Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
01.10.19

Comissão de Anistia bate o martelo sobre Dilma

Segundo o RR apurou, na reunião marcada para outubro a Comissão de Anistia deverá negar o pedido de indenização feito por Dilma Rousseff. O caso se arrasta desde 2002, quando a ex-presidente entrou com o pedido de reparação. A análise acabou congelada durante todo o período da sua participação no governo. Dilma pede o pagamento de R$ 10,7 mil por mês retroativo a esse período de 17 anos. Consultado, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informou que “o retorno do processo a pauta depende de solicitação da conselheira relatora.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.08.19

O PAC do POC do PIC

A ex-presidente Dilma Rousseff criou um grupo de estudos com antigos colaboradores para produzir um plano de recuperação do setor de infraestrutura. A conclusão do estudo e o anúncio das medidas não têm prazo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.07.19

Jogo jogado

A Comissão de Anistia vai retomar ainda neste mês o julgamento do pedido de indenização de Dilma Rousseff. Para a própria defesa da ex-presidente, será proforma. Pelo clima adverso da primeira sessão, no dia 20 de junho, a leitura é o que o indeferimento já está dado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.06.19

Democracia em vertigem

A defesa de Dilma Rousseff vai entrar com um recurso na Justiça para garantir o acesso da imprensa ao julgamento do pedido de indenização da ex-presidente na Comissão de Anistia. Na reunião de ontem, antes do assunto ser retirado de pauta, jornalistas chegaram a ser impedidos de entrar na sala e houve uma determinação para que a sessão não fosse filmada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.06.19

Damares vs. Dilma na Comissão da Anistia

Sob a batuta da ministra Damares Alves, a Comissão de Anistia retomará os trabalhos nesta semana com um certo clima de “acerto de contas” entre o governo Bolsonaro e o PT. Logo de cara, o colegiado deverá analisar um caso emblemático: o pedido de indenização de Dilma Rousseff. A ex-presidente deu entrada na solicitação no longínquo ano de 2003. Entre 2010 e 2016, período em que ocupou a Presidência da República, a tramitação do processo foi paralisada a seu pedido. O timing para a reabertura do caso não poderia ser menos alvissareiro para Dilma. O governo Bolsonaro não apenas fixou um teto de R$ 100 mil para indenizações a perseguidos políticos como estabeleceu um novo critério, abatendo qualquer valor anterior pago pelo Poder Público. Como Dilma já recebeu cerca de R$ 72 mil a título de reparo, a indenização restante não passará de R$ 28 mil caso a sua solicitação seja aprovada pela Comissão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.05.19

Impeachment de Bolsonaro é uma ameaça real

O tsunami a que se referiu Jair Bolsonaro, prenunciando seus futuros dias no governo, tem nome próprio: chama-se impeachment. A onda em favor do afastamento do presidente da República estaria vinculada à não aprovação pelo Congresso de um endividamento extraordinário voltado para o cumprimento da “Regra de Ouro”. Se o Parlamento não conceder o crédito adicional ou não alterar o ditame constitucional pelo qual o governo não pode se endividar para pagamento de gastos de custeio, Bolsonaro e sua equipe econômica seriam acusados de crime de responsabilidade. Teria início,  então, um processo que poderia desaguar no impeachment, na pior hipótese, ou na captura do governo, na mais suave.

Neste último caso, o presidente teria de ceder de vez à “velha política”. O descumprimento da “Regra de Ouro” seria para Bolsonaro um derivativo do que foram as pedaladas para Dilma Rousseff: um ato fora da Lei. O buraco é de R$ 248 bilhões. A conta inclui os lucros do BC decorrentes da valorização cambial, considerados um artificialismo contábil. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, defendeu na aurora da gestão Bolsonaro que o governo passasse uma PEC flexibilizando a “Regra de Ouro”. Foi atropelado pela prioridade dada à reforma da Previdência.

O pedido de permissão ao Congresso para que sejam emitidos títulos da dívida não deixa de ser uma solicitação de cumplicidade – ou de clemência. O que se espera é que os parlamentares entendam a gravidade do momento. Com impeachment, não se brinca. A “Regra de Ouro” se embaralha com a reforma da Previdência, a dívida pública bruta e a PEC do teto. As quatro bestas do apocalipse fiscal estão interligadas por vértices. Formam uma figura geométrica desconcertante chamada de quebra do Estado. Sua configuração, cada vez mais nítida, é atribuída à incapacidade de articulação política de Bolsonaro.

Uma insuficiência que, junto com as pedaladas, custou um impeachment a Dilma Rousseff. O ministro Paulo Guedes joga com as cartas que tem na mão: ameaça os congressistas com um shutdown se eles não forem benevolentes. Éo limite do limite. O pagamento do Bolsa Família, por exemplo, seria suspenso. Os políticos não gostam do expediente de negociar sob coação. Bolsonaro não tem base aliada. Está se distanciando até mesmo dos militares.

