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16.09.21

Bolsonaro recorre à “internacional direitista”

O presidente Jair Bolsonaro fará viagens oficiais à Hungria e à Polônia no início do próximo ano, assegurou ao RR uma fonte próxima a Eduardo Bolsonaro. O “03” é quem estaria articulando os encontros com o primeiro-ministro  húngaro, Viktor Orbán, e o presidente polonês, Andrzej Duda – dois dos mais notórios representantes da extrema direta internacional. Consultada pelo RR, a Presidência da República preferiu não se pronunciar sobre o assunto. A programação das visitas demonstra a convicção do presidente Bolsonaro de que o apoio da extrema direita internacional tem importância simbólica para a sua reeleição. É um contraponto às relações que o ex-presidente Lula mantém com líderes da esquerda mundial. Não por coincidência, as tratativas para os encontros com Viktor Orbán e Andrzej Duda surgem poucas semanas depois de Eduardo Bolsonaro se reunir nos Estados Unidos com Steve Bannon – estrategista do ex-presidente norte-americano Donald Trump e uma espécie de elo entre diversos líderes e governos da extrema direita. Em tempo: Bannon deverá acompanhar o presidente Bolsonaro nas visitas.

Por falar em política externa: Filipe Martins perdeu. O assessor especial de Jair Bolsonaro para a área de política externa tentou emplacar Roberto Goidanich, ex-presidente da Fundação Alexandre de Gusmão – think tank do Itamaraty -, em uma embaixada de primeira linha, notadamente na Europa. Não dobrou o chanceler Carlos Alberto França, responsável direto pela nomeação de Goidanich para o Departamento de Índia, Sul e Sudeste da Ásia do Ministério das Relações Exteriores. Com isso, França garantiu o “exílio” do “olavista” em um posto de menor relevância na diplomacia internacional. Se fosse na era Ernesto Araújo, Martins e Goidanich ganhavam a parada.

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03.09.21

Prós e contras

O clã Bolsonaro tem discutido a hipótese de Eduardo Bolsonaro se candidatar ao Senado por São Paulo em 2022. Há dois senões. O primeiro é o risco do “03” trocar uma reeleição certa para deputado por uma disputa de resultado mais imprevisível. Além disso, a família ficaria sem representante na Câmara.

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30.08.21

O reverso da diplomacia

Eduardo Bolsonaro estaria articulando um encontro de Jair Bolsonaro com Donald Trump ainda neste ano. A ideia teria sido discutida na conversa que o “02” teve com o próprio Trump no início de agosto. Eduardo também tratou do assunto no recente encontro com Steve Bannon, estrategista do ex-presidente norte- americano. Trump viria ao Brasil na condição de convidado por um grupo de empresários para realizar duas palestras. Em tempo: no caso de Bolsonaro, seria um movimento na contramão da praxe diplomática. Ele se reuniria com o ex-presidente dos Estados Unidos sem ter se encontrado com seu sucessor, Joe Biden. E daí?

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09.08.21

Caminhos opostos

Um caso raro de dissenso entre os Bolsonaro. Nos últimos dias, Eduardo Bolsonaro entrou pesado na busca de votos no Senado para a indicação de André Mendonça ao STF. Na mão contrária está Flavio Bolsonaro, que se opõe ao nome escolhido pelo pai para o Supremo. Mas não demora muito e os “Bolsonaro Brothers” se acertam.

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27.07.21

Prêmio de consolação

O desembargador do TRF 2 William Douglas dos Santos, que chegou a estar cotado para o STF, teria o apoio de Eduardo e Flavio Bolsonaro para uma das vagas em aberto no STJ.

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20.07.21

Olavo de Carvalho quer ser o “filósofo da reeleição”

Há uma preocupação no clã Bolsonaro em relação ao quadro de saúde de Olavo de Carvalho, que passou recentemente por uma cirurgia de emergência na bexiga. Por todos os motivos. Além da notória afinidade com a família, estavam em curso conversas para que Olavo venha a se tornar uma espécie de “filósofo da reeleição”. O principal entusiasta da ideia é o “03”, Eduardo Bolsonaro. A intenção é que Olavo atue nas entranhas ideológicas da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2022.

Caberia a ele o múnus de ser o conselheiro do presidente, notadamente em relação aos temas a serem abordados e abortados com a sua base de apoio. Olavo de Carvalho deseja ser algo como um “Steve Bannon de Bolsonaro” – em alusão ao ideólogo da campanha de Donald Trump em 2016. Um “Bannon” sem pegar no pesado, diga-se de passagem. As conversações com Olavo de Carvalho, ressalte-se, entraram em stand by com a sua internação. Até então, vinham sendo conduzidas pelo próprio Eduardo Bolsonaro, artífice desse novo figurino idealizado para Olavo e principal interlocutor entre ele e a família.

O filósofo passaria a ter um papel no aconselhamento da campanha bem maior do que em 2018, o que naturalmente reduziria a sua exposição intensiva nas redes sociais, uma medida compatível com a previsível fragilidade de saúde de Olavo. Trata-se de uma faca de dois gumes. Por um lado, existe um aspecto parcialmente negativo nessa mudança: Bolsonaro teria a perda da combatividade de Olavo nas mídias sociais. Ao longo da campanha de 2018 e mesmo durante um período da gestão, o filósofo teve reconhecida importância: inventou um personagem na internet que se tornou cult junto à extrema direita, pautando o discurso do presidente e tornando-se um de seus cabos eleitorais mais eficientes.

Em determinado momento, Olavo de Carvalho chegou a dizer textualmente: “Eu sou o segundo governo”. Por uma outra ótica, haveria um lado positivo para Bolsonaro nessa mudança de papel do filósofo. As aparições públicas de Olavo costumam criar arestas com importantes grupos de apoio ao presidente. Difícil imaginar, por exemplo, que os evangélicos tenham apreço pelo vocabulário por vezes grotesco e pela forma como o filósofo costuma se expressar, inclusive em relação a eles próprios.

Já se referiu aos pentecostais como “evanjegues”. Olavo também teve seus embates com um dos principais, se não o principal esteio do governo Bolsonaro: os militares. Entre outros ataques, chegou a chamar o general Santos Cruz, então ministro da Secretaria de Governo, de “bosta engomada”. Por essas razões, talvez Olavo seja mais útil aconselhando nas sombras do que militando nas redes sociais, à luz do dia.

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29.06.21

Pressão caseira

O presidente Jair Bolsonaro enfrenta uma resistência doméstica à nomeação do advogado geral da União, André Mendonça, para o STF. Eduardo Bolsonaro juntou-se ao mano Flávio na campanha pela indicação do presidente do STJ, Humberto Martins.

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22.06.21

Familly office

No que depender de Eduardo e Carlos Bolsonaro, o publicitário Sergio Lima será o marqueteiro do Patriota. Lima já tem serviços prestados ao clã – inócuos é verdade. Era ele o marqueteiro do Aliança pelo Brasil, o partido que os Bolsonaro não conseguiram tirar do papel.

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17.06.21

O “embaixador”

Há um zunzunzum no Palácio do Planalto de que Eduardo Bolsonaro poderá representar a Presidência da República na abertura da Olimpíada de Tóquio, no dia 23 de julho. Com isso, o ministro da Cidadania, João Roma, inicialmente cotado para a missão, seria preterido. Até porque nem se sabe se Roma ainda será ministro até lá.

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Segundo o RR apurou, Eduardo e Carlos Bolsonaro têm resistido à possível filiação de Jair Bolsonaro ao PRTB. O “02” e o “03” não querem o pai no mesmo partido do futuro ex-vice-presidente, general Hamilton Mourão.

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