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Além do ex-chanceler Ernesto Araújo, a CPI da Covid pretende ouvir, por vídeo conferência, o embaixador do Brasil na China, Paulo Estivallet de Mesquita. O objetivo é mapear falhas do governo Bolsonaro que contribuíram para o atraso na compra da CoronaVac.

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11.03.21

Segunda dose

O ministro das Comunicações, Fabio Farias, tem sido um personagem relevante nas gestões junto ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Tem se aproveitado do bom trânsito junto ao diplomata para tentar agilizar o envio de doses da CoronaVac e da vacina da Sinopharm.

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10.02.21

Todos querem Yang

O embaixador da China, Yang Wanming, é o diplomata mais requisitado do Brasil. Um grupo de governadores solicitou uma reunião virtual com Wanming ainda nesta semana. Vai pedir o que todos estão pedindo: que o governo chinês acelere a liberação de matéria-prima para a produção da Coronavac.

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09.02.21

Um aceno diplomático à Argentina

A diplomacia bolsonarista parece viver um raro momento em que a ideologia abre brechas para o pragmatismo. Além dos acenos à China, motivados pela necessidade de importação da Coronavac, o governo brasileiro tem feito movimentos de aproximação com a Argentina. Há dois interesses prioritários sobre a mesa. O mais premente é garantir a continuidade do acordo de fornecimento de energia da Compañía Administradora del Mercado Mayorista Eléctrico (Cammesa) para o Brasil. Nos últimos dias, a Cammesa vem reduzido o suprimento do insumo para o lado de cá da fronteira por conta do aumento da demanda doméstica na Argentina. Em outro front, o governo brasileiro vislumbra espaço para a exportação de veículos militares blindados produzidos pela Iveco. No vácuo deixado por Ernesto Araújo, o chanceler invisível, quem vem ganhando espaço na interlocução com a Argentina é o almirante Flavio Rocha, secretário de Assuntos Estratégicos do Palácio do Planalto. Rocha esteve recentemente com o presidente Alberto Fernández. Tem mantido também contato regular com o embaixador argentino em Brasília, Daniel Sciol.

Em tempo: num sinal de boa vizinhança, nos últimos dias o governo brasileiro liberou a exportação para a Argentina de 1,5 milhão de doses do medicamento Midazolam, usado como indutor de sono em pacientes com Covid-19.

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08.02.21

Nova remessa

O RR apurou que o Instituto Butantan deverá receber, ainda neste mês, matéria-prima para a produção de mais 10 milhões de doses da CoronaVac. O novo carregamento vai se juntar aos 8,7 milhões de doses da unidades da vacina liberadas pelo governo chinês na semana passada.

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02.02.21

Doria 7 x 1 Bolsonaro

O governador João Doria pretende fazer, nos próximos dias, uma videoconferência com os presidentes da Bolívia, Luiz Arce, e do Peru, e Martín Vizcarra. Os dois países sinalizaram interesse em comprar a CoronaVac produzida pelo Instituto Butantan.

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21.01.21

Bem na foto

João Doria pretende capitalizar a CoronaVac até a última gota. Já encarregou seus assessores de montarem uma intensa agenda de viagens por São Paulo nos próximos dias. Onde tiver uma campanha de vacinação, Doria quer estar. Vai falar mal de Bolsonaro em todas as oportunidades.

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11.01.21

Bolsonaro vs. Doria

O que se diz à boca miúda nos corredores da Anvisa é que o presidente da Agência, Antônio Barra Torres, sofreu pressões externas para negar o primeiro pedido de aprovação da CoronaVac feito pelo Instituto Butantã. Internamente, Torres fez circular a informação de que a Anvisa brecou a solicitação porque ainda não havia, àquela altura, testes suficientes sobre a eficácia da vacina e que o pedido se baseava apenas em apresentações de Power Point do Butantã. Dentro da Agência, a história não colou.

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05.01.21

Coronavac II

O governo de São Paulo vai receber mais 10 milhões de doses da Coronavac neste mês. Já serão ao todo 21 milhões de unidades.

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15.12.20

Encomenda portenha

Uma comitiva enviada pelo presidente argentino Alberto Fernández deve desembarcar nos próximos dias em São Paulo para negociar a compra de uma grande remessa de Coronavac produzida pelo Instituto Butantã.

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