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09.03.21

CPFL vai com tudo

No Palácio Piratini, a CPFL é considerada pule de dez para o leilão da distribuidora de energia CEEE-D, marcado para 31 de março.

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25.02.21

Bolsonaro vai deixar?

O presidente da CPFL, Gustavo Estrella, é um dos nomes no radar para assumir o comando da Eletrobras. Isso, claro, se Jair Bolsonaro não atropelar o processo de headhunter conduzido pelo conselho da estatal e nomear um militar para o cargo.

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07.12.20

Derrota sob medida

A derrota da CPFL no leilão da CEB, na última sexta-feira, foi celebrada pelo governo gaúcho. A aposta é que agora a empresa, controlada pela State Grid, vai entrar com a faca nos dentes na privatização da distribuidora gaúcha CEEE, também marcada para este mês.

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11.11.20

Energia virtual

O RR tem a informação de que a CPFL, leia-se a chinesa State Grid, trabalha no lançamento de uma plataforma digital para a comercialização de energia no mercado livre.

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06.01.20

O sol da State Grid

A CPFL, ou melhor, a chinesa State Grid vai aportar cerca de R$ 2 bilhões em energia solar no Brasil. O valor é um pequeno feixe de raio ultravioleta no programa de investimentos do grupo no país – R$ 140 bilhões nos próximos cinco anos. Mas, será o primeiro grande desembolso da State Grid no segmento no Brasil, no rastro da queda dos preços no último leilão de energia solar da Aneel.

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26.07.18

State Grid é o yakisoba da BTG

A State Grid está experimentando o gosto amargo de ter o BTG Pactual no colar de acionistas minoritários da CPFL renováveis. O banco, através de práticas heterodoxas, estaria atiçando a discórdia e tentando manipular o preço da OPA da CPFL Renováveis. No mais recente capítulo dessa novela, os “acionistas minoritários” da CPFL Renováveis solicitaram à State Grid que usasse o valor médio ponderado da ação para determinar o preço da OPA da companhia, pedido que já tinha sido recusado pela diretoria da CVM.

No processo apresentado, anteriormente, pela State Grid à CVM na discussão anterior, o grupo chinês enfatizava sua discordância em considerar o preço da ação porque a participação da CPFL Renováveis é extremamente ilíquida, alegando que um acionista dominou 99% do volume total de negociação da CPFL Renováveis, através da negociação de ações entre diferentes entidades controladas por esse acionista. Os ditos “acionistas que controlam 99% do volume de negócios” têm, de fato, um único nome: BTG Pactual. O banco é o acionista minoritário esmagadoramente hegemônico na luta contra a State Grid. O expressivo volume identificado pelos chineses de negociações se deveu principalmente à transação entre dois fundos controlados pelo BTG, em 12 de maio de 2016.

Essa negociação foi feita a um valor em torno de R$ 12,98 por ação, aproximadamente 10% acima do preço de mercado vigente à época e 19% acima do preço de fechamento de R$ 10,90 por ação. A operação foi realizada no momento em que a State Grid anunciou a aquisição do controle da CPFL Energia, em 2 de julho de 2016. Segundo a fonte do RR, a State Grid está considerando entrar com uma investigação legal contra a manipulação de mercado por parte do BTG, se a alegação dos acionistas minoritários de considerar o preço de mercado for apoiada pela CVM. Se for esse o próximo capítulo, o drama do preço da OPA da CPFL Renováveis aumentará ainda mais.

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22.02.18

Jurisprudência?

A decisão da CVM obrigando a State Grid a aumentar o valor da oferta pelas ações da CPFL Renováveis acendeu o sinal de alerta na Prumo Logística. A empresa também está no meio de uma operação de recompra de papéis que tem gerado descontentamento entre os minoritários.

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27.12.17

Cinturão elétrico

A State Grid tem cercado o governo gaúcho por todos os lados, interessada na privatização da CEEE. Ao comprar a CPFL, os chineses já assumiram o controle da RGE. Com a CEEE, passariam a dominar a distribuição de energia em todo o Rio Grande do Sul.

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07.11.17

Lipoaspiração

Após a saída do capital da CPFL e da Kepler Weber, a direção da Previ discute um novo enxugamento da carteira de renda variável da fundação. Na mira, as participações nas fabricantes de autopeças Fras-le e Randon.

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13.07.17

Menos energia na Previ

A influência da Previ no setor elétrico vai perder ainda mais voltagem. Após deixar a CPFL, um dos maiores ativos da sua carteira, o fundo de pensão prepara-se para reduzir ou mesmo vender integralmente sua participação de 38% na NeoEnergia. Tudo para cobrir o rombo atuarial.

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