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A grande questão amanhã serão as consequências, para o Brasil, do ataque norte-americano que levou à morte o principal líder militar iraniano, Qassen Suleimani:

1) Prioritariamente, no que se refere à política de reajuste de preços da Petrobras. O mais provável é que não haja aumento imediato, à espera de desdobramentos do cenário internacional. Mas a estatal e – mais do que ela – o presidente Bolsonaro e o ministro da Economia serão pressionados, amanhã, para definirem, a priori, uma linha de ação.

Primeiros sinais, a serem confirmados neste sábado, indicam que se buscará algum tipo de meio termo. Ou seja, uma forma de amortizar o aumento de preços, caso se intensifique, mas mantendo a margem para flutuação.

2) Ainda assim, estarão em debate os riscos para a estatal, caso haja opção política por contenção de preços. Avaliação do mercado é de que ações nesse sentido gerariam perda de credibilidade e dificultariam venda de ativos, parte central do planejamento da empresa para 2020;

3) Em segundo plano, no âmbito da política externa. Presidente Bolsonaro se alinhará ostensivamente com os EUA, prejudicando relações comerciais com o Irã e gerando certa indisposição com a China, ou buscará manter pontes com iranianos, ainda que mostre apoio a Trump? Tema está em suspenso até o momento, em parte ofuscado, justamente, por ilações ligadas ao custo de combustíveis e à Petrobras;

4) Por fim, análises sobre instabilidade que pode ser alimentada pelo conflito e o impacto que teriam no comércio global, bem como, internamente, no dólar, na inflação e na Bolsa.

Os limites da reforma administrativa

Próximos dias serão importantes para entender o grau de engajamento do presidente na reforma administrativa. A iniciativa é prioritária para o Ministério da Economia, e Bolsonaro começa a emitir sinais positivos após ter deixado a medida em banho-maria.

Mas limitará o alcance do projeto, de modo a diminuir o desgaste político junto ao funcionalismo, em ano eleitoral. A questão, que deve começar a ficar mais clara de amanhã até segunda, é o quanto.

O cronograma do Juiz de Garantias

Polêmica em torno da criação do Juiz de Garantias se manterá amanhã, mas reversão da iniciativa vai se tornando cada vez mais improvável. O tema deve se direcionar, nos próximos dias, para a definição de cronograma de implementação do projeto, que foi debatido, hoje, pelo ministro Dias Toffoli e o Conselho Nacional de Justiça.

A inflação até 2,5 salários mínimos

Sai na segunda-feira o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC C1) de dezembro, da FGV, que mede a flutuação de preços para famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos. Gera particular interesse porque:

1) O índice apresentou alta acima da média auferida para faixa de renda superior, entre 1 e 33 salários mínimos, em novembro (0,56% frente a 0,49%);

2) Trata-se de grupo no qual o presidente Bolsonaro tem a mais baixa aprovação, segundo pesquisas recentes, dentre elas a do Datafolha.

O setor de serviços na China, Europa e EUA

Internacionalmente, destaque para:

1)  Previsão geral de crescimento na série PMI no Setor de Serviços em dezembro para EUA (de 51,6 para 52,2), União Europeia (de 51,9 para 52 a 52,4), Alemanha (de 51,7 para 52) e França (52,2 para 52,4). Destoa da tendência a China, para a qual se estima recuo, mas ainda em patamar bastante positivo (de 53,5 para 53);

2) Vendas no Vareja na Alemanha em novembro. Projeções apontam para importante recuperação, com avanço de 1,1% frente à queda de 1,9% em outubro.

 

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02.01.20

Segredíssimo de Justiça

O desembargador Guaraci Vianna, do TJ-RJ, vai entrar com recurso no Conselho Nacional de Justiça na tentativa de suspender, ainda que temporariamente, a punição que recebeu no fim do ano passado. O magistrado foi afastado de suas atividades e, desde 18 de dezembro, está impedido de receber novos processos. O caso é rumoroso. Corre em segredo de Justiça. Segundo o RR apurou, nem colegas mais próximos de Vianna têm detalhes do caso. Do CNJ, o que se tem de informação é que o desembargador é alvo de um Processo Administrativo Disciplinar por decisões tomadas no Plantão Judiciário

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11.10.19

O Judiciário na primeira classe

O Tribunal de Justiça do Tocantins está sub judice. Segundo alta fonte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já existe uma mobilização no colegiado para a abertura de processo com o objetivo de apurar os gastos da Corte com viagens. O copo transbordou na última semana, quando a direção do TJ-TO autorizou a ida do desembargador Marco Villas Boas, do juiz Wellington Magalhães e da diretora executiva da Escola de Magistratura do estado, Ana Beatriz Pretto, para um congresso em Portugal. O trio recebeu generosas diárias, que, somadas, chegaram a R$ 42 mil. Procurado, o TJ-TO confirma a viagem e o valor desembolsado com a estada dos magistrados. Em sua defesa, alega que eles foram a Portugal na condição de “realizadores do IX Congresso Internacional de Direitos Humanos, resultado do Mestrado em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos”. Formalmente, o CNJ informa que “até o momento, não há processo sobre o assunto”.

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