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10.10.18
ED. 5971

Eduardo Paes à espera do próximo ônibus

No acordo que fez para se afastar da vice-presidência da BYD Motors, fabricante de carrocerias de ônibus chinesa, Eduardo Paes deixou a porta entreaberta para um possível retorno à companhia em caso de derrota na eleição ao governo do Rio. A julgar pelo resultado do primeiro turno, fez bem

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03.10.18
ED. 5966

Quanto vale?

No bolão das eleições cariocas, as apostas são sobre quanto vale um apoio explícito de Sérgio Cabral a Eduardo Paes. Façam seus lances.

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20.09.18
ED. 5957

“Dia dos Paes”

Eduardo Paes (DEM) é o “paizão” dos órfãos políticos da Lava Jato. Além do apoio a Danielle Cunha, filha de Eduardo Cunha, vem se empenhando na campanha de Marco Antonio Cabral (MDB). Além de pedir votos, Paes tem cooperado na arrecadação de recursos para garantir a reeleição do herdeiro do ex-governador Sergio Cabral à Câmara dos Deputados. Não convém criar rusgas com dois presidiários tão explosivos quanto Cunha e Cabral.

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19.09.18
ED. 5956

Lagardère quer o Maracanã

A francesa Lagardère já fez chegar a Eduardo Paes, líder nas pesquisas para o governo do Rio, seu interesse em assumir a concessão do Maracanã. Há cerca de duas semanas, a 9a Vara de Fazenda Pública anulou o contrato com a atual concessionária apontando ilegalidades na licitação, o que, em tese, forçaria a necessidade de uma nova concorrência pública. O problema é que essa é uma bola que deverá ficar quicando nos tapetões do Judiciário por longo tempo.

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18.09.18
ED. 5955

Tiro no pé

No entorno de Eduardo Paes, circula a informação de que José Mariano Beltrame poderá reassumir a Segurança Pública do Rio no seu eventual governo. Paes, no entanto, sente o cheiro de pólvora de fogo amigo. Antes afamado como o pai das UPPs, Beltrame ficou marcado por comandar o aparelho de investigação do Rio nos anos de corrupção desenfreada do governo Cabral. E nada viu ou ouviu.

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11.09.18
ED. 5950

Programa de Índio

Na campanha de Eduardo Paes ao governo do Rio de Janeiro, a aposta é que Indio da Costa não chega à eleição. As portas estão abertas para uma coalizão de última hora.

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06.09.18
ED. 5948

Programação interrompida

A iminente cassação da candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio é fator de alívio no QG de campanha de Eduardo Paes. Os assessores do ex-prefeito receberam a informação de que o kamikaze estava preparando uma série de armadilhas para os debates eleitorais. A munição de maior calibre ficaria para o programa da Globo, quando Garotinho aproveitaria a transmissão para sacar do coldre uma nova acusação ligando Paes à Lava Jato. Nada que não possa ser passado à mídia, mas, sem o acting de Garotinho ao vivo, tudo perde força.

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31.08.18
ED. 5944

Paes ainda está nesse ônibus?

Eduardo Paes deixou o cargo de vice-presidente da BYD para concorrer ao governo do Rio, mas, pelo jeito, não avisou à empresa. Executivos da fabricante chinesa de ônibus elétricos estariam usando o nome de Paes em tratativas com prefeituras brasileiras. Entre outros contratos, a BYD disputa o fornecimento de veículos para o corredor de ônibus Radial Leste 2.

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21.08.18
ED. 5936

Chuchu in Rio

Geraldo Alckmin se reunirá hoje, no Rio, com Eduardo Paes. Vai discutir estratégias para alavancar seus rasteiros índices eleitorais no estado

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17.08.18
ED. 5934

Paes tem novo plano para a Cedae

Candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes promete brecar a venda da Cedae, ao menos no atual modelo. A proposta elaborada pelos assessores de Paes bebe na fonte da Sabesp, com um formato similar ao adotado pelo governo paulista. A ideia é criar uma holding –onde a estatal de saneamento seria pendurada – com a posterior venda de uma participação desta nova companhia. Nos cálculos da equipe de Paes daria para pagar com sobras o empréstimo do BNP Paribas ao estado, que teve como garantia a própria Cedae.

