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03.10.19

Rodrigo Janot na cova dos leões

Nem os próprios pares de Rodrigo Janot estão muito dispostos a salvar sua pele. A petição do subprocurador da República Moacir Guimarães Filho para que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) investigue Janot parece ter sido feita sob encomenda para o STF. Guimarães recomenda que o processo seja enviado à Suprema Corte caso o Ministério Público não se sinta legalmente seguro para julgar um colega que se aposentou por insindicabilidade – pelo fato de Janot ter se aposentado, a legitimidade do CNPM para conduzir a ação pode ser contestada na Justiça. Neste caso, para além da questão criminal, caberia ao próprio Gilmar Mendes e seus colegas decidir pela eventual cassação da aposentadoria de Janot após as suas declarações de que entrou armado no STF para matar o ministro.

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Quase um ano depois, o Conselho Nacional do Ministério Público concluiu o julgamento do processo contra a procuradora da República Monique Cheker, do Rio de Janeiro, por conta de ataques ao STF nas redes sociais. Ela recebeu apenas a pena de advertência. A mais branda. Entre junho e julho do ano passado, Monique publicou em seu perfil no Twitter críticas à Suprema Corte, a exemplo de: “Essa segunda turma do STF, à exceção do ministro Fachin, é que nem a cara daquele Brasil que queremos mudar”. No dia 2 de julho, no post mais polêmico, disse que “os caras são vitalícios, nunca serão responsabilizados via STF ou Congresso… sem contar o que ganham por fora com os companheiros que beneficiam”. Magistrados interpretaram que o torpedo também foi dirigido aos ministros do Supremo, o que Monique sempre negou.

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