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22.06.22

O lado mais fraco da Daslu

Ex-funcionários da Daslu já se movimentam para entrar na Justiça com o objetivo de fazer valer o resultado do recente leilão da marca. A venda do brand, realizada no último dia 7 de junho, tornou-se objeto de uma disputa judicial entre a DSL Comércio Varejista, atual detentora da marca, e a Expertise mais Perícias, administradora judicial da antiga boutique de luxo. A DSL tenta suspender o leilão nos tribunais. Para os antigos colaboradores da Daslu seria um duro golpe. A venda da marca, que levantou R$ 10,5 milhões, é uma rara esperança de pagamento ao menos de parte das dívidas trabalhistas incluídas na massa falida.

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22.12.16

As últimas roupas da Daslu

O investidor baiano Crezo Suerdieck quer se livrar da iminente pecha de coveiro da Daslu – onde, nos áureos tempos, outro soteropolitano, Antonio Carlos Magalhães, comprava seus ternos Ermenegildo Zegna. Suerdieck tenta passar a marca adiante. Sob sua gestão, a Daslu conseguiu a proeza de ser despejada do Iguatemi JK por falta de pagamento do aluguel.

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06.06.16

Daslu cabe na gaveta de InBrands e Restoque?

 Há um terceiro personagem empenhado em arrumar um lugarzinho no closet da Restoque e da InBrands, que, na última sexta-feira, anunciaram a criação da maior holding de moda do país. O investidor baiano Crezo Suerdieck, que comprou a Daslu no início do ano, tenta empurrar a empresa para dentro do negócio. A outrora mais luxuosa boutique do Brasil seria incorporada pela dobradinha Restoque/ InBrands e Suerdieck passaria a ter uma participação minoritária em um grupo com faturamento de quase R$ 3 bilhões.  Do ponto de vista estratégico e de mercado, os acionistas da InBrands e da Restoque veem sentido na incorporação da Daslu. A nova holding herdaria uma marca que, além de sete lojas, ainda tem seu valor junto ao consumidor classe A. O problema, no entanto, não é a Daslu, mas seu controlador. Crezo Suerdieck, que caiu de paraquedas no mundo da moda, traz consigo um currículo marcado por negócios controversos. Recentemente, por exemplo, foi acusado de ter dado um calote na compra de dois automóveis Porsche, modelos Panamera e Cayenne. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Daslu, Restoque .

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