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20.07.16
ED. 5415

Dufry busca novas rotas no Brasil

 A suíça Dufry, maior rede de free shops do mundo, deverá abrir o leque de sua atuação em aeroportos no Brasil. A companhia pretende criar um braço para abrigar redes de lojas de roupas e até lanchonetes.  A nova empresa somente existirá no Brasil e vai incorporar os pontos de venda da Hudson, marca de livrarias da Dufry. Se os resultados forem promissores, o grupo levará a ideia para outras operações no mundo. A nova estratégia da Dufry é filha da crise. Com esta jabuticaba, os suíços esperam compensar parte das perdas que têm sofrido no Brasil em decorrência da retração econômica e da queda no turismo internacional. Mesmo com a recente recuperação do real, a Dufry projeta uma queda de receita da ordem de 10% para a sua operação brasileira em 2016. • As seguintes empresa não se retornaram ou não comentaram assunto:  Dufry.

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21.01.16
ED. 5292

Crise faz parada obrigatória no free shop

 A Dufry virou uma passageira da agonia. O dólar a R$ 4 e o consequente declínio das viagens para o exterior estão triturando a operação brasileira da maior rede de free shops do mundo. A companhia trabalha com um cenário desalentador para 2016, sobretudo a partir de março, depois do período de férias e do Carnaval. As estimativas apontam para uma queda de receita em dólar da ordem de 10% em relação ao ano passado, por conta do menor fluxo nos aeroportos, notadamente nos voos internacionais.  A Dufry responde com o verbo possível para as circunstâncias: cortar, cortar e cortar. Segundo fonte próxima ao presidente da empresa no Brasil, Gustavo Fagundes, os suíços suspenderam os investimentos de R$ 120 milhões previstos para este ano. Os planos de expansão no país foram duramente atingidos: até 2018, deverão ser abertas menos de 20 lojas no país, um quarto do que estava previsto. Os suíços pretendem dar prioridade à inaugura- ção de lojas de rua – seja pela ausência de novos aeroportos no Brasil, seja pelo bom desempenho alcançado pelo único ponto de venda da companhia neste conceito até o momento. A loja da Dufry no Centro do Rio teve um lucro de 10% sobre a receita em 2015 – uma das raras unidades do grupo no país a fechar o ano no azul. A empresa Dufry não retornou o assunto.

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28.07.15
ED. 5172

Fora da meta

Em apresentações a bancos de investimento, a Dufry AG tem colocado sobre a mesa a promessa de chegar a 150 lojas no Brasil até 2017. O problema é que o plano anterior previa 120 pontos de venda em 2014, e os suíços pararam em 70 lojas. Procurada, a Dufry não se pronunciou alegando estar em período de silêncio.

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08.05.15
ED. 5116

Abilio Diniz passa muito rapidamente pelo free shop

Abilio Diniz não é homem de passatempos. Com todas as energias voltadas para o Carrefour, o empresário parece ter se cansado de bancar o dono de free shop. Diniz estaria desmontando sua participação no controle mundial da Dufry AG, uma das maiores varejistas de aeroportos do mundo, com mais de 1,6 mil lojas em 63 países. Já reduziu sua fatia no capital de 2% para 1%. O próximo passo deverá ser a saída em definitivo do negócio, com a venda do restante das ações, provavelmente para a própria suíça Travel Retail Investments, maior acionista da companhia, com 27%. Ao se confirmar o check out de Diniz, a expectativa ficará por conta da decisão que será tomada pela Tarpon Investimentos. Fiel escudeira do empresário, a gestora de recursos detém 5% da Dufry AG. A Tarpon desembarcou no negócio de braços dados com Diniz. Zarpará junto com ele caso se consume a sua retirada do negócio? Provavelmente é o que o empresário espera, mesmo porque a venda em bloco permitiria a  dupla negociar um preço de saída mais vantajoso. Abilio Diniz chegou a  Dufry AG, ao fim de 2013, no melhor estilo Abílio Diniz, com o firme propósito de aumentar gradativamente a sua presença no bloco de controle e participar da gestão da companhia – conforme informou o RR na edição nº 4.837. Seria o portão para o retorno de Diniz ao varejo. No entanto, poucos meses depois, o Carrefour passou encilhado a  frente do empresário, mudando o eixo da história. Desde então, seu interesse pela rede internacional de free shop teria esfriado a temperaturas próximas de zero. Mesmo porque a distância entre a Dufry real e a Dufry imaginada por Diniz é grande. Os últimos meses têm sido duros para o grupo em diversos países. A margem de lucro média das lojas gira em torno dos 10%, metade do patamar projetado pelos suíços. Há quase um ano, a companhia não inaugura um ponto de venda. No caso específico do Brasil, ao menos há a promessa de abertura de novas lojas nos aeroportos de Manaus, Salvador e Curitiba até 2016. Provavelmente, quando esse dia chegar, Abilio Diniz já estará fora desse voo.

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