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09.05.22

A aposta de Rodrigo Pacheco

Rodrigo Pacheco confidenciou a um senador, fonte do RR, que deverá postergar a votação do projeto de lei sobre a liberação dos cassinos para o segundo semestre. Talvez até para depois das eleições. Sintomático: nesse momento, Ciro Nogueira e Eduardo Bolsonaro, dois dos maiores interessados na aprovação do projeto, já podem ser carta fora do baralho para 2023.

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03.05.22

Clã do peito

Eduardo Bolsonaro trabalha pela indicação do ministro do TST Ives Gandra da Silva Martins Filho para uma vaga no STJ. Como o nome sugere, trata-se do filho de Ives Gandra Martins, defensor da tese de que as Forças Armadas são o “Poder Moderador” da República e, portanto, poderiam até pedir o impeachment de ministros do STF.

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Olavo de Carvalho vive. Eduardo Bolsonaro pretende apresentar uma moção na Câmara para que fique registrada a contribuição do ilustre “filósofo” ao Brasil. Em tempo: pouco antes de falecer, Olavo afirmou que Jair Bolsonaro o usou como “poster boy”. Disse ainda que a briga pela reeleição já estava perdida.

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Eduardo Bolsonaro está tentando empurrar o publicitário Sergio Lima para a campanha de Tarcisio Freitas. Trata-se do marqueteiro do finado partido Aliança do Brasil.

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05.04.22

Campanha lá e cá

Eduardo Bolsonaro dedica-se a articular uma visita do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, ao Brasil. Segundo o RR apurou, a viagem ocorreria ainda neste semestre. O momento é mais do que propício para Bolsonaro capitalizar a proximidade com Orbán, um dos líderes da extrema direita internacional, que acaba de ser reeleito para o quarto mandato.

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15.03.22

Gigante dos cassinos de Macau joga suas fichas no Brasil

A julgar pela operação de lobby montada em Brasília, há um forte candidato a puxar os investimentos em cassinos no Brasil: a SJM Resorts, um dos “Big Six” de Macau – leia-se os seis grandes grupos autorizados pelo governo da China a operar apostas na região. Nas últimas semanas, segundo o RR apurou, representantes do conglomerado asiático têm mantido uma agenda de contatos com autoridades brasileiras. De acordo com a mesma fonte, entre os interlocutores estariam o ministro Ciro Nogueira e o “02 Eduardo Bolsonaro, dois dos principais defensores da liberação do jogo o Brasil.

A SJM já teria manifestado o interesse de instalar um resort/ cassino no Nordeste, na esteira da aprovação, pela Câmara, do projeto de lei que legaliza jogos de azar no país – falta ainda o Senado cacifar a proposta, e Bolsonaro não vetar. Em tempo: nas conversas que têm mantido em Brasília, os asiáticos acenam também com patrocínios a clubes de futebol, em uma estratégia similar à adotada por sites de apostas eletrônicas. A SJM é comandada por Daisy Ho, uma das herdeiras de Stanley Ho Hung-Sun.

Morto em 2020, aos 99 anos, Ho foi um dos maiores e mais influentes empresários do ramo de apostas na Ásia. O Brasil desponta como um oportuno mercado especialmente para os grupos de apostas de Macau, que vivem um período turbulento do ponto de vista regulatório. O governo local estuda uma série de normas para apertar a fiscalização sobre os jogos de azar. Não por acaso, as ações dos grandes conglomerados de resorts e cassinos da região têm caído seguidamente. O valor de mercado da SJM, por exemplo, despencou 40% somente nos últimos seis meses.

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15.03.22

Nome (quase) de casa

Braço direito de Mario Frias na Secretaria de Cultura, o PM Andre Porciúncula está cotado para integrar o comitê de campanha de Jair Bolsonaro. Mesmo no entorno do presidente, não há muita clareza sobre qual seria a sua missão no staff. Só se sabe que sua presença no comitê é defendida por Eduardo Bolsonaro, seu amigo pessoal.

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11.03.22

Intervenção em cascata na PF

Segundo o RR apurou, o delegado Marcio Nunes, novo diretor-geral da Polícia Federal, recebeu uma missão prioritária: trocar o superintendente da PF no Distrito Federal, Victor Cesar Carvalho dos Santos. De acordo com uma fonte da própria corporação, um dos nomes cotados para o cargo é o do delegado Julio Danilo Ferreira, atual secretário de Segurança Pública no DF. Ferreira é homem de confiança do ministro da Justiça, Anderson Torres, a quem substituiu na Secretaria.

Procurada pelo RR, a PF não se pronunciou. O troca-troca no comando da PF no Distrito Federal é um movimento-chave na nova intervenção de Jair Bolsonaro na PF. A Superintendência do Distrito Federal é um posto razoavelmente nevrálgico dentro do jogo político-eleitoral.

Nomeado há apenas cinco meses, Carvalho dos Santos é o responsável pelas investigações sobre a disseminação de fake news, no âmbito do inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. As apurações teriam avançado consideravelmente nas últimas semanas. Um dos alvos das investigações é o deputado Eduardo Bolsonaro.

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Fabio Wajngarten, ex-ministro chefe da Secom, está cotado para voltar ao “governo”, atuando na campanha de Jair Bolsonaro. Além do próprio presidente, Wajngarten mantém boa relação com Eduardo Bolsonaro.

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Eduardo e Flavio Bolsonaro vêm tentando empurrar o marqueteiro Sergio Lima para cuidar da campanha de Tarcísio Freitas ao governo de São Paulo. Lima tem em seu currículo a estratégia de lançamento do Aliança pelo Brasil, o natimorto partido dos Bolsonaro.

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