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31.10.18
ED. 5985

Blindagem mineira

Romeu Zema garante a quem quiser ouvir que as portas da Cemig e da Copasa estão trancadas. O governador eleito de Minas Gerais pretende contratar uma empresa de seleção de executivos para pinçar nas próprias estatais seus futuros presidentes.

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27.03.18
ED. 5834

Desaguando no capital

O IFC, braço do Banco Mundial, deverá desaguar no capital da empresa de saneamento mineira Copasa.

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22.03.18
ED. 5831

Pinga-pinga

A Agência Francesa de Financiamento, que apoia projetos em países em desenvolvimento, fechou um empréstimo de 60 milhões de euros à baiana Embasa e negocia acordos similares com a Copasa, de Minas Gerais, e a Saneago, de Goiás.

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05.04.17
ED. 5593

Sobre a privatização da Copasa

A Aegea acompanha com especial interesse os preparativos do governo mineiro para a privatização da Copasa. A empresa tem trânsito livre com Fernando Pimentel.

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17.03.17
ED. 5580

O dilema de Pimentel

Sentado sobre um rombo fiscal de R$ 14 bilhões, o governador Fernando Pimentel está convencido de que a venda da Copasa é inexorável. O desafio do petista agora é embalar o discurso para dentro do próprio partido.

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15.08.16
ED. 5433

Cano furado

 O governador Fernando Pimentel, de Minas Gerais, já encaminhou o bilhete azul à presidente da Copasa, Sinara Chenna. Seu substituto terá a missão de arrumar a casa para a privatização da concessionária de saneamento, no ano que vem. Um dos maiores desafios é reduzir as perdas de água, que já ultrapassam um terço do volume total distribuído pela Copasa – um dos três piores índices do setor no país. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Governo de MG.

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08.07.16
ED. 5407

Copasa na pole position das privatizações

  A Copasa tem tudo para puxar a fila das concessionárias de saneamento que serão privatizadas em contrapartida do refinanciamento das dívidas estaduais junto à União. Segundo o RR apurou, as autoridades mineiras já teriam iniciado as conversações com o BNDES para viabilizar a venda do controle da estatal no âmbito do pacote de ajuda aos estados. Em termos absolutos, Minas Gerais carrega a segunda maior dívida dos estados com a União: R$ 80 bilhões – fica atrás apenas de São Paulo (R$ 220 bilhões). Além do tamanho do passivo do Tesouro de Minas, outro fator faz da Copasa a mais talhada para abrir a temporada de privatizações. Entre as estatais do setor de saneamento, a empresa mineira é tratada pelos próprios investidores como a mais redonda de todas, a que está prontinha para ser colocada sobre o balcão. No período de um ano, o governo mineiro cortou quase dois mil empregados, reduziu os custos operacionais da companhia em R$ 300 milhões e enxugou ao máximo o plano de investimentos, que, dos R$ 600 milhões originais, caiu praticamente à metade. Como resultado, a estatal já voltou ao azul. Depois do prejuízo de R$ 12 milhões em 2015, registrou um lucro de R$ 90 milhões no primeiro trimestre deste ano. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: BNDES e Governo de Minas.

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 A Águas do Brasil – controlada por figurinhas carimbadas da Lava Jato, como Queiroz Galvão e Carioca – furou o bloqueio da estatal mineira Copasa. Fechou um contrato de concessão com a prefeitura de Pará de Minas e negocia acordos com mais cinco municípios do estado. Procurada pelo RR, a Águas do Brasil não comentou o assunto.

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06.04.16
ED. 5342

Governo estimula privatizações no saneamento

 O governo federal passou a adotar um tom mais flexível na discussão sobre o refinanciamento de dívidas estaduais, com a aceitação de um diferimento maior no tempo das contrapartidas sociais. Por outro lado, permanece firme na intenção de manter a exigência de leilão das concessões de empresas estaduais de luz, gás e água. Ao contrário de luz e gás, o setor de saneamento, o mais carente de investimentos, permanece quase intocado pelos capitais privados. Com objetivo de dar velocidade à venda dessas empresas, foi criado um grupo executivo voltado para o projeto, composto pelo Ministério das Cidades, CEF e BNDES, liderado pelo secretário-executivo da Pasta da Fazenda, Dyogo de Oliveira. O governo pretende criar um pacote de facilidades para atrair investidores aos futuros leilões de concessões de saneamento.  O BNDES e a CEF vão financiar os consórcios vencedores até 80% do valor a ser aportado nas concessões, em linha com o que será feito com ferrovias e hidrovia. A oferta de crédito farto já antecipa eventuais reclamações dos interessados nas empresas estaduais. Há conversas mais adiantadas com os governadores petistas Fernando Pimentel, de Minas Gerais, e Rui Costa, da Bahia, para que respectivamente a Copasa e a Embasa sejam privatizadas. No caso dos estados de menor porte, CEFPar e BNDESPar poderão entrar como sócias dos consórcios.

