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28.03.19
ED. 6082

O “Calabar” do sindicalismo?

A reunião do Conselho Deliberativo do FAT (Codefat), na última terça-feira, destampou uma cisão entre as grandes centrais sindicais do país. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) é acusada por suas congêneres de ter “vendido” seu voto ao governo para garantir sua permanência no Codefat. A UGT foi a única central sindical a votar a favor do compartilhamento do SINE (Sistema Nacional de Emprego) com empresas privadas de recolocação de trabalhadores – ver RR de 20 de março. Ajudou o governo a aprovar a proposta com ampla vantagem – 12 votos a cinco. Na mesma reunião, o Conselho decidiu reduzir de seis para três o número de representantes das entidades sindicais na entidade. As vagas ficarão com as centrais com maior “índice de representatividade dos trabalhadores”. Dirigentes da Força Sindical e da CUT apostam que a UGT estará entre os “eleitos”.

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28.02.19
ED. 6065

Agenda trabalhista

O Conselho Deliberativo do FAT marcou sua reunião para 26 de março. O evento é cercado de expectativas: será a primeira reunião do Codefat no governo Bolsonaro, potencializada pela reforma da Previdência. Um dos pontos mais polêmicos da PEC é justamente a limitação do pagamento do abono salarial a quem recebe até um saláriomínimo. Ou seja: mais de 20 milhões de trabalhadores poderão perder esse direito.

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04.02.19
ED. 6047

O homem da faca

Foi adiada de fevereiro para março a primeira reunião do Codefat, cujo orçamento para 2019 é de expressivos R$ 81 bilhões. A transferência deve-se ao desmantelamento do colegiado, onde vários representantes do governo não foram substituídos. O Codefat tem papel determinante nos pagamentos do seguro-desemprego e do abono salarial para milhões de brasileiros. Ele será presidido por Rogério Marinho, responsável por relatar a reforma trabalhista em 2017, então deputado tucano, que não se reelegeu.

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