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29.06.18
ED. 5899

Nova geração

Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral, tem conduzido as articulações para uma possível aliança entre o MDB do Rio e o DEM, de Eduardo Paes. Em condições normais, Cabral, 27 anos, estaria na quarta fileira da orquestra, mas, como se sabe, a Lava Jato tirou de circulação os regentes do MDB fluminense

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15.06.18
ED. 5889

Segundas núpcias

Sem um nome de grife para concorrer ao governo do Rio – os pré-candidatos são os desconhecidos Max Lemos e Vinicius Farah –, o MDB já discute abrir mão da chapa própria para apoiar Eduardo Paes (DEM). Curioso: Paes deixou o MDB há poucos meses para se dissociar dos malfeitos de Cabral e cia

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15.05.18
ED. 5867

O retorno

Eduardo Paes está inovando. Além dos tradicionais marqueteiros, Paes tem consultado psicólogos das massas para aconselhá-lo sobre a melhor forma de retornar ao contato com o público.

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06.04.18
ED. 5841

Chapa dos sonhos

Com a filiação de Eduardo Paes, o DEM já pensa em uma “chapa dos sonhos” para o governo do Rio: Paes na cabeça e Cesar Maia de vice. Faz tanto sentido que, se não for isso, deveria.

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26.03.18
ED. 5833

“Do meu jeito”

Eduardo Paes está impondo uma série de condições para se filiar ao PP. A principal delas: ter total autonomia para fechar ou recusar alianças com outros partidos caso possa disputar o governo do Rio.

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22.03.18
ED. 5831

Tem peixe na área

Romário está buscando o apoio do PSB a sua candidatura ao governo do Rio. A sigla flerta com Eduardo Paes, mas o ex-prefeito é uma incógnita por conta da Lava Jato.

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16.03.18
ED. 5827

Pariu Mateus e se foi

Geraldo Alckmin fez o convite para Eduardo Paes retornar ao PSDB e depois tomou Doril. Na Executiva Nacional do partido, dirigida por Alckmin, sequer se fala no assunto depois das recentes denúncias contra Paes na Lava Jato. A batata quente foi empurrada para o diretório do Rio.

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06.03.18
ED. 5819

O labirinto de Eduardo Paes

Em meio às conversas para a sua filiação ao partido, Eduardo Paes e PSDB já discutem um plano alternativo. Paes não sairia candidato ao governo do Rio, mas, sim, ao Senado – no que é tratada pelos tucanos como uma eleição líquida e certa. Isso, claro, se o nome do ex-prefeito puder aparecer na urna eletrônica. Paes ainda terá de recorrer ao TSE da decisão do TRE-RJ, que o declarou inelegível por oito anos. E ainda tem a Lava Jato…

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28.02.18
ED. 5815

Os monotrilhos de Eduardo Paes

Enquanto não se decide se embarca no PSDB ou no PP, o ex-prefeito Eduardo Paes pilota os interesses da chinesa BYD no Brasil. Vice presidente da companhia para a América Latina, Paes tem conduzido as negociações para a participação da empresa na licitação do VLT de Salvador, marcada para 19 de março. Segundo o RR apurou, a BYD costura um consórcio com a conterrânea China Communications Construction Company (CCCC). A principal missão de Paes é garantir o contrato para o fornecimento dos monotrilhos da operação.

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07.02.18
ED. 5803

Só cabe um na passarela

O anúncio da presença de Marcelo Crivella no Sambódromo vai atrasar o “lançamento” da campanha de Eduardo Paes ao governo do Rio. O ex-prefeito desistiu de acompanhar o desfile.

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12.01.18
ED. 5785

Mestre-sala

Eduardo Paes avalia comparecer ao desfile das escolas de samba na Sapucaí e fazer uma espécie de avant première da sua campanha ao governo do Rio de Janeiro. Com a esperada ausência de Marcelo Crivella e Luiz Fernando Pezão – um quer distância da festa profana; o outro da população do Rio – Paes teria a passarela a sua disposição para atrair as atenções da imprensa e do público. Tanto para o bem quanto para o mal…

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03.01.18
ED. 5778

À espera de Paes

A cúpula do DEM virou o ano bastante otimista em relação ao ingresso de Eduardo Paes no partido e, mais do que isso, à possibilidade de uma coalizão com o PSDB para a disputa do governo do Rio de Janeiro.

