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05.04.22

Descarga elétrica

A norte-americana Niu Ventures já teria dois aportes engatilhados em startups brasileiras da área de energia. O fundo, sediado no Vale do Silício, já é sócio da EDP e da CSN na Clarke Energy, que desenvolve soluções para empresas reduzirem os gastos com energia elétrica.

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30.03.22

Inflação de aço

A exemplo da CSN, a Usiminas vai anunciar ao longo do mês de abril um novo reajuste dos preços do aço. A alta deve ficar acima de 18%.

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17.02.22

Preço da Eletrobras repete engodos das privatizações

Não é a primeira vez que os preços da privatização são subavaliados no Brasil. A desconsideração do valor econômico da potência instalada nas empresas da Eletrobras encontra similar nas desestatizações da CSN, no governo Itamar Franco, e da então Vale do Rio Doce, na gestão FHC. O motivo do “rouba montinho” da União foi a dificuldade de precificação de áreas mineralizadas e mineralizáveis de ambas as companhias.

No caso da CSN, a mina de Casa Pedra, um ativo considerado mais valioso do que a usina de Volta Redonda, passou quase batido no valuation. Em relação à Vale, a Docegeo – subsidiária da companhia onde estavam depositadas suas reservas prospectáveis – não foi computada no cálculo do valor de venda. Com isso, foi dada de graça uma fortuna incalculável em riquezas minerais. Em uma improvável dobradinha àquela altura, dois personagens lutaram como leões, nos bastidores, para que a comercialização da Vale a preço de banana não ocorresse: Eliezer Batista, ex-presidente da companhia, e o ex-prefeito do Rio, Césa Maia.

Hoje, inexistem personagens públicos com a mesma envergadura para tentar barrar a liquidação da Eletrobras. Segundo a decisão inicial do TCU, o cálculo da potência de geração futura da Eletrobras foi descartado, porque não é medível ou realizável para efeito de precificação. Ressalte- se que o relator Aroldo Cedraz ficou bastante incomodado com a decisão do colegiado. O veredito do TCU foi resultante de um tour de force do Ministério da Economia, para convencer o Tribunal.

Vale tudo para vender a estatal, inclusive sonegar a consulta a companhias especializadas em realizar a precificação correta. Paulo Guedes e cia. querem privatizar a toque de caixa, desprezando o valuation real para atender a agenda política. Portanto, sendo aprovado o atual preço de venda, o comprador levará um bônus muito além do valor fixado. O Ministério da Economia, de braços dados com o TCU, aproveita para, de lambuja, desmascarar o velho Marx, alterando a máxima de que a história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa. No Brasil, a fraude e a realidade são categorias indissociáveis. O engodo sobrevive ao tempo. Inalterável.

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08.02.22

Fundos abutre afiam as garras na Cimento Tupi

Cobiçada por pesos-pesados do setor, como CSN e Votorantim, a Cimento Tupi corre o risco de se tornar uma presa fácil para aves de rapina do mercado. Por “aves de rapina” leia-se os fundos abutre que já compraram US$ 350 milhões em bonds da companhia e ameaçam tomar o controle da cimenteira, pertencente à família Koraniy Ribeiro. No mercado, circula a informação de que um desses investidores seria o Elliot Management, do norte-americano Paul Singer, conhecido como um dos mais agressivos hedge funds do mundo.

Segundo uma fonte envolvida nas negociações, esses fundos estão se unindo à suíça Tupacta AG, instituição financeira que detém outros US$ 228 milhões em títulos da cimenteira. Esse bloco estaria forçando a conversão dos créditos contra a empresa em participação societária, inclusive acima do teto de 21% do capital total. Trata-se da trava proposta pela própria Tupi em seu plano de recuperação judicial para a possível transformação de debt em equity.

