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27.11.20

“Nostradamus” não acerta uma

A cada hora o ministro Paulo Guedes fala que uma das reformas vai sair esse neste ano. Puro chutômetro. Guedes e as torcidas do Flamengo e do Corinthians sabem que alguma medida vai ser aprovada. Só que não têm ideia de qual será. Nem o Congresso, ou melhor, a Câmara dos Deputados tem a resposta. O RR torce para que seja a tributária, que dará maior celeridade à economia, assim como para que ela saia logo em dezembro. Mas isto provavelmente não vai acontecer.

Quando o governo fala que vai passar isso ou aquilo no Congresso até tal período, vale rememorar as palavras do ex senador Antônio Carlos Magalhães: “O Congresso só aprova o que ele quer”. Parece platitude, mas é uma profunda filosofia política.

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07.08.20

Derrota por goleada

Nem cervejeira, nem site de aposta. As duas empresas com quem a diretoria do Corinthians vinha conversando em torno da possível venda dos naming rights para o Itaquerão tiraram o time de campo. O mais provável é que o ex-deputado Andrés Sanchez saia da presidência do clube, em dezembro, sem cumprir a promessa de fechar o acordo. E deixando para trás a dívida de mais de R$ 400 milhões com a Caixa Econômica referente à construção do estádio.

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26.05.20

Portões fechados

Com o coronavírus, as conversas entre o Corinthians e candidatos à compra dos naming rights do Itaquerão foram suspensas. Um problema a mais para o clube, que tem uma dívida de R$ 500 milhões com a Caixa referente à construção do estádio.

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14.05.20

Clubes de futebol querem seu “Minha Casa, Minha Vida”

Além da suspensão dos pagamentos do Profut (leia-se as dívidas com a União) – conforme o RR antecipou em 22 de março –, o futebol busca um novo remédio para as dores da pandemia. Há um pleito para que a Caixa Econômica interrompa até o fim do ano a cobrança de empréstimos concedidos para a construção de estádios. Também não haveria incidência de juros sobre as parcelas postergadas para 2021.

O “Minha Casa, Minha Vida da bola” beneficiaria dois clubes: Corinthians e Grêmio – este último de forma indireta, uma vez que o financiamento está em nome da OAS. Os passivos giram em torno dos R$ 550 milhões. Consultada, a Caixa informou que “não fornece informações a respeito de operações de crédito específicas”. A maior pressão pelo waiver viria do Corinthians. A dívida do clube com a Caixa pela construção do Itaquerão começou em R$ 400 milhões e não para de crescer. Já supera os R$ 500 milhões, devido aos seguidos atrasos no pagamento das parcelas mensais, no valor R$ 5,7 milhões.c

Segundo o RR apurou, em duas ocasiões, a mais recente no segundo semestre o ano passado, a Caixa ameaçou executar a dívida e tomar o estádio. Perto da dificuldade do Corinthians, a Arena do Grêmio é até café pequeno. A OAS tem uma dívida de R$ 44 milhões com Caixa. Mas, o nervo dói diretamente no clube gaúcho. Em negociações para assumir o controle do estádio, o Grêmio é o herdeiro natural do passivo.

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09.03.20

Passivo F.C.

O Corinthians condiciona um acordo com a Caixa Econômica a um waver do banco a multas de quase R$ 70 milhões. Ou seja: não vai ter acordo. O banco presidido por Pedro Guimarães não admite abrir mão de um centavo da dívida de quase R$ 500 milhões referente à construção da Arena Itaquera.

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03.07.19

Bola baixa

O Corinthians já está aceitando cerca de R$ 200 milhões pelo contrato de naming & rights do Itaquerão, para um período de dez anos. Quando a partida começou, o Timão pedia R$ 400 milhões.

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19.03.19

O custo da casa própria

A pressão da nova diretoria da Caixa surtiu efeito: o Corinthians regularizou o pagamento do empréstimo pela construção da Arena Itaquera, que vinha sendo feito com atraso. No clube, no entanto, há quem diga que o crédito é “impagável”. O Corinthians já quitou cerca de R$ 120 milhões em juros e ainda restam mais de R$ 400 milhões a saldar. Procurada, a Caixa não quis se pronunciar, alegando que a operação é protegida por sigilo bancário.

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20.02.19

Timão ou timinho?

O Corinthians está pedindo cerca de R$ 400 milhões por um contrato de 20 anos para fechar um acordo de naming & rights para a Arena Itaquerão. O presidente Andrés Sanchez, no entanto, tem sido foi aconselhado a baixar a bola: há cinco anos, o clube procura, em vão, um parceiro para o estádio. Além disso, tem uma dívida de mais de R$ 1 bilhão com a Caixa referente à construção da arena.

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27.02.18

CEF joga Corinthians para escanteio

A Caixa Econômica entrou de sola no Corinthians. Segundo o RR apurou, o banco rechaçou a tentativa do clube de renegociar as condições de pagamento da dívida referente à construção do Itaquerão. A diretoria corintiana teria proposto à Caixa reduzir à metade a parcela mensal de R$ 5 milhões paga ao banco – na prática, o clube continuaria quitando apenas o valor de face, sem os juros. Procurada, a Caixa não quis se pronunciar, alegando o sigilo de suas operações. O Corinthians também não se manifestou. Tudo o que a CEF menos quer neste momento é dar motivo para qualquer insinuação de favorecimento ao Corinthians. Sobretudo agora em que o petista Andrés Sanchez voltou à presidência do clube. Amigo de Lula, foi Sanchez quem costurou o financiamento para a construção do Itaquerão, que tanta controvérsia gerou. O passivo começou em R$ 400 milhões, valor do empréstimo do BNDES repassado pela CEF, responsável também pela sua cobrança. Com os juros, a cifra já estaria na casa de R$ 1,2 bilhão.

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01.02.18

Salve o Corinthians e a própria pele

Candidato à presidência do Corinthians, o deputado Andrés Sanchez joga sua carreira política e seu próprio futuro no pleito marcado para o próximo sábado. Uma derrota nas urnas corintianas, seu grande reduto, reduzirá consideravelmente suas chances de reeleição à Câmara, em outubro. O que mais aflige Sanchez é amanhecer no dia 1 de janeiro de 2019 sem foro privilegiado. O parlamentar-cartola, amigo de Lula, costurou todo o apoio do governo para a construção do Itaquerão com financiamento do BNDES.

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