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09.06.20

Prêmio de consolação

Além do pedido de ajuda ao presidente Jair Bolsonaro contra as cotas impostas pelos Estados Unidos – como se Donald Trump o escutasse – os siderurgistas brasileiros reivindicam ao governo a elevação das alíquotas de importação para o aço chinês. Em 2019, a entrada do produto no Brasil subiu 35%.

 

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22.05.20

Brasil está ameaçado de isolamento internacional

O Brasil corre o risco de sofrer um lockout internacional. Há indícios de que o país poderá ser colocado em isolamento pelas grandes nações e blocos econômicos. Por isolamento entenda-se a adoção de medidas restritivas, tanto na circulação de pessoas quanto de mercadorias. A quarentena englobaria, entre outras punições, a suspensão de voos provenientes do Brasil, a proibição do tráfego marítimo e o bloqueio à entrada de produtos brasileiros em importantes mercados, como Estados Unidos, China e União Europeia. As sanções seriam uma resposta à perversa combinação da escalada de casos de coronavírus no país com a desconexa política externa do governo Bolsonaro.

Entre diplomatas e especialistas em comércio exterior, corre, inclusive, a versão de que a decisão de Roberto Azevedo de renunciar à direção da OMC teria sido motivada pela incapacidade de domar os desvarios do governo brasileiro na área de relações exteriores e pela iminência de sanções contra o país. Na comunidade internacional, há um entendimento de que o país está se consolidando como o novo epicentro do coronavírus, percepção acentuada pelo desgoverno do presidente Jair Bolsonaro na gestão da pandemia. Cresce o temor de que o Brasil possa vir a ser o irradiador de uma segunda onda de contaminação em países que já deixaram para trás o pico da curva, sobretudo na Europa e na Ásia.

A insistência de Bolsonaro em confrontar a ciência e contrariar protocolos globais tem sido vista como um fator de risco a mais. Um dos sinais de que o país pode enfrentar uma quarentena internacional veio do “aliado” Donald Trump. Na última terça-feira, o presidente dos Estados  Unidos citou a possibilidade de proibir o transporte aéreo de passageiros entre os dois países – “Não gostaria dessas pessoas vindo contaminar os americanos”. Se os países estão isolando o próprio povo, por que não iriam isolar o povo alheio? Outra evidência de um possível isolamento do Brasil partiu da China. Desde a semana passada circula a informação de que o governo chinês sugeriu ao seu parque industrial antecipar as compras de soja e formar estoques.

Em certa medida, a preocupação global em frear o ir e vir do coronavírus transforma o Brasil na nova China. Um exemplo: somente as exportações brasileiras de café movimentam por ano cerca de 120 mil contêineres. Não há um estudo científico definitivo sobre o risco ou não de contaminação com o manuseio desses equipamentos. Mas, é importante lembrar, que, no pico da pandemia na China, mais de um terço dos contêineres de todo o mundo ficou retido no país asiático pelo receio de que eles espalhassem o coronavírus pelo mundo. A mesma preocupação se aplica a produtos agrícolas. Por quanto tempo o coronavírus sobrevive em um grão de café ou de soja? Não se sabe. No caso do setor cafeeiro, a ameaça é ainda maior devido ao calendário agrícola.

O Brasil está no meio da colheita de café. São mais de 800 mil trabalhadores no setor, a maioria esmagadora oriunda dos estratos mais baixos de renda e exposta a condições sanitárias de risco. Em algumas regiões produtoras do país, a colheita ainda é majoritariamente humana, aumentando o risco de eventual contaminação do café. No Espírito Santo, por exemplo, mais de 70% dos grãos passam pelas mãos dos trabalhadores. Nesse contexto, outro ponto preocupante é o enfraquecimento do Brasil no grande jogo das relações internacionais.

O país tem perdido representatividade nos organismos multilaterais. Com a saída de Roberto Azevedo da OMC, a rigor, o Brasil tem apenas uma posição de liderança entre entidades do primeiro time: José Sette, na direção da Organização Internacional do Café. No ano passado, José Graziano deixou a FAO. Da mesma forma, praticamente toda a geração de diplomas que acompanhou Rubens Ricúpero na Unctad já se aposentou. Some-se a isso o fato de que o Itamaraty, hoje, sob o comando de Ernesto Araújo, se notabiliza mais pela defesa do presidente Bolsonaro do que por sua capacidade de fazer diplomacia.

