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03.10.19

Pecado capital

A psicóloga Petrúcia de Melo Andrade está deixando a Secretaria Nacional dos Diretos da Criança e do Adolescente. Para todos os efeitos, nos corredores da Pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos a versão “oficial” é que Petrúcia não entregou os resultados esperados pela ministra Damares Alves. Seus colegas de Ministério, no entanto, desconfiam que os antigos vínculos da psicóloga com o PT falaram mais alto.

Em tempo: em seu lugar, deverá assumir o procurador Rafael Meira Luz, um nome mais afeito ao governo Bolsonaro. Ele integra o grupo MP-Pró-Sociedade, que saiu em defesa dos procuradores da Lava Jato quando do vazamento das mensagens entre Deltan Dallagnol e Sergio Moro.

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22.09.19

Água no deserto

A ministra Damares Alves vai se reunir hoje com dirigentes da Fiesp. Tentará angariar o apoio financeiro de empresários paulistas para programas sociais do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Melhor esperar sentada.

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09.08.19

Fila indiana

A ministra Damares Alves é mais uma a bater na porta de Paulo Guedes em busca de dinheiro. Em meio à nova leva de cortes no Orçamento reivindica cerca de R$ 1 bilhão para garantir a execução de programas da Pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos.

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31.07.19

Damares das crianças

Quando outubro chegar, o Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos vai distribuir a crianças carentes cerca de três toneladas de brinquedos apreendidos pela Receita Federal. Já se pode antever a over exposition de Damares Alves nas redes sociais.

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17.07.19

O mapa-mundi da violência contra a mulher

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos vai elaborar um estudo inédito sobre a violência contra brasileiras residentes no exterior. A Pasta já começou a colher dados de embaixadas e ONGs. A ministra Damares Alves pretende utilizar a pesquisa como referência para ações de apoio a brasileiras vítimas de agressões em outros países. Situações peculiares, como a necessidade de aceitar subempregos ou até mesmo a dependência financeira dos companheiros, são identificadas como fatores de aumento da violência.

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01.07.19

Passatempo

A ministra Damares Alves montou uma força-tarefa para auditar cerca de dois mil benefícios de prestação continuada (pagos todos os meses) concedidos pela Comissão de Anistia a partir de 2011. Trata-se de um esportes preferidos do governo Bolsonaro: abrir a “caixa preta do PT”.

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28.06.19

Itamaraty do B

O ministro Ernesto Araújo, ao que parece, adotou o outsourcing diplomático. Caberá à ministra da Mulher e da Família, Damares Alves, a missão de representar o governo brasileiro na posse do social-democrata Laurentino Cortizo na Presidência do Panamá, na próxima segunda-feira. Ressalte-se que Araújo estará com a agenda livre, uma vez que até lá já terá voltado da viagem oficial a Bruxelas. Procurado, o Itamaraty confirmou a ausência do ministro.

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10.06.19

Enfim, algo que seja útil

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, vai propor que o Ministério da Saúde inclua no programa de pré-natal palestras sobre abuso e exploração sexual. O objetivo é alertar futuras mães para que percebam sinais que indiquem que seus filhos foram vítimas de assédio.

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07.06.19

Só nos resta orar

Ainda vai ser preciso muita reza para reduzir a intolerância com a fé alheia no Brasil. O Disque 100, sistema do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registrou no ano passado 506 denúncias de discriminação religiosa, número muito próximo ao do ano anterior – 537. Os dados serão oficialmente divulgados pela ministra Damares Alves nos próximos dias. As religiões de origem africana seguem no topo do ranking do sectarismo: foram 72 denúncias de discriminação ou mesmo de atos de violência contra umbandistas e outros 47 contra seguidores do candomblé.

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03.06.19

Damares vs. Dilma na Comissão da Anistia

Sob a batuta da ministra Damares Alves, a Comissão de Anistia retomará os trabalhos nesta semana com um certo clima de “acerto de contas” entre o governo Bolsonaro e o PT. Logo de cara, o colegiado deverá analisar um caso emblemático: o pedido de indenização de Dilma Rousseff. A ex-presidente deu entrada na solicitação no longínquo ano de 2003. Entre 2010 e 2016, período em que ocupou a Presidência da República, a tramitação do processo foi paralisada a seu pedido. O timing para a reabertura do caso não poderia ser menos alvissareiro para Dilma. O governo Bolsonaro não apenas fixou um teto de R$ 100 mil para indenizações a perseguidos políticos como estabeleceu um novo critério, abatendo qualquer valor anterior pago pelo Poder Público. Como Dilma já recebeu cerca de R$ 72 mil a título de reparo, a indenização restante não passará de R$ 28 mil caso a sua solicitação seja aprovada pela Comissão.

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