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29.11.18
ED. 6004

A nova safra de investimentos da Cofco

A chinesa Cofco prepara um novo ciclo de investimentos no Brasil, notadamente na área sucroalcooleira. Os asiáticos pretendem ampliar a capacidade de suas quatro usinas em São Paulo, hoje de 15 milhões de toneladas, e buscam aquisições no Centro-Oeste. As cifras sobre a mesa beiram a casa de US$ 1 bilhão em investimentos.

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12.11.18
ED. 5992

Plantio chinês

A chinesa Cofco, uma das maiores tradings agrícolas do mundo, carrega no coldre US$ 2 bilhões para a compra de plantações de soja no Brasil.

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09.10.18
ED. 5970

Bilhete para 2019

O fundo soberano Kuwait Investment Authority (KIA) está se unindo a um grupo de tradings agrícolas, entre elas a chinesa Cofco, para investir na construção da Ferrogrão. A ferrovia está orçada em quase R$ 10 bilhões.

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05.09.18
ED. 5947

Cofco planta mais US$ 1 bilhão no Brasil

A chinesa Cofco – o mega conglomerado do agronegócio, que fatura mais de US$ 60 bilhões por ano – vai semear uma nova safra de investimentos no Brasil. Segundo o RR apurou, o desembolso deve passar de US$1 bilhão. A maior parte dos recursos será destinada à originação de grãos e à expansão da estrutura industrial no Brasil, incluindo aquisições. De acordo com a mesma fonte, a Cofco entrou na disputa com a Cargill para ficar com duas unidades de processamento de grãos da Granol, localizadas em Anápolis (GO) e Porto Nacional (TO). Os valores sobre a mesa giram em torno dos US$ 350 milhões. Trata-se de uma pechincha perto dos mais de US$ 3 bilhões que os chineses já investiram no Brasil.

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17.07.18
ED. 5911

Por um fio

O RR apurou que a chinesa Cofco e a Cargill estão entre as empresas que já apresentaram uma oferta firme pela Keystone, subsidiária do Marfrig nos Estados Unidos. O martelo deve ser batido até o fim do mês. Os valores especulados para a operação oscilam entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões.

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20.04.18
ED. 5851

Terra cobiçada

A Terra Santa Agro é assediada por grandes grupos internacionais, a exemplo da chinesa Cofco. A empresa, que fatura quase R$ 1 bilhão por ano, tem como principais acionistas o investidor Silvio Tini, a Laplace e o Gávea, de Armínio Fraga. Quem ficar com essa colheita leva 150 mil hectares de áreas agrícolas, além de sete unidades de produção de grão e ativos de armazenamento.

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16.03.18
ED. 5827

Cofco irriga sua operação brasileira com US$ 3 bilhões

A chinesa Cofco, um latifúndio do agronegócio global, está semeando um grande projeto de expansão da sua operação brasileira. Os investimentos, segundo o RR apurou, devem somar cerca de US$ 3 bilhões até 2021. A meta é duplicar em até três anos as exportações de commodities agrícolas no país, hoje em torno de nove milhões de toneladas.

Em 2017, os asiáticos responderam por cerca de 8% das vendas de milho, soja e farelo do Brasil para o exterior, o suficiente para ultrapassar ADM e Louis Dreyfus e assumir a dianteira do ranking. O novo salto virá não apenas com novas aquisições de empresas agrícolas – vide a incorporação dos negócios da Nidera e do Noble Group no Brasil –, mas também com uma política agressiva de compras de terras. A maior parte dos investimentos está prevista para o Mato Grosso, onde a Cofco já origina cerca de quatro milhões de toneladas de soja por safra.

Os chineses planejam desembolsar algo em torno de US$ 500 milhões apenas para aumentar a sua capacidade de estocagem no estado, onde já têm 13 unidades de armazenamento. O peso do Brasil na operação mundial da Cofco pode ser medido pela recente reestruturação no alto-comando do grupo. Executivos brasileiros assumiram o comando da divisão de soja e de uma nova unidade de gerenciamento de ativos. Segundo o RR apurou, em breve outros dirigentes da subsidiária brasileira também deverão subir de degrau.

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05.02.18
ED. 5801

Etanol em mandarim

Segundo o RR apurou, a chinesa Cofco já teria apresentado uma oferta pelas duas usinas de álcool e açúcar da espanhola Abengoa Bioenergia no interior de São Paulo. Os ibéricos mantêm conversações com outros três grupos do setor, entre os quais a BP. A Abengoa está em recuperação judicial e carrega em seu balanço o bagaço de uma dívida superior a R$ 1 bilhão.

