fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
25.03.21

O estouro do milho

O governo deverá manter a alíquota zero para a importação de milho. A princípio, a isenção de tarifa vigoraria até o próximo dia 31. Até agora, no entanto, a medida não surtiu muito efeito. O preço do milho e a inflação estouram feito pipoca na panela.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.21

Auxílio emergencial ameaça rachar o Brasil

A divisão entre os estados no que diz respeito à continuidade do auxílio emergencial pode influenciar não somente as unidades federativas, mas também a escolha do presidente da Câmara, o maior ou menor fortalecimento do ministro Paulo Guedes e, em última instância, a reeleição de Jair Bolsonaro. A questão que interliga todos esses pontos é o risco de uma disputa fratricida entre as regiões ricas e pobres do país e também dentro dos próprios estados. A ameaça de ruptura é horizontal e vertical. As unidades da federação contrárias à prorrogação do benefício – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal – vocalizam os Secretários de Fazenda, que, por sua vez, dublam seus respectivos governadores.

Mas, essa posição anti-auxílio está longe de representar a população local, majoritariamente favorável à extensão do pagamento emergencial. Segundo o último levantamento Exame/Ideia, na média nacional 70% dos brasileiros apoiam a medida. Ressalte-se que há outro indicador nevrálgico que começa a andar paripassu a esse. De acordo com a pesquisa mais recente do Datafolha, 53% da população são contrários ao impeachment de Jair Bolsonaro. Certamente, boa parte deste contingente é formado por pessoas que recebem o auxílio-emergencial. Caso o governo engavete a prorrogação do benefício, uma parcela considerável dos brasileiros tende a
migrar automaticamente para o lado pró-impeachment.

Por ora, essa questão está sob brumas. Jair Bolsonaro não entregou se vai ou não renovar a concessão do auxílio emergencial. Em certa medida, essa postura tem servido de combustível para a disputa “ricos x pobres” – um duelo, ressalte-se, travado entre governos, não entre a população. Segundo o RR apurou, os estados favoráveis ao benefício já discutem algum tipo de manifestação pública para demarcar território e, ao mesmo tempo, dar uma mensagem para os seus eleitores. São as mesmas unidades da federação que, na sexta-feira passada, enviaram carta a Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre pedindo pela extensão do auxílio emergencial – os 16 estados do Norte e do Nordeste, mais Paraná e Mato Grosso do Sul. A prorrogação ou não do benefício mexe com tudo: renda, consumo, serviços, segurança pública, cenário eleitoral etc.

Do lado oposto, estão os mais abastados. Os estados “anti-auxílio” reúnem o equivalente a 72% do PIB nacional. São também os piores pagadores da federação. Somente São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais carregam quase 95% de toda a dívida dos estados junto à União. Este grupo quer furar a fila da “vacinação fiscal”, isto é pular na frente dos demais estados e antecipar seu processo de recuperação ainda que à custa dos mais de 60 milhões de brasileiros que encontraram no auxílio emergencial sua única fonte de recursos. Entre distribuir renda para a população por meio do benefício ou defender a retomada do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), os secretários de Fazenda desses estados não pensam duas vezes.

“Farinha pouca, meu pirão primeiro”. Como se atraso na vacinação, mortes, milhares de internados em UTIs, desemprego, queda do poder de compra, retração da economia etc não fossem uma ameaça ainda maior. O árbitro desse embate federativo não poderá tardar a se manifestar. Há muito em jogo para Jair Bolsonaro. Difícil imaginar que ele se negue a renovar o auxílio-emergencial no momento em que a vacina atrasa, a pandemia recrudesce e o número de mortos aumenta. Além disso, esse racha entre os estados pode se refletir dentro da Câmara, com a formação de um bloco não por partidos, mas por região, em que os estados mais prejudicados com a suspensão do benefício se voltariam contra qualquer projeto de interesse do Palácio do Planalto, engessando o governo. 2022 é logo ali.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.12.20

Receita de Natal para Paulo Guedes não ser detestado

O RR quer dar um presente de Natal a Paulo Guedes, que empreendeu uma enérgica batalha pela aprovação de medidas econômicas necessárias ao ajuste econômico e à retomada do crescimento. Decidiu por ofertar um decálogo de ações facilitadoras do diálogo com os diversos públicos. Bobagem isso que ministros da Economia têm de ser naturalmente odiados. Ao contrário, Guedes tem de tentar ser amado e não se manter como o sujeito intolerável que aparece nas mídias. Vamos às propostas:

I. O ministro deve ser reportar mais à população e não somente aos empresários , quando trata das dificuldades com o Congresso para aprovação das reformas estruturais. As reformas são do povo. É isso que Guedes têm de conseguir expressar.