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08.10.15
ED. 5223

Veolia gruda nas estatais de saneamento

A Veolia Environnement decidiu apostar suas fichas na parceria com estatais da área de saneamento. É isso ou permanecer de braços cruzados esperando por privatizações que nunca saem do papel. No momento, os franceses estariam em conversações com a Copasa e a Embasa. Em Minas Gerais, o alvo da PPP é a prestação de serviços de tratamento de resíduos no complexo industrial de Contagem. Na Bahia, Veolia e Embasa se associariam para ampliar a rede de água e esgoto do estado, com foco em cidades do interior. Oficialmente, a estatal baiana nega a negociação. No entanto, com o ressecamento dos tradicionais canais de financiamento do setor, a começar pela Caixa Econômica, a Embasa dificilmente conseguirá investir nessas localidades sem o apoio de um parceiro privado. A Veolia também tem dificuldades para irrigar seus negócios no Brasil. Sua receita – de 170 milhões de euros em 2014 – tem crescido, em média, 5% ao ano, índice insatisfatório para os franceses. A expectativa do grupo era de que a operação brasileira respondesse por quase 15% do faturamento global até 2018. Difícil. Para este ano, a participação do Brasil nessa conta deve ficar em torno de 6%.

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03.09.15
ED. 5199

É tempo de estiagem na Copasa

A Copasa é a nova vítima dos cortes no orçamento de Minas Gerais. Com um déficit de R$ 6 bilhões sobre os ombros, o governador Fernando Pimentel está desidratando o plano de investimentos da companhia. Neste ano, a estatal já sofreu o primeiro golpe: o valor dos aportes, inicialmente fixado em R$ 800 milhões, caiu para menos de R$ 600 milhões. Para 2016, as torneiras da empresa de saneamento estarão ainda mais apertadas: os investimentos ficarão abaixo dos R$ 500 milhões. Será o menor desembolso da estatal nos últimos cinco anos. Como se não bastasse o aperto das contas públicas em Minas Gerais, a Copasa sofre os efeitos da crise hídrica. Todos os seus principais indicadores financeiros são cadentes. No primeiro semestre deste ano, o lucro recuou 90% em relação a igual período em 2014. A aposta do governo mineiro para compensar a redução dos investimentos é a parceria com empresas privadas. Conforme o RR antecipou na edição nº 5.181, a Copasa criou uma nova companhia, uma subsidiária de participações que terá sócios e parceiros da área de saneamento. * Copasa não comentou o assunto.

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10.08.15
ED. 5181

Pimentel revela sua face privatista na Copasa

Em meio às denúncias de irregularidades em sua campanha e às investigações sobre o seu relacionamento com o empresário Benedito Oliveira Neto, o Bené, Fernando Pimentel vai tentar dar uma clareada em sua imagem política com as águas da Copasa. O governador mineiro pretende anunciar nas próximas semanas a criação de uma joint venture entre a estatal e um grupo de investidores com o objetivo de comprar participações em concessionárias em outros estados. A operação pode ser interpretada como uma espécie de desestatização da própria Copasa, sem que o governo tenha de passar por um desgastante processo de venda do capital da companhia. A joint venture terá capital majoritariamente privado. Um dos sócios deverá ser a Foxx, da área de gestão ambiental. Controlada pelos empresários Milton Pilão Junior e Ismar Assaly, a companhia tem entre seus acionistas um fundo de investimentos ligado a George Soros. Oficialmente, a Copasa nega a associação com a Foxx, mas confirmou que “estuda novos modelos para o desenvolvimento de seus negócios.” A Foxx, por sua vez, disse “desconhecer o assunto”. O governo mineiro estima que o potencial de investimentos da nova empresa poderá chegar a R$ 1 bilhão em dois anos. Um dos alvos é a Cesan, concessionária de saneamento do Espírito Santo. No ano passado, a companhia capixaba esteve perto de se associar à Sabesp, mas o negócio sucumbiu diante da crise hídrica em São Paulo.

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16.07.15
ED. 5164

Pinga-pinga

Cresce a fila de estatais da área de saneamento paradas na porta da Caixa Econômica à  espera de financiamento. Lá estão a baiana Embasa, a paranaense Sanepar e a mineira Copasa, entre outras menos votadas.

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25.05.15
ED. 5127

Água benta

Em uma das mãos, Fernando Pimentel leva a proposta de um aumento de capital na Copasa, com recursos do próprio Tesouro mineiro; na outra, carrega um pedido de financiamento a  Caixa Econômica. O governador petista tem certeza de que o banco não lhe virará as costas nesse momento tão difícil.

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07.04.15
ED. 5095

Pinga-pinga

As fronteiras da Sabesp estão sob ataque. As vizinhas Sanepar, do Paraná, e Copasa, de Minas Gerais, estariam assediando municípios paulistas em áreas limítrofes aos dois estados para assumir a concessão de saneamento. Na mira, estão cidades como São José do Rio Preto e Ourinhos.

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