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15.12.17
ED. 5767

BYD espalha seus ônibus elétricos no Brasil

O ex-prefeito Eduardo Paes, consultor e condutor dos interesses da BYD no Brasil, tem ajudado a encurtar os caminhos dos chineses no país. Cidades como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba já fizeram testes com modelos da empresa, maior fabricante de ônibus elétricos do mundo. A prefeitura paulista deverá realizar em 2018 uma licitação para a compra de até 60 coletivos movidos a energia elétrica. Campinas também promete fazer uma concorrência no próximo ano para a aquisição de até 150 veículos. A BYD é candidatíssima aos dois certames. A crescente proximidade com o Poder, notadamente Prefeituras, é hoje um dos grandes handicaps da BYD no Brasil. Em julho deste ano, João Doria esteve na sede do grupo em Shenzhen, na China. Saiu de lá fazendo loas aos ônibus elétricos e garantindo o uso do equipamento no transporte público paulistano. Meio caminho andado para a BYD? A companhia afIrma que não negocia vendas diretas com as Prefeituras e, sim, com as operadoras de transporte e as encarroçadoras, “já que as linhas de ônibus são delegadas por meio de licitações”. A missão dos dirigentes da empresa no Brasil é fazer jus ao investimento de R$ 150 milhões realizado pelos chineses na instalação de um complexo industrial em Campinas, onde são produzidos chassis e painéis solares.

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17.08.17
ED. 5685

Largou o barco

A investida da Lava Jato sobre o ex-secretário Rodrigo Bethlem calou fundo no entorno de Eduardo Paes. Bethlem é
tido como “volúvel”. Basta lembrar que, no meio da eleição, pulou para o barco de Marcelo Crivella.

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10.08.17
ED. 5680

Em nome do filho

O nome de Leonardo Picciani surge, desde já, como o estepe do PMDB para 2018 caso a Lava Jato afogue a candidatura de Eduardo Paes ao governo do Rio. O que divide o coração de seu pai, Jorge Picciani, é o risco do rebento não ganhar a eleição, terminar seu mandato de deputado federal e acordar em 1 de janeiro de 2019 sem imunidade parlamentar.

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02.08.17
ED. 5674

Sob encomenda

Meio de brincadeira, meio a sério, Eduardo Paes tem comentado com aliados a possibilidade de virar enredo na Marques de Sapucaí em 2018. Funcionaria como o lançamento da sua campanha ao governo do Rio. Isso, claro, se a Lava Jato não atravessar o samba do ex-prefeito.

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16.06.17
ED. 5641

A brisa que sopra do outro lado da Baía

Contavam-se nos dedos as mesas ocupadas, na última terça-feira à noite, no restaurante Alloro, requintado estabelecimento gastronômico do Rio, localizado no térreo do Hotel Windsor Atlântica. No mesmo prédio, em outros idos, jorraram do alto cascatas de fogos iluminando o réveillon da cidade. Eram 20h10, um horário em que casas daquele gabarito começam a acender os fornos na cozinha.

Chamava a atenção na meia luz do ambiente o beija-mão que os raros presentes concediam a um casal jantando discretamente em uma mesa próxima à janela. As mesuras eram feitas em voz baixa. Evitavam declamar em bom som o nome do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves. A palavra de ordem podia ser entreouvida: “Nosso governador”. Alguns até iam mais fundo: “Se o Eduardo Paes vier candidato, vai ser uma lavada”.

Neves é filiado ao Partido Verde e substituiu o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira como latifundiário da política no município fluminense. Entre um gole e outro na taça trans-lúcida, fazia um ligeiro aceno de mão. Ali no Alloro, de repente, não mais que de repente, a reputada culinária do norte da Itália tornou-se um detalhe.

A trufa do dia era o político jovial que todos pareciam saborear. A julgar pela adulação, um senhor candidato ao governo do mais desmilinguido estado do país. Em tempo: o último prefeito de Niterói que atravessou a Baía e assumiu o Palácio Guanabara foi Moreira Franco.