Em recente conversa com ruralistas, tornou transparente sua opinião sobre os generais: “Olavo está certo. Eles estão contra mim”. Da posse ao fechamento desta edição faz 134 dias e cinco horas que Jair Bolsonaro iniciou seu governo. A hipótese do seu afastamento já não é mais um desvario. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em reunião com líderes sindicalistas na última terça-feira – encontro antecipado pelo RR na edição de 2 de maio (“FHC é o maior conspirador da República”) – resumiu com uma platitude a situação: “Eu, a princípio, não sou favorável. O custo é alto. Mas, às vezes, é inevitável”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16/05/19 10:56h

dbmario@uol.com.br

disse:

Parece que aqui está no mesmo nível da mídia fajuta! Exaltação em chamadas que não condizem Com a realidade!!!!! Isso é priorizar opiniao propria e disso estamos já de saco cheio!!!!!!

16/05/19 10:56h

dbmario@uol.com.br

disse:

Parece que aqui está no mesmo nível da mídia fajuta! Exaltação em chamadas que não condizem Com a realidade!!!!! Isso é priorizar opiniao propria e disso estamos já de saco cheio!!!!!!

23.10.18

Vidro trincado

Dilma Rousseff ficou bastante amuada com a declaração da senadora Katia Abreu, que disputou as eleições como vice na chapa de Ciro Gomes. Katia disse que Fernando Haddad, se eleito, fará um “governo Dilma 2, piorado”. Por “Dilma 2”, entenda-se uma “gestão sem apoio e sem projeto”. Curiosamente, Katia, então ministra da Agricultura manteve-se fiel à petista até o último instante do seu governo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.09.18

Um imposto sobre commodities no colo de Ciro

O imposto sobre exportações anunciado ontem pelo governo argentino sob os auspícios do FMI tem um defensor obsessivo no Brasil. O ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, que fez campanha pela adoção da medida nos governos de Lula e de Dilma Rousseff, tem tentado convencer Ciro Gomes de que a tributação das commodities é o remédio para a “doença holandesa” que destrói a indústria, o emprego e o crescimento. Ciro tem ouvido Bresser com atenção, mas seus economistas consideram que o apoio do FMI e a pecha de argentinização jogam contra a ideia. Bresser, porém, é incansável e faz boa tabelinha com o mentor de Ciro, Roberto Mangabeira Unger. Aí é que mora o perigo. Em síntese, o risco não é nenhuma abobrinha.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.08.18

O Brasil precisa de alguém como Reis Velloso

Está fazendo falta alguém como João Paulo dos Reis Velloso. Não é de hoje. Os governos de FHC, Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer, os primeiros com alguns méritos, os últimos com mais desatinos, desprezaram o significado e importância do planejamento. A prática de organizar no tempo metas, prioridades, diretrizes e projetos, identificando em um prazo mais longo para onde o país pretende caminhar, foi estigmatizada junto com o regime militar.

Metas só as de inflação. Planos só os PACs, criados para não serem cumpridos. O primado de uma decisão de Estado deixou de ser relevante, até porque esse mesmo Estado passou a ser culpado por todos os males e perdeu o script do desenvolvimento programado. Restou-lhe uma ação esquemática, repetitiva.

João Paulo dos Reis Velloso representava exatamente o contrário, ou seja, a convicção de que o desenvolvimento exigia planejamento. Para isso despia as colaborações de preconceitos. Velloso seguia a máxima de Roberto Marinho, e também “tinha seus comunistas”. Colocava para pensar Arthur Candal, Pedro Malan, Regis Bonelli, Edmar Bacha. “Vermelhos e direitistas”. No Ipea, não havia guerra fria. Também era um mediador “por dentro”, equilibrando as demandas políticas com os aspectos técnicos, e muitas vezes segurando os arroubos da Fazenda ou do Gabinete Civil.

Tudo com a maior discrição. Velloso não tinha a intenção do brilhareco ou da demonstração de força. Dedicava-se a uma regência sacerdotal dos acadêmicos e tecnocratas a sua volta. Zelava pelo planejamento como um guardião das peças eucarísticas. Ao contrário do que pregam as catilinárias liberais, os investidores tinham um norte. A iniciativa privada enxergava um futuro, ainda que fosse tentativo ou mesmo duvidoso. Não havia mal em se ter um plano. Pois é. Que falta faz alguém como Reis Velloso.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.07.18

Mau exemplo

Dos PACs de Dilma Rousseff só sobraram escombros. Apenas 17% das obras previstas foram concluídas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.