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19.05.20

Risco de rebeliões acende alerta no Ministério da Justiça

Há uma alerta no Ministério da Justiça para que a Força Nacional de Segurança (FNS) fique de prontidão, devido à crescente ameaça de rebeliões em presídios. Segundo fonte do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), informações e relatórios recebidos pelo órgão e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que a situação é particularmente preocupante no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (RR) e no Centro de Recuperação Regional de Altamira (PA). Não sem motivo.

Os três protagonizaram alguns dos maiores massacres carcerários na história recente do país. Entre 2017 e 2019, quase 200 presos foram assassinados em rebeliões nessas penitenciárias. Procurado pelo RR, o Ministério da Justiça não se pronunciou. O aumento do risco de combustão nos presídios, que já vivem habitualmente em altas temperaturas, é um efeito colateral da pandemia. Os relatos que chegam ao CNPCP e ao Depen de diversos estados alertam para um número cada vez maior de protestos de presos com a demora no isolamento de detentos diagnosticados com o coronavírus.

Outro ponto de tensão sensível é a suspensão das visitas de familiares e das entrevistas com advogados em boa parte das penitenciárias do país. Os detentos estão praticamente incomunicáveis desde meados de março. Ainda à frente do Ministério da Justiça, Sergio Moro chegou a mencionar que a Pasta compraria cerca de 600 tablets para permitir que detentos em presídios federais conversassem virtualmente com parentes uma vez por semana. Diante das pesadas críticas que recebeu – entre elas de Eduardo Bolsonaro, no Twitter (“Excelente prioridade, hein!”), recuou.
Foto: Getty Images

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15.05.20

Baú de loucuras

O deputado Marco Feliciano sonha com o apoio de Eduardo Bolsonaro para se lançar como o candidato “terrivelmente evangélico” do governo à presidência da Câmara em 2021.

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06.04.20

Os “coronafilhos” alertas e vigilantes

O deputado Eduardo Bolsonaro tem insistido com o pai para que o libere em uma ação diplomática junto aos Estados Unidos. A proposta é costurar um encontro com o governo norte-americano em Brasília. Os assuntos a serem tratados seriam uma colaboração entre os países para o combate da pandemia do novo coronavírus e soerguimento da economia. O verdadeiro objetivo, já que ninguém acredita na efetividade dessa troca de apoios, é reafirmar o alinhamento entre as duas nações.

Eduardo seria o embaixador excepcional do Brasil. O chanceler Eugênio Araújo permaneceria dormitando no Ministério das Relações Exteriores. Antes que alguém imagine o envolvimento direto de Donald Trump nessa história, o convite seria feito a uma autoridade do Departamento de Estado norte-americano. Quem vier, é jogo. Ainda com relação ao “03”, Eduardo fala permanentemente com Olavo de Carvalho, pedindo sugestões e prestando contas das estratégias do Palácio do Planalto.

Bolsonaro, seja lá por qual protocolo informal ou acordo feito com o filho, não conversa com o guru. É informado diretamente pelo caçula sobre as reflexões e dicas do Rasputin da Virgínia. Por essas e por outras, pode se dizer que Olavo está confinado virtualmente no epicentro do governo. É um ministro sem pasta, que responde unicamente ao filho do presidente. O ódio não tem, nem terá fim. O
presidente Jair Bolsonaro não aceita pressão para que o filho Carlos, o “02”, seja deslocado do Planalto, onde encontra-se lotado por sua própria vontade.

Carlos comanda um grupo de operadores de internet, chamado de “gabinete do ódio”. É quem está por trás das campanhas mais pestilentas destiladas nas redes sociais contra os adversários de Bolsonaro. O ministro chefe do GSI, general Augusto Heleno, considerado o “militar do Planalto” com maior influência sobre o presidente, tentou apeá-lo do Palácio pelo menos duas vezes. Em ambas, ouviu defesa radical da atual importância de “02” e da sua lealdade absoluta. Para quem não lembra, a influência de “Carluxo” pode ser medida pela presença no Rolls Royce que levou Bolsonaro ao Planalto, na posse do presidente.