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07.06.17
ED. 5635

Rio Negócios é uma etapa nada nobre no currículo de Olavo Monteiro de Carvalho

O marquês de Salamanca meteu-se em um embrulho muito além da sua vã filosofia. Para os neófitos, o título nobiliárquico pertence ao empresário Olavo Monteiro de Carvalho,  presidente do Grupo Monteiro Aranha, que, junto com o Pão de Açúcar, Corcovado, Maracanã e outros monumentos mais e menos votados, é um dos símbolos do Rio de Janeiro. Olavo é presidente do Conselho da Rio Negócios, uma agência sem fins lucrativos, criada como um satélite independente da gestão Eduardo Paes e voltada para a promoção de novos empreendimentos, meio ambiente e desenvolvimento urbano.

Uma boa ideia, que entre tantas outras, depende da qualidade do seu entorno. Paes e Sérgio Cabral não são o melhor exemplo de parceria para qualquer agência. A dependência de ambos acabou deixando a Rio Negócios a ver navios. E o marquês de Salamanca, pendurado com a brocha na mão. Olavo Monteiro de Carvalho, como presidente do Conselho, é, em última instância, o responsável pelo “pepinódromo” que se tornou a Rio Negócios.

A agência está dando um calote no mercado de R$ 1,7 milhão. Só à Associação Comercial do Rio deve R$ 500 mil em aluguéis atrasados. Fora dessa conta estão os passivos trabalhistas, com várias rescisões feitas sem o pagamento dos compromissos fiscais correspondentes. O número de negócios expressivos feitos pela Rio Negócios forma um conjunto vazio. Mas os dedos das duas mãos teriam de ser multiplicados para enumerar o número de viagens de Marcelo Haddad, seu superintendente-geral.

Muita gente boa entrou nesse barco, junto com Olavo, mas, como ele assumiu o timão, ficará com o ônus dos desajustes e ineficiências da gestão. Marcelo Crivella, que quer distância do antecessor, não renovou o contrato firmado por Eduardo Paes, uma das âncoras financeiras da agência. Por enquanto, a saída encontrada é para lá de provinciana: abrir uma Niterói Negócios, no município do outro lado da ponte. O marquês de Salamanca entrou nessa por amor ao Rio, emprestando nome e tradição. Vai parar encalhado na terra de Arariboia com o espeto das contas na mão. Não era para ser assim.

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15.03.17
ED. 5578

Um candidato de risco

Eduardo Paes interrompeu sua temporada em Nova York para assistir ao desfile das campeãs na Marquês de Sapucaí, voltou a dar a entrevistas e está mais ativo do que nunca nas redes sociais. Não há dúvidas: Paes já está em campanha para o governo do Rio, seja a eleição em 2018 ou antes. Isso, claro, se Curitiba deixar.

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27.12.16
ED. 5525

Currículo

Correm a boca miúda diferentes versões sobre a repentina desistência de Eduardo Paes em dar aula na Universidade de Columbia. Uma delas diz que a instituição simplesmente teria cancelado os cursos sobre desenvolvimento urbano para os quais o prefeito havia sido convidado. A outra é que o próprio Paes declinou do convite por “livre e espontânea vontade” depois que a direção da universidade criou uma série de empecilhos para a sua contratação.

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14.11.16
ED. 5495

Primárias

Eduardo Paes pretende manter um blog durante o período em que dará aulas na Universidade de Columbia. Para não perder, digamos assim, contato com a gente do Rio.

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 Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn mantêm a relação de chefe e subordinado que tinham no Banco Central, no governo Lula. Melhor não mexer: talvez seja assim que as coisas funcionam bem. •••  Joseph Safra, que se mudou para Mônaco há cerca de seis meses, não tem planos de voltar tão cedo para o Brasil. •••  Comentário de um tucano de alta plumagem sobre a promessa de João Doria de não disputar a reeleição: “Ele vai repetir o Serra e deixar a Prefeitura em 2018 para disputar o governo do estado.” Vale o dito e o desdito. •••  Derrotado nas eleições, Pedro Paulo deve retomar seu mandato na Câmara dos Deputados antes mesmo do fim do governo de Eduardo Paes.

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26.09.16
ED. 5462

De férias

 Eduardo Paes deverá deixar a licitação do parque olímpico para o próximo prefeito. É muito desgaste para pouco dividendo político.

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 Eduardo Paes recomendou a Pedro Paulo que pegue leve com Marcelo Freixo e Jandira Feghali. Ambos poderão ser muito úteis em um eventual segundo turno.

