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30.05.19
ED. 6125

O 14 de junho depende do 5 de junho

CUT e Força Sindical e congêneres tratam o 5 de junho como o “Dia D do Dia D”. Está previsto para esse dia, em Brasília, o Encontro Nacional do Setor de Transportes. Será um termômetro do sucesso ou não da greve geral convocada para a semana seguinte, mais precisamente para 14 de junho. No Encontro, metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus vão decidir se aderem ou não à manifestação. A paralisação destas categorias é vital para o êxito da greve. Até porque os caminhoneiros estão com Bolsonaro e não abrem.

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24.05.19
ED. 6121

Marcha unida

Ao que parece os sindicalistas ouviram o conselho de FHC de que a centrais deveriam se aproximar da universidade. CUT, Força Sindical e outras entidades congêneres vão ceder carros de som e ajudar na impressão de panfletos para as manifestações convocadas por estudantes para o próximo dia 30. Como disse Rick Blaine, personagem de Humphrey Bogart, ao Capitão Renault na cena final de Casablanca: “Pode ser o início de uma bela amizade.”

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11.03.19
ED. 6069

Trabalhismo sem remédio

A negociação do dissídio dos 17 mil empregados da indústria farmacêutica em São Paulo promete causar fortes enxaquecas e náuseas nos trabalhadores. No último dia 26 de fevereiro, a Força Sindical e a CUT encaminharam ao Sindusfarma a proposta de um aumento real de 2%, mais o IPCA dos últimos 12 meses. O ponto de maior tensão,no entanto, diz respeito ao piso da categoria. As entidades sindicais querem puxar o sarrafo para R$ 2.040,00. A indústria, porém, já sinalizou que não aceita mexer nos valores, que variam de R$ 1.483,59 a R$ 1.689,84 em razão do número de contratados de cada laboratório. Nestes tempos em que o sindicalismo sofre da falta de vitamina B, C, E etc, não é difícil prever quem ganhará o cabo de guerra.

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08.03.19
ED. 6068

Morte lenta

O sindicalismo está novamente no “banco dos réus”. O STF deverá julgar nos próximos dias o pedido do DEM para que a participação direta das centrais sindicais – como CUT, Força, CTB etc – em negociações trabalhistas seja declarada inconstitucional. No ano passado, não custa lembrar, a Corte declarou constitucional o fim da contribuição sindical obrigatória, impondo uma dura perda financeira para estas entidades. Algumas delas perderam quase 90% de suas receitas.

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29.11.18
ED. 6004

Centrais sindicais se esfarelam

Um problema a menos para o governo Bolsonaro: as centrais sindicais estão mais preocupadas em sobreviver do que chacoalhar o chão de fábrica e fazer barulho. Depois da CUT, que cortou mais de metade do seu quadro de funcionários, a Executiva Nacional da Força Sindical vai se reunir no próximo dia 5 para deliberar sobre um drástico programa de desmobilização patrimonial. Segundo o RR apurou, a entidade pretende se desfazer da sua sede 12 andares e 1.900 metros quadrados no bairro da Liberdade, em São Paulo. Também está colocando à venda suas instalações no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. A Caixa Econômica Federal foi chamada para avaliar os imóveis – de acordo com a fonte do RR, o laudo deverá ser concluído ao longo do mês de dezembro. Não obstante ser a entidade dos trabalhadores com o maior entroncamento com o Poder, por conta da fluidez política do deputado federal Paulinho da Força, aliado de todos os governos, a Força Sindical não resistiu ao fim das contribuições obrigatórias. Mesmo com 4,5 milhões de trabalhadores em 550 sindicatos associados, sua arrecadação caiu 90% neste ano.

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01.11.18
ED. 5986

Racha sindical

Os sensores psicossociais da equipe de Jair Bolsonaro estarão concentrados, hoje, em São Paulo. O Dieese convocou as centrais sindicais para uma reunião em sua sede, na capital paulista, a primeira após as eleições. Segundo o RR apurou, a CUT sinalizou que vai propor um Dia Nacional de Paralisação contra a reforma da Previdência. Parece que a entidade perdeu o juízo. Menos mal que deve ficar falando sozinha. De acordo com a fonte da newsletter, a ideia não encontra eco entre as demais centrais. A percepção geral é de que não existe qualquer clima para greve, notadamente na iniciativa privada. Não é de hoje. Segundo dados do próprio Dieese, das 94 mil horas de paralisações em 2017, o setor privado respondeu por apenas 33 mil horas.

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29.01.18
ED. 5796

Gritos do silêncio

CUT e PT estão organizando atos de desagravo a Lula em diversas capitais do país. Os protestos culminarão com uma manifestação conjunta no dia 19 de fevereiro, data da votação da reforma da Previdência. Do jeito que anda o animus das ruas, pode até acontecer tudo, a começar por não acontecer nada.

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20.07.17
ED. 5665

Sindicalismo turbinado

Monica Zerbinato, ex-secretária de Lula por 13 anos, e seu marido, Osvaldo Bargas, diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) foram vistos desfrutando do capitalismo opressor da Itália e flanando em uma Ferrari Testarossa de US$ 1 milhão. A fonte do RR estava lá, implacável, e clicou os dois pombinhos, que olhavam o horizonte transparecendo a pergunta: por que essa maldita reforma trabalhista tinha de incluir o fim do imposto sindical?

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24.08.16
ED. 5440

Financiando greves

  A CUT está aderindo ao novo capitalismo participativo para amenizar a queda de 25% no orçamento deste ano em relação a 2015. O recurso ao crowdfunding, financiamento coletivo na internet, será usado até para custear greves.

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