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05.05.21

Uma rara vitória da Lava Jato

Segundo o RR apurou, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) negou pedido do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) de divulgação dos nomes dos procuradores norte-americanos que tiveram acesso aos arquivos da Lava Jato, assim como das informações colhidas por eles. Pimenta busca provas de que Deltan Dallagnol e cia. teriam repassado ilegalmente dados das investigações à Justiça dos Estados Unidos. Dallagnol pode respirar melhor, mas muito provavelmente será um alívio efêmero. Quer seja com Jair Bolsonaro, que seja com Lula no Palácio do Planalto, a batata do procurador vai assar.

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A “Rádio Lava Jato” informa: a defesa de Eduardo Cunha deverá solicitar ao STF acesso ao conteúdo de todas as mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol obtidas pela Operação Spoofing. É mais caldo para o pedido de suspeição de Moro.

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15.03.21

Outro prego no caixão da Lava Jato

O processo de desmontagem e desmoralização da Lava Jato avança, de forma sincronizada, em várias frentes. Ao mesmo tempo em que o STF julga a suspeição de Sergio Moro, o RR apurou que Augusto Aras deverá encaminhar ao Conselho Nacional do Ministério Público o pedido de abertura de mais dois processos contra Deltan Dallagnol e os demais integrantes da força-tarefa. De acordo com a mesma fonte, o entendimento na PGR é que os procuradores incorreram em violação de sigilo profissional (previsto no artigo 325 da Constituição) e em quebra do sigilo das operações de instituições financeiras (tratada no artigo 10, da Lei Complementar 105/2001). Eles teriam infringido os dois artigos ao pedir para investigar ministros do STF e do STJ. Consultada pelo RR, a Procuradoria Geral da República informou que “não antecipa posicionamentos ou manifestações”. Uma eventual punição interna corporis contra Dallagnol e cia. daria ainda mais fôlego ao inquérito aberto pelo STJ para apurar se a “República de Curitiba” investigou ilegalmente ministros da Corte. No Tribunal, há quem diga que, indiretamente, esse seria um fator a mais de pressão para a eventual anulação de provas usadas pela força-tarefa.

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19.02.21

Aras x Dallagnol: a jogada final?

A Lava Jato acabou, mas o “duelo final” entre Augusto Aras e a “República de Curitiba” está só começando. Procuradores da ala lavajatista do Ministério Público Federal se mobilizam com o objetivo de evitar uma punição rigorosa contra Deltan Dallagnol e demais integrantes da força-tarefa. Segundo informações filtradas pelo RR junto ao MPF, há uma pressão para que o pedido de investigação contra Dallagnol e cia. saia do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e vá para o Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). A movimentação dessa peça no tabuleiro do MPF é vista como fundamental para brecar uma dura sanção contra os procuradores da Lava Jato. Augusto Aras é minoria dentro do CSMPF: de acordo com a fonte do RR, ele conta com o voto de apenas quatro dos dez integrantes do colegiado. Ou seja: haveria uma grande chance de o processo contra Dallagnol e equipe ser arquivado. Trata-se, no entanto, de uma jogada complexa. Nesse intrincado xadrez interna corporis, Aras saiu na frente ao estrategicamente enviar o pedido de investigação a Rinaldo Reis, corregedor nacional do CNMP. Reis é um nome próximo ao procurador-geral e é tido por seus colegas como um procurador pouco simpático à Lava Jato e aos seus componentes.

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08.02.21

PowerPoint

Com o fim da Lava Jato e a consequente perda de poder dos seus procuradores, Lula vai avançar novamente sobre Deltan Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público Federal (CNMPF). Segundo o RR apurou, a defesa do ex-presidente prepara uma nova queixa contra Dallagnol. Na primeira tentativa, no ano passado, o caso foi arquivado pelo CNMPF.

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02.12.20

Dallagnol

Deltan Dallagnol está longe de poder ser dado como morto. Tem se encontrado com gente graúda do PIB e da imprensa. Um recente almoço foi com um dos personagens mais respeitáveis e influentes do cenário empresarial. Mais o RR não diz.

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21.09.20

Desculpas que é bom, nem pensar

A Lava Jato terá um “cantinho” especial na campanha eleitoral do PT. A cúpula do partido tem orientado candidatos a prefeito a descarregar suas baterias no Ministério Público, em especial em Deltan Dallagnol. Os petistas querem se aproveitar do enfraquecimento da Operação e dos processos contra Dallagnol dentro do próprio MP para desqualificar a Lava Jato e a criminalização do partido, em especial de Lula.

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11.09.20

Um “levante” no Ministério Público

A punição disciplinar a Deltan Dallagnol, por postagens contra Renan Calheiros, aumentou a temperatura no Ministério Público. O RR apurou que um grupo de procuradores articula para os próximos dias a publicação de um manifesto de desagravo a Dallagnol e de apoio às forças-tarefas, especialmente a Lava Jato, e contra a “caça às bruxas” dentro do MP. A maior parte dos “insurretos” se concentra no Paraná, como não poderia deixar de ser, e em Brasília. Os artífices do movimento ainda discutem a dosimetria do protesto, especialmente no que diz respeito às menções ao PGR, Augusto Aras. No entanto, segundo um dos procuradores relatou ao RR, “é preciso reagir o quanto antes ao ‘macarthismo’” – ou seria “bolsonarismo”? – instaurado no Ministério Público. A mobilização teria ainda um caráter profilático: seria uma forma de constranger o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) e evitar uma sucessão de punições a Dallagnol. O procurador é alvo de mais oito processos no CNPM. A pena de censura imposta a ele na última segunda-feira pode ser usada como agravante nas demais ações e levar até a suspensão de suas funções.

Em tempo: aliados de Deltan Dallagnol no Ministério Público enxergaram as digitais de Augusto Aras no voto do relator Otávio Luiz Rodrigues Júnior, do CNMP, favorável à sua punição. Procuradores ouvidos pelo RR chegaram a destacar trechos da peça e compará-los a entrevistas e discursos de Aras, a começar pelo mandamento do PGR de que “um membro do MPF só deve se manifestar sobre os processos em que atua no uso das suas atribuições.”

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08.09.20

Pressão sob medida

O RR apurou que os 13 integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba cogitaram seguir Deltan Dallagnol e abandonar a operação. Blefe ou não, recuaram após a confirmação de que a força-tarefa será estendida por mais um ano.

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24.08.20

“Habeas corpus” para Dallagnol

Os “astros” parecem estar conspirando a favor de Deltan Dallagnol. Depois da decisão do ministro Celso de Mello, que suspendeu dois processos no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o chefe da força-tarefa da Lava Jato poderá também se livrar  da terceira ação contra ele. Segundo o RR apurou, há um entendimento no colegiado de que a ação contra Dallagnol por causa do famoso “Power Point” contra o ex-presidente Lula deve ser automaticamente arquivada sem ser julgada. O cancelamento seria uma consequência da prescrição das penas de advertência ou censura contra o procurador, uma vez que as acusações já têm mais de quatro anos.

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