Não há precedente para tamanha manifestação de prestígio. O filho Flavio Bolsonaro, o “01”, tem passado os seus dias bastante dividido. Flávio é o mais apavorado com a pandemia e, ao contrário do pai, não dá apertos de mão ou entabula conversas a menos de um metro de distância. Se, por um lado, o coronavírus lhe causa pavor, por outro colabora para esfriar os seus rolos no Judiciário. Flávio ganha tempo e acredita que a sociedade não voltará a ser a mesma depois que a epidemia passar. O senador quer ficar recluso um bom tempo ainda. É distanciamento social do STF, do Legislativo, Polícia Federal etc. Melhor em casa do que na prisão.

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27.03.20

O mel e o fel nas relações Brasil-China

Além de Eduardo Bolsonaro, há outro inusitado ferrão nas relações entre Brasil e China. Produtores nacionais de mel têm reivindicado à ministra da Agricultura, Teresa Cristina, rigor do governo no combate ao contrabando proveniente do país asiático. Guardadas as devidas proporções, a China está para o néctar; como o Paraguai para o cigarro. O produto clandestino chinês invadiu o país e já domina mais de 20% do mercado brasileiro.

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Com base na área técnica da Pasta da Ciência e Tecnologia, o ministro Marcos Pontes tem defendido dentro do governo que a infraestrutura do 5G seja dividida ao menos entre três grandes fornecedores de tecnologia. Trata-se de um vespeiro. Na mão contrária, está o poderoso lobby da Huawei, que tem como um de seus principais “embaixadores” o deputado Eduardo Bolsonaro. Os chineses buscam o monopólio da nova frequência.

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A primeira-dama Michelle Bolsonaro fará seu début internacional. Vai chefiar a delegação brasileira na 64a Sessão da Comissão sobre a Situação das Mulheres da ONU, que começa no dia 9 de março, em Nova York. Michelle vai apresentar aos demais 166 países participantes da Conferência o projeto “Casa da Mulher Brasileira”, ação do governo federal para o combate à violência contra o sexo feminino. Só não dirá que a secura fiscal e os cortes orçamentários frearam a expansão do programa. A verba anual caiu de R$ 3 milhões para R$ 800 mil e o projeto estacionou no número de cinco unidades. A meta do governo é abrir 20 Casas até o fim do ano. Só não se sabe com que dinheiro.

Eduardo e Flavio Bolsonaro estão empenhados em uma missão partidário-familiar: convencer Carlos Bolsonaro a ter um cargo formal na direção do Aliança pelo Brasil. No entanto, o mercurial “02” segue irredutível. É por essas e outras que o estado de espírito de “Carluxo” é permanentemente motivo de preocupação para Jair Bolsonaro.

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21.01.20

Embaixada bifronte

Eduardo Bolsonaro é nome certo na comitiva de Jair Bolsonaro que viajará aos Estados Unidos em fevereiro para encontros com investidores privados. Ou seja: se até lá a indicação do diplomata Nestor Forster for aprovada no Senado, ele já estreia como “co-embaixador” do Brasil em Washington.

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07.01.20

Fatura paga

Ainda que a indicação de Eduardo Bolsonaro à Embaixada de Washington tenha fi cado pelo caminho, ao que parece o desabrido apoio de Nelson Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, ao “03” não foi esquecido pelo Palácio do Planalto. Em menos de 15 dias, o Ministério da Saúde concedeu R$ 20 milhões para hospitais do Mato Grosso do Sul; já a Pasta do Desenvolvimento Regional liberou R$ 15 milhões para obras na capital, Campo Grande. Graças ao excelente trânsito no governo, Trad intermediou os dois repasses

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07/01/20 7:38h

capeto

disse:

A palavra "desabrido" tem significado completamente diverso daquele que o texto quis enunciar. Façam a gentileza de consultar o dicionário quando a criatividade do redator selecionar um vocábulo menos comum.

06.01.20

A fatura do “03”

O Palácio do Planalto já faz as contas do “Custo Eduardo”. É como estão sendo chamadas no governo as emendas orçamentárias dos integrantes do Conselho de Ética da Câmara. Serão a moeda de troca para os deputados engavetarem, sem maiores delongas ou desgaste, o processo contra Eduardo Bolsonaro por suas declarações simpáticas a um “novo AI-5”.

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27.12.19

Aliança 1

A ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel teria sido sondada por Eduardo Bolsonaro para se filiar ao Aliança pelo Brasil. Ana Paula, que mora nos EUA, é uma espécie de “Capitã de saias”. Costuma levar bolsonaristas ao delírio nas redes sociais com os virulentos ataques à esquerda.

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