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08.10.20

Cruz credo

A relação entre o clã Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia azedou de vez. Eduardo Bolsonaro tem feito fortes ataques ao líder religioso nos bastidores, desqualificando a lista tríplice de sugestões que ele apresentou para o STF. Não é a primeira vez que o “03” e Malafaia se estranham. O pastor já disse que Eduardo ajudaria mais o governo do pai se “parasse de falar asneiras”.

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29.09.20

Roletas no Brasil

O salvadorenho Mario Guardado, um dos maiores lobistas dos cassinos de Las Vegas, está jogando todas as suas fichas em Eduardo Bolsonaro.

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22.09.20

Laços de família

A nomeação de José Vicente Santini como assessor especial do ministro Ricardo Salles deve ser creditada diretamente na conta de Eduardo Bolsonaro, seu amigo de infância. Em janeiro, Santini foi demitido da Secretaria Executiva da Casa Civil após usar um avião da FAB para voar de Davos para a Índia.

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03.09.20

Operação tartaruga

João Doria já não conta mais com as verbas federais de R$ 2,2 milhões para a área de segurança previstas em três emendas parlamentares do deputado Eduardo Bolsonaro. Os pedidos de dotação orçamentária datam do início do ano, no pré-pandemia, antes, portanto, da relação entre Jair Bolsonaro e Doria azedar de vez. Desde então, o “03” não fez o menor esforço na Câmara para o empenho das verbas, última etapa antes da liberação efetiva do dinheiro. Menos mal para Doria que o valor não passa de uns trocados.

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De acordo com um cardeal do PP, fonte do RR, o senador Ciro Nogueira convidou Jair Bolsonaro a voltar às fileiras do partido. O
presidente até simpatiza com a ideia. O problema é Eduardo e Carlos Bolsonaro, que não abrem mão de criar o Aliança pelo Brasil.

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14.08.20

Conexão Olavo

Do seu doce exílio no Banco Mundial, em Washington, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub mantém interlocução assídua com Eduardo Bolsonaro. C ́est la même chose.

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09.07.20

Fake news

Ontem, no fim da tarde, deputados do PT e do PSOL já tentavam recolher assinaturas para a abertura de um processo contra Eduardo Bolsonaro no Conselho de Ética da Câmara. O motivo é a vinculação de contas bloqueadas pelo Facebook a funcionários do gabinete do parlamentar.

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A médica Nise Yamaguchi, que por pouco não assumiu o Ministério da Saúde, está cotada para colaborar com Eduardo Pazuello na coordenação de testes da vacina contra o coronavírus no Brasil. Sua indicação tem o aval de Eduardo e Carlos Bolsonaro e de Osmar Terra, um dos principais conselheiros de Jair Bolsonaro na área de saúde. Nise sempre foi uma das maiores defensores do uso da cloroquina no tratamento da Covid-19.

Nova missão para Augusto Aras: frear a pressão do Ministério Público Federal para que o TCU investigue a importação de matéria-prima para a produção de cloroquina. Hoje, com base no consumo do medicamento no país, estima-se que o laboratório do Exército tenha estoques para 18 anos.

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Carlos e Eduardo Bolsonaro tentam fazer a cabeça de Jair Bolsonaro para abrigar o psiquiatra Ítalo Marsili em uma das secretarias do Ministério da Saúde. Na verdade, o que os rebentos queriam mesmo era emplacar Marsili no comando da Pasta. Mas, por ora, o general Eduardo Pazuello é “imexível”.

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12.06.20

Interferência dos Bolsonaro na Imbel entra na mira do MPF

Caiu no colo do Ministério Público Federal mais um forte indício de intervenção do presidente Jair Bolsonaro e de seu filho Eduardo Bolsonaro no Exército: a iminente associação entre a estatal Imbel e a Sig Sauer, fabricante de armas de origem suíça – informação antecipada pelo RR na edição da última segunda-feira e confirmada pela Folha de S. Paulo no dia seguinte. Trata-se do segundo caso de suspeição de interferência do clã Bolsonaro na corporação no intervalo de apenas dois meses. Em abril, a procuradora Raquel Branquinho enviou representação à Procuradoria da República do Distrito Federal apontando que o presidente violou a Constituição ao determinar a revogação de três portarias do Comando Logístico do Exército (Colog) sobre o rastreamento de armas e munição.

Consultado, o MPF informou que, até o momento, não encontrou em seus sistemas nenhum procedimento referente ao caso da Imbel. Em relação às portarias do Colog, o órgão confirmou que a representação da procuradora Raquel Branquinho deu origem a Ação Civil Pública na 14a Vara Cível da Justiça Federal no DF. No caso da Sig Sauer, a trilha que leva aos Bolsonaro é visível. Eduardo trabalha a céu aberto pela entrada da empresa no país – vide suas postagens nas redes sociais. Um dos desafios do Ministério Público é descobrir onde termina Jair e começa Eduardo. Ou vice-versa.

Está cada vez difícil discernir o que é uma determinação do comandante em chefe das Forças Armadas ou uma interferência indireta do seu filho em assuntos relacionados ao Exército. No caso da controversa revogação das portarias, formalmente ela só poderia ter sido solicitada pelo presidente da República. Mas, no Exército, todos sabem que a reviravolta foi uma gestão de Eduardo junto ao pai. O “03” usa um duplo chapéu, de lobista e de filho do presidente, confundindo os papéis e a ordenança do próprio Bolsonaro.

Não por acaso, há um incômodo no Exército com as seguidas ingerências de Eduardo em temas referentes à corporação. Entre os próprios militares, o deputado é comparado à figura de Bob Sanford, o megalobista das armas nos Estados Unidos – com a importante diferença, a favor do norte-americano, de que seu pai jamais foi presidente. Essa intromissão de Eduardo tem deixado marcas difíceis de serem apagadas. O caso da revogação das portarias sobre o rastreamento de armas custou a exoneração do general de Brigada Eugênio Pacelli Vieira Mota, então diretor de Fiscalização de Produtos controlados do Exército e responsável pela elaboração das normas posteriormente anuladas por determinação do presidente Bolsonaro.

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