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04.08.21

Cumprindo tabela

Grandes centrais sindicais do país, à frente CUT e Força Sindical, deverão lançar um manifesto contra os pontos mais polêmicos da MP  1.045, que trata do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Um das propostas mais questionadas diz respeito ao recolhimento para o INSS. Segundo a MP, em caso de suspensão do contrato de trabalho e redução salarial, cabe ao empregado e não ao empregador pagar a diferença para manter o mesmo valor de contribuição à Previdência. A questão é: o sindicalismo ainda tem voz para mudar alguma coisa?

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14.10.20

O fiapo de voz do sindicalismo

O RR tem a informação de que representantes das centrais sindicais levaram ao Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) a proposta de um seguro-desemprego emergencial aos que não se enquadram nas regras atuais. O benefício seria pago por até três meses. A ideia surgiu a partir do aval do TCU, que autorizou o governo a usar espaços abertos no teto dos gastos para o pagamento de abonos salariais e do seguro desemprego. No entanto, dificilmente a proposição vai decolar. Até o momento, o Ministério da Economia protela o pagamento de duas parcelas adicionais do auxílio a quem perdeu o emprego durante a pandemia, aprovado pelo próprio Codefat.

Não foi dos mais amistosos um encontro recente entre o líder do governo na Câmara, Ricardo Paes de Barros, e representantes das centrais sindicais, entre eles Sergio Nobre, presidente da CUT. Segundo um dos presentes, diante da proposta de prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 até dezembro, Barros interrompeu abruptamente a conversa e começou a criticar a postura dos sindicalistas, acusando-os de “tramar” a quebra da economia do Brasil. Em tom ríspido, disse que a CUT precisava contratar economistas para “melhorar o nível de seus estudos técnicos”.

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10.12.19

O fiapo de voz do sindicalismo

CUT e Força Sindical planejam, para as próximas duas semanas, manifestações em outros estados contra a “carteira verde e amarela”, instituída pelo governo Bolsonaro. O pontapé inicial se dará hoje, em São Bernardo do Campo, com um protesto na porta da Volkswagen. Já há pelo menos mais três mobilizações previstas no ABC até quinta-feira. Se muito, servirá para o sindicalismo tentar marcar território. Na prática, os protestos não deverão alterar um centímetro a MP que altera a legislação trabalhista.

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27.09.19

Dançando com o carrasco

Aonde chegou o sindicalismo brasileiro? Força Sindical e CUT estão recorrendo ao presidente da CNI, Robson Andrade, na tentativa de que alguma de suas propostas seja contemplada reforma trabalhista em gestação no governo.

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09.09.19

Gritos do silêncio

CUT, Força Sindical e UGT vão tentar ser um fiapo de voz do sindicalismo na nova reforma trabalhista em gestação no governo. Historicamente nem sempre alinhadas entre si, as três centrais decidiram montar uma comissão conjunta e encaminhar propostas para a comissão comandada pelo secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Lutam por um gol de honra em um jogo que já começa perdido. O “Grupo de Altos Estudos” criado pelo governo para discutir a reforma das leis trabalhistas não tem sequer um representante do “chão de fábrica”.

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12.08.19

Interferência zero

O presidente da CUT, Vagner Freitas, e da Força Sindical, Miguel Torres, ainda confabulam se vão ou não participar da série de audiências entre líderes sindicais e senadores, prevista para amanhã e quarta-feira. O objeto da conversa, a reforma da Previdência, já são favas contadas. Freitas e Torres sabem que vão ao Senado apenas cumprir tabela. Nesse contexto, talvez a ausência dos encontros possa ter algum simbolismo.

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22.07.19

Prévias sindicais

CUT, Força Sindical e congêneres estão costurando um acordão para a eleição do presidente do Conselho Deliberativo do FAT, amanhã, em Brasília. O nome que deverá ser apresentado é o de Francisco Pegado, secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores. Pegado é o decano do Conselho: integra o colegiado que decide os rumos dos recursos do FAT desde a sua criação, em 1990. há um rodízio entre as três bancadas que compõe o órgão: empresariado, governo e trabalhadores. É a vez do representante do “chão de fábrica”.

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10.07.19

O “sindicalista” Rodrigo Maia

Logo após o recesso do Congresso, em agosto, CUT e Força Sindical vão levar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o esboço de um projeto para substituir a MP 873, que caducou no mês passado. As centrais apostam na disposição de Maia de andar na contramão do governo para emplacar suas propostas. Antes que o Palácio do Planalto apresente novo projeto para extinguir a contribuição sindical obrigatória, como prévia a MP 873.

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30.05.19

O 14 de junho depende do 5 de junho

CUT e Força Sindical e congêneres tratam o 5 de junho como o “Dia D do Dia D”. Está previsto para esse dia, em Brasília, o Encontro Nacional do Setor de Transportes. Será um termômetro do sucesso ou não da greve geral convocada para a semana seguinte, mais precisamente para 14 de junho. No Encontro, metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus vão decidir se aderem ou não à manifestação. A paralisação destas categorias é vital para o êxito da greve. Até porque os caminhoneiros estão com Bolsonaro e não abrem.

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24.05.19

Marcha unida

Ao que parece os sindicalistas ouviram o conselho de FHC de que a centrais deveriam se aproximar da universidade. CUT, Força Sindical e outras entidades congêneres vão ceder carros de som e ajudar na impressão de panfletos para as manifestações convocadas por estudantes para o próximo dia 30. Como disse Rick Blaine, personagem de Humphrey Bogart, ao Capitão Renault na cena final de Casablanca: “Pode ser o início de uma bela amizade.”

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