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 Até ontem à noite, a agenda olímpica do candidato Pedro Paulo previa sua presença em mais de 70 eventos até o fim da Rio 2016, quase sempre ao lado do prefeito Eduardo Paes. Não demora muito vai ter concorrente acionando o TRE. Não custa lembrar que, oficialmente, a campanha eleitoral começa apenas em 16 de agosto.

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 Romário está sorrindo de orelha a orelha. Pesquisa recém-chegada às suas mãos, feita apenas dois dias após o anúncio da sua candidatura, o coloca empatado com Marcelo Crivella na disputa pela Prefeitura do Rio, ambos com 28%. No entanto, o que mais deu prazer ao Baixinho foi ver a posição de Pedro Paulo. O candidato do desafeto Eduardo Paes não chega a 5%. Ao olhar os números do peemedebista, Romário disse, com sua tradicional voz sibilada: “Esse daí, Peixe, já caiu para a segundona”.

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 Não é só Michel Temer que deverá passar por uma saia justa na cerimônia de abertura da Olimpíada, caso Dilma Rousseff decida comparecer ao evento. Para constrangimento de Eduardo Paes e de seu candidato a tiracolo, Pedro Paulo, Romário já avisou que pretende marcar presença entre as autoridades. A dois meses das eleições, aproveitará a efeméride para testar sua popularidade.

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 Jorge Picciani e Eduardo Paes estão mais tensos do que os zagueiros que tinham de marcar o Baixinho. Ao olhar dos caciques peemedebistas, o recuo do serpenteante Romário em relação ao impeachment de Dilma Rousseff é um sinal de que ele poderá relançar sua candidatura a prefeito do Rio com o apoio do PT.

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 Uma fração do PT do Rio insiste em manter o apoio à candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio. Os dissidentes são liderados por Adilson Pires, atual vice-prefeito de Eduardo Paes.

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28.04.16
ED. 5357

Passe errado

 Frase atribuída ao senador Romário ao se referir à sigilosa passagem de Eduardo Paes por Genebra para uma suposta reunião com dirigentes do COI: “Minhas viagens à Suíça são públicas e registradas nas redes sociais”. Romário não perdoa Paes. Para ele, o prefeito do Rio teria sido o responsável por vazar a informação de que o ex-jogador teria uma conta secreta em um banco suíço.

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22.04.16
ED. 5353

Novas alianças

 Com a decisão do PT de retirar o apoio à candidatura de Pedro Paulo para prefeito do Rio, Eduardo Paes busca novas alianças. O principal alvo é o PDT, de Carlos Lupi.

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 Às portas de uma ruptura no plano nacional, PT e PMDB se esforçam para seguir dançando de rosto coladinho no Rio. Eduardo Paes promete apoiar a reeleição de Lindbergh Farias ao Senado caso ele pare com o discurso separatista e mergulhe de cabeça na candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura.

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 Eduardo Paes combinou com o governador Pezão e Sérgio Cabral que deflagrará a campanha de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio antes mesmo da Olimpíada.

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 No staff de Eduardo Paes, a palavra de ordem é paciência. A aposta é que o escândalo envolvendo Pedro Paulo Carvalho, candidato à sucessão de Paes, só fica em cartaz no noticiário até o fim do ano.

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 Romário tem se aproximado de Eduardo Paes. É o velho faro de artilheiro. O senador e potencial candidato à Prefeitura do Rio acredita que o apoio de Paes poderá cair no seu colo, como uma das tantas bolas que se ofereciam a ele na quina da pequena área. Como se sabe, o eterno candidato de Paes, Pedro Paulo Carvalho, caminha sobre uma corda bamba desde que teve seu nome citado no noticiário policial.

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 Ao menos no Rio, Dilma Rousseff parece estar com o corpo fechado. Além da tropa de choque formada por Sergio Cabral, Pezão e Eduardo Paes, Dilma tem mantido frequente interlocução com Marcelo Crivella.

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06.07.15
ED. 5156

Maratona

Eduardo Paes pretende visitar várias capitais brasileiras para falar sobre o case Rio 2016. Não, não! Antes que alguém venha com caramingola na cabeça, o projeto antecede a pesquisa Datafolha, que lhe deu mirradinhos 2% de intenções de voto numa eventual candidatura a  presidência.

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