II. As reformas têm de ser mostradas em bloco para a sociedade. Na TV, no cinemas e todas as mídias do país, em um movimento simultâneo de guerra e paz. Querer fazer uma mudança estrutural nos hábitos e direitos da população sem dar explicações convincentes parece um contrassenso.

III. A pedra de toque é a expressão “melhoria geral para todos”. Ou algo assim. Recomenda-se que o ministro foque seu discurso nos pontos centrais da reforma. Nada de diversionismo, como falar de imposto do pecado ou de fundo das estatais.

IV. E onde estão os gráficos, estatísticas e simulações do que essa gestão reformista vai trazer de benefícios ao povo? E cadê o material de divulgação que explique bem explicadinho o que todos vão ganhar?

V. Eficiência, eficácia, controle, ajuste, racionalização são termos para um publico que não precisa de carinho. Estamos falando de banqueiros e afins. Mas, o país não é compostos só pelos donos do capital. Vale a pena pensar em frases diferentes para aqueles que querem e precisam ser bem tratados. Que tal: “Eu estou com você e não abro mão de lhe dar um emprego” ou “Eu coloco minha honra em jogo se não viveremos muito melhor”.

VI. Guedes deve parar de dar entrevistas destemperadas ao fim de palestras ou na porta do Ministério e organizar o contato com  imprensa para encontros permanentes e amigáveis. Se não, ficará refém de entrevistas no calor de hora e depois do achincalhe nos jornais.

VII. O ministro é inteligente, uma força viva, por isso não precisa se vangloriar dos seus feitos ou da sua capacidade intelectual. O que era para ser reconhecido como mérito acaba sendo pedantismo e bravata. “Li Keynes no original, três vezes”, nunca mais.

VIII. Guedes não vai fazer tudo o quer, mesmo que essa seja a sua intenção. Valeria reforçar a mensagem sobre a importância de colaboração do Congresso. O ministro não conseguirá realizar as reformas se não tiver a “cumplicidade dos políticos”. Parece uma platitude, mas é umas melhores recomendações.

XIX. Recomenda-se variar as abordagens nas dezenas de apresentações que o ministro dá. O mercado financeiro sabe de cor o que Guedes vai dizer. O que sobra é a graça dos chistes e o mal estar das grosserias. É preciso pautar todos os públicos. Caso contrário, Guedes posa de tribuno “de uma nota só para um público só”. É chato.

X. Recomenda-se também ao ministro não sair batendo, sem limite, nas entidades corporativas. O exemplo mais recente foi o da Febraban. Guedes deveria lembrar de uma das suas referências, o professor Octávio Gouvêa de Bulhões, que recusava pedidos de empresários e não alterava um músculo do rosto quando tinha de anunciar medidas restritivas. Tinha a maior autoridade, mas não brigava com ninguém. A beatitude de Bulhões pode ser muito para Guedes. Mas, seu comportamento regrado poderia ser uma boa inspiração.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.12.20

Tira-teima

Há uma expectativa firme de que os lucros das companhias abertas terão uma alta expressiva no último trimestre do ano, espelhando uma melhora da economia como um todo. A performance funcionará como um desempate: no primeiro semestre, os resultados das empresas de capital aberto caíram 82%; no terceiro trimestre, subiram 87%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.11.20

Expansão

A equipe econômica está vibrando com a arrecadação maior em novembro. Em dezembro, a expansão será maior ainda. Os dois meses já se aproximam do mesmo período de 2019.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.10.20

Governo Bolsonaro engasga com as tarifas do arroz

No que seria uma súbita confissão de fracasso, o governo já cogita dar meia volta, volver e suspender a isenção temporária das tarifas para a importação de arroz – a princípio idealizada para durar até dezembro. No Palácio do Planalto, a avaliação é de que a medida foi um tiro no pé. Gerou forte insatisfação dos produtores nacionais, colocou a bancada ruralista na contramão do governo e tudo isso sem entregar o principal: frear a alta dos preços do cereal no mercado interno.

As razões fogem ao controle dos tecnocratas de Brasília. Os estoques mundiais de arroz estão baixos. Até o momento as cargas importadas, notadamente dos Estados Unidos, Guiana e Índia foram pequenas e não tiveram impacto no mercado brasileiro. A solução natural seria buscar arroz no mercado asiático – maior produtor global.

