Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
20.11.17
ED. 5748

Impasse na venda da Uniasselvi

O impasse em torno de uma dívida de aproximadamente R$ 400 milhões com a Kroton tem adiado a venda da Uniasselvi. O fundo de private equity norte-americano CVC já teria apresentado uma oferta para ficar com as participações do Carlyle e da Vinci Partners na rede de ensino, mas há arestas em relação à assunção do passivo e ao tempo de quitação. A fatura é uma herança da venda da Uniasselvi para o Carlyle e a Vinci. À época, a própria Kroton, então controladora da empresa, financiou parte da negociação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.04.17
ED. 5592

O arco-íris da CVC

Jair Bolsonaro que não nos ouça, mas diversidade é a palavra da vez na CVC, seja na estratégia de negócios, seja no target. A companhia pretende investir no segmento de intercâmbio para o público LGBT, inclusive com aquisições. Um dos seus alvos seria o site Viajay. Procurado, o Viajay informou “não ter contrato firmado com a CVC”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.02.17
ED. 5568

Carlyle sai às compras no varejo

A estada do Carlyle no capital da CVC chegou ao fim. A gestora norte-americana concluiu a venda em mercado dos 5% que ainda lhe restavam em ações da operadora de turismo. Antes já havia retirado seus dois representantes do Conselho de Administração. Boa notícia para as empresas de varejo que querem um sócio com mais de US$ 180 bilhões em carteira. Segundo o RR apurou, o Carlyle quer usar os recursos amealhados na CVC para aproveitar a baixa dos ativos na área de consumo no Brasil. São aproximadamente R$ 700 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.09.16
ED. 5464

Adoecendo

 Corre pelo mercado a informação de que as negociações para a venda da Qualicorp às gestoras norte-americanas CVC e Carlyle emperraram. Não por acaso, nas últimas duas semanas a ação da operadora de plano de saúde caiu 14%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.09.16
ED. 5450

Carlyle e Guilherme Paulus em clima de fim de viagem

 O clima entre o Carlyle e Guilherme Paulus, os dois principais sócios da CVC , está de mal a pior. Se antes, ambos divergiam sobre os planos de investimentos para a expansão da operadora de turismo, agora o pomo da discórdia tem a ver com a rede de atendimento. A influência de Paulus na empresa é cadente, verdade seja dita, principalmente após a recente oferta de ações que reduziu ainda mais o seu quinhão societário. Mas o empresário possui o capital simbólico de ter sido o fundador da CVC. O encolhimento no número de pontos de venda no Rio de Janeiro, com a decisão de 22 lojistas de saírem da rede da operadora de turismo, acendeu ainda mais a chama das desavenças em função do impacto na receita. Não é para menos. O número equivale a 30% do total de pontos de venda no estado, o terceiro maior mercado da companhia, atrás de São Paulo e de Minas Gerais. A debandada tem grande potencial de inflamar a relação entre a direção da operadora de turismo e a sua rede de revenda justamente em um momento no qual o setor sofre com o baixo crescimento da demanda. Há um risco de que outros lojistas sigam o roteiro do que está acontecendo no Rio de Janeiro.  Guilherme Paulus estaria creditando à atual gestão da CVC, comandada pelo Carlyle, uma política asfixiante com os lojistas, com direito a metas de desempenho draconianas. A empresa tem exigido expansão de, pelo menos, 10% nas vendas de cada ponto, o mesmo de dois anos atrás, quando o crescimento do setor era de 20%, e independentemente do endereço de atuação, o que torna o negócio assimétrico. A definição dos locais de abertura de lojas também é um problema porque a CVC tem permitido o funcionamento de algumas lojas perto uma da outra, o que acaba gerando concorrência entre elas. O Carlyle não tem dado ouvidos ao sócio e segue usando o torniquete. A operadora de turismo, inclusive, ameaça aplicar multas e até recorrer à Justiça com a alegação de rompimento do contrato de franquia desses lojistas. O Carlyle estaria pagando para ver o que Paulus, lojistas e quem mais for podem fazer. Está em pleno comando da situação e aposta que os resultados virão com a prevista recuperação da demanda no fim do ano. • Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: CVC.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.08.16
ED. 5436

De saída

 Guilherme Paulus está ultimando os preparativos para sair de vez da CVC. Vendeu ações esse mês e reduziu sua participação de 24% para 8% na operadora de turismo. Segundo fonte de uma instituição financeira que participou do negócio, o empresário deverá se desfazer de novos lotes na Bovespa até o fim do ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.01.16
ED. 5288

Espelho

 Jean-Marc Etlin, que deixou o Itaú BBA para asssumir o comando da CVC Capital na América Latina, teria recomendado aos norte-americanos a contratação do ex-colega Alberto Fernandes. Curiosamente, Fernandes, vice-presidente comercial do banco de investimentos do Itaú, assumiu provisoriamente as antigas fun- ções de Etlin na instituição.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.10.15
ED. 5227

