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27.07.21

O outro Ciro

Eliane Nogueira, mãe e suplente de Ciro Nogueira, não vai herdar a cadeira do rebento na CPI da Covid. O Palácio do Planalto precisa de alguém combativo no posto. Segundo o RR apurou, ficou acertado que caberá a Jader Barbalho (MDB-PA) indicar o substituto de Nogueira na Comissão.

“Se o Ciro estivesse no lugar do Ramos, não tinha CPI”. A frase foi dita na última quarta-feira pelo próprio Jair Bolsonaro a um tarimbado senador, fonte do RR, ao falar sobre a nomeação de Ciro Nogueira para a Casa Civil. Bolsonaro acredita que Nogueira é um Deus ex machina. Sabe-se lá onde está esse poder todo que o presidente enxerga no senador piauiense.

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26.07.21

O ataque é a melhor defesa?

Circula no Senado a informação de que a VTCLog, empresa de logística de medicamentos investigada pela CPI da Covid, estaria orientando seus advogados a entrar na Justiça contra todos que a acusarem de ter participado de um suposto esquema de pagamento de propina a autoridades. A medida se aplicaria, inclusive, a parlamentares. Procurada, a VTCLog informou que “não há em curso nenhuma ação contra depoentes da CPI da Covid.”.

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22.07.21

Elcio x Helcio

O RR apurou que a CPI da Covid pretende realizar uma acareação entre o coronel Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, e o também coronel da reserva Helcio Bruno. Este último é investigado pela suposta intermediação na venda de vacinas para o governo.

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19.07.21

O palanque de Omar Aziz

Um importante senador da CPI da Covid, de oposição a Jair Bolsonaro, relatou ao RR uma conversa razoavelmente tensa com Omar Aziz, na qual o aconselhou a reduzir os recorrentes ataques ao governo do Amazonas. Algumas sessões estão virando palanque eleitoral de Aziz, tido como um potencial candidato ao governo do estado no ano que vem.

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15.07.21

Sem descanso

Diagnosticado com o novo coronavírus, o senador Otto Alencar (PSD-BA) não pretende se ausentar da CPI da Covid. Já solicitou ao presidente da Comissão, Omar Aziz, para participar das sessões de forma remota. Pior para Jair Bolsonaro: Alencar tem sido um dos mais combativos integrantes da CPI.

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15.07.21

Dia W

O que se dizia ontem à boca miúda na CPI da Covid é que o novo depoimento reservado do ex-governador Wilson Witzel deverá ocorrer no dia 30.

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12.07.21

Os deputados querem holofotes

Arthur Lira está sendo instigado por aliados a acelerar a tramitação das reformas, notadamente política e tributária. Não se trata necessariamente de um gesto de apoio ao governo Bolsonaro. Em véspera de ano eleitoral, os deputados têm se ressentido de pautas de maior repercussão, capazes de lhes dar mais visibilidade. Neste momento, praticamente todas as atenções estão voltadas para o Senado e a CPI da Covid.

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09.07.21

Mourão bate continência às suas candidaturas

A cotação do vice-presidente, general Hamilton Mourão, em Brasília aumenta na mesma proporção em que recrudescem os riscos de impeachment e de uma crise militar. Nesta semana, a importância das consultas a Mourão dobrou de valor institucional e alcançou seu ápice com a divulgação da nota oficial conjunta assinada pelo ministro da Defesa, general Braga Netto, e pelos comandantes militares, repudiando declarações do presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz. No comunicado, os oficiais deixam entrever uma ameaça, ou seja, de que “as Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro”.

Afinal, o que significa a advertência de que “não aceitarão”? Até que ponto o comunicado é protocolar ou contém realmente um compromisso de reação mais firme por parte dos militares? Até Jair Bolsonaro, que prima por manter Hamilton Mourão à distância, tem buscado proximidade com seu vice-presidente nessa conjuntura de tensão política e institucional. O fato é que, quanto maior a gravidade das crises que se sucedem, mais Mourão pavimenta suas alternativas de futuro. Em conversas com os oficiais generais e com parlamentares, o vice vai se preparando para a eventualidade de assumir a Presidência da República. Mourão permanece fiel a Bolsonaro. Entretanto, acima de qualquer lealdade está seu compromisso de obediência à Constituição.

Seja com ou sem impeachment, o passe de Mourão valorizou. O general tem um colar de possibilidades, que só tende a aumentar na medida em que o ambiente institucional vai se tornando cada vez mais tenso. Nos meios políticos de Brasília, já são cogitados quatro papéis distintos para o vice em 2022: candidato à Presidência da República, ao Senado, a vice-presidente novamente ou a ministro da Defesa do próximo governo. Todas essas opções estão no condicional. O único caminho irreversível para Mourão seria assumir a Presidência da República com o eventual impeachment de Bolsonaro. Se fosse possível ranquear as possibilidades futuras de Mourão, não considerando o impeachment, a mais provável seria disputar o Senado pelo PRTB, sinalização já feita por ele próprio.

A segunda hipótese mais provável é que Mourão venha a se tornar ministro da Defesa do futuro governo. Ele seria um nome já devidamente experimentado no jogo político. Caso a eleição seja esquerda vs. esquerda, ou Lula vs. Ciro. o general poderia ser obrigado a fazer uma escolha de Sofia, em nome do equilíbrio institucional do país. Mas, com Lula, jamais. Restam duas hipóteses, de baixa probabilidade.

Se Mourão decidir concorrer à Presidência, será um candidato sem possibilidade de vitória. A última e mais improvável possibilidade seria Mourão se desincompatibilizar do cargo em abril de 2022 para ser candidato a vice novamente, na chapa de outro presidenciável. De qualquer forma, em ambiente de forte fricção institucional, Mourão joga com as quatro hipóteses. Por enquanto, ele vai seguindo sua trajetória de “general Rivotril”, acalmando uns e aconselhando outros. Até o segundo ato.

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09.07.21

Toma lá, dá cá

Integrante da tropa de choque governista na CPI da Covid, o senador Marcos Rogério tem acumulado créditos para assumir um ministério. Seu nome estaria cotado, desde já, para o lugar de João Roma, que deve deixar a Pasta da Cidadania na virada do ano para disputar a reeleição à Câmara.

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08.07.21

Mais chumbo grosso

Palavra de uma fonte do próprio STF: se o pedido de criação de uma “CPI da Rachadinha” tiver de passar pelo Supremo, como foi no
caso da CPI da Covid, o plenário da Corte vai autorizar o Senado a instalar a nova Comissão.

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