel”. Assessor direto do general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, Soligo foi investigado pela CPI da Covid e ainda é réu por suspeita de estupro.

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17.12.21

“O general da morte”

Eduardo Pazuello, responsabilizado pela CPI da Covid por milhares de mortes, já começou a discutir com seu marqueteiro, Marcos Eraldo Arnoud, conhecido como “Markinhos Show”, a estratégia da sua campanha a deputado federal em 2022. Segundo o RR apurou, a segurança pública será um de seus motes.

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10.12.21

Centrão vs. militares

O coronel Elcio Franco Filho, assessor especial da Casa Civil, foi para a “reserva”. Ex-secretário executivo de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde e indiciado na CPI da Covid, Franco perdeu o poder que tinha desde que Ciro Nogueira assumiu a Pasta.

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20.10.21

Assunto estratégico só tem um

O general Eduardo Pazuello, assessor especial da Secretaria de Assuntos Estratégicos, se dedica neste momento a uma única missão: trabalhar no relatório paralelo da CPI da Covid que o governo pretende apresentar para contraditar o parecer da Comissão.

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01.10.21

Pazuello no ataque

Segundo uma fonte próxima a Eduardo Pazuello, o general vai entrar com uma ação por danos morais contra Omar Aziz e Renan Calheiros, por acusações que lhe foram feitas na CPI da Covid. Não seria o primeiro caso. Pelo mesmo motivo, a médica Nise Yamaguchi está processando o próprio Aziz, além do senador Otto Alencar. Procurado, Pazuello não se pronunciou.

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06.09.21

Mito! Mito! Mito!

O general Eduardo Pazuello chamou a atenção na cerimônia de troca do comando da Operação Acolhida, em Roraima, na última terça-feira, pela alta “popularidade” entre os seus. Ao fim da solenidade, diversos militares abordaram o general para uma selfie.

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31.08.21

Os muitos enroscos do assessor do general Pazuello

O ex-deputado Airton Soligo (vulgo “Airton Cascavel”), assessor informal do ex-ministro Eduardo Pazuello, vive seu inferno astral. O RR apurou que o Tribunal Regional de Roraima deverá concluir em até 30 dias o processo contra Soligo, acusado de compra de votos na eleição de 2018. De acordo com a mesma fonte, são grandes as chances do ex-parlamentar ser multado pela Justiça Eleitoral. Soligo, ressalte-se, é investigado também pela CPI da Covid.

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26.07.21

Militares estão tragados pela política. E não vão sair

  • Há efervescência, sim, nos quartéis, mas sem qualquer indício de desobediência ou disposição para manifestações públicas de insatisfação.
  • A palavra “golpe” está banida entre o oficialato de baixa patente e a soldadania das Forças Armadas. Ninguém quer saber disso.
  • Nos Altos-Comandos, apesar do que se comenta nos meios políticos, também há profunda aversão a qualquer iniciativa nessa direção.
  • No entanto, os militares estão, de fato, excitados com as recorrentes notas oficiais do Ministério da Defesa, hoje uma interseção explícita entre o Palácio do Planalto e as Forças Armadas.
  • Os comunicados da Defesa carregam sempre um tom dúbio: os militares batem continência à Constituição, mas ameaçam à democracia.
  • Essa estratégia “morde e assopra” das notas oficiais da Defesa – algumas assinadas também pelos comandantes militares – vai continuar.
  • Ainda que coloquem em dúvida o que não deveria ter dúvida, os comunicados do Ministério da Defesa devem ser lidos como são: não passam de mecanismo de dissuasão.
  • A ordem do general Braga Netto é não recuar no posicionamento da Defesa diante de declarações ou fatos políticos que coloquem em dúvida o compromisso das Forças Armadas com a democracia.
  • Os militares, contudo, não aceitam ser enxovalhados. Não raras vezes, confundem os ataques à gestão Bolsonaro com algo que se estende a eles. Até porque Jair Bolsonaro criou essa simbiose entre as Forças Armadas e seu governo.
  • Mesmo que isso não tenha transparecido, em seu pronunciamento recente, o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar Baptista Junior, falou em nome dos 320 mil militares ativos em armas e 140 mil da reserva.
  • A entrevista do comandante Baptista Junior, ressalte-se, teria sido previamente acordada com o ministro Braga Netto.
  • Os fatos recentes aguçaram o espírito de corpo dos militares. Esse senso de unicidade criou uma indisposição até mesmo em relação aos generais que se manifestaram politicamente contra oficiais a serviço do governo, como Eduardo Pazuello.
  • Os generais Santos Cruz e Sergio Etchegoyen são exemplos do incômodo dos militares com declarações defendendo publicamente a punição de um colega de farda. Isso seria assunto para ser tratado somente pelos Altos-Comandos.
  • Se há algo que deixa os quartéis eriçados é o noticiário frequente envolvendo a participação dos militares na política. Com as redes sociais, o mundo político invade diariamente o estamento das armas.
  • A transferência de Braga Netto para a Defesa criou uma certa insatisfação entre os Altos-Comandos, devido à imiscuição da Pasta em assuntos políticos.
  • Exemplo: por mais que a posição de Braga Netto pró-voto impresso fosse a de um ministro de Estado apoiando o presidente, não é dessa forma que a opinião pública enxerga a questão. Aos olhos de todos, é como se fosse um posicionamento das Forças Armadas.
  • Jair Bolsonaro caiu nas graças dos quartéis. Os militares relevam as declarações e atitudes disparatadas e a permanente falta de decoro em função dos afagos frequentes feitos por Bolsonaro.
  • Bolsonaro diz “O meu Exército”. E os militares pensam com os seus botões: “É o meu presidente”.
  • Essa liga entre Bolsonaro e os militares é reforçada pelo fator ideológico. Ninguém tira da mentalidade da corporação a fantasia de que existe uma ameaça comunista no Brasil.
  • A politização das Forças Armadas incomoda profundamente os militares. Porém, incomoda muito mais a ideia de Lula voltar a ser presidente da República.

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08.07.21

O universo paralelo de Bolsonaro

Em que planeta vive Jair Bolsonaro? O presidente tem estimulado o general Eduardo Pazuello a seguir seus passos e se juntar a ele em seu próximo partido – que nem mesmo Bolsonaro definiu qual será. Nas hostes bolsonaristas, acredite quem quiser, o nome de Pazuello já foi cogitado para concorrer ao governo do Rio. A Covid deve ter deixado sequelas no presidente.

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06.07.21

A vacina que não veio

No Senado, já se dá como certa uma nova convocação de Eduardo Pazuello pela CPI da Covid na esteira das denúncias de corrupção
envolvendo as negociações para a compra da vacina indiana Covaxin.

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