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30.08.21

O reverso da diplomacia

Eduardo Bolsonaro estaria articulando um encontro de Jair Bolsonaro com Donald Trump ainda neste ano. A ideia teria sido discutida na conversa que o “02” teve com o próprio Trump no início de agosto. Eduardo também tratou do assunto no recente encontro com Steve Bannon, estrategista do ex-presidente norte- americano. Trump viria ao Brasil na condição de convidado por um grupo de empresários para realizar duas palestras. Em tempo: no caso de Bolsonaro, seria um movimento na contramão da praxe diplomática. Ele se reuniria com o ex-presidente dos Estados Unidos sem ter se encontrado com seu sucessor, Joe Biden. E daí?

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21.01.21

O “melhor” aliado de Bolsonaro

Ontem, durante a posse de Joe Biden, um diplomata de quatro costados do Itamaraty lembrava ao RR da proeza conseguida por Jair Bolsonaro. Donald Trump foi o primeiro presidente dos Estados Unidos a não visitar o Brasil desde desde Gerald Ford, que ocupou o cargo entre 1974 e 1977.

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14.01.21

Espelho, espelho meu

Em conversa com um político de quatro costados, fonte do RR, o ex-presidente José Sarney defendeu enfaticamente o impeachment de Donald Trump. A justificativa foi sucinta: “Bolsonaro precisa de um susto”.

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13.01.21

Diplomacia dos sinais trocados

Circula no Itamaraty a informação de que Ernesto Araújo sugeriu a Jair Bolsonaro convidar Donald Trump para uma visita ao Brasil após sua saída da Casa Branca. Possivelmente seria a primeira vez que um chefe de governo brasileiro se encontraria com um candidato derrotado sem sequer um telefonema ou mensagem oficial ao presidente eleito e empossado. Sentido, não faz. Mas, tratando-se de Bolsonaro e Araújo, pode se esperar qualquer coisa.

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07.01.21

Não consigo fazer nada

O presidente Jair Bolsonaro cogitou telefonar para Donald Trump ontem, no final do dia. Seria mais uma situação em que caberia a máxima de Bolsonaro: “Não consigo fazer nada”.

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07.01.21

Não consigo fazer nada

O presidente Jair Bolsonaro cogitou telefonar para Donald Trump ontem, no final do dia. Seria mais uma situação em que caberia a máxima de Bolsonaro: “Não consigo fazer nada”.

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29.09.20

Cabo eleitoral

Abraham Weintraub tem causado constrangimentos no Banco Mundial. Sua atividade principal é fazer campanha pró-Donald Trump. Pelo menos é o que se diz no Ministério da Economia.

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25.09.20

“Ameaça” Biden chacoalha o tabuleiro do Itamaraty

O RR apurou no epicentro do governo que já estão sendo debatidas as hipóteses de reconstrução da política externa com os Estados Unidos caso o democrata Joe Biden seja eleito. Ela começa por mudanças nos “móveis” da própria casa, ou seja, o Ministério das Relações Exteriores. A premissa é que a permanência de Ernesto Araújo à frente da Pasta será incompatível com o retorno dos democratas à Casa Branca. Segundo fontes ligadas ao Itamaraty, três diplomatas despontam na linha de frente dos candidatos à sucessão de Araújo.

Todos têm um traço em comum: combinam experiência, tamanho para o cargo de chanceler e guardam alguma proximidade com o clã Bolsonaro. Ou seja: emprestariam ao Ministério o pragmatismo necessário para o novo cenário, permitiriam que o Brasil azeitasse suas  relações com um eventual governo democrata nos Estados Unidos sem que, para isso, Bolsonaro precisasse promover uma mudança de rota mais brusca. Um dos candidatos tidos como mais fortes é Luis Fernando Serra, ex -embaixador brasileiro em Paris.

Serra ganhou muitos pontos no Palácio do Planalto quando foi à TV francesa defender Bolsonaro, com fervor patriótico, dos ataques do presidente Emmanuel Macron ao governo brasileiro por conta das queimadas na Amazônia. O embaixador chama a atenção de seus colegas pela flexibilidade retórica em agradar Bolsonaro sem necessariamente ferir posições históricas da diplomacia brasileira. Serra é conhecido também pela boa articulação junto a diplomatas mais antigos.

Pela sua experiência, é visto como alguém capaz de dar um tom mais sereno nas relações com os Estados Unidos sem desagradar Bolsonaro e os seus. Outro nome forte é o da diplomata Maria Nazareth Farani Azevedo, esposa do ex-diretor-geral da OMC, Roberto Azevedo. Há algum tempo Maria Nazareth é cotada em Brasília para algum alto cargo no Itamaraty. Assim como Luis Fernando Serra, ela tem demonstrado habilidade para combinar um discurso pró-Bolsonaro com a defesa de posições mais pragmáticas nas Relações Exteriores. Um nome que corre por fora é o de Pompeu Andreucci Neto, ex-embaixador do Brasil em Madri.

Andreucci não tem a mesma conexão direta com Bolsonaro que Serra e Maria Nazareth. Mas dispõe de um trunfo político: é ligado ao ex-presidente Michel Temer, hoje cada vez mais próximo de Bolsonaro. Uma solução menos natural seria a escolha de um “forasteiro”, ou seja, não necessariamente de um diplomata de carreira. Trata-se de uma hipótese menos provável, mas dois nomes são ventilados: o vice-presidente Hamilton Mourão e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Nesse caso, tanto um quanto o outro acumulariam funções no governo. A gestão de Tereza Cristina é um dos principais cases de sucesso desse governo. Tirá-la da Agricultura seria despir um santo para vestir o outro.

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11.09.20

In Donald Trump we trust

Segundo fontes ligadas ao Itamaraty, nos últimos dias Ernesto Araújo manteve contatos com chanceleres de países da América Central em busca de apoio à eleição do norte-americano Maurício Claver-Carone para a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) – o pleito ocorrerá neste fim de semana. Puro jogo de cena de Araújo. Claver-Carone já tem o número de eleitores necessários – a começar pelos próprios EUA, que, no sistema proporcional do BID, controlam 30% dos votos. Além disso, Araújo não tem punch na comunidade diplomática internacional para influenciar a votação. Mas, o teatro interessa a Jair Bolsonaro, que aproveita mais uma oportunidade para demonstrar sua devoção a Donald Trump. A sucessão do BID, ressalte-se, é cercada de polêmicas: Trump quebrou uma tradição de 60 anos ao lançar um candidato norte-americano para o comando do banco, que, por um acordo tácito, sempre coube a um país latino-americano.

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02.09.20

Bilateralismo de mão única

Segundo informações auscultadas do Itamaraty, há tratativas diplomáticas para que Jair Bolsonaro e Donald Trump mantenham contato telefônico nos próximos dias. É um forte indício de que Bolsonaro poderá prorrogar por mais 90 dias o prazo para o etanol norte-americano entrar no Brasil livre de tarifa. O problema é a contrapartida reivindicada pela indústria sucroalcooleira nacional: a disposição da Casa Branca de reduzir as taxas para o açúcar brasileiro é proporcional ao seu empenho em trabalhar pelo ingresso do Brasil na OCDE.

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