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10.01.18
ED. 5783

Cofco avança sobre usina da Cargill

A chinesa Cofco, potentado do agronegócio que já investiu mais de US$ 1,5 bilhão no país, semeia um novo negócio em terras brasileiras. Segundo o RR apurou, os asiáticos estariam em conversações com a Cargill para a compra da Cevasa, usina de açúcar e álcool localizada no interior de São Paulo. Seria apenas uma pitada de glicose, um aperitivo para a nova temporada de aquisições da Cofco no Brasil, Segundo o RR apurou, os chineses analisam a compra de três outras usinas no país. O grupo é apontado também como o mais forte candidato a ficar com as usinas Revati e Madhu, da indiana Renuka, ambas também em São Paulo. Neste caso, a colheita depende de uma nova data da Justiça para o leilão das duas plantas. A Cargill perdeu o apetite pelo negócio. Estima-se que a Cevasa precisa de um aporte de aproximadamente R$ 300 milhões para voltar a operar a pleno vapor e equacionar as arestas mais pontiagudas do seu passivo. O endividamento da empresa estaria na casa dos R$ 500 milhões.

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05.12.17
ED. 5759

Cofco de olho na Ferrogrão

A chinesa Cofco, uma das maiores produtoras de grãos do mundo, estuda se juntar à tropa de tradings do setor agrícola candidatas à privatização da Ferrogrão. Entre as integrantes do comboio destacam-se ADM, Louis Dreyfus e Cargill, que, por sinal, ontem mesmo voltou a reforçar publicamente seu interesse no projeto.

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28.11.17
ED. 5754

Dose dupla

A chinesa Cofco tem interesse nas duas usinas da indiana Shree Renuka no Brasil – Madhu e Revati -, ambas em São Paulo. O leilão desta última estava marcado para setembro, mas foi adiado pela Justiça.

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05.07.17
ED. 5654

Passaporte chinês

A BRF busca um sócio asiático para aumentar as calorias da sua operação local. A Cofco, da China, é forte candidato a dividir este prato. Ressalte-se que a BRF tem um pedacinho de uma subsidiária do grupo asiático, a Cofco Meat.

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22.03.17
ED. 5583

Bilhete de ida

Executivos da chinesa Cofco Agri confirmaram ao ministro Moreira Franco o interesse em participar da licitação da “Ferrogrão”. Orçada em R$ 10 bilhões, a ferrovia ligará o Centro-Oeste ao porto de Mirituba (PA). A Cofco, não custa lembrar, já está investindo cerca de R$ 1,5 bilhão em logística no Brasil.

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28.12.16
ED. 5526

BRF no mundo 2

A propósito: a BRF vai replicar o modelo “subsidiária e sócio local” na China. Ressalte-se que a companhia já tem uma ligação com a Cofco, gigante do agronegócio. Recentemente, comprou uma participação minoritária na Cofco Meat, operação de suínos do grupo chinês.

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20.12.16
ED. 5520

Os esqueletos da Nidera

A compra da Nidera, uma das maiores empresas de agribusiness do mundo, só tem trazido dor de cabeça para a chinesa Cofco. Os asiáticos contrataram uma auditoria externa para fazer uma devassa na operação brasileira e descobrir a causa do rombo contábil de US$ 150 milhões revelado na semana passada. Além disso, no ano passado, quando ainda pertencia a investidores holandeses, a Nidera contabilizou uma perda de US$ 200 milhões por irregularidades em contratos para a venda de biocombustíveis.

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A China Railway Construction Company e a conterrânea Cofco, uma das maiores tradings agrícolas do mundo, ensaiam uma dobradinha quase imbatível para a licitação da Ferrogrão, uma das concessões incluídas no PPI. O projeto está orçado em aproximadamente R$ 13 bilhões.

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28.11.16
ED. 5504

Salto no etanol

A chinesa Cofco Agri , gigante mundial do agronegócio, está semeando um grande projeto para a expansão da sua operação sucroalcooleira no Brasil. A meta é duplicar sua capacidade de moagem no país em até cinco anos, chegando a 30 milhões de toneladas de cana por safra. Nos planos, aquisições e a expansão das quatro usinas que herdou em São Paulo com a compra da Noble Agri.

• As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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07.11.16
ED. 5490

Negócio da China

• Ao pagar US$ 20 milhões por 2% da Cofco Meat, Abilio Diniz está convicto de que a BRF assegurou o passaporte para a aquisição de frigoríficos no fechado mercado chinês.

