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18.08.20

Com açúcar, mas pouco afeto

A Raízen procura um novo parceiro internacional no mercado de açúcar. Há conversas com tradings da China e da Índia. O grupo rompeu recentemente a joint venture que mantinha com Wilmar International para a distribuição da commodity no mercado global. A Raízen corre atrás do tempo perdido: em termos de volume e número de países, a aliança com a Wilmar nunca foi capaz de rivalizar com seu maior concorrente, a Alvean, joint venture entre a Cargill e a Copersucar.

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27.06.19

Adocicado IPO

A Copersucar estuda a abertura de capital da Eco-Energy, sua controlada. Trata-se da maior distribuidora de etanol de açúcar dos Estados Unidos e hoje responsável por quase 60% do faturamento do grupo.

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17.05.18

Hiperglicemia

A Alvean, joint venture entre a Cargill e a Copersucar, avança para o Oriente. Além do acordo recém-firmado com a Al Khaleej, dos Emirados Árabes, maior processadora de açúcar do mundo, está em negociações com duas grandes refinarias da Índia. Deve fechar com ambas um contrato de longo prazo para o fornecimento da commodity. É negócio para mais de US$ 1 bilhão por ano.

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06.12.17

Triste corrida

Emerson Fittipaldi está levando mais uma fechada de seus credores. O Banco ABC Brasil teria solicitado à Justiça o leilão de um novo lote de bens do ex-piloto, incluindo dois dos itens mais preciosos do seu patrimônio: um Copersucar original da temporada da F-1 de 1977 e o Penske com o qual Fittipaldi conquistou o campeonato de F-Indy em 1989. Certamente, vai doer mais no ex-piloto do que a perda da fazenda de 410 hectares em Araraquara, no valor de R$ 10 milhões, leiloada pela Justiça no fim de novembro.

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01.12.17

Sem açúcar e sem afeto

A área jurídica da Cargill está mobilizada em torno da punição imposta pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), dos Estados Unidos, à Copersucar. A empresa foi condenada a pagar uma multa de US$ 300 mil por manipulação de negociações com contratos de açúcar na Bolsa de Nova York. O temor da Cargill é que o processo ricocheteie na Alvean, joint venture que mantém com a Copersucar. Desde outubro de 2014, a empresa é a responsável por distribuir o açúcar físico e negociar contratos futuros em nome de suas acionistas.

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19.05.17

Uma cobiçada cadeira na ANP

A sucessão na diretoria da ANP será um teste do prestígio do setor sucroalcooleiro no governo. Os grandes usineiros do país, entre os quais Rubens Ometto, da Cosan, e Luis Roberto Pogetti, da Copersucar, trabalham pela indicação do diretor de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Miguel Ivan Lacerda de Oliveira. No início de junho, chega ao fi m o mandato do diretor da ANP José Gutman. O próprio Gutman pensa em ir ficando no cargo por inércia. Com o escândalo do grampo de Temer, ele pode ir sendo esquecido por lá.

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06.04.17

Com açúcar e afeto

Rubens Ometto, da Cosan, e Luis Roberto Pogetti, da Copersucar, estariam usando de toda a sua influência no governo para arrancar da Camex uma taxação de 16% para o etanol importado. Com essa linha de frente, é bem provável que o carimbo seja dado.

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15.08.16

Cargill e Copersucar dividem um lar nada doce

 Há pouco açúcar e nenhum afeto na relação entre Cargill e Copersucar. Os norte-americanos ameaçam romper a sociedade e deixar a Alvean, trading controlada pelos dois grupos. Eles discordam da estratégia adotada pelos sócios brasileiros que, pelo acordo de acionistas, estão à frente da gestão da comercializadora de açúcar na atual safra (2015/ 16). A Cargill alega que a Alvean tem fechado contratos de exportação a qualquer custo exclusivamente para atender aos interesses da Copersucar de ganhar escala e aumentar o mercado de suas usinas cooperativadas no exterior.  A escolha pelo volume em detrimento do preço tem derretido a rentabilidade da Alvean. A Cargill tem dois caminhos: esperar pela próxima safra, quando, então, assumirá a gestão da trading e terá mais força, ou pular fora do barco já agora. Fontes próximas aos norte-americanos apostam nesta segunda hipótese.

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06.05.16

Garage sale

 A Raízen e a Copersucar têm interesse em ativos da CanaVialis, empresa de pesquisa desativada pela Monsanto. No pacote, equipamentos e patentes na área de biotecnologia. A Copersucar nega a negociação. A Raízen não fala sobre o assunto.

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16.02.16

Copersucar colhe menos sócios e evapora investimento

 O presidente da Copersucar, Paulo Roberto de Souza, está rascunhando um plano de investimentos para o biênio 2016-2017 que deveria ser chamado de plano de desinvestimento. Não é para menos. O quadro de associadas não para de encolher, as vendas deverão crescer no máximo 5% neste ano e a companhia não consegue arrumar um sócio para a sua controlada Eco-Energy, trading com base nos Estados Unidos. Os aportes até o ano que vem, originalmente de R$ 400 milhões, não serão nem um terço do previsto. A companhia adiou por tempo indeterminado a construção de novos terminais portuários. Apenas serão instaladas as três unidades no mercado norte-americano que estão em fase adiantada de construção.  Para compensar a perda recorrente de associadas – saíram, entre outras, as plantas do Grupo Virgolino de Oliveira, além das usinas Batatais e Clealco – a Copersucar pretende mudar o seu perfil de comercializadora exclusiva e passar a também produzir açúcar e álcool com usinas próprias. A companhia usaria as unidades apenas como complemento de fornecimento e garantia de contratos de longo prazo. A abertura de capital na BM&F Bovespa, um projeto acalentado há anos pela cooperativa, continuará na gaveta, mas a Eco-Energy deverá fazer o seu IPO nos Estados Unidos. A venda de ações em Bolsa é a alternativa encontrada pela Copersucar para atrair novos investidores ao capital da trading norte-americana. As tentativas anteriores de venda de títulos foram um fracasso de público e a empresa se viu forçada a aumentar a sua participação de 65% para quase 80% como forma de garantir os aportes necessários. A EcoEnergy deverá comercializar oito bilhões de litros de etanol nos Estados Unidos, com crescimento de 10% em 2016. No Brasil, a Copersucar projeta vender cinco bilhões de litros de etanol. Procurada pelo RR, Copersucar não comentou o assunto.

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