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31.08.21

Sagrada família

O nome de Rodrigo Sampaio vem sendo cogitado para assumir uma das diretorias da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco). É Centrão na veia: Sampaio seria uma indicação da deputada Iracema Portella (PP-PI). É quase o mesmo que dizer uma indicação de Ciro Nogueira, ex-marido e uma espécie de tutor político de Iracema. A deputada, por sinal, está às voltas com a Justiça: foi denunciada pela Procuradoria Geral da República por participar de um suposto esquema de “rachadinha”. Em tempo: a Codevasf, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, tem um orçamento superior a R$ 2 bilhões.

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08.07.21

Falta um pistolão

Depois que Davi Alcolumbre deixou a presidência do Senado, o Amapá tem perdido espaço na disputa por verbas da Codevasf, leia-se o Ministério do Desenvolvimento Regional.

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O RR não poderia ter sido mais preciso. O Exército deverá efetivamente participar da execução dos grandes projetos de infraestrutura. A informação foi confirmada pela Força Armada e antecipada pela newsletter em 5 de outubro de 2020, quando uma fonte do meio militar garantiu que as conversações estavam em andamento. Os Ministérios da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional, mais precisamente a Codevasf, vêm mantendo tratativas com o Exército para a retomada dos trabalhos de revitalização das margens do Rio São Francisco. Em contato com o RR, a Força informou que as conversações se dão por intermédio do Sistema de Obras de Cooperação, subordinado ao Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC). Disse ainda que o governo está elaborando uma Portaria “com a finalidade de criar um Grupo de Trabalho Interministerial composto pelo Ministério da Infraestrutura, Ministério do Desenvolvimento Regional e Ministério da Defesa”. Caberá ao grupo “acompanhar as ações necessárias para a retomada da navegação da Hidrovia do São Francisco”. É apenas a ponta do iceberg. No governo, a intenção é que a expertise do Exército seja aproveitada em outros projetos hídricos, inclusive na Amazônia. Ressalte-se que a MP da Eletrobras foi aprovada com uma emenda autorizando a participação de militares em projetos de revitalização nas bacias do São Francisco e do Parnaíba.

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21.05.21

Centrão ataca 2

Dentro do Ministério do Desenvolvimento Regional começa a ganhar corpo a ideia de criação de novas superintendências regionais na Codevasf. Hoje são “apenas” oito. É pouco para o Centrão. Não é nada, não é nada, a
estatal tem um orçamento da ordem de R$ 2,7 bilhões.

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29.03.21

“Fundo partidário”

Em viagem ao Rio Grande do Norte, seu estado, na semana passada, o ministro Rogério Marinho levou boas novas. Garantiu a autoridades locais que não faltarão recursos federais para a construção da linha branca do sistema de trens de Natal. Cerca de R$ 60 milhões sairão do orçamento da Codevasf e da CBTU. Seus desafetos políticos dizem que o “ministro gastador” (Apud Paulo Guedes) já está em campanha: Marinho é apontado como possível candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte em 2022.

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03.08.20

Just in time

Nem bem o Congresso aprovou a inclusão do Amapá na área de atuação da Codevasf, o estado de David Alcolumbre já está pleiteando cerca de R$ 100 milhões à estatal em projetos para a área de saneamento.

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13.05.20

Centrão manda as primeiras faturas para Bolsonaro

  •  Além do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) negocia com o Palácio do Planalto o comando da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do São Francisco). É o tíquete de partida para o apoio do PP ao governo Bolsonaro. O FNDE tem orçamento de R$ 2 bilhões. A Codevasf é mais modesta: R$ 740 milhões. Mas, oferece uma bonificação: razoável exposição com a inauguração de obras no Nordeste, algo valioso em ano de eleição.
  • A Casa da Moeda está sobre o balcão de prebendas do Palácio do Planalto. O PTB, de Roberto Jefferson, tenta emplacar Alexandre Cabral no comando da empresa. Curiosamente, Cabral presidiu a Casa da Moeda na gestão Temer e perdeu o cargo no início do próprio governo Bolsonaro. Eram outros tempos e o PTB, na ocasião, não  fazia falta. Se consumada, a troca será uma derrota de Paulo Guedes, que indicou o atual no 1 da estatal, Eduardo Zimmer Sampaio.
  • O Banco do Nordeste também pode ter seu “Vale a pena ver de novo”. Nelson de Souza, que presidiu a instituição entre 2014 e 2015, está cotado para retornar ao cargo. Por obra e graça do deputado Arthur Lira (PP-AL).

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16.10.19

Se a barganha política permitir…

Informação de cocheira apurada pelo RR: o general de Brigada Pedro Antonio Fioravante está muito bem cotado para assumir o comando da Sudene no lugar de Mário de Paula Guimarães Gordilho, ainda um legado da Era Temer. Isso, claro, se o balcão político não falar mais alto novamente. Há cerca de dois meses, o general Fioravante estava com um pé na diretoria da Codevasf. Na hora H, no entanto, foi preterido por Marcelo Andrade Moreira Pinto, indicação do deputado Elmar Nascimento, líder do DEM na Câmara.

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24.09.19

A Onyx o que é de Onyx

Na ânsia de atacar o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Carlos Ramos, o deputado Marco Antonio Feliciano jogou na conta do militar algo que não pertence. Trata-se da escolha, para a presidência da Codevasf, de Marcelo Andrade Pinto, que, há alguns meses, disse que o governo Bolsonaro era um “laranjal”. Segundo o RR apurou, a indicação saiu de outro gabinete do Palácio do Planalto: o do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Em tempo: Feliciano parece estudar na cartilha antimilitares de Olavo de Carvalho. Em abril, não custa lembrar, protocolou na Câmara o pedido de impeachment do vice-presidente, general Mourão.

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31.07.19

Voz de comando

O general Pedro Fioravante já disse ao que veio nas águas do Velho Chico. Antes mesmo de assumir a presidência da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco), barrou duas indicações do ex-senador Eunício de Oliveira para superintendências da estatal no Ceará.

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