Carlyle e Priceline duelam na primeira classe

O Carlyle e o também norte-americano Priceline Group estão travando um duelo particular em um mercado que movimenta quase R$ 14 bilhões por ano no Brasil. Em disputa, a compra de plataformas de comercialização de bilhetes aéreos e hospedagem. O Carlyle, que recentemente adquiriu o Submarino Viagens por R$ 80 milhões, está em tratativas para a compra do Webviagens. Fundado pelo investidor Leandro Cesar Silva, o site ainda é um negócio relativamente pequeno para os padrões do setor: deve faturar cerca de R$ 100 milhões neste ano. No entanto, o Carlyle entende que este valor pode ser razoavelmente multiplicado com a venda integrada de pacotes com o próprio Submarino e a CVC, também controlada pelos norte-americanos. A investida do Carlyle sobre o Webviagens pode ser interpretada como uma resposta ao movimento feito recentemente pelo Priceline Group, que aportou R$ 185 milhões na agência de turismo online Hotel Urbano. Pois o contra-ataque do contra-ataque não deve tardar. Segundo o RR apurou, o Priceline já tem um novo alvo em seu radar: o Voopter, aplicativo de busca de passagens aéreas. O controle pertence aos investidores Pettersom Paiva e Tales Tommasini e ao fundo Global Founders Capital

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.07.15
ED. 5158

Bilhete de ida

O Hotel Urbano olha com lupa para os números da WebViagens, site com faturamento anual na casa dos R$ 100 milhões. Seu objetivo é responder o quanto antes aos recentes movimentos da concorrente CVC, que comprou a B2W Viagens e o Submarino Viagens. Consultada pelo RR, a WebViagens garante que não está a  venda.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.05.15
ED. 5131

A viagem de Falco

Após comprar, em um intervalo de apenas cinco meses, o Grupo Duotur e o Submarino Viagens, a CVC avança, agora, sobre um conhecido site de busca de preços de hospedagens e bilhetes aéreos. Em tempo: a desbragada estratégia de aquisições em tempo de margens cada vez mais apertadas e séria retração na economia é uma aposta de risco bancada pessoalmente pelo presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.03.15
ED. 5083

Uma passagem só de ida na CVC

A CVC tem tudo para se tornar a lembrança de uma viagem no porta-retratos de seu fundador. Guilherme Paulus estaria se preparando para desembarcar de vez do capital da operadora de turismo, com a venda dos poucos mais de 24% que manteve após a negociação do controle para o Carlyle. O empresário ajusta o timing da saída ao fuso horário dos norte-americanos. Passados cinco anos da sua chegada a  CVC, a expectativa é que o próprio fundo se desfaça de parte ou até mesmo da totalidade da sua participação de 64% nos próximos meses. Formalmente, tanto a GJP, holding que reúne os negócios do empresário quanto a própria CVC, negam a saída de Paulus. Não há como negar, no entanto, que a venda de sua fatia na CVC daria a Guilherme Paulus fôlego extra para bancar seus projetos no ramo hoteleiro. A meta do empresário, de tão ousada, chega a soar como inexequível: construir 50 hotéis no Brasil e no exterior pelos próximos quatro anos. Para efeito de comparação, em uma década de existência, a GJP abriu apenas 14 unidades. No total, o plano de investimentos da GJP até 2019 passa de R$ 1 bilhão. Além da expansão da rede no Brasil, o grande passo de Guilherme Paulus aponta na direção dos Estados Unidos. O empresário trabalha para anunciar ainda neste ano seu primeiro empreendimento na América.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.01.15
ED. 5049

Alta temporada

A CVC, leia-se o fundo norte-americano Carlyle, está com uma aquisição engatilhada na área de turismo. Mesmo com o dólar em alta e todo o aperto do governo aos gastos no exterior. Ou, talvez, por isso mesmo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.07.14
ED. 4918

Ego nas alturas

Luiz Eduardo Falco sempre se achou “o cara”, mas, agora, seu “egômetro” disparou. Não há uma reunião na CVC em que ele não desande a propagandear sua própria gestão. Pudera! Em 2013, em seu primeiro ano a  frente da empresa, o lucro quintuplicou. Para 2014, os ganhos devem passar dos R$ 140 milhões, contra R$ 110 milhões no ano passado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.07.14
ED. 4909

A gestora norte-americana Carlyle

A gestora norte-americana Carlyle prepara a venda de parte de suas ações na CVC. Ainda assim, deverá permanecer como principal acionista da companhia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.04.14
ED. 4847

Blue Tree

 Não que Chieko Aoki precise de conselhos. Jamais! No entanto, ultimamente, a musa da hotelaria nacional tem ouvido bastante o ex-CVC Guilherme Paulus. Ao se referir a  Blue Tree, Paulus é consultor de uma só recomendação: “Vende, vende, vende!”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.13
ED. 4749

