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10.05.22

O braço direito de Ciro Nogueira

O secretário executivo da Casa Civil, Jonathas Assunção, é uma peça cada vez mais importante na engrenagem política comandada por Ciro Nogueira. “Promovido” por Nogueira, Assunção passou a ter um pé no Ministério e outro no QG de campanha de Jair Bolsonaro. O assessor recebeu carta branca do ministro para negociar com parlamentares emendas no orçamento e costurar alianças regionais. Com passagens pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), Assunção tem bom trânsito especialmente entre a bancada do Nordeste. Em tempo: sua ascensão na Casa Civil é uma pimenta a mais na “guerra fria” entre Ciro Nogueira e o general Luiz Eduardo Ramos. Assunção era secretário executivo de Ramos na Secretaria de Governo. Acabou cooptado por Nogueira para a Casa Civil.

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14.02.22

Pistolão

A advogada Juliana e Silva Nogueira Lima, assessora da presidência da Codevasf, está cotada para assumir um cargo no Banco do Nordeste. Juliana vem a ser a irmã do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

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27.01.22

Estica daqui, puxa dali

Ex-líder do governo no Senado, Fernando Bezerra tem trabalhado intensamente nos bastidores para aumentar as verbas da Codevasf para Pernambuco.

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Órgãos vinculados ao Ministério do Desenvolvimento Regional, como Codevasf, DNOCS e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, estão fazendo um mapeamento dos poços artesianos no Nordeste. Há praticamente um apagão desses dados no governo, o que torna a gestão de recursos hídricos na região uma barafunda.

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12.01.22

A volta dos que não foram

Demitido do comando do Banco do Nordeste, Romildo Rolim deverá ganhar novo ninho no governo Bolsonaro, ou na Sudene ou na Codevasf. Quem mais trabalha pelo seu nome junto ao Palácio do Planalto é o deputado Wellington Roberto (PL-PB). Curiosamente do mesmo partido de Valdemar da Costa Neto, o verdugo de Rolim no Banco do Nordeste.

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28.12.21

Calendário 2022

Aos parlamentares do Nordeste que lhe cobram mais verbas, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tem incentivado a apresentação de projetos à Codevasf. Por essas e outras, no centrão, já há quem chame a estatal, responsável por obras no Vale do São Francisco, de “fundo eleitoral”.

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08.12.21

“Orçamento paralelo”

O senador Fernando Collor recebeu de Jair Bolsonaro as chaves da Codevasf. É hoje a voz mais influente na liberação de recursos da estatal, responsável, entre outros projetos, pelas obras de transposição do São Francisco.

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31.08.21

Sagrada família

O nome de Rodrigo Sampaio vem sendo cogitado para assumir uma das diretorias da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco). É Centrão na veia: Sampaio seria uma indicação da deputada Iracema Portella (PP-PI). É quase o mesmo que dizer uma indicação de Ciro Nogueira, ex-marido e uma espécie de tutor político de Iracema. A deputada, por sinal, está às voltas com a Justiça: foi denunciada pela Procuradoria Geral da República por participar de um suposto esquema de “rachadinha”. Em tempo: a Codevasf, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, tem um orçamento superior a R$ 2 bilhões.

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08.07.21

Falta um pistolão

Depois que Davi Alcolumbre deixou a presidência do Senado, o Amapá tem perdido espaço na disputa por verbas da Codevasf, leia-se o Ministério do Desenvolvimento Regional.

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O RR não poderia ter sido mais preciso. O Exército deverá efetivamente participar da execução dos grandes projetos de infraestrutura. A informação foi confirmada pela Força Armada e antecipada pela newsletter em 5 de outubro de 2020, quando uma fonte do meio militar garantiu que as conversações estavam em andamento. Os Ministérios da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional, mais precisamente a Codevasf, vêm mantendo tratativas com o Exército para a retomada dos trabalhos de revitalização das margens do Rio São Francisco. Em contato com o RR, a Força informou que as conversações se dão por intermédio do Sistema de Obras de Cooperação, subordinado ao Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC). Disse ainda que o governo está elaborando uma Portaria “com a finalidade de criar um Grupo de Trabalho Interministerial composto pelo Ministério da Infraestrutura, Ministério do Desenvolvimento Regional e Ministério da Defesa”. Caberá ao grupo “acompanhar as ações necessárias para a retomada da navegação da Hidrovia do São Francisco”. É apenas a ponta do iceberg. No governo, a intenção é que a expertise do Exército seja aproveitada em outros projetos hídricos, inclusive na Amazônia. Ressalte-se que a MP da Eletrobras foi aprovada com uma emenda autorizando a participação de militares em projetos de revitalização nas bacias do São Francisco e do Parnaíba.

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