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02.07.21

Vacina alemã

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) estaria em tratativas junto à Anvisa na tentativa de aprovar o uso emergencial no Brasil da vacina alemã CureVac. O Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras (Conectar), vinculado à FNP, está negociando a compra de um lote do imunizante.

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30.06.21

Chico Lopes já calcula mais de 1.000.000 de mortes

O ex-dirigente do BC Francisco Lopes, exímio econometrista, tem dito aos clientes da sua consultoria que o número de óbitos de Covid-19 corre o risco de passar de 1.000.000 até o primeiro trimestre do ano que vem, quando a vacinação dos adultos deve, enfim, se encerrar (projeção também do economista). Lopes chocou a todos quando previu que a tragédia levaria a “até” um milhão de mortes. Está indo além. Em tempo: o ex-presidente do BC foi o autor da banda diagonal endógena, uma fórmula excêntrica de flutuação do câmbio em um espaço delimitado, que não deu nada certo. Espera-se que sua previsão sobre o número de funéreos seja igualmente diagonal e endógena.

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30.06.21

Temos o que doar?

O governo do Paraguai solicitou ao Brasil a doação de vacinas contra a Covid-19 na tentativa de conter a escalada de infectados e mortes no país. Por ora, o Ministério da Saúde ainda não respondeu. Com a CPI nos calcanhares de Jair Bolsonaro, vai ser difícil dizer “sim”.

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Governadores pressionam o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a criar um cadastro nacional de preços dos insumos usados no tratamento de pacientes de Covid-19. Com Ministério Público e Tribunais de Contas nos seus calcanhares, os estados querem um hedge. O cadastro funcionaria como uma espécie de aval para a compra de equipamentos, sobretudo em caráter emergencial, sem
licitação. Como se sabe, no que depender de Jair Bolsonaro, nada relacionado à pandemia anda.

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21.06.21

A pandemia em três “cepas”

Tudo o que negou desde o início da pandemia, Jair Bolsonaro deverá usar em seu favor ao término da vacinação dos adultos prevista, no máximo, até o primeiro trimestre do ano que vem. Todos os assuntos vão desaguar na campanha eleitoral guiados por uma lógica bolsonarista. O staff presidencial prepara uma série de filmetes nos quais Bolsonaro dirá que concluiu a vacinação em um ritmo superior à esmagadora maioria dos países do mundo; que se expôs pessoalmente ao vírus indo ao encontro do povo para confortá-lo; e que o hábito de não usar máscaras foi um artifício psicológico para evitar que o medo e histeria tomassem conta da população. Sim, Bolsonaro teria agido como um ator performático. O presidente dirá ainda que a tentativa de acrescentar um reforço precoce – leia-se cloroquina – ao tratamento universal pela vacinação foi politizada, visando a campanha eleitoral. Todo esse discurso vai se contrapor à inevitável reprodução de declarações contrárias do próprio Bolsonaro, que certamente invadirá a campanha eleitoral em 2022. Esse duelo de “verdades” antagônicas será despejado nas redes com toda a fúria. O mito já tem a versão pronta para mostrar o que não foi e o que não disse.

Segundo um senador informou ao RR, a CPI da Covid estuda convocar dirigentes da Apsen, Cristália, EMS, Germed, Sanofi e Vitamedicl, laboratórios que produzem cloroquina e ivermectina. De acordo com a mesma fonte, o primeiro da fila seria Ogari Pacheco, dono do Cristália. Consultado, o laboratório afirma que o empresário não recebeu qualquer convocação. Talvez seja só questão de tempo. Do ponto de vista político, Pacheco é um alvo importante para a oposição: ele é suplente de Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo Bolsonaro no Senado.

Quanto mais o Centrão pressiona pela saída do general Luiz Eduardo Ramos da Casa Civil, mais Jair Bolsonaro amplia o raio de ação do ministro. Ramos passou a ter uma participação ativa nas negociações para a compra de mais vacinas, ao lado do ministro Marcelo Queiroga. Neste momento, por exemplo, conduz tratativas com a Pfizer.