Aeroporto é o teto preferido da GJP

O empresário Guilherme Paulus acredita ter encontrado uma fresta no concorrido mercado hoteleiro para expandir sua operação no setor. Sua intenção é transformar a GJP em uma das maiores operadoras de hotéis em aeroportos do país. Já hospedada em quatro terminais – Galeão, Santos Dumont, Confins e Vitória -, a empresa está na disputa para instalar uma unidade em Guarulhos e outra em Viracopos. Também articula a construção de hotéis nos aeroportos de Salvador e Fortaleza. O investimento total pode chegar a R$ 1 bilhão. Procurada, a GJP confirmou que está na disputa pelo aeroporto de Viracopos, mas não se pronunciou sobre os demais projetos. Paulus, que colocou no bolso mais de R$ 800 milhões na venda da CVC para o Carlyle, pretende tocar a maior parte dos projetos sem mexer no seu abarrotado cofre. A ideia é atrair investidores institucionais, a começar por fundos de pensão e private equities – as portas, aliás, estão mais do que escancaradas para o próprio Carlyle. O empresário pretende chegar a 20 hotéis em três anos – a maior parte deles fincada em grandes aeroportos. O passo seguinte? Paulus adoraria hospedar a GJP na Bovespa, com o IPO da companhia até 2016.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.01.13
ED. 4567

Guilherme Paulus chama BaÁ±uelos para se hospedar em Sauípe

Eles foram concorrentes em um passado recente. Disputaram a compra do resort Costa do Sauípe, na Bahia, que pertence a  Previ, mas nenhum dos dois conseguiu fechar o negócio. Decidiram mudar o rumo da prosa e juntar forças para alcançar o objetivo. Guilherme Paulus, ex-dono da CVC e controlador da GJP, e o bilionário espanhol Enrique Baa±uelos, da Veremonte, vão fazer uma oferta pela compra do resort. O acordo somente está sendo possível porque um dos maiores obstáculos a s negociações feitas separadamente com a Previ era a Superclubs, a última operadora hoteleira a sair de Sauípe, em agosto de 2010. A rede jamaicana relutava em deixar o complexo hoteleiro, o que dificultava a mudança no controle da Sauípe S/A. Tanto Paulus quanto Baa±uelos pretendem instalar no empreendimento uma única bandeira hoteleira por acreditar que desta forma haverá redução de custos. Esse ponto ainda não está acordado, mas está na mesa uma proposta de Paulus para que a norte-americana Starwood entre no negócio com a bandeira Sheraton. O ex-dono da CVC planeja transformar a Costa do Sauípe no maior centro de turismo de negócios da América Latina, uma reviravolta na proposta original. O foco do resort desde a sua fundação em 2000 era na hotelaria de lazer de turistas europeus e norte-americanos. Pelo que está sendo negociado, Paulus terá 60% do negócio e o restante ficará com o empresário espanhol, com opção de compra de 10% para dividir o controle futuramente. A GJP ficaria com a operação do resort. O desembolso pela aquisição de 100% das ações da Sauípe S/A deverá chegar a R$ 240 milhões, cerca de 20% a mais do que foi ofertado por Baa±uelos há quatro anos para arrematar o complexo hoteleiro. Procuradas, a Veremonte afirmou que a informação não procede e a GJP declarou que já houve contato com a Veremonte há alguns anos, mas a negociação acabou sem resultados. A dupla escolheu com precisão o momento para fazer nova oferta por Sauípe. O resort deverá fechar, pela primeira vez na história, com lucro em 2012. A receita no ano passado teria ficado próxima dos R$ 150 milhões, contra R$ 123 milhões em 2011. A média de crescimento do faturamento tem sido recentemente de 40% ao ano, acima dos concorrentes no Nordeste. Essa região é a que tem recebido o maior número de empreendimentos desse tipo no país nos últimos dez anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.11.12
ED. 4531

CVC na Europa

O Carlyle deve tirar o passaporte europeu da CVC. O fundo estaria disposto a usar a empresa como ponta de lança para a compra de operadoras de turismo na Europa. A ideia seria surfar na baixa temporada de preços dos ativos. A espanhola Orizonia, também controlada pelo Carlyle, deve se juntar a  operação. Procurada, a CVC negou a operação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.08.12
ED. 4474

Poltronas opostas

Guilherme Paulus, fundador e presidente do Conselho de Administração da CVC, e Francisco da Rocha Campos, nº 1 da empresa, andam se estranhando. Segundo uma fonte próxima a Paulus, o empresário não engoliu a decisão do Carlyle, acionista majoritário, de afastar o antigo presidente da CVC, Valter Patriani, seu escudeiro há mais de 30 anos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.05.12
ED. 4394

First Choice Holidays

A Tui Travel, pertencente a  inglesa First Choice Holidays e a investidores espanhóis, está interessada na compra da CVC, leia-se o Carlyle. Procurada, a CVC negou a venda do controle. No entanto, a fonte do RR, ligada a  TUI Travel, crava que há conversações.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.