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17.06.22

Já que aqui ninguém escuta

CUT e Força Sindical estão preparando um estudo sobre os impactos negativos da reforma trabalhista, entre os quais o  aumento da informalidade e a queda salarial das principais categorias da indústria. A intenção é levar o documento à OIT (Organização Internacional do Trabalho). De preferência, mais próximo à eleição presidencial.

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25.05.22

“Ministro do Trabalho”

Mais um sinal de que Geraldo Alckmin é o “cara” da revisão da reforma trabalhista. Alckmin foi escalado para representar Lula na abertura do Congresso da Federação de Químicos, hoje, em São Paulo. Deverá ser escoltado por uma “guarda suíça” de lideranças da CUT e da Força Sindical.

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07.04.22

Agenda trabalhista

Lula vai se reunir na próxima quarta-feira com dirigentes da CUT, Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores) e CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil). No encontro, os líderes sindicais vão entregar ao ex-presidente propostas para a revisão da reforma trabalhista. Lula já sinalizou que, se eleito, pretende criar uma espécie de mesa de negociações, reunindo representantes dos sindicatos e do setor empresarial para discutir ajustes na legislação – proposta inspirada no modelo adotado pelo governo da Espanha.

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Faltando mais de um mês para o Dia do Trabalhador, CUT e Força Sindical já sondaram tanto Lula quanto Geraldo Alckmin sobre a possibilidade de a dupla participar das manifestações do 1o de maio. Até agora nenhum dos dois disse nem que sim nem que não.

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21.03.22

Coalizão sindical

CUT, CTB, Força Sindical e UGT querem fazer encontros conjuntos com os candidatos à Presidência.

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10.02.22

Centrais sindicais na cola do STF

CUT e Força Sindical estão montando um grupo de trabalho para monitorar 21 julgamentos de matérias relacionadas à reforma trabalhista que estão na pauta do STF. A ideia é municiar o Supremo com pareceres jurídicos contra tópicos da nova legislação, aprovada no governo Temer. Em ano eleitoral, a “marcação sob pressão” tem, ao menos, seu valor simbólico.

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27.01.22

Capital e trabalho voltam ao ringue

Segundo o RR apurou, a Fenajufe (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário e do Ministério Público da União) estuda entrar no STF para exigir o reajuste salarial da categoria caso as tratativas com o governo não avancem. Do lado do MP, o PGR Augusto Aras já foi convocado para buscar um diálogo com os procuradores. Missão árdua. A insatisfação entre os servidores do órgão é grande. Estudos da Fenajufe mostram que a defasagem salarial da categoria desde 2019 já ultrapassa os 15% em relação à inflação do período.

A Ford vai ser alvo de uma enxurrada de ações trabalhistas. Segundo uma fonte do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, ex-funcionários de empresas terceirizadas estão se mobilizando para entrar na Justiça contra a montadora. O entendimento do sindicato é que eles têm direito a indenização por quebra de contrato, assim como os empregados da antiga fábrica de Camaçari. Ao todo, são 1,5 mil trabalhadores terceirizados.

Os dirigentes da Força Sindical e da CUT articulam uma audiência com Josué Gomes da Silva. Uma vez confirmado, será o primeiro encontro de Josué com representantes dos trabalhadores como novo presidente da Fiesp. Ressalte-se que o relacionamento entre
as centrais e seu antecessor, Paulo Skaf, se deteriorou depois que o então no1 da Fiesp apoiou a reforma trabalhista e, sobretudo, o fim do imposto sindical. E foi de vez para o vinagre com a proximidade política entre Skaf e o presidente Jair Bolsonaro.

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19.11.21

A fragilidade dos trabalhadores

Ainda que a contragosto, grandes centrais, como CUT e Força Sindical, têm orientado os sindicatos a não exigir obrigatoriedade de vacina contra a Covid-19 aos patrões na negociação de acordos coletivos de trabalho. A nova portaria do governo, impedindo a demissão por justa causa de não vacinados, enfraqueceu ainda mais a posição dos trabalhadores na questão.

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04.08.21

Cumprindo tabela

Grandes centrais sindicais do país, à frente CUT e Força Sindical, deverão lançar um manifesto contra os pontos mais polêmicos da MP  1.045, que trata do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Um das propostas mais questionadas diz respeito ao recolhimento para o INSS. Segundo a MP, em caso de suspensão do contrato de trabalho e redução salarial, cabe ao empregado e não ao empregador pagar a diferença para manter o mesmo valor de contribuição à Previdência. A questão é: o sindicalismo ainda tem voz para mudar alguma coisa?

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14.10.20

O fiapo de voz do sindicalismo

O RR tem a informação de que representantes das centrais sindicais levaram ao Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) a proposta de um seguro-desemprego emergencial aos que não se enquadram nas regras atuais. O benefício seria pago por até três meses. A ideia surgiu a partir do aval do TCU, que autorizou o governo a usar espaços abertos no teto dos gastos para o pagamento de abonos salariais e do seguro desemprego. No entanto, dificilmente a proposição vai decolar. Até o momento, o Ministério da Economia protela o pagamento de duas parcelas adicionais do auxílio a quem perdeu o emprego durante a pandemia, aprovado pelo próprio Codefat.

Não foi dos mais amistosos um encontro recente entre o líder do governo na Câmara, Ricardo Paes de Barros, e representantes das centrais sindicais, entre eles Sergio Nobre, presidente da CUT. Segundo um dos presentes, diante da proposta de prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 até dezembro, Barros interrompeu abruptamente a conversa e começou a criticar a postura dos sindicalistas, acusando-os de “tramar” a quebra da economia do Brasil. Em tom ríspido, disse que a CUT precisava contratar economistas para “melhorar o nível de seus estudos técnicos”.

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