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Além do Aliança pelo Brasil e do MDB, o DEM também colocou uma ficha de filiação na mão de José Luiz Datena. O script é comum atodos: o apresentador conversa com os três partidos, blefa, diz que vai e, na hora H, recua, sempre fazendo uma exigência a mais. E assim vai mantendo o seu “show político” e segurando a audiência.

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04.02.20

A dupla face do DEM

Onyx Lorenzoni confidenciou a um interlocutor, fonte do RR, que a crise na Casa Civil serviu ao menos para “descobrir” quem é quem no seu partido. O “DEM” de David Alcolumbre empenhou-se pela sua permanência no cargo; já o “DEM” de Rodrigo Maia lavou as mãos.

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25.10.19

Classificados partidários

Além do DEM, o trader Luciano Bivar também ofereceu a sua porção do PSL para uma fusão com o PTB, de Roberto Jefferson.

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01.10.19

Ministra e pré-candidata

Em conversas com empresários do agronegócio, Rodrigo Maia já se refere à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, como a candidata do DEM ao governo do Mato Grosso do Sul em 2020.

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25.09.19

Tá dominado, tá tudo dominado

A não ser que ocorra uma zebra sem tamanho, o senador Jaime Campos será escolhido na próxima semana como presidente da Comissão da Ética do Congresso Nacional. Será mais um posto de comando do Parlamento que vai para a conta do DEM.

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04.09.19

Zema dá de ombros ao Partido Novo

Com uma só canetada, Romeu Zema provocou forte descontentamento na sua equipe econômica e no Partido Novo. O motivo foi a nomeação do deputado Bilac Pinto (DEM) como responsável pelas negociações para a adesão de Minas Gerais ao programa de recuperação fiscal do governo federal. A medida subtrai poderes do secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, que até então conduzia as tratativas com o ministro Paulo Guedes. Barbosa, ex-secretário de Fazenda do Rio, é um nome caro ao Partido Novo. Foi indicado para o cargo pela sigla, mais precisamente pelo ex-BC Gustavo Franco. Outro fator amplifica a insatisfação do partido: a nomeação de Bilac Pinto leva para dentro da gestão Zema uma fragrância de Aécio Neves. O deputado foi secretário de Ciência e Tecnologia de Minas na gestão do tucano.

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20.08.19

DEM repensa sua geografia no governo

A cúpula do DEM, um dos principais fiadores da aprovação da PEC da Previdência no Congresso, discute adotar um novo posicionamento em relação ao governo Bolsonaro pós-reforma. Rodrigo Maia e ACM Neto defendem que o partido instale, digamos assim, juntas de dilatação na ponte com o Palácio do Planalto. Não haveria alinhamento automático a todos os projetos de interesse do governo. A posição da sigla passaria a ser discutida caso a caso. Desde já, um dos riscos naturais é o ministro Onyx Lorenzoni, homem do DEM no Palácio, cair por um desses desvãos.

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12.08.19

“Nova política”

Uma amostra, não exatamente grátis, do “toma lá, dá cá” que corre em paralelo à reforma da Previdência. Na mesa do general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo, repousam indicações do DEM, do PP e do MDB para o Iphan, que está longe de figurar entre as mercadorias mais cobiçadas da prateleira.

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29.07.19

Da água para o vinho

O DEM, na figura do próprio Rodrigo Maia, tem feito acenos na tentativa de cooptar os oito deputados suspensos pelo PDT por votarem a favor da reforma da Previdência, a começar por Tabata Amaral.

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24.05.19

Direita busca a coesão em concílio digital

Os ativistas de direita que se tornaram ex-bolsonaristas ou bolsonaristas com dor de cotovelo planejam um encontro para alinhar posições e discutir uma estratégia comum. Umas das propostas, segundo apurou o RR, é que o evento seja a primeira convenção digital da direita. A iniciativa é atribuída ao cantor Lobão. A pauta dos debates é incandescente. Vai da cooptação do vice-presidente Hamilton Mourão à atitude em relação ao filósofo Olavo de Carvalho (“enfrentamento ou congelamento”) até um plano com medidas alternativas de governo.

Há personagens mais e menos revoltados com Jair Bolsonaro. O colunista Reinaldo Azevedo, por exemplo, tornou-se quase um petista raivoso. São ativistas magoados o jornalista Augusto Nunes, o líder do MBL, Kim Kataguiri, e o ator e deputado Alexandre Frota. O cantor Lobão é o principal agregador do grupo. Ele tem um site – o “Lobão oficial” – que virou um point digital da “direita”. O escritor Martin Vasques da Cunha, o economista Rodrigo Constantino e o jornalista Francisco Escorsin estão na linha de tiro dos bolsonaristas, mesmo sendo do time construtivo, que acredita em uma virada na direção do “bem”.

O assessor internacional do Palácio do Planalto, Filipe Martins, por sua vez, tem sido chamado de “jacobino olavista”. Está à beira do expurgo. O filósofo Luiz Felipe Pondé – que também usa seu programa de entrevistas na internet como bunker ideológico – é um dos cruzados direitistas mais light, que tem expectativa de arrumar a casa. Consultado pelo RR sobre a proposta de realização de uma convenção digital organizada por Lobão e outros expoentes da nova direita brasileira, Pondé disse: “Não fui contatado por eles ainda”.

Janaina Paschoal e Lobão oscilam entre o “pau puro” e a “volta para casa”. Janaina é a mais empolgada em criar um canal direto junto a Hamilton Mourão. É difícil, mas a ideia é que, pelo menos em relação a alguns pontos, todo esse pessoal fale a mesma língua. Mas há um consenso de que é preciso afinar os discursos. Nas palavras atribuídas a Lobão, “a direita não pode ser o lobo da direita”. Dividida a direita já está. Mas pode piorar. Seus líderes acreditam que o racha vai aumentar após as manifestações do próximo domingo.

A julgar pelas reações antagônicas que a convocação gerou dentro da base de apoio de Jair Bolsonaro, esse risco não é pequeno. No entanto, há quem pense o contrário e enxergue nos protestos uma oportunidade de conciliação e até uma forma de estímulo à militância. Que o diga Alexandre Frota, que até alguns dias trás vinha sendo considerado persona nom grata pelo clã dos Bolsonaro – Eduardo Bolsonaro chegou a chamá-lo de “caroneiro”.

Em conversa com o RR, o deputado se disse, com todas as letras, integrante da “tropa de choque do presidente Bolsonaro”: “Eu me considero um guerreiro e não temo a esquerda.” A lealdade, no entanto, não o impede de dar uma cutucada no Capitão: “Acho que ele não prestigia o PSL como faz com o DEM, partido detentor de muitos cargos no governo”. Já o economista Rodrigo Constantino não esconde seu incômodo com a ala bolsonarista, que “continua agindo como se estivesse em campanha eterna”. Constantino acredita que as divergências vão se acentuar: “É como se Bolsonaro tivesse sido eleito para imperador absolutista. Há claro desprezo pela democracia em si. Portanto, não vejo como essa divisão se aliviar, já que a ala jacobina deve dobrar a aposta em sua retórica autoritária, o que os liberais e conservadores jamais aceitarão.”

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