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Editora Abril

31.01.19
ED. 6045

Ao pé do ouvido

Os irmãos Moreira Salles até chegaram a trocar ideias quanto às suas possibilidades na Editora Abril. O clã tem intimidade com o setor. Fernando foi sócio da IstoÉ e João é dono da Piauí.

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14.09.18
ED. 5953

Alto de página

O anúncio de que a Editora Abril desembolsará R$ 10 milhões para pagar parte das verbas rescisórias em atraso não aplacou a insatisfação dos demitidos. Ex-funcionários estão organizando um ato público para hoje, em frente à sede da empresa. Segundo o RR apurou, está prevista a divulgação de uma carta aberta à família Civita

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28.08.18
ED. 5941

Buscapé

O fundo norte-americano Redpoint Venture teria aberto negociações para a comprado Buscapé. O site de buscas  ao grupo sul-africano Naspers, que, no Brasil, já foi sócio da Editora Abril.

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27.08.18
ED. 5940

Inverno em Abril

A Rádio-Corredor da Editora Abril informa que os irmãos Giancarlo Civita e Victor Civita Neto viajaram para a Europa logo após o pedido de recuperação judicial, sem data estipulada para retornar ao Brasil.

Os ex-funcionários demitidos recentemente pela Editora Abril estão criando uma associação para o que promete ser uma longa batalha nos tribunais. Como a empresa não homologou as mais de 800 demissões antes do pedido de recuperação judicial, os trabalhadores não conseguiram sacar o FGTS ou sequer solicitar o seguro desemprego. O grupo pretende ainda fazer o que sabe de melhor, jornalismo, e criar um perfil nas redes sociais para noticiar o andamento dos processos contra a Abril.

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23.07.18
ED. 5915

Editora Abril busca uma plataforma para o futuro

A Editora Abril caminha para um processo de recuperação judicial, segundo incontestável fonte do setor. A empresa tem problemas operacionais e financeiros agudos. A própria chegada da Alvarez & Marsal indica esta direção: não há outra justificativa para a contratação da consultoria, praticamente sinônimo do expediente. À primeira vista, a medida assusta, até porque é inevitável uma sangria no corpo de funcionários. Mas, em alguns casos, a recuperação pode ser literalmente a redenção.

A Abril, que, ao contrário da Globo, se atrasou em demasia na migração do conteúdo impresso para o meio digital, apostou suas fichas no papel e não se desenvolveu nas redes ou em novos modelos de negócios, como o streaming, está sendo obrigada a se reestruturar e virar a mesa de toda a operação. Está previsto o enxugamento da carteira de publicações. Com garantia de continuidade, somente os cavalos geradores de caixa: Exame, Claudia e Veja. A janela para o futuro passa pela adequação do parque gráfico, da distribuidora de publicações próprias e de terceiros, a mudança de perfil do profissional com cortes e vendas.

No melhor dos cenários, a Abril passaria a ser a primeira “editora de magazines digital puro sangue” do Brasil e quiçá das Américas. O conteúdo permaneceria com alta qualidade, mas as imagens passariam por uma verdadeira revolução, com a adoção da tecnologia de animação. Um exemplo: os álbuns de figurinha, que já foram uma tradição da Abril, poderiam ser adaptadas para a animação. As revistas em quadrinho – a Abril acabou com a linha Disney – poderiam retornar seguindo o mesmo caminho. Procurada pelo RR, a Editora Abril não quis se pronunciar. A Editora se tornaria disruptiva no mercado, mantendo-se como uma mídia influente e revalorizando o seu conteúdo. O segredo seria o uso do meio digital com movimento, animação, interatividade. O primeiro passo, e o mais difícil, é assumir que a Abril não é uma companhia de papel, não obstante tenha se preparado desde sempre para ser uma revisteira. Se não mudar vai dançar. A boa nova é que a metamorfose está em curso.

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