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31.08.21

Fundo Alcolumbre?

A decisão do Banco de Amazônia de abrir uma linha de crédito para o Amapá no valor de R$ 450 milhões teria sido uma vitória de Davi Alcolumbre. Pelo menos é o que o próprio ex-presidente do Senado estaria espalhando junto a sua base política no estado. O  dinheiro vai sair de um puxadinho do Fundo Constitucional do Norte.

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19.07.21

A estrada de Alcolumbre

A pressão do senador Davi Alcolumbre junto ao Ministério da Infraestrutura, ao que parece, surtiu efeito. O DNIT promete reiniciar amanhã as obras de pavimentação da BR-153 no Amapá – segundo o próprio departamento informou ao RR. Os trabalhos ficaram suspensos por meses, o que gerou dúvidas sobre a própria execução do projeto – de acordo com a autarquia, a interrupção se deu por conta das fortes chuvas na região. Alcolumbre empenhou-se em conseguir R$ 30 milhões do orçamento para o recapeamento da rodovia. Às vésperas de ano de eleição, qualquer café pequeno conta.

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08.07.21

Falta um pistolão

Depois que Davi Alcolumbre deixou a presidência do Senado, o Amapá tem perdido espaço na disputa por verbas da Codevasf, leia-se o Ministério do Desenvolvimento Regional.

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28.04.21

Alcolumbre é uma ação em alta

A cotação do ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre cresceu muito no Palácio do Planalto. A área política do presidente Jair Bolsonaro conta com Alcolumbre para chefiar a tropa de choque contra a CPI da Covid. Está reservado para ele um papel de anti-Renan Calheiros no Senado.

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26.01.21

Auxílio emergencial ameaça rachar o Brasil

A divisão entre os estados no que diz respeito à continuidade do auxílio emergencial pode influenciar não somente as unidades federativas, mas também a escolha do presidente da Câmara, o maior ou menor fortalecimento do ministro Paulo Guedes e, em última instância, a reeleição de Jair Bolsonaro. A questão que interliga todos esses pontos é o risco de uma disputa fratricida entre as regiões ricas e pobres do país e também dentro dos próprios estados. A ameaça de ruptura é horizontal e vertical. As unidades da federação contrárias à prorrogação do benefício – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal – vocalizam os Secretários de Fazenda, que, por sua vez, dublam seus respectivos governadores.

Mas, essa posição anti-auxílio está longe de representar a população local, majoritariamente favorável à extensão do pagamento emergencial. Segundo o último levantamento Exame/Ideia, na média nacional 70% dos brasileiros apoiam a medida. Ressalte-se que há outro indicador nevrálgico que começa a andar paripassu a esse. De acordo com a pesquisa mais recente do Datafolha, 53% da população são contrários ao impeachment de Jair Bolsonaro. Certamente, boa parte deste contingente é formado por pessoas que recebem o auxílio-emergencial. Caso o governo engavete a prorrogação do benefício, uma parcela considerável dos brasileiros tende a
migrar automaticamente para o lado pró-impeachment.

Por ora, essa questão está sob brumas. Jair Bolsonaro não entregou se vai ou não renovar a concessão do auxílio emergencial. Em certa medida, essa postura tem servido de combustível para a disputa “ricos x pobres” – um duelo, ressalte-se, travado entre governos, não entre a população. Segundo o RR apurou, os estados favoráveis ao benefício já discutem algum tipo de manifestação pública para demarcar território e, ao mesmo tempo, dar uma mensagem para os seus eleitores. São as mesmas unidades da federação que, na sexta-feira passada, enviaram carta a Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre pedindo pela extensão do auxílio emergencial – os 16 estados do Norte e do Nordeste, mais Paraná e Mato Grosso do Sul. A prorrogação ou não do benefício mexe com tudo: renda, consumo, serviços, segurança pública, cenário eleitoral etc.