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30.04.20

Pingo nos is

O RR, na edição da última terça-feira, deu uma de Donald Trump, recomendando a ingestão de desinfetante para tratar o novo corona-vírus. Foi induzido por uma fonte equivocada a dar uma informação desencontrada. A afirmação de que Jair Bolsonaro interveio junto ao Comando Logístico do Exército para a revogação de portarias sobre o controle de munições e armas com o intuito de aumentar os dispositivos de fiscalização não procede. O pedido de Bolsonaro foi exatamente o contrário: permitir o ingresso dos artefatos bélicos sem numeração, o que dificulta tremendamente a fiscalização. Está certíssimo o Ministério Público em investigar a gestão do presidente em decisão do Exército Brasileiro. Pedimos desculpas a nossos leitores.

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17.04.20

Onde os fracos não têm vez…

É avançar ou avançar: pesquisa de opinião encomendada pelo Palácio do Planalto identificou uma melhora na avaliação da performance do presidente Jair Bolsonaro na gestão da crise do novo coronavírus. Pois é…

Depois da Áustria, Dinamarca e Espanha anunciarem o relaxamento de algumas medidas de contingência contra a Covid-19, ontem foi a vez de Donald Trump divulgar diretrizes para reabertura da economia norte-americana. O presidente Jair Bolsonaro assiste a tudo fazendo figa. Vai lá que sua desacreditada peroração em prol da liberação parcial da quarentena esteja em linha com o mundo. Ciência para que, não é?

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O embate entre Jair Bolsonaro e Luiz Henrique Mandetta parece mimetizar a conflitante relação entre Donald Trump e o imunologista Anthony Fauci, médico conselheiro da Casa Branca. Fauci tem sido um defensor ferrenho do isolamento social, além de um crítico ao uso indiscriminado da hidroxicloroquina no tratamento de infectados com o coronavírus. Nos últimos dias, Trump chegou a retuitar nas redes sociais mensagens de apoio à demissão do cientista.

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06.04.20

Os “coronafilhos” alertas e vigilantes

O deputado Eduardo Bolsonaro tem insistido com o pai para que o libere em uma ação diplomática junto aos Estados Unidos. A proposta é costurar um encontro com o governo norte-americano em Brasília. Os assuntos a serem tratados seriam uma colaboração entre os países para o combate da pandemia do novo coronavírus e soerguimento da economia. O verdadeiro objetivo, já que ninguém acredita na efetividade dessa troca de apoios, é reafirmar o alinhamento entre as duas nações.

Eduardo seria o embaixador excepcional do Brasil. O chanceler Eugênio Araújo permaneceria dormitando no Ministério das Relações Exteriores. Antes que alguém imagine o envolvimento direto de Donald Trump nessa história, o convite seria feito a uma autoridade do Departamento de Estado norte-americano. Quem vier, é jogo. Ainda com relação ao “03”, Eduardo fala permanentemente com Olavo de Carvalho, pedindo sugestões e prestando contas das estratégias do Palácio do Planalto.

Bolsonaro, seja lá por qual protocolo informal ou acordo feito com o filho, não conversa com o guru. É informado diretamente pelo caçula sobre as reflexões e dicas do Rasputin da Virgínia. Por essas e por outras, pode se dizer que Olavo está confinado virtualmente no epicentro do governo. É um ministro sem pasta, que responde unicamente ao filho do presidente. O ódio não tem, nem terá fim. O
presidente Jair Bolsonaro não aceita pressão para que o filho Carlos, o “02”, seja deslocado do Planalto, onde encontra-se lotado por sua própria vontade.

Carlos comanda um grupo de operadores de internet, chamado de “gabinete do ódio”. É quem está por trás das campanhas mais pestilentas destiladas nas redes sociais contra os adversários de Bolsonaro. O ministro chefe do GSI, general Augusto Heleno, considerado o “militar do Planalto” com maior influência sobre o presidente, tentou apeá-lo do Palácio pelo menos duas vezes. Em ambas, ouviu defesa radical da atual importância de “02” e da sua lealdade absoluta. Para quem não lembra, a influência de “Carluxo” pode ser medida pela presença no Rolls Royce que levou Bolsonaro ao Planalto, na posse do presidente.

Não há precedente para tamanha manifestação de prestígio. O filho Flavio Bolsonaro, o “01”, tem passado os seus dias bastante dividido. Flávio é o mais apavorado com a pandemia e, ao contrário do pai, não dá apertos de mão ou entabula conversas a menos de um metro de distância. Se, por um lado, o coronavírus lhe causa pavor, por outro colabora para esfriar os seus rolos no Judiciário. Flávio ganha tempo e acredita que a sociedade não voltará a ser a mesma depois que a epidemia passar. O senador quer ficar recluso um bom tempo ainda. É distanciamento social do STF, do Legislativo, Polícia Federal etc. Melhor em casa do que na prisão.

