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02.10.20

Depois da porta arrombada…

Um grupo de parlamentares da bancada ruralista está articulando uma visita a frigoríficos dos Estados Unidos para checar o protocolo usado contra a disseminação da Covid-19. Agora, que várias empresas do setor no Brasil tiveram de ser fechadas pelo número de casos da doença e a China já embargou produtores?

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29.09.20

Saúde quer 200 mil postos de vacinação contra Covid-19

Quando, ainda não se sabe ao certo, mas o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e sua equipe já começam a desenhar a operação de guerra para a maior e mais complexa campanha de vacinação da história do Brasil. De acordo com informações filtradas da própria Pasta, o Ministério planeja utilizar até 200 mil pontos simultâneos de imunização contra a Covid-19 – além de hospitais (públicos e privados) e postos de saúde, escolas, clubes, igrejas e farmácias serão arregimentados para a tour de force. Para efeito de comparação, trata-se de cinco vezes o número de locais disponibilizados em março deste ano para a aplicação da vacina contra as gripes H1N1 e H3N2. A escala tem duas razões: evitar que os postos de vacinação se tornem lugares de grande aglomeração e, paradoxalmente, uma área de risco, e a necessidade de que a imunização se dê no menor tempo possível. Dentro do ecossistema militar do Ministério da Saúde, um personagem importante nessa operação é o tenente-coronel Marcelo Duarte, braço direito de Pazuello no Departamento de Logística da Pasta. Como não poderia deixar de ser, as Forças Armadas terão um papel central na operação, seja na cessão de mão de obra para auxiliar no atendimento à população seja no apoio logístico. De acordo com a mesma fonte, uma das hipóteses já aventadas é o uso de caminhões do Exército como postos ambulantes de vacinação.

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22.09.20

O risco da segunda onda

A área técnica do Ministério da Saúde está submersa nos números da Covid-19 pós-relaxamento social na Europa, notadamente na Espanha. O objetivo é entender o comportamento da curva de contaminação com a flexibilização do isolamento. Assim como ocorreu na Espanha, há o receio de um novo aumento dos casos da doença no Brasil no período de duas a três semanas após as medidas mais impactantes de relaxamento. O Rio de Janeiro é um dos maiores motivos de preocupação: nos últimos fins de semana, as praias ficaram apinhadas.

Em tempo: aos ouvidos da equipe técnica da Pasta da Saúde, o ministro Eduardo Pazuello jogou para a galera ao declarar que os brasileiros começarão a ser vacinados contra a Covid-19 em janeiro de 2021. A jugar pelo ritmo dos testes, não há qualquer sinal de isso ocorrerá.

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21.09.20

Bolívia e Venezuela são os novos “epicentros” da Covid-19 no Brasil

Como se não bastassem os casos domésticos da Covid-19, o governo está apreensivo com o risco de uma nova onda de contaminações vinda de fora para dentro do país. O ministro da Saúde, o general Eduardo Pazzuelo, já discute com os Ministérios da Defesa e da Justiça a necessidade um reforço no patrulhamento das áreas de fronteira, especialmente nas divisas com a Venezuela e a Bolívia. Há um receio de que o agravamento da pandemia nos dois países vizinhos provoque uma fuga em massa de refugiados para o Brasil. Nos últimos dias, apesar das restrições na fronteira, houve um aumento da circulação de bolivianos entre as cidades de Pando e Epitaciolândia, no Acre.

O caso da Venezuela causa ainda mais preocupação entre as autoridades das áreas de Saúde e de Defesa. A situação na fronteira voltou a atingir níveis críticos e não apenas na divisa entre a cidade brasileira de Pacaraima e a venezuelana de Santa Elena de Uairén – único trecho onde a travessia rodoviária é possível. O Exército monitora o risco de um novo êxodo em larga escala de venezuelanos por meio de rotas clandestinas, notadamente ao norte de Pacaraima. A Venezuela, assim como a Bolívia, figura entre os países sul-americanos suspeitos de carregarem os maiores índices de subnotificações da Covid-19.

O receio do governo brasileiro é alimentado por uma combinação inflamável comum tanto à Bolívia quanto à Venezuela: o alastramento do novo coronavírus vis-à-vis as precárias condições da rede pública de saúde dos dois países. No caso venezuelano, há ainda um agravante: a crescente crise energética. A escassez de combustíveis nos postos da Venezuela tem provocado um efeito-dominó, com a paralisação de parte da frota de caminhões e o desabastecimento de produtos essenciais. Outro fator preocupa o governo: já existe uma concentração excessiva de venezuelanos nas cidades de Roraima próximas à fronteira.