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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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29.09.16
ED. 5465

Cofco transforma o Brasil em epicentro da sua operação global

 O mercado brasileiro será o centro das operações da Cofco International, o braço agrícola do grupo chinês que arrematou os ativos da Noble Group e assumiu o controle integral da trading holandesa Nidera. Apesar de a Bovespa estar fora da lista de bolsas que o grupo estuda para abrir o capital da controlada, o Brasil deverá ser a sede mundial da Cofco International e beneficiário de 40% dos investimentos de US$ 3 bilhões previstos para serem feitos até 2017 no mundo. Segundo a fonte do RR, que conhece bem o plano, a maior parte dos recursos será direcionada à instalação de plantas industriais da Cofco. Nada de aquisições. Na ponta do lápis, sai mais barato importar os equipamentos da China do que comprar ativos prontos.  Será construída uma unidade de processamento de soja no Mato Grosso, a segunda no estado, o que aumentará em 60% a capacidade produtiva da companhia no país. Serão 30 milhões de toneladas de grãos por ano, um terço do que o grupo processa no mundo. A Cofco vai ainda ampliar de 15 milhões para 20 milhões de toneladas a moagem de cana de açúcar no mercado brasileiro com a instalação de sua quinta usina sucroalcooleira no estado de São Paulo.  Ainda neste ano, a operação brasileira passará a representar 15% da receita mundial de US$ 40 bilhões da Cofco International. Será um aumento de 40% no faturamento da filial. É o melhor resultado entre os 29 países onde a companhia asiática atua. Por essas e outras que os chineses escolheram Matt Jansen para ser o CEO da Cofco International. O executivo atuou aqui por sete anos e foi o principal defensor da ideia de que o Brasil se tornasse quartel general do grupo chinês. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco.

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26.07.16
ED. 5419

Chineses espalham seus grãos pelo Brasil

 Mais um grande grupo do agribusiness chinês está desembarcando no Brasil. O nome da vez é a Shunxin Agriculture. Os asiáticos estão negociando a compra de terras no Mato Grosso, mais precisamente na região de Rondonópolis. Estima-se que as operações em curso girem em torno dos US$ 200 milhões. A prioridade é a produção e exportação de grãos, notadamente soja, para o mercado asiático. Segundo o RR apurou, os planos da Shunxin para o Brasil preveem ainda a construção de centros de armazenamento e investimentos na área de logística, leia-se concessões rodoviárias e ferroviárias.  A Shunxin Agriculture é um braço do Beijing Shunxin Holding Group, um sortido conglomerado empresarial com negócios nas áreas de real estate, energia renovável, saneamento e bebidas alcóolicas e faturamento superior a US$ 10 bilhões. A Shunxin Agriculture movimenta por ano cerca de US$ 2 bilhões em commodities agrícolas. Uma das pretensões da companhia é formar parcerias com outros grupos chineses do setor que operam no Brasil, casos notadamente da Cofco e da Hunan Dakang. Esta última comprou, em abril, uma participação de 57% da trading e processadora de grãos Fiagril, sediada no Mato Grosso. Já a Cofco herdou as operações da Noble Grain e da trading holandesa Nidera no país.

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09.05.16
ED. 5364

Cofco quer ressuscitar os canaviais do Rio

 A chinesa Cofco parece disposta a ressuscitar um Lázaro da indústria sucroalcooleira no Brasil. O grupo estaria negociando a compra das três usinas de açúcar e álcool da família Bezerra de Mello, leia-se Grupo Othon em Campos, no Norte do Rio de Janeiro. Trata-se de uma investida de elevado risco. As unidades são obsoletas, deficitárias e ainda carregam um elevado passivo, notadamente de ordem trabalhista. Os planos da Cofco vão além das usinas dos Bezerra de Mello. Os chineses estariam dispostos a revitalizar a indústria sucroalcooleira da região, um dos maiores polos produtores de açúcar e álcool do país nos anos 80. Além da aposta de risco, outro fato chama a atenção na investida dos asiáticos. A Cofco já tem uma experiência não muito positiva em etanol no Brasil. É sócia da Noble Agri, uma destilaria de prejuízos. Procurada pelo RR, o Othoin não comentou o assunto.

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15.12.15
ED. 5269

Credit Suisse prepara o terreno para chineses

  O Credit Suisse, um dos principais credores da Imcopa, vestiu o figurino de adviser e saiu em busca de um comprador para a cooperativa agrícola. Entre os candidatos, está a chinesa Cofco, uma das maiores tradings de grãos da Ásia. A Imcopa, no entanto, é uma lavoura cercada de riscos. A companhia paranaense carrega uma dívida de R$ 1 bilhão. Além disso, está no meio de um rumoroso litígio. Seus credores tentam provar na Justiça que a cervejaria Petrópolis comprou, na calada da noite, uma participação na cooperativa e, por esta razão, é responsável por uma parcela do passivo – ver RR edição de 8 de outubro. O Credit Suisse não retornou nem comentou o assunto.

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