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19.04.22

“Estatal paramilitar”

O general Floriano Peixoto Vieira Neto, presidente dos Correios, está cotado para assumir o comando da Telebras no lugar de Jarbas Valente. A estatal é vista pelas Forças Armadas como uma empresa estratégica, devido, sobretudo, à operação do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações.

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17.03.22

Um general a mais

Jair Bolsonaro tem planos de levar o presidente dos Correios, o general Floriano Peixoto, para um cargo no Palácio do Planalto.

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15.03.22

Um projeto em alta

O ministro Tarcisio Freitas assumiu pessoalmente as articulações com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pela votação do PL 2646/2020, que cria as debêntures de infraestrutura. Freitas está empenhado em aprovar a proposta até o fim do abril, quando deixará o cargo. Quer que o novo mecanismo de financiamento já possa ser usado na leva de concessões previstas para este ano. Uma das maiores preocupações do ministro é garantir a votação do projeto sem emendas. Caso contrário, o PL terá de voltar à Câmara. Aí, lá se foi o primeiro semestre, quiçá 2022 inteiro.

Um projeto em baixa

O próprio Palácio do Planalto parece estar jogando a toalha em relação à privatização dos Correios. Até o Centrão puxou o freio e desmobilizou a articulação política pela votação do PL 591/2021, o novo marco regulatório do setor postal – antessala para a venda da empresa. O projeto está parado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

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24.02.22

Uma pedra no caminho da privatização dos Correios

Impasse à vista em torno do Projeto de Lei 591/2021, que trata da venda dos Correios. Segundo o RR apurou, o PT vai apresentar nova emenda propondo que, após a privatização, os funcionários da companhia tenham preservado seus direitos trabalhistas por 60 meses. Ou seja: em caso de demissão, o novo controlador seria obrigado a pagar os salários equivalentes a cinco anos, além da manutenção do Postal Saúde, o plano de saúde da estatal. O texto original do projeto prevê esses benefícios por 18 meses. Entre parlamentares da base aliada, o entendimento é de que o PT está fazendo um movimento diversionista, para postergar as discussões e atrasar a votação do PL. Ressalte-se que o partido apresentou emenda similar na Câmara, que foi rejeitada em plenário.

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03.12.21

Carta-bomba

Ontem, nos corredores do Congresso, parlamentares do PT e do PSOL articulavam a apresentação de um recurso conjunto ao STF contra a venda dos Correios. Curiosamente, uma das munições que deverá ser usada pelos dois partidos é um parecer do próprio PGR, Augusto Aras, considerando a privatização da empresa inconstitucional. Ressalte-se que já há no Supremo uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6635 contra a venda da estatal, proposta pela Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap).

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25.11.21

Fabio Faria joga a favor ou contra a venda dos Correios?

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, com a sua péssima comunicação, acabou tornando-se o maior ativista no governo contra a privatização dos Correios. Faria parece sofrer de dissonância cognitiva. As declarações dele sobre o assunto somente depreciam o valor da empresa.

Quando Faria pede rapidez na privatização, ele afirma ao mesmo tempo que se ela não for realizada em um ano o Correio estará inviabilizado. Ora, se um negócio perde o valor dessa forma e em prazo tão curto, é porque não é um bom negócio. Faria afirma que os Correios é a única empresa que está presente nos 5.568 municípios, inclusive nas regiões mais distantes do país, o que permite atender 27,5 mil lojas virtuais das 31 mil existentes no país. O ministro, contudo, diz que as greves levaram empresas como o Mercado Livre e Magalu a procurarem alternativas para entrega de encomendas.

Os Correios ficariam no final “somente com o osso”. Pois bem, se ele se queixa dessa forma das greves, sinaliza para um problema que pode perdurar com o controle pela iniciativa privada. Uma mensagem para afastar o investidor. Faria ressalta ainda que os Correios perderam entre 20% a 30% de market share. Ué, que recado é esse? A verdade é que no afã de vender a empresa, o ministro fala o que não deve ao invés de estimular potenciais compradores. Há um parafuso fora do lugar na cabeça de Fabio Faria.

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23.11.21

A caminho do Palácio

O general Floriano Peixoto, presidente dos Correios, está cotado para assumir um cargo no Palácio do Planalto. Com ou sem privatização da empresa. Peixoto, que já ocupou a Secretaria Geral da Presidência, é homem de confiança de Jair Bolsonaro. E o presidente acha que o general cumpriu, com louvor, sua missão nos Correios, deixando a estatal prontinha para a venda.

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29.09.21

Próxima missão?

O general Floriano Peixoto Mello, presidente dos Correios, está cotado para assumir o comando da nova estatal da área de energia que englobará Itaipu e Eletronuclear. No Planalto, o entendimento é que, com ou sem privatização, o general já cumpriu a missão de “despetizar” os Correios.

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24.09.21

Invisibilidade contra o roubo de cargas

O Mercado Livre tem ampliado gradativamente o número de entregadores autônomos, em detrimento da contratação dos Correios e de outras empresas de encomendas expressas. Além da redução dos custos logísticos, a medida tem outra motivação: driblar o aumento do roubo de cargas. Os entregadores autônomos são uma espécie de “Uber do delivery”: usam seus próprios carros particulares, sem qualquer identificação do Mercado Livre.

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21.09.21

Calendário eleitoral 1

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, está fazendo de tudo para que a privatização dos Correios saia até março. Há uma razão pessoal: em abril, Faria deve se desincompatibilizar do cargo para disputar as eleições.

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