Por conta da pandemia, o governo brasileiro precisou frear o processo de interiorização dos venezuelanos. Em janeiro e fevereiro, por exemplo, mais de três mil venezuelanos foram instalados em outros estados no âmbito da Operação Acolhida. No entanto, a partir de março, os números teriam descido para não mais do que mil imigrantes por mês. Consultado, o Ministério da Defesa informa que “as Forças Armadas mantém sua atuação rotineira nas regiões de fronteira com os países vizinhos”. A Pasta diz ainda que “a interiorização de imigrantes venezuelanos continua em andamento”, mas reconhece que “o processo foi reduzido devido à pandemia”. O governo criou a Área de Proteção e Cuidados (APC), para atender os venezuelanos que permanecem em Boavista.

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17.09.20

João sem braço

O TCU está passando um pente fino em cartilhas, anúncios publicitários e postagens em redes sociais feitos por municípios a pretexto de divulgar ações de combate à Covid-19. O Tribunal de Contas investiga denúncias de que há prefeitos candidatos à reeleição se aproveitando de recursos repassados pela União para produzir propaganda política travestida de informes na área de saúde.

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17.09.20

Disputa política

João Dória determinou a seus assessores um bombardeio na divulgação dos testes da Coronovac, vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantã em parceria com a chinesa Sinouac Biotech. É política na veia: o objetivo não é outro se não fazer barulho na esteira dos contratempos com os testes da vacina de Oxford, escolhida pelo governo federal para ser produzida na Fiocruz.

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24.08.20

Ministério da Justiça quer brecar o “liberou geral” nos presídios

A proliferação da Covid-19 no sistema carcerário ameaça provocar um contencioso federativo. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça, está contestando as Secretárias Estaduais de Administração Penitenciária que começaram a liberar visitas em presídios, casos de São Paulo, Pernambuco, Pará e Espírito Santo. De acordo com a fonte do RR, integrante do Depen, o colegiado já estuda medidas para intervir na questão e obrigar os estados a manterem a proibição à entrada de
visitantes nas penitenciárias. Entre os componentes do Depen – juristas e representantes da sociedade civil – há o temor de uma disseminação ainda mais acelerada da doença nas cadeias. A julgar pelos números, a flexibilização do isolamento carcerário não é a medida mais recomendável. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, somente em julho foram contabilizados oito mil novos contaminados nas penitenciárias, entre presos e funcionários. Significa dizer que um único mês praticamente igualou o número de casos acumulados entre abril e junho. Ressalte-se que mesmo os dados oficiais são desencontrados. Estima-se que o índice de subnotificações nas penitenciárias seja até três vezes maior do que a média nacional.

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20.08.20

Clubes querem chutar Profut para 2021

Há uma articulação dos dirigentes dos grandes clubes junto ao Congresso para que a suspensão dos pagamentos do Profut – o “Refis do Futebol” – seja prorrogada até fevereiro de 2021, independentemente da evolução ou não da Covid-19. A articulação passa por Rodrigo Maia – a mudança depende de um novo projeto de lei. Maia, ressalte-se, tem se notabilizado pelas tabelinhas com os clubes: nesta semana, a pedidos, prorrogou por mais um mês a MP 984, que muda as regras para a venda dos direitos de transmissão. Os cartolas justificam o novo waiver pela necessidade de adequar os calendários do Profut e das competições de 2020 – que só terminarão em 2021. A alegação é que o atraso dos campeonatos terá forte impacto sobre o fluxo de caixa dos clubes, uma vez que a maior parte da receita de TV só será liberada em 2021.

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20.08.20

“Gripezinha”…

O Ministério da Saúde costura a vinda de uma equipe da AstraZeneca ao Brasil para acompanhar o processo de produção da vacina contra a Covid-19 na Fiocruz. A parceria com o laboratório inglês prevê a fabricação de cem milhões de doses a partir de dezembro.

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Curado da Covid-19, Jair Bolsonaro deverá desembarcar nesta semana em Mineiros (GO). Aconselhado por assessores, vai participar do lançamento do programa de recuperação ambiental do manancial do Rio Araguaia, maior reserva hidrológica do Cerrado. “Embaixador do meio ambiente”, o general Hamilton Mourão também é esperado no evento.

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