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O ministro Ernesto Araújo e o novo embaixador brasileiro em Washington, Nestor Forster, fizeram apenas backing vocal no encontro
entre Jair Bolsonaro e Donald Trump no último fim de semana. Só para não variar, os diplomatas foram eclipsados pelo “chanceler” Eduardo Bolsonaro.

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28.02.20

À espera da OCDE

Informação de fonte do Itamaraty: a primeira missão da OCDE para avaliar o ingresso do Brasil desembarcará no país em abril. Vem para produzir um diagnóstico sobre a política de direitos humanos e de meio ambiente do governo Bolsonaro. Por ora, é tudo meio jogo de cena. Enquanto Trump não der o sinal – se é que vai dar -, o Brasil continuará enxergando a OCDE de binóculos.

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18.02.20

Sem um aperto de mão, eu rasgo o teu discurso – o aumento significativo da radicalização, polarização e violência política nos Estados Unidos

Observatório

Por Márcio Scalercio, historiador e professor de Relações Internacionais na PUC-Rio.

Para os menos avisados, um mero momento de pirraça entre o presidente Donald Trump e a congressista democrata Nancy Pelosi. Durante a abertura do rito anual do discurso sobre o “Estado da União”, ao entregar a pasta com seu discurso à deputada Pelosi, o presidente negou-se a apertar-lhe a mão estendida. No final do pronunciamento, Pelosi respondeu a afronta rasgando ostensivamente as folhas do discurso presidencial. Trump vexou Pelosi, deixando a mão da deputada “perdida no espaço”, com o fito de externar mundialmente seu desagrado em relação ao processo de impeachment.

Pelosi, uma raposa de cauda felpuda da política, que nada faz por acaso ou sem querer, rasgou a papelada sabendo muito bem que seu gesto viralizaria nas redes imediatamente. Como a banda The Who, em Woodstock, Trump chamou a atenção do mundo quebrando os instrumentos musicais. Pelosi, entrando depois dos roqueiros ingleses, tal qual Jimmy Hendrix, tentou obscurecer o gesto do presidente literalmente incendiando a guitarra. O fato é que existem inquietantes sinais de que o episódio tem um significado bem maior do que um momento de falta de educação mútua de figurões da República. E, como diria algum de nossos avós, “o exemplo vem sempre de cima”. Há algo mais grave pairando no ar.

A ACLED (Armed Conflict Location Event Project) é uma prestigiosa organização não governamental que mapeia os conflitos armados que acontecem no planeta. A ACLED publica um relatório anual sobre prognósticos de conflitos armados, citando as dez áreas mais preocupantes no mundo. Numa lista como essa, dos “dez mais”, jamais é surpresa a inclusão de lugares “animados” como o Afeganistão, Síria, Somália, Iraque, isto é, os de sempre. Ocorre que, no relatório de prognósticos para o ano de 2020, a ACLED incluiu entre as áreas mais preocupantes do mundo, em termos de maior probabilidade de aumento de conflitos armados, os Estados Unidos. A ACLED pauta seus relatórios por meio de pesquisas próprias ou pelo exame de trabalhos de instituições que desfrutam de credibilidade. Nesse caso um dos estudos que servem de base para análise foi efetuado conjuntamente pela Associated Press, US Today e a Northeastern University.

O estudo aponta, no ano de 2019, um aumento significativo no número de pessoas mortas ou feridas em situações de violência nos Estados Unidos. A questão é que o crescimento maior se dá no campo dos chamados “crimes de ódio” e de violência motivada por questões políticas. Existe um crescimento de manifestações de massa de conteúdo político, assim como um aumento da brutalidade policial na repressão. O sistema político dos Estados Unidos será duramente posto à prova este ano. Uma eleição presidencial e a renovação parcial da governança dos estados e no Congresso.

Os grupos políticos chamados na nomenclatura norte-americana de “liberais”, muitos deles que não se identificam com as pautas do Partido Democrata, estão com os nervos à flor da pele e externam amplamente seu descontentamento por meio de manifestações de massa – pelos direitos dos LGBT, contra o racismo, protestando contra o aumento da desigualdade social e econômica, contra as armas, as leis de imigração, vasto etc. No outro lado da trincheira, os conservadores, quando podem, mandam as polícias reprimirem. Além disso, há sempre o espectro de organizações de extrema direita paramilitares, inevitavelmente trajadas em roupas de camuflagem, armadas até os dentes e com o dedo no gatilho. Esses grupos abundam, especialmente nas áreas rurais do país. Assim, a recusa do presidente em apertar a mão de Nancy Pelosi e a reação da deputada rasgando o discurso presidencial transformam-se num episódio que revela uma situação bem mais séria do que meros maus modos. Uma polarização política radicalizada em ano eleitoral, que já em muitos casos degenerou para as vias de fato.