Do lado oposto, estão os mais abastados. Os estados “anti-auxílio” reúnem o equivalente a 72% do PIB nacional. São também os piores pagadores da federação. Somente São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais carregam quase 95% de toda a dívida dos estados junto à União. Este grupo quer furar a fila da “vacinação fiscal”, isto é pular na frente dos demais estados e antecipar seu processo de recuperação ainda que à custa dos mais de 60 milhões de brasileiros que encontraram no auxílio emergencial sua única fonte de recursos. Entre distribuir renda para a população por meio do benefício ou defender a retomada do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), os secretários de Fazenda desses estados não pensam duas vezes.

“Farinha pouca, meu pirão primeiro”. Como se atraso na vacinação, mortes, milhares de internados em UTIs, desemprego, queda do poder de compra, retração da economia etc não fossem uma ameaça ainda maior. O árbitro desse embate federativo não poderá tardar a se manifestar. Há muito em jogo para Jair Bolsonaro. Difícil imaginar que ele se negue a renovar o auxílio-emergencial no momento em que a vacina atrasa, a pandemia recrudesce e o número de mortos aumenta. Além disso, esse racha entre os estados pode se refletir dentro da Câmara, com a formação de um bloco não por partidos, mas por região, em que os estados mais prejudicados com a suspensão do benefício se voltariam contra qualquer projeto de interesse do Palácio do Planalto, engessando o governo. 2022 é logo ali.

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20.01.21

Dois em um

A preocupação de Davi Alcolumbre é não só fisgar um Ministério, mas se manter no cargo até 2022. Não apenas por ele, mas também pelo irmão Josiel Alcolumbre, seu suplente, que assumiria a vaga no Senado. É o tempo necessário para Josiel ganhar mais visibilidade de olho na disputa pelo governo do Amapá.

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07.01.21

O nome de Alcolumbre para o STJ

A disputa pela vaga no Superior Tribunal de Justiça (STJ) esquentou. No Palácio do Planalto, o desembargador Ney Bello Filho, do TRF-1, desponta como o mais cotado para substituir o ministro Napoleão Maia Nunes Filho, que se aposentou no fim de 2020. Sua nomeação seria um afago de Jair Bolsonaro ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, padrinho da candidatura de Bello Filho. Consequentemente quem perde fôlego na corrida pelo STJ é o desembargador do TRF-2 Aluísio Mendes, que conta com o apoio do presidente do STF, Luiz Fux. Jair Bolsonaro tem razões para se creditar junto a Davi Alcolumbre. Principalmente se Rodrigo Pacheco, candidato de Alcolumbre, vencer a disputa pela presidência do Senado. Significa dizer que todos os processos contra Flavio Bolsonaro no Senado passariam pelas mãos de Pacheco.

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06.01.21

Ministério sob medida

Jair Bolsonaro acena com a recriação do Ministério do Trabalho para abrigar Davi Alcolumbre, como contrapartida ao lançamento de uma candidatura única para a presidência do Senado. E não passa disso: trocar Rogério Marinho por Alcolumbre no Desenvolvimento Regional, como pedem aliados do senador, está fora de questão para Bolsonaro.

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18.12.20

Alcolumbre vai dar o troco?

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes temem que Davi Alcolumbre coloque em votação ainda neste ano o projeto de lei do senador Alessandro Vieira, que propõe a prorrogação do auxílio emergencial até março de 2021. A medida teria ares de vendeta. Alcolumbre acha que o governo se empenhou pouco em relação ao julgamento do STF, que acabou barrando a possibilidade de reeleição para a presidência do Senado.

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30.11.20

O RR auscultou no CNJ

O que se diz no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é que o próprio Augusto Aras tem feito gestões junto a Davi Alcolumbre na tentativa de acelerar a nomeação do procurador regional Sidney Madruga para o colegiado. Pedido difícil de ser atendido. Indicado diretamente por Aras para o CNJ, Madruga terá de passar por uma sabatina no Senado. Aí é que mora o problema: as sessões presenciais da Casa estão suspensas, e a previsão é que sejam retomadas apenas em fevereiro.

Também dentro do CNJ já é dada como certa a condenação do juiz de Mato Grosso Círio Miotto. Ele é acusado de ter “vendido” d cisões judiciais, incluindo a concessão de habeas corpus. Neste caso, “condenação” significa aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo como magistrado.

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