A manobra seguinte seria uma tomada hostil do controle da cimenteira, com o apoio de minoritários e eventualmente a compra de mais ações em bolsa. Procurada pelo RR, a Tupi não se pronunciou. A situação dos acionistas controladores da Tupi é vulnerável, sobretudo diante dos credores. Os detentores de dívidas trabalhistas e os fornecedores até aprovaram integralmente o plano de recuperação judicial. O problema são os fundos abutre, que votaram contra. Com a adesão da Tupacta AG, esse bloco passa a responder por 85% do passivo total da Tupi. Ou seja: nesse cenário, dificilmente os Koraniy Ribeiro teriam força para conter uma eventual tentativa de take over.

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21.01.22

Disputa de festim

A sucessão de Wilson Brumer e Flavio Penido, que deixaram, respectivamente, o comando do Conselho e a presidência executiva do Ibram, tem causado algumas trepidações na entidade. Um grupo de associadas, à frente CSN e Usiminas, está tentando reduzir o poder da Vale na escolha dos substitutos. Tarefa difícil.

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07.10.21

Cimento fresco

Como se não bastassem as aquisições da Elizabeth Cimentos e dos ativos da LafargeHolcim, a CSN vai construir três novas fábricas de cimento. Uma delas deverá ficar no Rio Grande do Sul.

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17.09.21

Betoneira

O mercado brasileiro de cimento está efervescente. Além das aquisições feitas pela CSN, a colombiana Argos estuda sua entrada no país. Trata-se de um dos maiores fabricantes de cimento das Américas, com negócios também nos Estados Unidos e no Caribe.

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30.07.21

Compra da Cimento Tupi pode ser a nova obra da CSN

Nem bem fechou a aquisição da Elizabeth Cimentos, a CSN já teria um novo alvo: a Cimento Tupi. Segundo o RR apurou, a empresa de Benjamin Steinbruch estaria em conversações com alguns dos principais credores da Tupi, a exemplo da suíça Tupacta AGT, que tem a receber quase US$ 230 milhões da companhia. É como se a estratégia da CSN fosse fisgar a cimenteira de “fora para dentro”.

O futuro da Tupi passa pelos credores, que hoje, sob certo aspecto, têm tanto ou até mais poder do que os próprios donos da empresa, a família Koraniy Ribeiro. Com um passivo de R$ 3,5 bilhões, a cimenteira está no meio de uma complexa negociação para a aprovação do seu plano de recuperação judicial. De acordo com a mesma fonte, entre bancos e fornecedores há dúvidas se a Tupi conseguirá se reerguer na mão dos atuais acionistas.

Procurada pelo RR, a CSN não quis se pronunciar sobre o assunto. Consultada sobre o interesse da companhia de Benjamin Steinbruch, a Tupi disse que “desconhece o assunto”. Perguntada se tem ciência de conversas entre credores e a CSN, a empresa disse que não iria comentar. Há uma natural sinergia entre as duas cimenteiras, a começar pelo fator geográfico. Uma das três fábricas da Tupi fica em Volta Redonda, onde está uma das unidades de produção de cimento da CSN.

Com a aquisição, a empresa de Benjamin Steinbruch passaria de uma capacidade de seis milhões para mais de nove milhões de toneladas/ano. Em tempo: tanto a incorporação da Elizabeth Cimentos quanto uma eventual aquisição da Tupi não passariam de aquecimento. Conforme o RR antecipou em 14 de maio, a CSN mira, sobretudo, na compra de ativos da LafargeHolcim no Brasil.

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05.07.21

Epidemia de IPOs entre as cimenteiras

A mosca azul do IPO se espalha pela indústria cimenteira. O grupo brasileiro Brennand e a italiana Buzzi Unicem, sócios da Cimento Nacional/BCPAR, estudam a abertura de capital da empresa. Seguiriam, assim, os passos da Intercement (Camargo Corrêa) e CSN Cimentos, que já anunciaram um oferta pública de ações. A captação em bolsa daria ainda mais fôlego para a Cimento Nacional se credenciar de vez como uma consolidadora do setor. No ano passado, a companhia pagou R$ 1,2 bilhões pelos ativos da cimenteira irlandesa CRH no Brasil.

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14.05.21

Ponto final

Não retornaram ou não comentaram
o assunto: Votorantim, InterCement,
CSN e LafargeHolcim.

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