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Marc Lemann, filho de Jorge Paulo Lemann e sócio da agência de marketing esportivo Go4It/ Adventures, tem sido procurado por outros investidores para entrar na onda das SAFs (Sociedades Anônimas de Futebol).

Em tempo: se papai quisesse, poderia comprar Flamengo, Corinthians e Atlético-MG de uma só tacada. Se o valuation somado dos três fosse de R$ 3 bilhões, ou algo como US$ 550 milhões, isso representaria apenas 3% da fortuna de Lemann, estimada em aproximadamente US$ 19 bilhões.

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07.12.21

Timão

A XP virou Timão. O banco estaria em busca de investidores para o Corinthians.

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30.11.21

Corinthians não consegue pagar a casa própria

A Caixa Econômica e o Corinthians estão no meio de uma nova rodada de renegociação do empréstimo referente à construção da Arena Itaquera. O clube paulista teria se comprometido a apresentar em até duas semanas uma proposta de equacionamento da dívida. Trata-se de uma bola de neve, que começou em R$ 400 milhões e já está em quase R$ 540 milhões. No banco, no entanto, o descrédito é grande: há dois anos que a Caixa tenta um acordo com o Corinthians na esfera administrativa, mas o caso sempre acaba  voltando para a Justiça.

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22.10.21

Cripto Futebol Clube

A Socios.com, empresa especializada na emissão de criptoativos para clubes de futebol, com sede fiscal em Malta, está se instalando no Brasil. Chega no rastro de acordos já firmados com Flamengo, Corinthians e Atlético-MG.

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25.06.21

O segundo tempo de Kia?

O iraniano Kia Joorabchian ensaia sua volta aos gramados brasileiros. Seu projeto seria assumir as divisões de base de clubes com menor capacidade de investimento para fornecer jogadores ao futebol europeu. O enigmático personagem teve uma passagem turbulenta pelo país. No início dos anos 2000, investiu no Corinthians por meio da MSI. A empresa fechou, e Kia deixou o Brasil após uma investigação por lavagem de dinheiro.

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27.11.20

“Nostradamus” não acerta uma

A cada hora o ministro Paulo Guedes fala que uma das reformas vai sair esse neste ano. Puro chutômetro. Guedes e as torcidas do Flamengo e do Corinthians sabem que alguma medida vai ser aprovada. Só que não têm ideia de qual será. Nem o Congresso, ou melhor, a Câmara dos Deputados tem a resposta. O RR torce para que seja a tributária, que dará maior celeridade à economia, assim como para que ela saia logo em dezembro. Mas isto provavelmente não vai acontecer.

Quando o governo fala que vai passar isso ou aquilo no Congresso até tal período, vale rememorar as palavras do ex senador Antônio Carlos Magalhães: “O Congresso só aprova o que ele quer”. Parece platitude, mas é uma profunda filosofia política.

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07.08.20

Derrota por goleada

Nem cervejeira, nem site de aposta. As duas empresas com quem a diretoria do Corinthians vinha conversando em torno da possível venda dos naming rights para o Itaquerão tiraram o time de campo. O mais provável é que o ex-deputado Andrés Sanchez saia da presidência do clube, em dezembro, sem cumprir a promessa de fechar o acordo. E deixando para trás a dívida de mais de R$ 400 milhões com a Caixa Econômica referente à construção do estádio.

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26.05.20

Portões fechados

Com o coronavírus, as conversas entre o Corinthians e candidatos à compra dos naming rights do Itaquerão foram suspensas. Um problema a mais para o clube, que tem uma dívida de R$ 500 milhões com a Caixa referente à construção do estádio.

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14.05.20

Clubes de futebol querem seu “Minha Casa, Minha Vida”

Além da suspensão dos pagamentos do Profut (leia-se as dívidas com a União) – conforme o RR antecipou em 22 de março –, o futebol busca um novo remédio para as dores da pandemia. Há um pleito para que a Caixa Econômica interrompa até o fim do ano a cobrança de empréstimos concedidos para a construção de estádios. Também não haveria incidência de juros sobre as parcelas postergadas para 2021.

O “Minha Casa, Minha Vida da bola” beneficiaria dois clubes: Corinthians e Grêmio – este último de forma indireta, uma vez que o financiamento está em nome da OAS. Os passivos giram em torno dos R$ 550 milhões. Consultada, a Caixa informou que “não fornece informações a respeito de operações de crédito específicas”. A maior pressão pelo waiver viria do Corinthians. A dívida do clube com a Caixa pela construção do Itaquerão começou em R$ 400 milhões e não para de crescer. Já supera os R$ 500 milhões, devido aos seguidos atrasos no pagamento das parcelas mensais, no valor R$ 5,7 milhões.c

Segundo o RR apurou, em duas ocasiões, a mais recente no segundo semestre o ano passado, a Caixa ameaçou executar a dívida e tomar o estádio. Perto da dificuldade do Corinthians, a Arena do Grêmio é até café pequeno. A OAS tem uma dívida de R$ 44 milhões com Caixa. Mas, o nervo dói diretamente no clube gaúcho. Em negociações para assumir o controle do estádio, o Grêmio é o herdeiro natural do passivo.

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09.03.20

Passivo F.C.

O Corinthians condiciona um acordo com a Caixa Econômica a um waver do banco a multas de quase R$ 70 milhões. Ou seja: não vai ter acordo. O banco presidido por Pedro Guimarães não admite abrir mão de um centavo da dívida de quase R$ 500 milhões referente à construção da Arena Itaquera.

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