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30.09.16
ED. 5466

Uma pedra a mais no caminho da OAS

 Os principais credores da OAS, entre os quais Banco do Brasil, Deutsche Bank e Société Générale , estão apreensivos com o desenrolar do bilionário contencioso entre a empreiteira e o governo de Trinidad e Tobago. A disputa diz respeito a um contrato da ordem de US$ 1,5 bilhão para a construção de uma rodovia no país caribenho, obra que não foi concluída. As autoridades trinitinas abriram um processo de arbitragem contra a empreiteira baiana, com a alegação de que ela descumpriu termos do contrato. Por essa razão, exigem da OAS o equivalente a R$ 400 milhões, como execução das garantias previstas no acordo. A penalidade seria mais um duro baque para a empreiteira, submersa em uma recuperação judicial.  Procurada, a OAS não quis comentar o assunto. De acordo com informações filtradas junto a um dos bancos, os executivos da empresa têm procurado seus maiores credores com um discurso otimista. A OAS assegura que honrou todas as cláusulas do acordo e só paralisou as obras porque o governo de Trinidad e Tobago atrasou seguidamente os pagamentos. Garante ainda ter direito a uma indenização de algumas centenas de milhões de reais, recursos que seriam usados para a amortização de suas dívidas. Por ora, os bancos estão com o pé atrás.

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14.07.16
ED. 5411

Pedaço a pedaço

 Ainda há Deutsche Bank no Brasil? Após transferir para Nova York as equipes de operações estruturadas e renda variável, o banco alemão estaria extinguindo a área de M&A no país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Deutsche Bank.

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17.03.16
ED. 5329

Geleira

 Mais um sinal do congelamento da economia: março chegou à segunda quinzena e até agora o Deutsche Bank Brasil não contabiliza sequer um mandato para operações de M&A acima de US$ 500 milhões. No ano passado, o banco alemão participou como adviser de 20 negócios acima desse patamar no país. Procurada pelo RR, a Deutsche Bank não comentou o assunto.

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04.03.16
ED. 5320

Só falta Dilma Rousseff parir o calote

  O alerta está nas redes sociais, à vista de todos. Cresce de forma exponencial o número de menções na Internet ao risco de uma moratória do Brasil. Segundo estudo de uma empresa especializada na análise do ROI (Return on investment) nas mídias digitais, ao qual o RR teve acesso, o total de referências ao assunto aumentou 38% nos últimos 15 dias de fevereiro. E bom que se diga que não se trata de paranoia pura e simples. Os principais indicadores que medem o Risco-País – CDS e EMBI+ – apontam para uma relação desconfortável, para se dizer o mínimo.  O CDS, que mede o risco de calote da dívida soberana para o período de cinco anos, está em 445 pontos – nos últimos seis meses, subiu mais de 150 pontos. Para se ter uma ideia, numa lista de 50 países permanentemente monitorados pelo Deutsche Bank, o CDS para os títulos brasileiros só é superado pelo do Egito (523 pontos), Ucrânia (1.892) e Venezuela (6.197). Entre os nossos pares no rol dos emergentes, o risco para os títulos chineses e indianos estão, respectivamente, em torno dos 135 e 180 pontos. Por sua vez, o EMBI+, índice do JP Morgan que mede o retorno de instrumentos de dívida externa de nações emergentes, vai na mesma direção. O EMBI+Br está em 502 pontos – há um ano, era de 316 pontos. Para efeito de comparação, o EMBI+ da Argentina marca neste momento 454 pontos.  O temor quanto ao risco de um calote não decorre apenas de uma fotografia de momento. Essa percepção embute uma tendência de piora acentuada das contas públicas brasileiras. As previsões para a dívida bruta, hoje em torno de 67% do PIB, são alarmantes. A Tendência Consultoria crava que em 2018 o endividamento bruto chegará a 78,3% do PIB. O Bradesco projeta 79,2%. O Itaú Unibanco vai ainda mais longe e enxerga uma dívida equivalente a 84% do PIB. Ressalte-se que as estimativas dos bancos levam em conta um cenário mais ou menos razoável das taxas de juros, não muito distante do atual patamar, uma inflação meia bomba e um resultado fiscal pouco auspicioso. Ou seja: qualquer fagulha, a dívida bruta bate em 100% do PIB.  O vaticínio das agências de rating também reflete, corrobora e alimenta a percepção negativa. A trilogia da perda do investment grade, que se completou em fevereiro com o rebaixamento da Moody´s, escancarou a falta de credibilidade dos agentes financeiros em relação à condução da política econômica e abriu caminho para previsões ainda mais pessimistas. Nesta semana, o ex-banqueiro Luiz Cesar Fernandes afirmou que o risco de calote no pagamento da dívida pública é alto, inclusive com a ameaça de contaminação do sistema financeiro e a quebra de instituições. 1, 2, 3, isola…Deus queira que suas projeções sejam tão eficientes quanto a sua gestão da própria carreira. A consultoria Empiricus, conhecida terrorista digital, publicou um estudo dizendo que o país está tecnicamente quebrado e recomendando que os brasileiros protejam seu patrimônio com aplicações no exterior.  Pessimismo gera pessimismo. Ou profecias auto realizáveis. Quanto mais se fala em moratória, mais se estimula a sua realização. Até porque o Brasil tem experiência no assunto: no ranking internacional do calote, ocupa o terceiro lugar histórico, com 10 defaults da dívida pública, atrás apenas da Espanha (14) e dos vizinhos Venezuela e Equador, empatados com 11. Se o governo não sair do estado de astenia em que se encontra vai materializar o fantasma do calote. É a última mancha que falta à coleção de Dilma Rousseff.  

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  Há uma “erva daninha” na SLC Agrícola, dona de uma das maiores carteiras de propriedades rurais do país. É assim que o fundo inglês Valiance Asset Management tem sido visto pelo empresário Eduardo Longemann, acionista majoritário, e pelos bancos de investimento que coabitam o capital da companhia, entre eles Credit Suisse e Deutsche Bank. Detentor de 20% da SLC Landco , veículo responsável pelas principais aquisições do grupo, o private equity resolveu driblar o acordo que selou quando entrou no negócio, há três anos. Na ocasião, ficou previsto que o Valiance desembolsaria US$ 238 milhões até 2014 para ficar com 49% da SLC Landco. Até agora, investiu US$ 53 milhões, o que é confirmado pela SLC Agrícola. Segundo fontes próximas à SLC, Eduardo Longemann e os demais acionistas estariam dispostos a comprar a participação da Valiance, informação não confirmada pela empresa. O que está em jogo são os próximos passos de um dos maiores grupos agrícolas do país, com faturamento próximo de R$ 2 bilhões. O objetivo dos acionistas é evitar que o impasse engesse futuros investimentos do grupo. Ressalte-se que o momento é propício para novas investidas na compra de terras. No ano passado, o preço do hectare caiu mais de 20%.

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21.08.15
ED. 5190

Siemens

Em meio à escassez de crédito para infraestrutura, uma boa nova: a Siemens está acertando com o Deutsche Bank uma linha de financiamento de 500 milhões de euros para projetos no Brasil, notadamente vinculados à área de energia. * Siemens e Deutshe Bank preferiram não comentar sobre a linha de financiamento.

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