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05.07.19
ED. 6150

Cabral atira para tudo que é lado

Além das acusações a Eduardo Paes e ao ex-presidente do COB Carlos Arthur Nuzman Sergio Cabral também quebrou a omertà com Luiz Fernando Pezão. Segundo a Rádio Corredor da Lava Jato, Cabral revelou à Justiça pagamentos de propina que teriam sido feitos pelo empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, o “Rei Arthur”, a Pezão entre 2015 e 2017. Deve ter dado sono nos procuradores do Ministério Público.

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03.07.19
ED. 6148

Um alívio para as finanças do COB

Um problema a menos para o Comitê Olímpico do Brasil (COB), que ainda carrega dívidas da Rio-2016 e convive com a queda dos patrocínios esportivos no Brasil. Ontem, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região isentou o COB de qualquer responsabilidade por uma dívida de R$ 53 milhões da Confederação Nacional de Vela e Motor (CNVM). O processo movido pela Procuradoria-Geral da Fazenda em nome da União seguirá apenas contra a CNVM, que não teria recolhido tributos referentes à importação de barcos.

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14.11.17
ED. 5745

O esporte preferido do PMDB

Na esteira da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) poderá sofrer mais um duro golpe. O PMDB – não por acaso partido do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani – articula no Congresso a votação de um projeto de lei para retirar do COB o poder de gestão dos recursos da Lei Piva. A ideia – voilá – é que o próprio Ministério dos Esportes assuma a distribuição das verbas oriundas das loterias federais para as confederações nacionais. A olho nu, não dá nem para entender por que tanto empenho de Picciani e do PMDB: para 2018, os repasses da Lei Piva não deverão chegar nem a R$ 100 milhões.

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31.10.17
ED. 5736

Penitência

O Ministério dos Esportes está segurando o repasse de recursos ao COB. Pode ser a crise, o efeito Nuzman ou, o mais provável, um pouco de cada um.

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09.10.17
ED. 5721

Contagem regressiva

Existe uma articulação entre o vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley, e conselheiros para, digamos assim, convencer Carlos Arthur Nuzman a renunciar, em definitivo, à presidência da entidade – no fim de semana o cartola anunciou seu afastamento temporário do cargo. Uma das alegações é o risco de o COB sofrer uma revoada de patrocinadores e parceiros.

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Por falar em patrocinador, a prisão de Carlos Arthur Nuzman calou fundo em Renato Rique, acionista e presidente da empresa de shoppings Aliansce. Não faz nem quatro meses que ele renovou contrato com o COB, mantendo sua marca no cast de apoiadores da gestão Nuzman. Se fosse hoje…

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