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05.04.21

Bons conselheiros

A nova ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, tem recebido conselhos e mais conselhos de Eduardo e Flavio Bolsonaro sobre a articulação política com o Congresso.

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Eduardo e Flavio Bolsonaro têm feito lobby junto a Bolsonaro pai pela manutenção de Fabio Wajngarten na chefia da Secretaria de Comunicação. Do outro lado, está o ministro Fabio Farias, principal voz a favor da saída de Wajngarten do cargo.

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O silêncio de Flavio, Carlos e Eduardo Bolsonaro sobre a prisão do aliado Daniel Silveira se deve a uma orientação de Jair Bolsonaro. A questão é até quando o próprio Bolsonaro pai vai aguentar ficar de bico calado sobre o assunto.

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03.02.21

Tiro de misericórdia

Apesar do empenho de Eduardo Bolsonaro em consumar o enlace, a parceria entre a Sig Sauer e a Imbel vai micar. A fabricante de armamentos de origem suíça recuou devido à delicada situação financeira da estatal. A empresa do Exército Brasileiro não tem capital de giro e hoje não consegue sequer comprar matéria-prima. O balanço da Imbel aponta que, entre janeiro e setembro de 2020, a empresa acumulou um prejuízo de R$ 19,5 milhões, contra um lucro de R$ 59,5 milhões em igual período no ano anterior. A estatal é altamente dependente do Orçamento da União: nos últimos dois anos, recebeu R$ 450 milhões em verbas, segundo dados do Painel Cidadão, do Senado. Procurado, o Exército não se pronunciou até o fechamento desta edição.

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18.01.21

Uma comissão sob medida para o “03”

Além da eleição de Arthur Lira, o governo Bolsonaro está mobilizado em garantir uma posição estratégica para Eduardo Bolsonaro na Câmara. Segundo informações que circulam no Palácio do Planalto, o desejo do presidente Jair Bolsonaro é emplacar o “03” à frente da poderosa e cobiçada Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Trata-se de uma articulação complexa, que depende obrigatoriamente da vitória de Lira na eleição de 2 de fevereiro. Todas as proposições em tramitação na Casa são submetidas à CCJ antes da sua votação nas demais comissões e em plenário, conforme reza o Artigo 53 do Regimento Interno da Casa. Ou seja: Bolsonaro pai passaria a ter um aliado consanguíneo e incondicional em uma posição chave para acelerar projetos de interesse do governo. Isso se aplica das agendas “macro”, a exemplo das reformas, às “micro”, como o excludente de ilicitude. A manobra ainda abriria espaço à indicação de um aliado para a Comissão de Relações Exteriores, hoje presidida por Eduardo. A olho nu, a CCJ pode parecer uma ambição desmedida para o “03”, dada a importância do cargo. Mas, convenhamos, é pouco para quem chegou a almejar a Embaixada do Brasil em Washington.

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Em meio ao “novo normal” imposto pelo terrível ano de 2020, ao menos um ponto não mudou: o assinante do RR teve acesso irrestrito aos corredores do Poder. Em 20 de abril, um mês após Jair Bolsonaro decretar estado de calamidade pública, o RR foi o primeiro veículo a noticiar os estudos dentro do governo para a criação de uma espécie de “Plano Marshall” brasileiro, um amplo programa emergencial de geração de investimento e de empregos. Poucos dias depois, o ministro da Casa Civil, general Braga Netto, surgiria no noticiário confirmando os estudos e fazendo referência exatamente ao termo “Plano Marshall”. O RR antecipou o flerte entre Jair Bolsonaro e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Em 3 de julho, a newsletter informou que Marinho estava montando uma intensa agenda de viagens de Bolsonaro para inaugurar obras no Nordeste, o que de fato ocorreu nos meses seguintes.

O poder em marcha

Em 5 de maio, o RR descortinou o incômodo dentro das Forças Armadas diante da insistência do presidente Jair Bolsonaro em associar a corporação a um discurso de intimidação e de risco de ruptura institucional, tema que ganharia o noticiário nos dias seguintes. O RR também antecipou a importante missão que o general Hamilton Mourão passou a ter no governo: em 22 de julho, noticiou, em primeira mão, que o vice-presidente se tornaria uma espécie de “embaixador do meio ambiente” da gestão Bolsonaro. Em 20 de agosto, o RR publicou, também com exclusividade, que o governo estenderia a “Operação Verde Brasil 2”, prorrogando a presença de militares no combate aos incêndios na Amazônia até o fim do primeiro trimestre de 2021 – o que se confirmaria em novembro.

Militares x “olavistas”

Os assinantes da newsletter tiveram também informações exclusivas sobre a disputa de poder entre os generais palacianos e a ala olavista do governo. Em 12 de maio, o RR cravou que os militares se movimentavam para ter um número maior de assentos no Conselho Nacional de Educação (CNE), tradicional área de influência de Olavo de Carvalho desde o início da gestão Bolsonaro. Em 25 de setembro, o RR revelou articulações para a possível saída do “olavista” Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores. Desde então, o noticiário tem tratado da hipótese de substituição do chanceler. Na última semana, a mídia passou a abordar também a possibilidade de demissão do embaixador brasileiro em Washington, o igualmente “olavista” Nestor Forster, informação antecipada pelo RR em 7 de dezembro.