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18.05.21

Indexado à Covid

Nos cenários traçados no Palácio do Planalto, a recuperação da popularidade do presidente Jair Bolsonaro está vinculada a duas metas: a vacinação de mais de 50% da população e a queda do número de mortes diárias por Covid 19 para menos de mil vítimas. Se, ainda assim, o nível de aprovação do governo não reagir, aí o negócio é mais sério…

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18.05.21

A Covid-19 e seus efeitos colaterais

A Agência Nacional de Saúde Suplementar vai anunciar nesta semana o índice de reajuste dos planos de saúde. Os técnicos da agência atravessaram o fim de semana fazendo os cálculos finais. Segundo uma fonte do RR, é provável que o percentual seja inferior ao do ano passado, por mais paradoxal que possa parecer, por conta da pandemia. O isolamento social reduziu consideravelmente os custos do setor com consultas médicas e cirurgias eletivas, que têm um peso significativo no cálculo do reajuste.

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22.04.21

Gripezinha…

Mantida a atual média diária, o Brasil chegará a 200 mil óbitos por Covid-19 neste ano até o próximo dia 30 de abril. Significa dizer que, somente nos quatro primeiros meses de 2021, o número de mortes será igual ao registrado entre março e dezembro de 2020.

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20.04.21

Vai ser de graça?

Até o momento, as conversações do governo com laboratórios veterinários em torno da produção de vacinas contra a Covid-19 passam ao largo de um ponto nevrálgico: que benefícios essas empresas receberão para adaptar suas fábricas?

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13.04.21

O mundo quer distância do Brasil

O governo Bolsonaro transformou o Brasil em uma espécie de “leproso” do mundo. A comunidade internacional quer distância do país que, neste momento, lidera o ranking das mortes por Covid-19, com mais de quatro mil óbitos diários. Números que levaram o imunologista Anthony Fauci, conselheiro do presidente Joe Biden, a classificar o Brasil como uma “ameaça ao mundo”. O RR teve acesso a três informações de diferentes áreas que reafirmam a posição do Brasil como um pária aos olhos do mundo:

  • Segundo o RR apurou, a Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo) comunicou ao governo brasileiro que o país ficará de fora dos testes do Travel Pass. Trata-se do aplicativo que está sendo desenvolvido para substituir o passaporte convencional, em papel. A Iata se recusa a enviar funcionários ao Brasil por conta da disparada dos casos de Covid-19. Resultado: os aeroportos brasileiros vão para o fim da fila e deverão figurar entre os últimos do mundo a receber a nova tecnologia. O sistema, ressalte-se, ainda terá de ser incorporado pela PF, responsável pela emissão de passaportes no país.
  • As Filipinas ameaçam reestabelecer o embargo à carne de frango brasileira. A medida se daria pela dificuldade do Departamento de Agricultura do país asiático de fazer inspeções in loco em frigoríficos no Brasil. O governo filipino não quer despachar seus técnicos para cá por causa dos números alarmantes da Covid-19. Os asiáticos suspenderam a compra de frango do Brasil entre agosto de 2020 e janeiro deste ano após detectar vestígios do novo coronavírus em um carregamento do produto. Os frigoríficos temem que um novo embargo das Filipinas provoque um efeito cascata entre outros importadores.
  • A Liberty, dona da Fórmula 1, ameaça cancelar o Grande Prêmio Brasil deste ano. A fonte do RR é ligada a um dos principais patrocinadores da categoria. O motivo é o temor de expor pilotos, mecânicos e jornalistas de vários países ao epicentro da pandemia no mundo. A suspensão pode gerar um prejuízo para a cidade de São Paulo de até R$ 400 milhões. O evento está marcado apenas para o fim de semana de 7 de novembro. No entanto, qualquer remanejamento do calendário tem de ser feito com antecedência para que a Liberty negocie o contrato com a eventual cidade substituta.

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