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27.09.19

Dançando com o carrasco

Aonde chegou o sindicalismo brasileiro? Força Sindical e CUT estão recorrendo ao presidente da CNI, Robson Andrade, na tentativa de que alguma de suas propostas seja contemplada reforma trabalhista em gestação no governo.

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09.09.19

Gritos do silêncio

CUT, Força Sindical e UGT vão tentar ser um fiapo de voz do sindicalismo na nova reforma trabalhista em gestação no governo. Historicamente nem sempre alinhadas entre si, as três centrais decidiram montar uma comissão conjunta e encaminhar propostas para a comissão comandada pelo secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Lutam por um gol de honra em um jogo que já começa perdido. O “Grupo de Altos Estudos” criado pelo governo para discutir a reforma das leis trabalhistas não tem sequer um representante do “chão de fábrica”.

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12.08.19

Interferência zero

O presidente da CUT, Vagner Freitas, e da Força Sindical, Miguel Torres, ainda confabulam se vão ou não participar da série de audiências entre líderes sindicais e senadores, prevista para amanhã e quarta-feira. O objeto da conversa, a reforma da Previdência, já são favas contadas. Freitas e Torres sabem que vão ao Senado apenas cumprir tabela. Nesse contexto, talvez a ausência dos encontros possa ter algum simbolismo.

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22.07.19

Prévias sindicais

CUT, Força Sindical e congêneres estão costurando um acordão para a eleição do presidente do Conselho Deliberativo do FAT, amanhã, em Brasília. O nome que deverá ser apresentado é o de Francisco Pegado, secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores. Pegado é o decano do Conselho: integra o colegiado que decide os rumos dos recursos do FAT desde a sua criação, em 1990. há um rodízio entre as três bancadas que compõe o órgão: empresariado, governo e trabalhadores. É a vez do representante do “chão de fábrica”.

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10.07.19

O “sindicalista” Rodrigo Maia

Logo após o recesso do Congresso, em agosto, CUT e Força Sindical vão levar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o esboço de um projeto para substituir a MP 873, que caducou no mês passado. As centrais apostam na disposição de Maia de andar na contramão do governo para emplacar suas propostas. Antes que o Palácio do Planalto apresente novo projeto para extinguir a contribuição sindical obrigatória, como prévia a MP 873.

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30.05.19

O 14 de junho depende do 5 de junho

CUT e Força Sindical e congêneres tratam o 5 de junho como o “Dia D do Dia D”. Está previsto para esse dia, em Brasília, o Encontro Nacional do Setor de Transportes. Será um termômetro do sucesso ou não da greve geral convocada para a semana seguinte, mais precisamente para 14 de junho. No Encontro, metroviários, ferroviários e motoristas de ônibus vão decidir se aderem ou não à manifestação. A paralisação destas categorias é vital para o êxito da greve. Até porque os caminhoneiros estão com Bolsonaro e não abrem.

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24.05.19

Marcha unida

Ao que parece os sindicalistas ouviram o conselho de FHC de que a centrais deveriam se aproximar da universidade. CUT, Força Sindical e outras entidades congêneres vão ceder carros de som e ajudar na impressão de panfletos para as manifestações convocadas por estudantes para o próximo dia 30. Como disse Rick Blaine, personagem de Humphrey Bogart, ao Capitão Renault na cena final de Casablanca: “Pode ser o início de uma bela amizade.”

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11.03.19

Trabalhismo sem remédio

A negociação do dissídio dos 17 mil empregados da indústria farmacêutica em São Paulo promete causar fortes enxaquecas e náuseas nos trabalhadores. No último dia 26 de fevereiro, a Força Sindical e a CUT encaminharam ao Sindusfarma a proposta de um aumento real de 2%, mais o IPCA dos últimos 12 meses. O ponto de maior tensão,no entanto, diz respeito ao piso da categoria. As entidades sindicais querem puxar o sarrafo para R$ 2.040,00. A indústria, porém, já sinalizou que não aceita mexer nos valores, que variam de R$ 1.483,59 a R$ 1.689,84 em razão do número de contratados de cada laboratório. Nestes tempos em que o sindicalismo sofre da falta de vitamina B, C, E etc, não é difícil prever quem ganhará o cabo de guerra.

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08.03.19

Morte lenta

O sindicalismo está novamente no “banco dos réus”. O STF deverá julgar nos próximos dias o pedido do DEM para que a participação direta das centrais sindicais – como CUT, Força, CTB etc – em negociações trabalhistas seja declarada inconstitucional. No ano passado, não custa lembrar, a Corte declarou constitucional o fim da contribuição sindical obrigatória, impondo uma dura perda financeira para estas entidades. Algumas delas perderam quase 90% de suas receitas.

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29.11.18

Centrais sindicais se esfarelam

Um problema a menos para o governo Bolsonaro: as centrais sindicais estão mais preocupadas em sobreviver do que chacoalhar o chão de fábrica e fazer barulho. Depois da CUT, que cortou mais de metade do seu quadro de funcionários, a Executiva Nacional da Força Sindical vai se reunir no próximo dia 5 para deliberar sobre um drástico programa de desmobilização patrimonial. Segundo o RR apurou, a entidade pretende se desfazer da sua sede 12 andares e 1.900 metros quadrados no bairro da Liberdade, em São Paulo. Também está colocando à venda suas instalações no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. A Caixa Econômica Federal foi chamada para avaliar os imóveis – de acordo com a fonte do RR, o laudo deverá ser concluído ao longo do mês de dezembro. Não obstante ser a entidade dos trabalhadores com o maior entroncamento com o Poder, por conta da fluidez política do deputado federal Paulinho da Força, aliado de todos os governos, a Força Sindical não resistiu ao fim das contribuições obrigatórias. Mesmo com 4,5 milhões de trabalhadores em 550 sindicatos associados, sua arrecadação caiu 90% neste ano.

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