Laços de família

Em 7 de agosto, o RR revelou que, ao criar o Centro de Inteligência Nacional na Abin, o presidente Jair Bolsonaro estava instituindo um “Family office” dentro da agência, com o objetivo de usar o aparato de Inteligência do Estado em benefício de si próprio e dos seus. Em dezembro, estouraria a denúncia de que a Abin produziu relatórios para Flavio Bolsonaro. Em 8 de junho, o RR informou, com exclusividade, que o deputado federal Eduardo Bolsonaro estava trabalhando para viabilizar o desembarque no Brasil da Sig Sauer, fabricante de armamentos de origem suíça. Mais: a newsletter antecipou as articulações conduzidas com o auxílio do “03” para uma parceria entre a empresa e a Imbel. Três dias depois, o assunto estaria em toda a mídia.

Despedida antecipada

O leitor da newsletter acompanhou de muito perto o processo de sucessão do Itaú Unibanco. Em 9 de setembro, o RR informou que Marcio Schettini deixaria o banco caso não fosse o escolhido para suceder Candido Bracher na presidência. Dito e feito! No início de novembro, preterido em detrimento de Milton Maluhy Filho, Schettini, diretor geral de varejo, anunciou sua saída do Itaú. No dia 9 do mesmo mês, o RR voltou ao tema para detalhar os bastidores da escolha, conduzida pelo próprio Bracher, e o mal estar que ela causou junto aos acionistas do Itaú.

Em janeiro, o RR informou com exclusividade que a Petrobras lançaria um plano de redução de despesas da ordem de R$ 1 bilhão, o que se confirmaria pouco depois. Também em janeiro, a newsletter revelou que Embraer e Boeing haviam desmobilizado um grupo de trabalho que discutia o desenvolvimento conjunto de aeronaves comerciais, apontando a medida como um indício de iminentre rompimento da fusão. Três meses depois, a associação entre as duas companhias foi para o espaço. Ainda sobre a Embraer, em julho o RR antecipou que a empresa estava negociando um empréstimo do BNDES, operação oficialmente confirmada em dezembro.

Em março, o RR foi o primeiro a noticiar os estudos no BNDES para a compra de participações em companhias aéreas, como forma de reduzir os efeitos da pandemia sobre o setor. Menos de 15 dias depois, o projeto se tornaria público, ainda que, na prática, não tenha decolado. Outro furo que veio dos céus foi a notícia de que o empresário David Neeleman, fundador da Azul, venderia sua participação na portuguesa TAP, antecipada pelo RR em 12 de fevereiro. O RR antecipou também o que poderia ter sido uma das maiores operações de M&A do ano no país. Na edição de 26 de agosto, informamos que a Ser Educacional estava levantando recursos para fazer uma oferta de compra do controle dos ativos da Laureate no Brasil.

Menos de um mês depois, a proposta de R$ 4 bilhões estava sobre a mesa dos acionistas do grupo norte-americano. A Ser acabou perdendo a disputa empresarial para a Ânima Educação. Em 5 de novembro, mais um furo no noticiário corporativo: o RR antecipou que os principais acionistas da Qualicorp se movimentavam para comprar o restante da participação de José Seripieri Filho, fundador da operadora de planos de saúde, devido às denúncias de corrupção contra ele. Menos de um mês depois, os sócios da companhia e o empresário fecharam um acordo para a transferência das ações, quase no mesmo período em que o STF homologava a delação premiada de Seripieri.

Cortes no Ministério Público

No dia 8 de dezembro, a newsletter revelou os planos do procurador geral da República, Augusto Aras, para fechar escritórios de representação do MPF e reduzir custos operacionais devido à escassez orçamentária da instituição – informação que acabou confirmada pelo próprio Ministério Público.

Gol atrás de gol

Em 16 de março, o RR informou, com exclusividade, que o início do Campeonato Brasileiro seria adiado por conta da pandemia. Uma semana depois, a newsletter antecipou que os clubes haviam pedido ao governo a suspensão dos pagamentos do Profut, o programa de refinanciamento de dívidas das agremiações esportivas junto à União – medida que seria implantada pouco depois. Que 2021 seja um ano muito diferente em quase tudo, menos na capacidade do RR de entregar a seu assinante um conteúdo qualificado e exclusivo.

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No que depender de Eduardo e Carlos Bolsonaro, Sergio Lima, ex-marqueteiro do quase morto Aliança pelo Brasil, passará a ter cadeira cativa na comunicação do governo.

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17.12.20

Parece até coisa de inimigo

Circulava ontem na Câmara uma história sem pé nem cabeça: haveria uma articulação para lançar Eduardo Bolsonaro como candidato
à presidência da Casa. A ideia é atribuída a um grupo de deputados bolsonaristas puro-sangue, a exemplo de Carla Zambelli e Bia Kicis. O RR tentou contato com ambas, mas não obteve retorno. A essa altura, a proposta, ou seja lá que nome possa se dar a essa engenhoca, soa como uma ação aloprada. A candidatura de Eduardo traria mais constrangimento do que solução para o Palácio do Planalto. Até prova em contrário, Jair Bolsonaro está fechado com Arthur Lira, que tem visto suas possibilidades de eleição se reduzirem com a coalizão baleia que vem sendo montada por Rodrigo Maia. Além disso, por que Bolsonaro sacrificaria o “03”, jogando-o, de forma extravagante, numa eleição com baixíssima chance de vitória? É cada uma…

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03.11.20

Virgínia-Brasília

Eduardo Bolsonaro tem feito a caveira da Huawei dentro do governo. Em tradução livre: Olavo de Carvalho está trabalhando firme para tirar os chineses do 5G brasileiro.

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08.10.20

Cruz credo

A relação entre o clã Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia azedou de vez. Eduardo Bolsonaro tem feito fortes ataques ao líder religioso nos bastidores, desqualificando a lista tríplice de sugestões que ele apresentou para o STF. Não é a primeira vez que o “03” e Malafaia se estranham. O pastor já disse que Eduardo ajudaria mais o governo do pai se “parasse de falar asneiras”.

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