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11.01.18
ED. 5784

A íngreme escalada da Dedini

A Dedini, tradicional fabricante de equipamentos para a indústria sucroalcooleira, começa a colocar a cabeça fora d ́água. Em recuperação judicial, acertou-se com os bancos para pagar um passivo de mais de R$ 200 milhões e já quitou cerca de 60% das dívidas trabalhistas. O restante deverá ser saldado com a venda de imóveis.

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27.11.17
ED. 5753

O lento despertar da Dedini

A retomada dos investimentos no setor sucroalcooleiro tem representado uma lufada para a Dedini. Em recuperação judicial, a empresa deverá faturar neste ano cerca de R$ 300 milhões, 50% a mais do que em 2016. Trata-se, como se disse, apenas de uma lufada. Nada que lembre os tempos em que a Dedini era a maior fabricante de equipamentos para usinas álcool e açúcar da América Latina e faturava R$ 3 bilhões por ano.

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24.03.16
ED. 5334

Costura

 A Sumitomo e a DuPont estariam costurando a criação de uma joint venture voltada à produção de etanol de milho no Brasil. As duas empresas negam as negociações. Não custa lembrar que a DuPont procura um sócio para o projeto há mais de um ano, desde que a Dedini, parceira original, entrou em recuperação judicial.

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18.03.16
ED. 5330

Santal é a salvação da lavoura da AGCO

 A AGCO vai vender a Santal, sua fabricante de equipamentos para a indústria sucroalcooleira. Trata-se de uma medida desesperada. A empresa será alienada com o preço na bacia das almas, pois o mercado de etanol vive um momento de agrura – vide o caso da maior concorrente da Santal, a tradicionalíssima Dedini, que entrou em recuperação judicial.  As circunstâncias do mercado são péssimas para a venda da Santal, mas a AGCO não tem outra saída se não colocar o ativo na prateleira. O momento do grupo norte-americano no Brasil é tenebroso. Em 2015, as vendas de tratores caíram 30%. As de colheitadeiras, 40%. A situação chegou a tal ponto que a AGCO virou uma espécie de Casas Bahia da indústria de máquinas agrícolas: em uma estratégia comercial de guerra, começou a fechar vendas com pagamento apenas em 2017, uma prática totalmente fora dos seus padrões. O Brasil é um mercado estratégico para a AGCO. Trata-se de uma das três maiores operações do grupo em todo o mundo. Mas, de dois anos para cá, tem perdido importância relativa nos resultados da companhia. A subsidiária brasileira chegou a responder por 15% da receita global do grupo, em torno de US$ 10 bilhões. É provável que este índice caia para 10% até 2017. Procurada pelo RR, a AGCO não comentou o assunto.  A AGCO procurou o RR para dar o esclarecimento abaixo. Reiteramos que a empresa foi procurada antes da publicação da matéria, mas não obtivemos resposta.

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23.10.15
ED. 5233

Dedini é um pote até aqui de fel

 É difícil dizer de onde vem a maior ameaça ao futuro da Dedini: se das dívidas e prejuízos que empurraram a empresa para a recuperação judicial ou do rancor que corre nas veias de seus controladores. A grave crise financeira da companhia acirrou a rixa entre os Dedini Ometto – uma família estilhaçada desde a morte de seu patriarca, Dovilio Ometto, em 2007. Filho de Dovílio e um dos herdeiros da maior fabricante de equipamentos para a indústria sucroalcooleira da América Latina, Mario Dedini Ometto estaria se movimentando para comprar participações em poder de outros familiares reunidos nas subholdings AD e Nidar – ambas detêm 49% da companhia. Seu objetivo maior seria a destituição do sobrinho Giuliano Dedini Ometto Duarte da presidência do grupo.  Mario Dedini está convicto de que nem será preciso fazer muita força: bastará uma leve balançada na árvore para que o “galho solto” caia no chão. A situação de Giuliano Dedini é tida como tão frágil quanto a própria saúde financeira da empresa que dirige. As dívidas da Dedini com bancos e fornecedores passam dos R$ 300 milhões, para um patrimô- nio negativo de R$ 160 milhões. Há ainda R$ 900 milhões em passivos fiscais que não entraram na recuperação judicial. Os prejuízos acumulados nos últimos dois anos somam R$ 640 milhões. Não faltam, portanto, motivos para que a gestão de Giuliano seja bombardeada pelo sangue do seu sangue. Adicione-se a este cenário a conturbada sucessão de Dovílio Ometto. O que está em jogo não é apenas o porvir da Dedini, mas também seu passado recente. Há um acerto de contas latente entre eleitos e preteridos.  Pouco antes de morrer, Dovílio Ometto transferiu à filha Juliana um punhado de ações da Doado, holding familiar controladora da Dedini. Foi o suficiente para que a herdeira tivesse uma participação superior à do irmão Mario e passasse a dar as cartas na companhia, indicando Giuliano, seu filho, para a presidência. Juliana faleceu um ano depois, embaralhando ainda mais as relações societárias da Dedini. Desde então, a empresa vive em permanente guerra fria. Houve algumas tentativas de costura do tecido familiar, mas Mario jamais se conformou em ser colocado para escanteio pelo pai e tenta tomar as rédeas do negócio. Só que ele próprio tem de cavalgar com cuidado. Mario também tem seu calcanhar de aquiles: na semana passada, uma corte arbitral de Nova York o condenou a pagar uma indenização de US$ 100 milhões à Abengoa, por entender que o empresário inflou as projeções de produção de três usinas de álcool e açúca

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13.10.15
ED. 5225

DuPont

A DuPont busca um novo sócio para o projeto de produzir etanol de milho no Brasil. A Dedini, em recuperação judicial, virou sabugo.

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30.07.15
ED. 5174

A Dedini

A Dedini está com um pé fora do acordo com a DuPont e a argentina Porta para produção de etanol de milho no Brasil. Falta à fabricante de equipamentos para usinas sucroalcooleiras o fôlego financeiro que a empreitada exige. As limitações teriam, inclusive, gerado uma série de divergências com os dois parceiros.

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