No entanto, a grande parcela da safra local está sendo literalmente devorada pela China, que, de janeiro a agosto, aumentou as compras da commodity em 60% na comparação com igual período em 2019. Em tempo: se os preços do arroz não subiram ainda mais, o consumidor pode agradecer principalmente ao contrabando vindo da Argentina, Uruguai e Paraguai. No próprio Ministério da Agricultura esse comércio paralelo já ganhou o apelido de “passeio noturno”. Normalmente, a mercadoria entra no país durante a madrugada, sobretudo por meio de barcaças. No mesmo dia, na parte da tarde, já está no pátio de alguma indústria brasileira.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.10.20

Sai o precatório e entra a dívida ativa da União

Em meio aos delírios e ao desordenado ziguezague da equipe econômica na busca por recursos para financiar o Renda Cidadã, uma ideia que parecia morta voltou à ribalta. Trata-se da criação de um fundo especial de créditos inadimplidos da dívida ativa da União. O projeto permitiria a securitização ou mesmo a venda para terceiros, com alguma taxa de deságio predefinida, de parte dos recebíveis de contribuintes cadastrados na dívida ativa.

Ou seja: o governo poderia trocar “dinheiro ruim” (de recebimento duvidoso e de prazo incalculável) por “dinheiro bom”, leia-se liquidez imediata. A escala da operação mais do que justificaria essa arquitetura. O total da dívida ativa da União gira em torno de R$ 2,2 trilhões. Significa dizer que se o governo conseguisse recuperar uma parcela ínfima de não mais do que 2%, colocaria para dentro do Tesouro algo em torno de R$ 40 bilhões, mais do que o orçamento do Bolsa Família previsto para 2021. A ideia não é nova – aliás, este é um governo de poucas composições inéditas e muitas regravações.

Este é um projeto antigo de José Serra. No passado recente, Henrique Meirelles também levantou a bola algumas vezes. Trata-se de uma proposta bem mais sensata do que  o uso de recursos de precatórios, o balão de ensaio que não durou sequer um dia. É a mão inversa: em vez de dar um calote e fazer uma gestão esperta de seus passivos, o governo buscaria dinheiro entre os seus créditos. É muito mais razoável, para dizer o mínimo. Não faltam alternativas para a viabilização desse fundo lastreado nas dívidas ativas da União. Parte desses créditos poderia ser comprada por fundos de pensão e bancos públicos, a começar pelo BNDES.

Também seria possível testar o próprio mercado, com a venda desses passivos securitizado a bancos e investidores privados. Seriam títulos com risco zero, uma vez que o próprio governo daria a garantia de recompra em um determinado prazo, a despeito do crédito ser ou não recuperado. Em tempo: ontem, o desatino de Paulo Guedes com a questão dos precatórios e do Fundeb levou auxiliares do presidente Jair Bolsonaro a fazer gozação com o ministro da Economia. Houve quem perguntasse, ironicamente, por que Guedes não desloca verbas de fora do teto de gastos para o pagamento do Renda Cidadã, tais como os recursos alocados para a construção das novas fragatas da Marinha. O RR não falou que foi o ministro Rogério Marinho o autor da pilhéria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.09.20

O ser ou não ser dos gastos públicos

Há uma dúvida shakespeariana no centro do debate nacional: se o Brasil vai seguir em seu movimento de recuperação da economia, amparado em uma âncora de contenção dos gastos públicos, ou, quando cortados os incentivos fiscais, vai se tornar um “país zumbi”, conforme a expressão cunhada por Martin Sandbu, do Financial Times. Essa é a discussão de fundo em relação ao que se pode esperar das reformas. Sem as mudanças estruturais da economia, possivelmente não se terá o teto dos gastos já no próximo ano.

Com as reformas e a manutenção do teto dos gastos, a austeridade fiscal trará um tempo árido para a economia ou os investimentos retornarão já no próximo ano? As lições que vêm da Europa e da América recomendam que ainda não é hora de suspender as injeções fiscais. Pelo contrário. São necessários volumes maiores de gastos públicos para soerguer as economias. É bem verdade que a recuperação da economia brasileira surpreende quando comparada com o resto do mundo.

Mas, a dúvida que racha economistas de varias estirpes é a mesma: a economia do Brasil começou a pandemia despencando; foi o relaxamento fiscal, sem dúvida, que lhe deu tonicidade. Como ela reagirá se a expansão fiscal for suprimida ou trocada por uma política menos restritiva? Há dúvidas também até que ponto o crescimento per si pode ser um bálsamo para a relação dívida/PIB. Novamente, os exemplos que chegam de fora  Espanha, Itália, Japão, Estados Unidos – demonstram que as economias se tornaram mais flexíveis em relação a esse indicador.

