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01.04.22

Banco de reservas

O fundo norte-americano DaGrosa Capital Partners está aquecendo à beira do gramado: tem interesse na compra da SAF do Cruzeiro caso o acordo com Ronaldo Fenômeno vá para o vinagre.

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A diretoria do Cruzeiro ameaça romper o contrato com a XP, adviser da venda do futebol do clube para Ronaldo Fenômeno. Para os cartolas, a instituição financeira parece que trabalha para o ex-jogador e não para o clube. De acordo com a mesma fonte, a XP estaria assinando embaixo de todas as exigências de Ronaldo para seguir com a compra da SAF do Cruzeiro.

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22.02.22

Marca do pênalti

Aos poucos Ronaldo Fenômeno está descobrindo onde se meteu: desde que anunciou a compra de 90% do futebol do Cruzeiro, o ex-atacante já pagou do próprio bolso mais de R$ 40 milhões em dívidas do clube para evitar execuções judiciais.

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24.01.22

Passivo tributário é uma bola dividida entre SAF e investidores

Quem vai pagar a dívida dos clubes brasileiros junto à União – uma cifra total da ordem de R$ 5 bilhões? Segundo o RR apurou, esta é uma bola dividida que tem provocado tensão e gerado atrasos nas negociações para a compra tanto do Botafogo quanto do Cruzeiro. Isso porque a Lei das SAF (Sociedade Anônima do Futebol) criou um perigoso ponto cego em relação ao passivo tributário dos clubes. A princípio, em caso de venda do de apartamento de futebol, esses débitos permaneceriam nas mãos do devedor original, isto é, os clubes associativos.

No entanto, de acordo com a mesma fonte, bancos e investidores envolvidos nas duas negociações já estão de posse de pareceres jurídicos que apontam na direção contrária. Ou seja: existe, sim, o risco de os acionistas da SAF serem futuramente responsabilizados pelas dívidas tributárias caso a agremiação não honre os pagamentos junto à União. Significa dizer que, no fim das contas, a parte “boa” e a parte “podre” da laranja continuariam sendo uma fruta só. Esse entendimento se baseia, sobretudo, no Código Tributário Nacional, mais precisamente em seus Artigo 131, 132 e 133, que tratam da responsabilidade dos sucessores sobre débitos.

O Art. 133, em seu parágrafo I, por exemplo, diz que a pessoa jurídica que adquirir “estabelecimento comercial” assume as dívidas tributárias “integralmente, se o alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou atividade”. É exatamente o caso em questão: ao criar e vender o controle da SAF, o clube associativo “cessa” a atividade, ou seja, o futebol. Diante dessa ameaça, os assessores do norte-americano John Textor e do ex-Ronaldo Fenômeno, candidatos, respectivamente, à compra do Botafogo e do Cruzeiro, estão quebrando a cabeça.

Buscam um modelo de negócio que afaste ou ao menos reduza esse risco fiscal e encaixe essas dívidas no valuation dos ativos. Não é uma conta simples de ser feita. O clube carioca tem cerca de R$ 175 milhões em débitos fiscais. O Cruzeiro, R$ 300 milhões. Recentemente, ressalte-se, ambos fecharam acordos com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para reduzir esses valores. No entanto, a renegociação cai por terra se os pagamentos deixarem de ser honrados. Em tempo: no limite, a conta pode cair no colo de sempre, o da Viúva, se os clubes associativos e os donos das respectivas SAFs mergulharem em uma disputa judicial empurrando um para o outro o pagamento de dívidas tributárias. Não é um cenário que deva ser desprezado.

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22.12.21

O verdadeiro “fenômeno” ainda está por chegar no Cruzeiro

O prometido aporte de R$ 400 milhões no Cruzeiro não será uma jogada individual de Ronaldo Nazário. Segundo uma fonte que participa das negociações, o “Fenômeno” estaria buscando sócios para consumar a compra de 90% da SAF (Sociedade Anônima de Futebol) do clube mineiro. Um dos possíveis parceiros seria o empresário iraniano Kia Joorabchian. Caberia a ele carrear recursos entre investidores internacionais, notadamente ingleses e russos. O risco da operação é alto, seja por se tratar do primeiro negócio firmado com base na nova legislação, seja pelo rombo financeiro dos mineiros. Até o momento, por exemplo, Ronaldo não detalhou o plano de equacionamento do passivo do clube, da ordem de R$ 1 bilhão. Kia Joorabchian já conta uma passagem, controversa, pelo futebol brasileiro: ele era o homem forte da MSI no país. A empresa, com sede em Londres, foi parceira do Corinthians entre 2004 e 2007. Logo depois, o Ministério Público acusou a MSI de participar de um esquema de lavagem de dinheiro. À época, a Justiça chegou a pedir a prisão do iraniano. Kia foi apontado como testa de ferro do magnata Boris Berezovski, encontrado morto em seu apartamento em Londres, em 2013.

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15.12.21

O dia em que a XP chutou a própria canela

Ou a XP controla as parlapatices de seu sócio Pedro Mesquita ou as portas do futebol brasileiro gradativamente vão se fechar à instituição. Um tweet postado ontem, às 8h11, por Mesquita foi recebido no Cruzeiro e em outros clubes como uma espécie de chantagem ou algo que o valha. Na postagem, o executivo disse textualmente que, se a agremiação mineira não aprovar a venda do seu controle na sexta-feira, “nós da XP deixaremos o comando do processo, pois será inviável realizar uma transação que seja interessante para o futuro do clube”. Talvez nunca tenha se visto uma empresa colocar a faca no pescoço de um cliente dessa maneira e publicamente. O tweet escancarou a má impressão que Mesquita tem deixado no business do futebol. Segundo o RR apurou, em reuniões com profissionais do mercado, o sócio da XP costuma chamar a atenção pelo desconhecimento em relação à dinâmica financeira dos clubes e aos critérios de valuation dos ativos. Em um desses encontros, causou espanto ao sugerir que a precificação de uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF) poderia se dar com base no número de seguidores de um time nas redes sociais.

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10.12.21

O Cruzeiro tem dono

Na prática, antes mesmo de virar SAF (Sociedade Anônima do Futebol), o Cruzeiro já se transformou em “clube-empresa”. No caso, “empresa” de Pedro Lourenço Junior, dono do Supermercado BH, principal patrocinador do time. Hoje, Lourenço manda e desmanda na gestão do clube mineiro. As divididas com a XP, consultora do Cruzeiro, têm sido constantes.

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09.11.21

Jogo duro

Nos bastidores do Cruzeiro, XP Investimentos e Alvarez Marsal travam uma disputa de poder. Duelam pelo comando da transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e na busca de investidores.

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19.10.21

À beira do gramado

O Cruzeiro avança nas discussões internas para a sua transformação em clube-empresa: a ideia é vender até 49% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criada a partir do spinoff dos ativos do futebol.

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07.10.21

Take over F.C.

O presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, é tratado dentro do próprio clube como o “regra três”. O consenso é que quem manda mesmo é Pedro Lourenço, dono do Supermercado BH, mecenas e principal patrocinador do time mineiro.

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