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23.03.22

Evangélicos também perseguem captura ideológica da Educação

O take over do Ministério da Educação pelo “Gabinete da Fé” não se limita à possível obtenção de verbas – negada ontem em nota pelo ministro Milton Ribeiro. Segundo o RR apurou, o grupo de líderes evangélicos que assessora informalmente Ribeiro está empenhado em uma nova missão: influenciar na escolha dos futuros 12 integrantes do Conselho Nacional de Educação. As tratativas sobre o assunto estariam sendo conduzidas, sobretudo, pelo pastor Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil.

Nomes de candidatos vinculados a congregações neopentecostais já circulam nos gabinetes da Pasta. Um dos cotados é Benedito Guimarães, ligado à Universidade Presbiteriana Mackenzie, assim como o próprio Ribeiro. Na gestão do atual ministro, Guimarães já ocupou a presidência do Capes. Procurado, o Ministério da Educação não se pronunciou.

A sucessão no Conselho Nacional de Educação se dará apenas em outubro, mas os líderes evangélicos trabalham, desde já, para emplacar o maior número de indicações no colegiado. Tentam ocupar um espaço na Educação que já pertenceu a seguidores de Olavo de Carvalho. Entre outros interesses, caberá à Câmara de Educação Básica, um dos dois órgãos que formam o Conselho Nacional, a revisão da Base Nacional Comum Curricular. Em linhas gerais, o documento indica o conteúdo escolar que será levado aos estudantes, notadamente da rede pública. O objetivo dos líderes evangélicos é garantir que a Base Curricular tenha um viés conversador.

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A recomendação do Conselho Nacional de Educação para que os alunos sejam automaticamente aprovados por conta da pandemia encontra resistência no Ministério da Educação. Segundo fonte da própria Pasta, o ministro Milton Ribeiro deve anunciar uma decisão em relação às escolas federais até o início de dezembro.

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28.08.20

Quadro negro

Segundo informações filtradas do Conselho Nacional de Educação, o colegiado projeta que o segmento de ensino superior vai fechar o ano com um terço a menos de postos de trabalho em relação a dezembro de 2019.

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A recondução de Luiz Roberto Curi para a presidência do CNE (Conselho Nacional de Educação) é mais uma prova de que a promessa de Jair Bolsonaro de romper com a “velha política” ficou lá na campanha. Curi se notabiliza pelo bom trânsito entre antigos próceres do Congresso. Sua mulher, a advogada Emília Ribeiro, já foi chefe de gabinete de José Sarney e de Renan Calheiros no Senado. Também foi secretaria executiva do Ministério da Ciência e Tecnologia na gestão de Celso Pansera, indicado para o cargo por Eduardo Cunha.

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O Conselho Nacional de Educação vai dar mais um ano de carência para as instituições de ensino superior implantarem novos cursos já aprovados pelo colegiado e homologados pelo MEC. Pela regra em vigor, as universidades teriam 24 meses para contratar professores, montar laboratórios, equipar salas de aula etc, sob pena de perder as licenças. A decisão é uma lufada de bom senso no Ministério da Educação, algo raro na gestão de Abraham Weintraub. Com a pandemia, a demanda por esses cursos desabou. Obrigar as universidades a cumprir o prazo original seria empurrá-las para um prejuízo líquido e certo.

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