Isto para não dizer que uma grande parcela dos países do mundo aproximou sua dívida interna bruta para uma relação dívida/PIB igual à do Brasil, próxima de 100% do PIB. Em meio a essas interrogações atrozes, o fato é que o ambiente propício à desconstrução criativa vem estimulando uma produção acadêmica contrária ao pensamento conservador hegemônico. Além de derivações da nova teoria monetária – que já não é tão nova assim -, um ícone do pensamento neoclássico, o ex-secretário do Tesouro Lawrence Summers, tem arriscado equações que demonstram uma certa circularidade da expansão fiscal; ela seria financiada pela expansão do PIB. Portanto, o gasto público até certo ponto não seria um problema, mas solução. A ver, como tudo que aqui foi dito, em relação ao Brasil e ao mundo inteiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.08.20

A volta dos que não foram

Quem disse que dois raios não caem no mesmo lugar? O projeto de lei do tabelamento de juros do cheque especial e cartão de crédito, aprovado no Senado, é primo-irmão, do célebre artigo constitucional de fixação dos juros em no máximo 12% – ideia do falecido  deputado Fernando Gasparian. A excentricidade permaneceu mais de uma década inserida na Carta Magna sem nunca ser aplicada. A atual proposta de tabelamento, que ainda tem de passar pela Câmara, vai até dezembro. Mas, pode virar uma cunha para ser estendida por prazo indeterminado. Quando parecia que essa obsessão macabra pelo controle dos juros era algo já sepultado, eis que o zumbi se reergue da tumba. Que medo!

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.03.20

O orçamento de guerra de Guedes e a relação com o Congresso

Termômetro

INSTITUCIONAL

O orçamento de guerra de Guedes e a relação com o Congresso

 

Em sua participação na coletiva de hoje, o recado mais importante do ministro Paulo Guedes foi: o governo gastará o que for necessário e ampliará o que já foi anunciado.

Ainda que haja uma série de questionamentos (os do setor de varejo se ampliarão, inclusive as reclamações sobre aumento de juros e retração de crédito bancário), Guedes começa a mostrar mudança definitiva de política, adotando, como se cobrava, a visão de “orçamento de guerra”. Essa abordagem deve se aprofundar nos próximos dias.

A questão ainda não equacionada é a velocidade dessa reação. O Congresso, sob a liderança de Rodrigo Maia, puxará por uma aceleração e ampliação rápida de gastos, a qual o ministro ainda resiste. Essa sintonia está longe de ser resolvida e pode gerar disputa de poder.

Um teste para isso, amanhã, será a negociação para PEC emergencial que determine fontes para os gastos sociais a serem implementados pelo governo federal. Outro virá da capacidade do ministério da economia em empenhar os valores em apoio aos trabalhadores informais.

POLÍTICA

Divórcio estratégico

 

Outro fator nessa equação virá de pronunciamento do presidente Bolsonaro, previsto para hoje à noite. 

Se ocorrer e confirmar a aposta em convocação à imediata retomada das atividades econômicas, sob a tese do isolamento vertical, definirá um divórcio – que cada vez mais parece proposital e parte de uma estratégia – entre as falas do presidente e as ações do seu próprio governo.

Na coletiva dos ministros hoje, por exemplo, Guedes e Moro deram declarações que contrariam o discurso do presidente ao mesmo tempo em que teceram elogios a ele – o mesmo fez o ministro Mandetta, cuja imagem continua a se fortalecer diante da opinião pública, mas sem os elogios.

A questão, no entanto, será a possibilidade de sustentar essa linha diante do aumento diário de casos e mortes na semana geradas pelo coronavírus. Hoje ambos os números trouxeram salto expressivo.

ECONOMIA

Começam a se multiplicar os indicadores pós coronavírus

 

Os indicadores previstos para amanhã podem ser divididos em dois grupos:

1) Os que, como a PNAD liberada hoje, darão a curva da economia brasileira pré coronavírus (a PNAD indicou que já era negativa no que toca ao desemprego), com destaque para a Produção Industrial de fevereiro (IBGE), para a qual se estima recuo importante.

2) Os que, referentes à março, mostrarão o impacto direto do vírus na economia: o Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br); a Balança Comercial e a Venda de Veículos (Fenabrave). Já se conta, no mercado, com retração geral, capitaneada pelos dados do setor automotivo. A questão amanhã será se o grau dessa queda estará dentro do que se imagina ou acima, como foi o caso, por exemplo, nos primeiros dados de emprego para março divulgados nos EUA. Ainda nesta quarta, virá o IPC-S fechado de março (FGV), que deve confirmar aceleração nos alimentos.

No exterior, justamente, novos números para o mês serão divulgados amanhã, com destaque para os Empregos Privados nos EUA, que deve apresentar forte recuo (estima-se na casa de -150 mil empregos, pelo menos). Ainda para os EUA, o PMI (Markit) e o Índice ISM, ambos para a indústria e ambos com retração (maior, provavelmente, no ISM).

Também nesta quarta, saem o PMI Industrial da zona do Euro, da Alemanha, da França e da Itália, de março (maiores recuos devem ser na França e na Itália) e a taxa de desemprego de fevereiro, para a zona do Euro, que pode não trazer, ainda, os efeitos do coronavírus.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.