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05.02.20

Bolsonaro X Governadores: a guerra do ICMS

Termômetro

O novo capítulo do embate entre o presidente e grupo de governadores acerca de impostos que incidem sobre os combustíveis trará consequências delicadas – e com forte potencial negativo – amanhã:

1) Continuidade de troca de farpas – que já envolve governadores de São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, sem mencionar desgaste anterior com governadores do Nordeste – pode desaguar em declarações na mídia e articulações no Senado que contaminem a reforma tributária;

2) “Saia justa” entre o presidente e o ministro Paulo Guedes, já que a proposta de zerar impostos federais – mesmo que seja retórica – atropela o planejamento da equipe econômica;

3) Antecipação do cenário eleitoral, que já aparece na reação do governador João Dória.

Os efeitos do Copom

Decisão do Copom, ao baixar novamente a taxa de juros, agora para 4,25%, terá amplo impacto no noticiário econômico amanhã. Estarão em pauta: 1) A sinalização de fim do ciclo de cortes em 2020; 2) O significado da decisão no contexto da recuperação econômica; 3) O efeito sobre as projeções de inflação e do câmbio; 3) A relação com o cenário externo, visto pelo BC como instável – e que embute preocupação com efeitos do coronavírus; 5)Os reflexos nos investimentos e no mercado de crédito brasileiros.

Terras indígenas: nova polêmica internacional

Texto do governo para regulamentação de terras indígenas, entregue hoje ao Congresso, provocará polêmica amanhã, nacional e internacionalmente.

A abertura de espaço para a mineração e exploração de recursos levará a fortes ilações sobre desmonte de legislação ambiental e risco tanto de desmatamento quanto para as populações indígenas. Ainda mais em função da nomeação do ex-missionário e pastor evangélico Ricardo Lopes Dias para o cargo de coordenador-geral de Índios Isolados da Funai.

O combate ao coronavírus

Com aprovação na Câmara e no Senado de Projeto de Lei sobre quarentena, voltado para repatriados da China em função do coronavírus, haverá amplo destaque, amanhã: 1) Para a estrutura montada para recebê-los, em Anápolis; 2) Para o início de implantação de medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde para enfrentar a entrada do vírus no país (material, novos leitos).

Tentáculos na PGR?

Podem-se esperar, amanhã, questionamentos da mídia e manifestação do Procurador Geral da República, Augusto Aras, sobre interrupção, decidida por ele, dos mandatos em exercício de 16 conselheiros e coordenadores de ensino da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). Iniciativa é avaliada como tentativa de controlar a instituição.

Bolsonaro e Weintraub

Iniciativa de deputados pedindo o impeachment do ministro Weintraub chamará atenção, amanhã, para problemas no MEC, bem como para dificuldades na implantação de projeto – novo balão de ensaio da Pasta – de profundas mudanças no Enem. Mas tende a fortalecer a resolução do presidente em manter Weintraub, evitando, nesta quinta, sinais de enfraquecimento do ministro.

Do impeachment para a reeleição

Absolvição de Donald Trump em processo de impeachment deve levar a ofensiva política do presidente norte-americano amanhã. Trump tende agora a aprofundar o estilo agressivo de atuação frente ao partido Democrata, entrando definitivamente na disputa eleitoral.

Emprego e setor automotivo

Saem amanhã o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Indicador Coincidente de Emprego (ICD) de janeiro, da FGV, e a produção total de veículos  de janeiro (Anfavea).

Números do emprego vem de curva positiva em dezembro, com a melhor leitura para o IAEmp desde abril de 2019 (crescimento de 1,5 ponto). O movimento indicava avanço nas perspectivas do mercado de trabalho, a ser confirmado amanhã.

Já no que se refere à Anfavea, números terão papel importante para projetar os resultados do setor automotivo no ano. A Anfavea estima aumento de 7,3% na produção e de 9,4% nas vendas no mercado interno, em 2020, mas a crise no mercado argentino, que levou à queda de 31,9% nas exportações em 2019, deve se manter como gargalo importante.

O desemprego nos EUA e a indústria alemã

No exterior, destaque para os Pedidos Iniciais de Auxílio Desemprego nos EUA em janeiro, que devem se manter estáveis, e para as Encomendas à Indústria na Alemanha, em dezembro, para a qual se prevê crescimento de 6%, após queda de 1,3% em novembro.

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