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14.06.22

BR-153 e Fiol lançam dúvidas sobre o programa de concessões

Parafraseando Pedro Malan, no que diz respeito ao programa de concessões de infraestrutura do governo Bolsonaro, até o passado é incerto. Segundo o RR apurou, a Bahia Mineração (Bamin) e a Ecorodovias estudam pleitear o reequilíbrio dos contratos de concessão, respectivamente, da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste) e da BR-153. O duplo movimento seria um duro golpe para o Ministério de Infraestrutura.

A pressão de investidores para renegociar dois acordos firmados há menos de um ano lança mais dúvidas sobre o futuro do programa de concessões, no momento em que o governo cancela leilões por falta de candidatos, a exemplo da BR-381. No caso da Fiol e da BR-153, o que está em jogo é um pacote de investimentos somados da ordem de R$ 11 bilhões. O problema é que a conta não fecha e bastaram poucos meses para o estudo de viabilidade das duas operações ficarem defasados. A disparada dos preços de insumos, como aço e cimento, está jogando por terra a projeção de rentabilidade das duas operações vis-à-vis os investimentos exigidos por contrato.

A Bamin, leia-se o Eurasian Resources Group (ERG), do Cazaquistão, terá de desembolsar cerca de R$ 3,3 bilhões na Fiol. Em relação à BR-153, a conta é ainda mais pesada: a Ecorodovias precisará investir quase R$ 7,8 bilhões. Procuradas pelo RR, as duas empresas não quiseram se pronunciar. No caso da Fiol, a preocupação na Pasta da Infraestrutura é ainda maior: as obras, originalmente a cargo da Valec, seguem praticamente paradas. De acordo com a mesma fonte, ainda não haveria garantias de que serão retomadas no segundo semestre, conforme previsto.

Por sinal, o legado de Tarcísio Freitas no governo parece estar cheios de pontos de interrogação. O desmonte passa também pelos homens de confiança de Freitas. O ministro Ciro Nogueira trabalha nos bastidores para derrubar o diretor-geral do DNIT,  general Antonio Leite dos Santos. O oficial foi levado para o governo pelas mãos do ex-ministro. Ressalte-se que recentemente Rodrigo Cruz, também ligado a Freitas, foi demitido do cargo de secretário executivo do Ministério da Saúde.

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08.02.22

Praça do pedágio

A Ecorodovias vem conversando com o BNDES. Deve ser a próxima empresa a “estacionar” na nova linha de crédito criada pelo banco para concessões rodoviárias, que tem como garantia a receita do pedágio.

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19.10.21

Quilometragem

A Ecorodovias estuda sua participação no leilão da BR- 381, em Minas Gerais, previsto para novembro.

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01.09.21

Rumo à Nova Dutra

A Ecorodovias estaria em conversações com um grande fundo de investimento norte-americano. Em pauta, a formação de um consórcio para disputar o leilão da Nova Dutra, marcado para 29 de outubro. O investimento previsto beira os R$ 15 bilhões. Consultada, a empresa não se pronunciou.

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14.06.19

Praça do pedágio

Os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida retomaram as conversas para a venda do controle da EcoRodovias à italiana Gavio, acionista da empresa. As primeiras tratativas, há cerca de um ano, esbarraram na falta de acordo sobre valores. As cifras giram em torno dos R$ 3 bilhões.

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29.03.19

Uma ponte para o BNDES

A EcoRodovias/Ecovias vai buscar o apoio do governo federal, mais precisamente do BNDES, para colocar de pé o projeto de construção da ponte entre Santos e Guarujá, orçado em R$ 3 bilhões. Antes, os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida, controladores da companhia, terão de acertar os ponteiros com a Artesp – a agência reguladora de transporte de São Paulo. O empreendimento depende do reequilíbrio econômico financeiro do contrato de concessão da Anchieta-Imigrantes, administrada pela Ecovias.

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22.03.19

Uma ponte para o BNDES

A EcoRodovias/Ecovias vai buscar o apoio do governo federal, mais precisamente do BNDES, para colocar de pé o projeto de construção da ponte entre Santos e Guarujá, orçado em quase R$ 3 bilhões. Antes, os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida, controladores da companhia, terão de acertar os ponteiros com a Artesp – a agência reguladora de transporte de São Paulo. O empreendimento depende também do reequilíbrio econômico financeiro do contrato de concessão da Anchieta-Imigrantes, administrada pela Ecovias.

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22.10.18

Pela família e pelo Pátria

Ecorodovias, da família Rego Almeida e Pátria Investimentos, poderão entrar de braços dados no leilão da Rodovia de Integração do Sul, marcado para o próximo dia 1 de novembro.

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23.07.18

Águas passadas?

A resistência dos Rego Almeida, leia-se Ecorodovias, começa a dar sinais de esgotamento. O clã já discute a hipótese de vender o Ecoporto, terminal no Porto de Santos. A família pagou R$ 1,3 bilhão pelo negócio em 2012 e nunca chegou nem perto de recuperar o dinheiro. Hoje, o Ecoporto estaria operando com uma ociosidade superior a 50%.

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13.06.18

Estradas vazias

O governo tem procurado grandes concessionárias de rodovias, como CCR e Ecorodovias, para testar o apetite do mercado por um modelo diferente de licitação. Não haveria preço de outorga nos leilões e nem exigência de investimentos; as empresas teriam de fazer apenas a conservação dos trechos. Como tudo que diz respeito ao governo Temer, a generosa proposta não tem tido popularidade entre os investidores.

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