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19.06.19

Descarga elétrica

A EDP vai ao mercado. Prepara uma emissão de debêntures para financiar seus investimentos em transmissão no Brasil – o pacote prevê um desembolso de R$ 3,5 bilhões nos próximos três anos. A captação deve chegar à casa de R$ 1 bilhão. Na busca por funding, o grupo sino-português, controlado pela Three Gorges, chegou a sondar o BNDES. Mas, na atual fase saárica do banco, as conversas sequer avançaram.

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29.10.18

Startups da EDP

A EDP, grupo português que fala mandarim, vai partir para a compra de startups da área de energia no Brasil. A investida está embalada em uma estratégia global. Controlada pela chinesa Three Gorges, a EDP tem comprado participações em negócios disruptivos no mercado de energia. O caso mais recente foi o da moçambicana Solar Works, que desenvolve tecnologia para geração solar.

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05.01.18

Transmissão direta

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, tem motivos de sobra para celebrar a venda da participação da Previ na Celesc para a EDP. A tendência é que as duas empresas intensifiquem os investimentos na área de transmissão – ambas entraram juntas no leilão da Aneel em abril e arremataram um dos três maiores lotes. Além disso, a Celesc se viu livre de um sócio sempre bastante crítico à gestão da companhia, como era a Previ. Formalmente, a empresa catarinense diz que ainda não há definição sobre novos investimentos. A EDP, por sua vez, diz não “confirmar as informações”.

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06.06.17

EDP vira um satélite da Three Gorges

A portuguesa EDP – ou, para sermos mais exatos, a chinesa Three Gorges, sua maior acionista – avalia a venda de uma de suas distribuidoras no Brasil, a paulista Bandeirante ou, o que é mais provável, a capixaba Escelsa. Segundo informações filtradas da empresa, os planos de desmobilização devem avançar também pela geração, com a venda das participações na hidrelétrica de Santo Antonio e na usina de Cachoeira do Caldeirão, no Amapá. As mudanças sugerem uma inflexão estratégica da EDP, cada vez mais um apêndice da Three Gorges. A tendência é que os próprios chineses passem a concentrar sob o seu guarda-chuva investimentos em distribuição e geração no país, deslizando gradativamente a EDP para a área de transmissão. A empresa, por sinal, arrematou quatro lotes no leilão realizado pela Aneel em abril, ao valor total de R$ 3 bilhões.

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13.09.16

Térmica apagada

 A EDP está procurando um comprador para a termelétrica Pecém I, de 720 MW. Procurada pelo RR, a companhia disse “não confirmar” a negociação.

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26.08.16

CTG assedia AES Eletropaulo para tomar liderança da CPFL

 A China Three Gorges (CTG) prepara uma oferta de compra da Eletropaulo. O negócio será feito por intermédio da EDP – Energias do Brasil, controladora da EDP Bandeirante, de São Paulo, e da capixaba EDP Escelsa. Segundo a fonte do RR, muito próxima das negociações, a CTG está tratando do assunto há uma semana com a AES, controladora da Eletropaulo. No lado vendedor do balcão está Charles Lenzi, que foi o responsável pela venda da AES Sul para a CPFL. O executivo comanda a Eletropaulo desde o início do ano, quando foi feita uma separação dos negócios nas áreas de geração e distribuição. O objetivo do grupo norte-americano é focar sua atuação no Brasil em geração. Procuradas, CTG e AES não se pronunciaram.  A aquisição é vista pelos chineses da CTG como a grande chance para ter escala e disputar a liderança do segmento de distribuição no país, ultrapassando a CPFL. Com a compra da Eletropaulo, a EDP pulará da sexta para a segunda posição no ranking do segmento, com 13% de participação contra 14% da CPFL. Os chineses terão algumas vantagens em relação à concorrente com a aquisição. A Eletropaulo sozinha tem receita de R$ 14 bilhões, equivalente a 70% do faturamento da CPFL. Juntando a distribuidora paulista, a Bandeirante e a Escelsa, a EDP terá receita de R$ 23 bilhões e o maior mercado consumidor de energia do país.  O outro lado da moeda é que a CTG terá de resolver uma equação que a AES não conseguiu solucionar nos últimos anos. Apesar do aumento do faturamento da Eletropaulo, que subiu de R$ 9 bilhões em 2013 para R$ 14 bilhões no ano passado, a companhia paulista viu o lucro cair em dez vezes desde 2011. Hoje está apenas em R$ 100 milhões. O nível de endividamento ainda é alto e a qualidade do passivo também piorou. A dívida líquida esse ano é de R$ 3,9 bilhões contra R$ 3,5 bilhões em 2015. O custo, que era de CDI mais 1,43% a.a., está em CDI mais 1,85% a.a. A relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado subiu de 2,7 no primeiro trimestre de 2015 para 3,1 no mesmo período desse ano. Para completar, o prazo médio de amortização do endividamento caiu de 5,05 anos para 4,48 anos.  A CTG tem pressa nas negociações porque sabe que quanto mais o tempo passar maior será o risco de enfrentar concorrentes. A própria CPFL tem interesse na Eletropaulo, apesar da grande probabilidade de sofrer o veto ou ao menos restrições do Cade devido à participação quase monopólica no estado de São Paulo.

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18.07.16

Bons ventos

 A EDP está se unindo a fundos canadenses para investir em energia eólica no Brasil. A companhia já tem quatro complexos geradoras da modalidade no país.

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25.08.15

Three Gorges deixa EDP Energias do Brasil à meia luz

O próprio presidente da EDP Energias do Brasil, Miguel Setas, já começa a se perguntar até quando terá uma cadeira para se sentar e uma empresa para trabalhar? Todas as decisões da China Three Gorges (CTG), que assumiu o controle da EDP em 2011, apontam para o encolhimento das operações do grupo no mercado brasileiro. Os asiáticos procuram um comprador para a capixaba Escelsa, uma das distribuidoras da EDP no país – a outra é a paulista Bandeirante. Segundo o RR apurou, Miguel Setas vem mantendo conversações com a canadense Brookfield e a Equatorial Energia. A inapetência chinesa em relação ao Brasil não se restringe à área de distribuição. Os investimentos em geração foram cortados praticamente a zero. A medida atingiu não apenas os projetos hidrelétricos e termelétricos, mas também de energia eólica, até outro dia a grande aposta da EDP no Brasil. Na própria EDP do Brasil, ninguém se arrisca a dizer até onde vai a disposição dos chineses para enxugar a operação do grupo no país – e é melhor nem perguntar. O fato é que a Three Gorges está particularmente preocupada com o nível de alavancagem da subsidiária. Nos últimos 12 meses, a dívida líquida dobrou de tamanho, chegando perto dos R$ 5 bilhões. A relação endividamento/ patrimônio líquido, que, historicamente, sempre girou em torno de 50%, já está perto do um para um. Consultada, a EDP não confirma as informações. * Equatorial e Brookfield preferiram não responder ao RR.

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27.04.15

Luz para todos

A EDP pretende antecipar para o ano que vem a entrada em operação da hidrelétrica de Cachoeira do Caldeirão (AP), inicialmente prevista para 2017. O governo agradece. A usina adicionará 219 megawatts ao Sistema Interligado Nacional.

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